História Crônicas de Aeon - Capítulo 6


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescentes, Demônio, Ficção, Ocultismo
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Slash, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Pessoal. Me desculpe pelo tempo sem postar algo. Muita coisa acontecendo junta na vida pessoal. Porem, tenho muita história para escrever e postar. Então, desde já agradeço e boa leitura.

Capítulo 6 - Famílias


Livro I - O Livro de Lan

Capítulo VI – Famílias

Alek caminhou até o centro da sala de treinamento. A sala estava um pouco escura. Ela devia medir uns cem metros quadrados. Alek andava cautelosamente. Sabia que seu irmão estava ali. Em algum lugar atrás de alguma caixa ou nos cantos ou até mesmo no teto acima dele.

Maxwell era astuto. Talvez o melhor exterminador da família. Tinha táticas inigualáveis. Sempre se destacou desde pequeno. O pai deles sempre esperou de Alek o mesmo de seu irmão. E Alek nunca correspondeu a essas expectativas. Ou nunca quis corresponder. Isso na verdade era uma das coisas que mais deixavam Alek chateado. Mas ele não estava nem aí para essas coisas da família.

A família de Alek era uma família rica, os Mayon. Para o mundo, era uma família de negócios. Cujo compravam bens e revendiam por um preço melhor depois de reforma-los. Sejam esses bens casas, objetos, terrenos, etc. Já para no mundo deles, eram considerados uma família renomada de caça e extermínio de demônios e criaturas sobrenaturais.

Alek sabia que nascer nessa família tinha essas obrigações. O problema foi que ele nunca pediu para nascer. E ele era obrigado a treinar e a caçar desde pequeno. Para garantir tradições de anos e anos da família. Seu pai sempre diz: “Ser um Mayon é mais que carregar um sobrenome, é carregar todo o nosso passado junto”. Então ele sabe do peso que carrega, mas não quer esse fardo. Deixava isso por conta do irmão prodígio.

Maxwell tinha dezoito anos. Tinha praticamente acabado de completar a maioridade. O sonho dele era poder sair com sua moto estando ele licenciado para não ter que ficar somente nas sombras quando estivesse pilotando. A família era seu grande amor e seu segundo amor era com certeza aquela moto. Alek não entendia muito de motos. Mas sabia que aquele era um modelo importado muito antigo. Nunca nem se deu ao trabalho de pesquisar ou perguntar ao seu irmão sobre. Sabia que não ia fazer diferença mesmo.

Alek já estava impaciente. Mas sabia que era isso que o seu irmão queria. Ele olhava atentamente para todos os lados. Sua vista já havia se acostumado com a baixa iluminação do lugar. E por causa disso, automaticamente seus outros sentidos estavam mais aguçados. Sentiu por um momento uma movimentação acima dele. Ativou sua ferramenta em forma de cabo de espada. E dela saiu uma lamina de sessenta centímetros. Sua espada retrátil estava pronta para aparar aquele golpe que vinha na direção de sua cabeça num movimento vertical.

– Muito bem irmãozinho. – Disse uma voz num tom bem sarcástico.

– Maxwell. Por que você não pode ser como todos os irmãos normais. – Disse Alek ainda defendendo o golpe.

– Não somos uma família normal. – Maxwell puxou sua espada e deu um passo para trás. – Você sabe que temos uma missão com todas as pessoas, querido irmão. O nosso mundo é diferente. Nós somos diferentes.

Alek viu que seu irmão estava com uma ferramenta igual a sua. E não a espada dele de costume. Isso já era uma vantagem. Mas não garantia nada. Alek nunca havia ganhado em nada de Maxwell. Em treinos menos ainda. A habilidade de Maxwell era superior, fosse ela na espada ou em combate desarmado.

– Irmãozinho deveria se dedicar mais aos treinos e não a sua vidinha escolar inútil.

Maxwell atacou algumas vezes fazendo Alek recuar aparando os golpes que davam e desviando de outros.

– Maxwell. Sabe que essa vida não fui eu que escolhi. Nosso pai lhe treinou muito bem e você é melhor em tudo. Para que me querem nisso?

– Alek? É idiota ou o que? Não sou melhor que você porque fui treinado por nosso pai. – Maxwell atacou duas vezes com a espada. – Sou melhor porque quis ser melhor. E não porque o nosso pai quis ou treinou.

– Max. – Alek esquivou do primeiro e defendeu o segundo golpe. – Eu só queria que a gente fosse uma família normal. Pais normais levam seus filhos para um passeio no parque ou para um dia no campo. Meu pai... nosso pai nos leva para caçar e matar demônios.

– Alek. Põe na sua cabeça que não somos uma família normal. Nós caçamos e matamos esses demônios não porque queremos. E sim porque temos que fazer. Nós somos uma entre as poucas famílias que protegem esse mundo e ninguém se importa. E Sabe por quê? Porque eles nem sabem que existimos. Mas ainda assim estamos aqui. Por eles. E talvez também um pouco por nós.

Alek abaixou a cabeça. E Maxwell viu descerem lágrimas de seus olhos.

– Eu só queria ter uma vida normal. Ir para a escola e ignorar todo esse mundo. Mas não consegui me conter ao ver meus amigos em perigo hoje. Max me diz. O que eu devo fazer?

– Acho que você deveria treinar e manter seus reflexos em dia. E sobre hoje e seus amigos. Eu já havia lhe dito antes. Se afaste daquela bruxinha e daquele garoto.

– Você não entende. Eu quero estar com eles. Eu me divirto com eles. E a Victoria não é nenhum monstro.

– Está me dizendo que estar com seus amiguinhos é mais importante que a sua família?

– Maxwell. ­– Gritou Alek chorando feito uma criancinha. – Eles também são a minha família agora.

Maxwell avançou dois passos e desferiu um soco na direção do rosto de Alek. Alek desviou bloqueando com a mão esquerda que estava livre. E tentou contra atacar com a espada na mão direita. Maxwell desviou em tal velocidade que Alek o perdeu de vista por um tempo.

Alek segurou a espada com as duas mãos e avançou na direção de seu irmão. Maxwell retraiu a sua espada e guardou no bolso ainda a tempo de desviar dos golpes do seu pequenino irmão. Alek atacava de forma desajeitada. Maxwell conseguia prever todos os ataques de seu irmão.

Maxwell depois de desviar de alguns golpes. Parou a uma distância considerável de Alek.

– Irmãozinho. – Disse Alek com um tom bem debochado. – Vamos terminar com essa “lutinha” que não vai levar em nada. Você não está nem um pouco perto de me acertar com essa lâmina ai.

Alek iniciou uma investida.

Maxwell rapidamente ficou em uma postura diferente. Braço direito esticado para baixo e o braço esquerdo dobrado na frente do rosto. E pronunciou:

– Estilo Secreto da Família Mayon, Caçador Veloz. – Ao pronunciar essas palavras. Maxwell foi envolto por uma espécie de nuvem negra e avançou em uma grande velocidade em direção a Alek. Deixando por onde passou um rastro negro.

Alek nem percebeu quando sua espada foi tirada de suas mãos. E muito menos quando foi parar no chão com seu irmão o segurando pelo pescoço. Ele já havia visto a técnica “Caçador Veloz” de seu irmão. Afinal era um dos golpes principais de sua família.

– Fim do treino. – Zombou Maxwell. Largando o pescoço de seu irmãozinho e se dirigindo a saída.

Alek estava tentando se levantar e ainda ajoelhado gritou:

– Maxwell. Eu juro... juro pela minha vida que vou ficar mais forte que você.

Maxwell se virou para ouvir. E Alek continuou:

– Não interessa como. Eu vou ficar forte do meu jeito. E farei você engolir todas as palavras que já me disse até hoje.

– Então continue tentando, irmãozinho. – Maxwell se virou novamente. Abriu a porta da sala de treino para a antessala. E saiu fechando a porta.

– Eu vou sim. E se eu não conseguir. Vou morrer tentando. Eu juro.

Do outro lado da porta. Na antessala. Encostado ainda na entrada da sala de treino. Maxwell sorriu.

 

Ainda pelas ruas. Voltando para casa. Victoria estava intrigada com tudo que aconteceu naquele dia. Era impossível de um demônio daquele de classe tão baixa ter entrado na casa dela. A vovó Carmem sempre mantinha seus amuletos de proteção em volta de toda a casa. Sendo assim, demônios não deveriam nem sequer chegar perto daquela residência.

Vagando em seus pensamentos, rapidamente ela chegou a sua casa. Vovó Carmem estava verificando os amuletos. Pelo visto deve ter pensado o mesmo que Victoria.

– Já estou de volta Vovó.

– Querida precisamos conversar.

– É eu sei Vovó. Tudo foi muito confuso hoje. Como aquele “classe D” veio parar aqui dentro?

– Eu estava verificando os amuletos e não encontrei nenhum danificado.

– Sério? Então como ele poderia ter entrado?

– Se ele não entrou. Só tem um jeito de ele ter vindo. Invocação.

– Mas quem poderia ter invocado essa coisa aqui dentro?

– Eis a questão querida. Eu não sei. Mas irei descobrir. Irei lá para cima. Para o meu quarto. Não me interrompa a não ser que seja algo bem grave.

– Certo. Eu ficarei lá trás lendo e praticando alguma coisa.

Vovó Carmem subiu e Victoria ficou um tempo olhando para onde o demônio morrera mais cedo. “Invocado é?” Pensou ela e foi para área de trás da casa. Passando pela cozinha.

“Eu poderia ter acabado com aquele demônio sozinha” ainda pensava Victoria. Ela tirou de seu bolso um athame. Um objeto parecido com um punhal. Media uns dezoito centímetros.

Victoria começou a fazer alguns símbolos no ar enquanto rodava e parecendo balbuciar alguma coisa. Aos poucos círculos e pentagramas começaram a rodeá-la.

– Oh espíritos que regem por esse mundo. Guie-me a direção certa. Dê-me o poder necessário para ser a sua ferramenta.

Quatro círculos a envolveram. Cada círculo com um pentagrama dentro. E cada desenho representado por uma cor. Vermelho, Azul, Verde e Branco.

Victoria guardou sua athame. E com as suas mão começou a fazer movimentos circulares. Dos círculos a sua volta, luzes começaram a sair e a iluminar Victoria. Então ela juntou suas mãos fazendo a forma uma concha semiaberta. Tudo parecia ir bem. Mas os círculos começaram a se desfazer. E Victoria perdeu um pouco o controle e abriu as mãos jogando aquela energia para o céu.

– Ainda não é possível para mim. – Disse ela bem baixinho para si mesma.

Vovó Carmem pode sentir de dentro do quarto dela o tamanho do poder de Victoria. Porem ela não podia fazer nada. Estava em uma espécie de transe. Vagando por um mundo diferente do nosso.

Victoria pegou novamente sua athame e sentou-se no chão de pernas cruzadas. Fincou a athame no chão a sua frente e a ficou encarando. Olhando para a sua cor prateada e a pedrinha azul bem no meio dela.

– Como vou conseguir suportar o poder dos elementais? – Perguntou Victoria encarando a athame. – Vovó diz que preciso de foco. Mas nunca me da uma resposta completa. Diz que a resposta está dentro de mim. Que saco viu? Agora estou aqui conversando com uma athame.

Victoria sabia que uma athame serve para abertura de círculos mágicos, afastar o mal e forças negativas, além de guardar e direcionar a energia durante os rituais. Mas por algum motivo ela não queria depender de sua athame.

Ela pegou sua athame, levantou-se e foi para dentro de casa. “Alek idiota” pensou ela. Victoria sentou-se no sofá.

Alek havia chegado a uns dois anos por ali. Fez amizade com Lan devido a um vicio em jogos que os dois tinham. Viviam conversando sobre como mataram isso ou aquilo. Ela sabia que havia algo errado com Alek. E três meses depois enquanto perseguia um rastro deixado por demônio, ela o viu.

Alek estava trajando a mesma roupa que estava usando hoje em sua casa. Vestimentas negras e uma espada na mão direita. Ele estava acompanhado de um jovem que deveria ter uns dezesseis anos e um senhor mais velho. Os dois mais velhos estavam fazendo com que Alek matasse o demônio. E ele o matou usando a espada e uns movimentos estranhos.

Victoria ficou escondida e esperou eles saírem para poder ir embora. Mas ela nunca falou nada para ninguém sobre isso. Exceto para a sua vó. Praticamente não se pode mentir para vovó Carmem. Ela é pior que o Sherlock Holmes.

Nesse momento a mente de Victoria estava a pensar em Lan. “Será que ele conseguirá absorver tudo de uma vez só?”

 

Lan chegou em casa. E ao entrar, passou por sua mãe na sala sem dizer uma palavra. Ele foi para o banheiro se banhar. Debaixo do chuveiro fez um grande “flashback” do seu dia.

– Filho. Está tudo bem aí dentro? – Perguntou a mãe de Lan.

– Sim mãe. Só mais um minuto.

– Meu filho você já está aí a quase uma hora. Sei que não está tomando banho frio. A conta de luz virá alta.

– Já vou. Já falei que já vou sair.

– Lan Malik. Se você não desligar esse chuveiro agora. Eu vou entrar aí. E não duvide de mim.

Imediatamente Lan desligou o chuveiro, mesmo que ainda tivesse espuma debaixo das axilas. Ele sabia de uma coisa, se sua mãe quisesse algo, ela conseguiria. E se ela disse que ia fazer, ela faria com toda certeza. Então seria melhor não contraria-la. Para a segurança dele. Até porque sua mãe era impacientemente emotiva.

Ao sair do banheiro levou uma senhora olhada de sua mãe. Que permaneceu em silêncio, mas o seu olhar dizia tudo. Em seguida, Lan foi para o seu quarto ligou o seu computador e se deitou na cama. Rolou para um lado e para o outro. Não aguentando mais, decidiu ir até sua mãe.

– Mãe?

Ela apenas o olhou. De onde estava deitada no sofá da sala.

– Queria lhe perguntar uma coisa mãe. É sobre minha infância.

– Mas querido. De novo com isso. Sabe que...

– Sem mentiras mãe. – Interrompeu Lan. – Algumas lembranças voltaram e sei que não foi batendo a cabeça que eu perdi.

A mãe de Lan o olhou e se pôs sentada no sofá.

– Querido. – Disse ela calmamente. – Até onde consegue se lembrar?

– De tudo mãe. – Lan começou a chorar. – Eu me lembro de tudo. Do Dudu. Das “coisas” que eu via. Mãe, por que não me contou a verdade?

– Lan. Meu querido. A angústia que você sentia mesmo sendo tão pequeno era muita. Eu como mãe não poderia deixar você daquela forma. Tive que pedir ajuda. Eu já não sabia mais o que fazer.

– Mãe, de alguma forma, eu consigo entender o que a senhora sentiu. Eu vim muito chateado por ter me escondido isso. Mas ao chegar aqui, eu senti tudo diferente. Como se eu me sentisse culpado por isso. Sei lá.

– Então filho. Seu pai antes de partir, me disse que você poderia nascer um pouco diferente. Mas eu não sabia como. Quando você nasceu, não havia nada de diferente em você.

– Ué. Diferente como? Pera ai, falou de meu pai?

– Sim. Isso mesmo.

– Mas não se era proibido falar dele aqui nessa casa?

– Filho entenda que te criar sozinho e com essa sua ”condição” não era uma coisa que eu tinha nos meus planos.

– Me desculpa então mãe. Acho que não pedi para nascer assim. Nem para nascer, imagina nessas “condições”?

– Querido. O que eu quero dizer, é que você requer uma atenção especial que eu nunca iria poder dar a você. Seu pai era assim. E quando fiquei grávida. Ele me alertou sobre você nascer com tais dons.

– Como assim? A senhora está querendo dizer que meu pai fazia parte desse mundo?

– Algo assim. Mas o mais importante agora é a mensagem que ele lhe deixou para esse dia.

– Mensagem? Que mensagem mãe?

– Seu pai me pediu para que quando esse dia chegasse. De eu lhe contar sobre ele. Que lhe pedisse algo.

– E o que seria?

– Que você prometesse... – A mãe de Lan hesitou por um instante enquanto o olhava com um olhar triste. – Prometesse nunca procurar por ele.

O olhar de Lan ficou apreensivo. Ele já havia perguntado a sua mãe várias vezes sobre seu pai. Porém, ela nunca falava sobre ele. Sempre dava um jeito de fazer a conversa desandar. Como tempo, Lan foi desistindo de querer saber sobre seu pai. Cresceu e fez amigos. E isso o ajudou a esquecer do assunto. Até agora.

– Mãe. Está me pedindo algo que tenha a certeza de que não quero fazer. Se meu pai me quisesse ter por perto, não iria precisar de eu ir que procura-lo.

Sua mãe fez uma cara bem desanimada. E lhe deu um sorriso.

– Mãe, com licença. Preciso ir para o meu quarto. Tive um dia cheio.

– Está bem querido. Vai lá. Bom descanso.

Lan foi para o seu quarto como ele havia dito a sua mãe. Chegando lá ficou pensando em tudo que aconteceu nesse dia louco. E nas palavras de sua mãe. “Prometer que nunca iria procura-lo”, pensou Lan. “Porque ele achava que eu iria procurar por ele?”. “Cara louco. Se um dia o ver. Vou é acerta-lo na cabeça”. Lan acabou pegando no sono e dormiu.

Lucy, a mãe de Lan, ficou na sala em seus próprios pensamentos. “Agora está feito meu anjo, espero que esta sua decisão seja a certa”. Lágrimas inundaram seus olhos e ela se pôs a chorar. Lan até pode sentir falta de seu pai, mas ele nunca o conheceu. Por outro lado, ela o conheceu. Aprendeu a ama-lo. Tiveram uma pequena vida juntos. Iriam ter um filho, fruto do amor dos dois. E por algum motivo, o pai de Lan teve que desesperadamente sair de perto dela e do filho que estava para nascer.  Então para ela, isso também tem sido muito difícil de se lidar. E ela não pode se dar o luxo e ter uma memória pagada.

Continua no próximo capítulo...


Notas Finais


Alek, Victoria e Lan estão passando cada um por seus próprios problemas. Daqui para frente como será a vida de Lan? Por que o pai de Lan deixou sua família? Confiram em breve aqui.

Muito obrigado por lerem essa bagaça.


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