História Cronicas de Arton- O anel Lythríni - Capítulo 2


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Categorias Tormenta
Personagens Personagens Originais
Tags Fantasia, Rpg, Tormenta
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Palavras 872
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Magia, Saga, Violência
Avisos: Álcool, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Capitulo 1: Memorias de um dia fatídico


O grupo seguia em direção ao reino de Zakharov por uma trilha de barro. Eles seguiam em silencio, focando em apenas chegar em seu destino em segurança. De todos eles Dasdhan era o mais pensativo. “Como foi que eu vim acabar nessa roubada com esses caras? ” Ele ruminava enquanto dava passos lentos.

 

           A alguns dias atrás, ele era o embaixador do exótico reino de Khubar; ou pelo menos era o que o seu disfarce dizia. Seu objetivo era invadir o palácio de Nimbarann, localizado no reino da supersticiosa Fortuna e roubar o anel de Lythríni, anel forjado nas mais escuras e tenebrosas masmorras de Arton contendo a alma de um poderoso Dracolich, cujo limite de poder é imensurável e desconhecido. Os estudiosos arcanos mais ortodoxos acreditam que por causa de todo o poder contido no anel, enquanto que outros acham que tudo isso não passa de tolas superstições.

           O anel de Lythríni era considerado um tesouro nacional de Fortuna, tanto por causa do seu poderio quanto por causa de todas as superstições em volta dela, fato esse que demonstrava a total essência do reino.

Dasdhan passara semanas preparando o ousado plano para roubar o anel, e assim vende-lo por um preço absurdamente alto para poder se aposentar e nunca mais ter que trabalhar. O plano era se infiltrar no Palácio como um convidado durante um baile de máscaras noturno, concedida pelo próprio regente Hosur Allim, encontrar a tal sala secreta onde segundo seus contatos se encontra o anel, roubar o tal artefato e sair dali pela porta da frente, como se nada tivera acontecido. Daqui que fossem perceber que o anel sumira, ele já estaria longe de Fortuna com seu novo tesouro em mão.

Ele tinha decorado tudo o que iria dizer. Ele tinha tanto uma roupa chique quanto uma lábia digna de uma língua de prata. Parecia que o plano inteiro seria executado perfeitamente, coisa que só um profissional competente o faria.

           A primeira parte do plano ocorreu como esperado. O falso embaixador conseguiu entrar com sucesso no baile pelos guardas no hall de entrada, e como todos estavam de mascaras, ficou ainda mais fácil para ele esconder o seu rosto. A sua máscara de corvo combinava devidamente com o seu rosto, fazendo-o parecer ainda mais como um lorde.

            - Damos as boas-vindas ao Conde Dasdhan Victorious V, embaixador do reino de Khubar. – O súdito real grita para todos do recinto ouvirem, enquanto faz uma breve reverencia ao suposto embaixador. Todos olham Dasdham, mas rapidamente voltam as suas conversas.

O salão principal era espetacularmente belo, contendo várias estatuas de ouro puro nas laterais. As colunas do palácio eram de granito, que refletiam bem a iluminação das velas esbranquiçadas acopladas em um gigante lustre de ouro sob a sua cabeça. Haviam quadros nas paredes, cuja beleza e traço impressionava até mesmo os mais críticos.

Todos os convidados ali presentes eram da elite real do reino de Fortuna, possuindo vários adornos e joias como uma forma expressiva de mostrar seu status social para todos ao seu redor. Os convidados e guardas estavam tão confortáveis com a segurança e organização que não suspeitavam que poderia haver um penetra ali, principalmente um penetra com objetivos questionáveis, mas de fato havia.

 

Os convidados ali conversavam de tudo; desde como a safra de milho poderia afetar o rendimento daquele ano até as suas crendices exageradas, e bebiam seus vinhos anciãos com toda a pompa que aquele reino poderia oferecer.

 

Dasdhan calmamente bebe alguns goles de vinho fino, e se concentra em continuar no figurino, mantendo a elegância e carisma. Ninguém desconfiava do ladrão, que mentia tão bem que se o colocassem junto ao embaixador oficial de Khubar, ninguém ali saberia dizer quem era o embaixador e quem era o ladrão.

 

 Ele atravessava lentamente o salão, enquanto cumprimentava cordialmente os convidados. Após alguns minutos de conversa fora, ele finalmente alcança o outro lado do movimentado salão, se aproximando cada vez mais do anel.

 

O ladino facilmente consegue facilmente despistar os guardas pelos extensos corredores, usando as suas acrobacias para passar despercebido e seguindo nas sombras até que enfim ele chega em frente a um grandioso quadro, que portava a pintura do retrato do atual regente. Dasdhan então puxa de dentro de um dos bolsos da roupa um mapa do palácio e então confirma que estava na frente da sala secreta onde o anel estava trancafiado.

 

 Ele coloca a mão no bolso mais uma vez para guardar o mapa e tira o quadro do lugar, fazendo muito esforço para que não fazer nenhum barulho, afim de não alertar os guardas. Depois de alguns minutos de tensão, ele consegue abrir a porta, antes escondida pelo quadro, e entra na sala e se depara com o tão sonhado anel.

           A sala em si era quase que completamente vazia, tendo como únicos itens o anel, que estava em cima de um pedestal protegido pelo vidro e uma tocha magica, que iluminava o local. Dasdhan fecha rapidamente a porta e se aproxima do pedestal, visando pegar o artefato que tanto desejara. Ele levanta levemente o vidro e retira o anel.  Ele ergue o anel segurando-o com dois dedos, e admira os detalhes cravados nela.

           Foi então que tudo começou a dar errado.


Notas Finais


Favorite a história se gostou. Aceito também criticas (desde que não sejam brutais).


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