História CRÔNICAS DE AFRODITE DE PEIXES - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Saint Seiya
Tags Drama, Família, Romance, Saint Seiya
Visualizações 29
Palavras 3.808
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia
Avisos: Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, pessoal! Esse é o 13 capítulo de sua fic favorita. Hoje, nossos heroes terão que enfrentar um oponente terrível. Um remanescente da batalha que resultou no retorno de nossos amados gold's a vida. Eles terão que salvar uma bela jovem dessa ameaça.
No Brasil, Mu e Aldebarã, irão receber um.presente nada comum, do chefe Raoni.

Capítulo 12 - O Amor pela Humanidade, Rege o Coração de um Cavaleiro


Fanfic / Fanfiction CRÔNICAS DE AFRODITE DE PEIXES - Capítulo 12 - O Amor pela Humanidade, Rege o Coração de um Cavaleiro


 Quando Camus acordou, viu que estava em uma espécie de hangar, longe da civilização. Emilian estava a seu lado com mais dois comparsas. Os homens tremiam de medo do cavaleiro, pois sabiam que aquelas grossas correntes não o segurariam por muito tempo.
Camus – Por que você fez isso comigo, Emilian? Por acaso você quer me matar pelo que eu fiz com sua família no passado?
Emilian – Não é nada pessoal, meu amigo. Mas a situação é bem pior do que você imagina...
Camus – Então por que você não me conta o que está acontecendo?
Emilian – O nome dela é Juliete, Juliete De Lancre.
Camus – E o que tem essa Juliete? Qual a sua relação com tudo isso?
Emilian – Depois que você e Surt partiram, os pais dele tiveram outro filho, ou melhor, uma filha. Ela tem 18 anos e está estudando para se tornar enfermeira. Mas ela foi raptada!
Camus – Raptada?! Mas por quem?!
Emilian – Eu não sei! Só sei que ele é um cavaleiro, usa uma armadura, assim como você. Ele me disse para atraí-lo até aqui, ou se não, Juliete morreria. Camus, eu não tive escolha! Ou eu atraía você, ou minha prima morreria, ele mataria ela sem hesitar!
Camus – Então a história do meu avô está morrendo, era uma mentira? É isso?
Emilian – Não! Ele está mesmo, muito doente! Juliete está cuidando dele!
Camus – Juliete?! Que interessante, eu fiz mal à sua família e ela ainda cuida de um parente meu!
Emilian – Juliete é pura! Ela não guarda rancor de ninguém!
 Enquanto Emilian contava a história de Juliete, Camus congelava as correntes e para a surpresa de todos, elas se quebraram por causa do congelamento. Emilian se assustou e seus homens foram para cima de Camus, cada um com uma barra de ferro na mão, mas morrendo de medo. Eles golpearam o cavaleiro no rosto, porém, o que se quebraram foram as duas barras, Camus não sofreu um arranhão se quer.
__ Emilian! ELE NÃO É HUMANO! CORRAM!!!
 Camus fez o chão congelar e os dois homens caíram escorregando no gelo. Emilian ficou imóvel e o cavaleiro se voltou para ele.
Camus – Agora é com nós dois! Quem é essa pessoa e onde está Juliete?!
Emilian – Você já vai saber! Ele já está aqui!
 Camus olhou para a porta e vê algo que pensou que seria mais uma alucinação que já mais veria novamente. Sua armadura negra perolada, cuja cor parecia mais com uma tempestade de nuvens negras se movimentando. Os detalhes eram desenhos diagonais formados por feixes de luz branca. Camus foi tomado por um grande pavor, mas se manteve firme.
Camus – Por Athena, um Gahad!
Gahad – Pode se referir a mim como Gehard! O brilho negro da tempestade mais escura!!!
Camus – Onde está Juliete? O que fez com ela?
Gehard – Você faz perguntas de mais, para quem está na posição satisfazer exigências e não de exigir, humano!
Camus – Eu não tenho medo de você!
Gehard – Pois deveria! Ah, lembrei. Vocês são dotados de certas qualidades que nós Gahad’s não temos. Mas, mesmo com essa sua esperança, eu vou matar você e vingar meu mestre, humano miserável!
Camus – Você pode até me matar, Gahad nojento, mas eu levo você junto.
 Emilian e os outros tremiam de medo, pois onde o Gahad pisava, somente um vazio ficava no lugar. Sua armadura era forjada com a mesma matéria existente nos buracos negros, capazes de sugar até mesmo a luz, se tocadas.
Camus – Saiam daqui, depressa!
 Emilian e os outros saíram correndo, porém, os dois homens não tiveram a mesma sorte que Emilian...
Gehard – Aonde pensam que vão?! MORRAM!!!
 O Gahad estendeu a mão direita na direção dos homens e criou uma singularidade ao lado deles. Os dois foram sugados pelo buraco negro, Emilian estava por ser sugado também, mas escapou por que Camus, usando seu cosmo, o redirecionou para fora do hangar abandonado. Do lado de fora, Emilian começa a chorar.
Emilian – O que é isso?! Meu Deus, o que é isso?!!!
 Do lado de dentro, Gehard debocha de Camus...
Gehard – Como vocês são patéticos! Arriscam suas vidas para salvarem pessoas que os traíram! (Risos). Bando de idiotas! Não vou mais perder tempo, vou mata-lo AGORA MESMO!!! MATÉRIA ESCURA!!!
 Camus se esquiva do golpe, porém, por ter sido lançado na velocidade das trevas, que é mais rápida que a velocidade da luz, Camus foi atingido no ombro esquerdo, o que o deixa fraco. O golpe Matéria Escura, é usado pela maioria dos Guerreiros Gahad’s. Eles podem enfraquecer os cavaleiros de ouro, mas não os matam. Isso por que a verdadeira força de um cavaleiro está na sua capacidade de se importar com os outros mais do consigo mesmo e por conta de nunca se entregarem ou aceitarem a derrota. Acreditam que de alguma forma um milagre pode acontecer.
 Já os deuses, eles não possuem tais atributos, por isso podem facilmente serem mortos por um Gahad.
Gehard – Sentiu, cavaleiro de ouro?! Agora prepare-se para morrer! MESTRE, EU O VINGAREI!!! MATÉRIA ESC...
__ AGULHA ESCARLATE!!!
 Em uma velocidade imperceptível, o Gahad foi lançado para longe e para a surpresa de Camus, quem ele menos esperava, estava ali para ajudá-lo e Camus diz, com uma voz cansada...
Camus – Milo! Você veio! Como é bom ver você!
Gehard – Isso não vai ficar assim, cavaleiro! Ainda não acabou! Me encontre nessas coordenadas! Lá, terminaremos nosso combate. E, ah! E esteja lá dentro de 24 horas, ou aquela menina, Juliete, terá o mesmo fim que seus amiguinhos! (Risos)
 Em um piscar de olhos, o Gahad desapareceu. Emilian entra no hangar e vê Milo ajudando Camus.
Emilian – Outro cavaleiro de ouro?
Milo – Quem é você, ô, seu esquisito? Camus, que confusão foi essa aqui? Eu estou sonhando, ou aquele cara era um Gahad?!
Camus – Sim, ele é um Gahad. Mas é fraco se comparado aos outros!
Emilian – Fraco?!! Você ficou louco, Camus?! Aquela coisa fez aparecer um buraco negro do meu lado! Eu vi dois homens serem sugados para dentro dele e você vem me dizer que aquilo era fraco?!
 Emilian se desespera, põe as mãos na cabeça, mas é contido por Milo.
Milo – Ei, amigo! Calma! Estamos aqui, não vai acontecer nada com você!
Emilian – Você não entende! MINHA PRIMA ESTÁ NAS MÃO DAQUELE MONSTRO! QUEM É AQULE HOMEM, CAMUS?! O QUE É AQUELE HOMEM?!
Milo – CALA ESSA BOCA! Aquilo já foi um homem, não é mais! É uma criatura que abdicou de sua humanidade em troca de poder. Eles são capazes até mesmo de matarem deuses, com muita facilidade. Mas nós humanos, temos algo que eles não podem destruir. Nossa esperança, nosso amor pelo próximo, nossa capacidade de nunca desistirmos de nossos objetivos. Mesmo que pareça perdido, aquilo que tanto queremos, no fundo acreditamos que um dia dará certo! Com esses sentimentos, unidos aos nossos poderes de cavaleiros, somos capazes de mata-los. Matamos o líder deles! Pois essa é nossa arma!
Emilian – Mas Juliete, ela está com ele!
Camus – Você disse que ela é uma pessoa pura e bondosa. Se isso for verdade, ela estará a salvo por um tempo! Vamos, Milo! Temos que resgatar Juliete!
Milo – Vamos sim! Mas depois que eu cuidar desse ferimento seu, aí!
Camus – Mas Milo...!
Milo – Você disse que a garota é boa! Então teremos tempo. Venha, vamos cuidar de você!
 Poucas horas depois, Milo já havia curado o ombro de Camus. O escorpiano aprendeu essa técnica com o deus Asclépio, que por gratidão, por ter-lhe salvo a vida, o ensinou como curar ferimentos de matéria escura.
Milo – Agora sim, podemos ir!
Emilian – Eu vou também!
Camus – Não, Emilian! É melhor você ficar.
Emilian – Mas a Juliete...
Camus – Eu irei trazê-la de volta! Não permitirei que mais nenhum membro dessa família morra, comigo por perto! Não se preocupe, vou salvá-la! Vamos, Milo!
 Os dois cavaleiros partiram em um piscar de olhos. Quando chegaram ao local, avistaram Juliete. Ela estava presa em uma espécie de gaiola de energia. A garota chorava muito.
Juliete – Socorro! Me tirem daqui, pelo amor de Deus!!!!
Camus – Calma, Juliete! Estamos aqui, Gahad! Como você determinou!
Gehard – Muito bom, cavaleiro! Bom menino, você! MATÉRIA ECURA!!!
 Camus e Milo se esquivam. O local atingido pela energia de Gehard fica completamente distorcido, isso por conta da altíssima gravidade desferida no golpe.
Milo – Essa passou perto! Não podemos vacilar, Camus!
Camus -  Verdade!
Gehard – Dizem que um golpe não funciona duas vezes, contra o mesmo cavaleiro, porém, nós Gahad’s temos, como é mesmo que vocês chamam? Ah, sorte! Pois nossos golpes ferem vocês, quantas vezes quisermos! (Risos)
Camus – Mas não podem nos matar. Você sabe bem disso!
Gehard – Já chega de conversa fiada! É hora de acabar com vocês e depois, vou até a Grécia. Vou matar aquela deusa fajuta, Athena!
Milo – NÃO VAI ENCOSTAR UM SÓ DEDO EM ATHENA!
Camus – Espere Milo!
Milo – AGULHA ESCARLATE!!!
 Ao lançar a Agulha Escarlate contra Gehard, o Gahad abriu um portal, redirecionando o golpe para Juliete, que caiu aos gritos. E então, perde a consciência por causa do veneno do Escorpião.
Milo – O que eu fiz! Esse miserável redirecionou o golpe para ela!
Camus – É assim que ele pretende nos derrotar. Qualquer ataque nosso será redirecionado para ela.
 A jovem gritava de dor, enquanto Gehard sorria.
Gehard – Vamos, cavaleiros! Por que não me atacam? Vamos! Me fulminem com seus incríveis poderes!
Milo – COVARDE! COMO VOCÊ PODE USAR UMA MULHER IDEFESA COMO ESCUDO?!
 No Santuário, todos sentem a enorme energia negra do Gahad e Saga vai até o templo de Shion.
Saga – Grande Mestre, que cosmo energia maligna é essa?
Shion – Eu também senti! Milo e Camus estão exatamente no marco zero dessa energia!
Saga – Milo e Camus, sozinhos? Mestre, deixe-me ir até lá!
Shion – Calma, cavaleiros de ouro! Eu sei o que estou fazendo!
Saga – Cavaleiros? Mas Mestre Shion, só tem eu aqui! Onde estão os outros?
Shion – Saga, e todos vocês que estão conectados a mim! Eu estou unido pelo cosmos, a Camus e Milo.
Saga – Ah, telepatia! Por que não pensei nisso?!
Afrodite – Mas Mestre, essa cosmo-energia, é de um Gahad! Temos que ajudá-los!
Shion – Já disse para manterem a calma! O Gahad que está sendo enfrentado por Milo e Camus, na França, é relativamente fraco diante dos outros da grande guerra!
Shura – Porém, o mais fraco é capaz de matar um deus!
Mú – Aldebarã e eu podemos ir em auxílio de Milo e Camus!
Shion – Parece que vocês não estão querendo me entender! Nenhum de vocês irá até lá! Eu mesmo irei, vou selar a alma daquele Gahad!
 Saori Athena, entra no templo do Mestre com uma notícia do Olimpo.
Athena – Mestre Shion! Os olimpianos estão preocupados com o que está acontecendo! Por que não me avisou que Camus e Milo estão enfrentando um Gahad sonzinhos?!
Shion – Calma, senhorita Athena! Tudo foi uma cilada armada para pegar um dos cavaleiros de ouro! Camus foi atraído por que o tal Gahad sequestrou uma pessoa próxima a ele. Eu senti o perigo e enviei Milo para ajudá-lo. Por tanto, diga aos deuses, que esse monstro não será uma ameaça, nem apara eles, nem para a humanidade. E isso vale para vocês, cavaleiros de ouro. Agora eu já vou indo!
Athena – Cuidado, Mestre Shion!
Seiya – Talvez nós devêssemos ir também, Mestre!
Shion – Eunão vou responder mais nada a vocês! Vamos, Kiki!
Todos – Kiki!!!?
Kiki – Hehe! Eu mesmo!
 Shion seguiu com Kiki para a França. Lá, a batalha está cada vez mais acirrada, pois o Gahad estava redirecionando os golpes dos dourados para Juliete.
Camus – Milo, não podemos ataca-lo, nem uma só vez, ou Juliete morrerá!
Milo – Esse maldito vai ver só, EU NÃO VOU PERDOÁ-LO! GAHAD NOJENTO!
Gehard – Pare de me elogiar, cavaleiro e vamos ao que interessa! MAGNETAR!
 Esse golpe em forma de um magnetar, fez com que o lugar ficasse distorcido por causa da alta gravidade e do magnetismo intenso. Um ser humano comum não resistiria um segundo naquele lugar. Exceto Juliete, que estava protegida pela gaiola de energia.
Camus – Ele é capaz de criar um magnetar. Se isso continuar, vai destruir toda a região de Chamonix!
Milo – Nossos golpes são inúteis, nenhum plano a vista! Eu já não... espere um pouco, Camus. Parta para cima dele com tudo. Use a execução aurora!
Camus – Tá doido?! Isso matará Juliete!
Milo – Confia em mim, Camus!
Camus – Está bem, não temos outra escolha!
 Camus se posicionou em posição de ataque, fazendo o gesto da execução aurora.
Gehard – Vai mesmo me atacar, Camus de Aquário? Já sabe o que vai acontecer, não é?
Camus – Não importa! EXECUÇÃO, AURORA!!!
 Quando Camus laçou o Execução Aurora no Gahad, o mesmo abriu um portal dimensional para redirecionar o golpe para Juliete. O que certamente iria matar a jovem. Foi quando Milo, laçou a agulha escarlate de surpresa no Gahad. Ele não pôde esquivar-se e se desconcentrou em seu portal, sendo atingido pelas duas técnicas dos cavaleiros.
Gehard – MALDITOS!!! VÃO PAGAR POR ISSO! Essa vadia vai morrer agora! O que? Onde ela está?!!!
Kiki – Surpresa! Tchauzinho, idiota!
 Kiki usou seu tele transporte para resgatar Juliete.O garoto se tornava a cada dia, mais poderoso. Ele se tornaria um grande cavaleiro no futuro. O lugar onde eles estavam era muito escuro, mais escuro do que a noite. O que fez Shion supor, que haviam sido transportados para uma dimensão paralela, criada pelo Gahad.
Shion – Milo, Camus! Vocês estão bem?
Milo – Mestre Shion! Esse Gahad estava dando trabalho. Ele redirecionava nossos golpes para a jovem a quem aprisionou!
Shion – Mas agora, ele já não pode mais fazer isso. Kiki já está com ela em um local seguro. Vamos, cavaleiros! Vamos acabar logo com isso!
Gehard – Mas não é proibido, dois cavaleiros de Athena contra um único oponente? Mas aqui eu estou vendo três, contra um! Não seria covardia, vocês três contra um único cavaleiro?
Shion – Cale-se, seu imbecil! Você não é cavaleiro, não é humano... você não é nada, nada além de um arauto de destruição e morte! Agora, desapareça, aberração!
 Shion lançou um selo de Athena no Gahad, que caiu no chão sentindo dor.
Gehard – Ah! Isso machuca! Você diz proteger a vida, Grande Líder, mas quer tirar a minha?!
Shion – Você deixou de viver, quando abdicou de sua humanidade para servir ao mal! Você não mais existe. Volte para os confins do Universo, onde é o seu lugar!
 Shion lançou mais um selo. O Gahad revida usando o golpe matéria escura, que atinge Shion na perna esquerda.
Shion – Ah! Eu não tenho medo de seu poder, Gahad!
Milo e Camus – Mestre Shion!
Shion – Vocês sabem o que fazer! Agora!
 Milo e Camus, aproveitaram que o Gahad estava enfraquecido pelos selos de Athena, que Shion lançou contra ele e canalizou a energia das estrelas principais de suas respectivas constelações. O Gahad percebeu que ali seria seu fim.
Gehard – Não! NÃO! ISSO NÃO!
Camus – Você vai pagar pelo que fez à pobre Juliete! Chegou seu fim, Gahad!
Milo – Você se alimenta do medo e da perda de esperança das pessoas. Nós não temos medo! Nós temos, esperança!
Camus e Milo – REVOLUÇÃO SUPREMA ZODIACAL! VAI!
 A explosão causada pela liberação de energia foi tão grande, que abriu um pequeno buraco negro, sugando para dentro dele o Gahad, que gritava dizendo que um dia retornaria para se vingar. Shiom porém, lançou um selo especial de Athena e lacrou o local exato onde o buraco negro se abriu. Camus e Milo, caíram de joelho, enfraquecidos por causa do cosmo extremo.
Shion – Vocês estão bem?
Milo – Sim, Mestre! Só um pouco fracos! Mas já é dia?
Shion – Vocês foram presos em uma dimensão paralela. Por isso estava escuro!
Milo – A garota! Temos que cuidar logo, afinal, ela recebeu a picada do Escorpião, Agulha Escarlate! Ah veneno em seu sangue. Vamos depressa!
 Milo cuidou de Shion e Juliete. A jovem ficou muito grata pelo que os cavaleiros fizeram.
Juliete – Vocês salvaram minha vida! Não tem como eu agradecer por tamanha bondade!
Milo – Até que tem!
Camus – Milo! Deixa de ser tarado!
Milo – E, o que? Eu não disse nada! (Risos)
 Emilian finalmente conseguiu chegar ao local. Ele vê que Juliete está a salvo e corre para abraçar a prima.
Emilian – Graças a Deus, está viva!
Camus – Emilian! Leve-me até ele!
Shion – Bom, Kiki e eu vamos voltar. Temos que relatar ao Santuário o que aconteceu aqui. O Olimpo também quer saber dos detalhes, esse incidente com o Gahad deve ser investigado. Não podemos ser pegos de surpresa novamente. Vamos, Kiki! Você vem, Milo?
Camus – Fique, Milo! Por favor. Vou precisar de você comigo!
Milo – Eu irei em seguida, Mestre! Vou ficar mais um pouco.
 Shion e Kiki voltaram ao Santuário. Camus foi para La Barre, ver seu avô moribundo. Mas inda se passariam três dias para ir vê-lo. Milo deixou seu amigo no hotel e não pensou duas vezes em aceitar o convite de Juliete para se hospedar na casa da família dela.
Milo – Já que você quer ficar aqui, tudo bem. Eu vou ficar perto dela. Fui!
Camus – Espere, Milo! Me desculpe... pelo que eu disse a você, lá no Santuário!
Milo – Eu não vou negar que deu vontade de quebrar sua cara, por falar comigo daquele jeito!
Camus – Milo?!
Milo – Mas eu não sei o que acontece comigo! Mas eu não consigo ter raiva de você, nem querendo!
Camus – Milo! Você é um amigo e tanto, sabia? Eu adoro você, você é um irmão que eu nunca tive. Me dê um abraço!
 Os dois se abraçaram e riram muito, em seguida, Milo deixa seu amigo e vai para a casa dos pais de Emilian, onde também mora Juliete. Camus deita na cama e pensa em sua família.
 Depois do susto com o Gahad, Mú e Aldebarã puderam descansar. Raoni pergunta aos dois o que havia se passado.
Aldebarã – A muito tempo, Mestre Raoni, houve uma grande batalha pela sobrevivência da humanidade e nós, os cavaleiros tivemos de lutar contra esse grande mal. Nós os derrotamos, mas ainda restaram os remanescentes, aqueles que não aceitam a derrota. Um deles atacou um dos nossos companheiros, mas foi derrotado e nossos amigos estão bem!
Raoni – Que bom! Agora vocês descansar. Eu mandar algo para vocês!
Mú – Não precisa se incomodar, mestre! Já estamos sendo bem tratados de mais!
Aldebarã – Mas aceitamos com prazer, seus presentes, Mestre!
 Raoni saiu da oca, que antes era da mãe de Aldebrã.
Aldebarã – Mú! Não se nega um pedido do grande chefe! Você deve sempre aceitar, seja lá o que for que ele nos mandar!
Mú – Desculpe, Aldebarã, eu não sabia dessa regra!
Aldebarã – Pois pergunte, quando tiver uma dúvida.
 De repente, chega Inaiá com duas lindas jovens. Elas estão quase nuas e Inaiá diz que foi um presente de Raoni aos dois guerreiros.
Inaiá – Estas são as mulheres mais belas da taba. Elas servirão vocês. Presente de Raoni!
  Inaiá se retira e deixa as mulheres com os dois cavaleiros!
Mú – Aldebarã, o que significa isso?
Aldebarã – Significa que o presente de Raoni para nós é este, ou melhor, estas!
Mú – Sim, mas... não me diga que elas vieram para...
Aldebarã – Isso mesmo! E não devemos recusar um regalo do chefe! Ou você nunca, Mú?!
Mú – Nunca na frente de outra pessoa!
Aldebarã – Não seja modesto! Bom minha menina, venha aqui!
 Mú e Aldebarã, escolheram um canto da oca para ficarem. Cada um em seu lugar. Mú não perdeu tempo e foi logo para o que interessava. Sem tirar suas roupas, com apenas o falo à mostra, ele penetrou a jovem, que gemeu em seus braços. Mú esqueceu-se literalmente de Aldebarã e penetrava a jovem com muito tesão. Estava tendo uma recepção que já mais tivera em nenhum outro lugar. Ele apertava os seios dela e chupava os mesmos, enquanto serpenteava por cima dela, gemendo muito. Raoni se aproximou da oca para se certificar de que os dois haviam aceito seu presente.
 Aldebarã penetrava sua companheira da noite com muita delicadeza. Ele não se importava com os gemidos de Mú, os dois estavam na mesma oca, mas era como se não estivessem. As mulheres gritavam de prazer nos braços dos cavaleiros que não davam trégua e as penetravam rápido e com força. Os dois chegaram ao clímax quase ao mesmo tempo. Mú contraiu seu corpo e esguichou seu sêmen a metros de distância. O mesmo fez Aldebarã. Depois de fazerem sexo, por quase toda a noite, as mulheres saíram da oca e os dois ficaram sorrindo do que tinha acabado de acontecer.
Mú – Que loucura foi essa, Aldebarã?
Aldebarã – Eu não sei, mas foi bom! (Risos)
Mú – Vamos dormir, vai! Estou exausto! O incidente com Camus e Milo e essas lindas mulheres!
 Os dois cavaleiros foram dormir, depois de uma noite de prazeres, eles finamente pegaram no sono. No outro dia, Mú e Aldebarã saíram para visitar o restante da aldeia, tudo era muito bonito. Mú ficou encantado com a harmonia que existia entre o ser humano e a natureza. Aldebarã o levou até onde as índias preparavam as refeições, Mú experimentou o beiju pela primeira vez e disse que nunca havia comido algo tão delicioso. Raoni lhes chamou em sua oca e lhes ofereceu uma bebida chamada caxiri, feita à base de mandioca, que colocada para fermentar, acumula uma certa porcentagem de álcool, capaz de embriagar.
Mú – Aldebarã! Eu me sinto tonto! É como se tivesse bebido vinho...
Aldebarã – Mas essa bebida tem o mesmo efeito, Mú! Só que feita de mandioca! (Risos)
Mú – Mandioca? O que é isso?
Aldebarã – É com ela que se faz essa bebida e a massa gostosa que você comeu agora a pouco!
Mú – Quero ver essa fruta, ou vargem! Sei lá! (Risos)
Aldebarã – Não é uma fruta, muito menos uma vargem! Mas sim, uma raiz!
Mú – Raiz? Que interessante! Quero ver!
 Mú foi levado a uma plantação de mandioca e ficou maravilhado com o que vira. Era uma raiz grossa e forte. Ele viu os homens colhendo as raízes e colocando-as em cestos grandes, outros plantavam pedaços do tronco. O cavaleiro ficou maravilhado, pois todos ali trabalhavam e os frutos do trabalho eram divididos entre todos, por igual!
Mú – como isso aqui é democrático e ao mesmo tempo socialista. Assim se vive muito bem!
Aldebarã – Verdade! Mas Mú?!
Mú – Sim!
Aldebarã – Eu me lembrei de repente, de Afrodite! Como será que ele está? Será que conseguiu encontrar o irmão?
Mú – não sei, mas espero que ele tenha tido êxito em sua busca! Ele estava muito aflito para encontrá-lo e ao mesmo tempo triste, pois não havia tido nenhuma pista que o levasse a uma resposta concreta de onde essa pessoa poderia estar.
Aldebarã – Isso é verdade! Vamos, o Mestre Raoni está nos esperando. Dizem que uma bela jovem estará lá também! (Risos)
 Após o incidente com o Gahad ter tido um desfecho positivo, Afrodite voltou a ficar desorientado com o fracasso em suas buscas e decide então ir a Amsterdã.


Notas Finais


Nossa! Essa foi de tirar o fôlego! E nosso herói? Será que ele irá desistir ou seguir em frente?
Eh o que veremos nos próximos capítulos! Beijos!


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