História Crônicas de Errat - I - A Árvore da Vida - Capítulo 11


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Demonios, Deuses, Dragões, Dungeons, Elfos, Luta, Magia, Medieval, Mitologia, Monstros, Rpg, Zumbis
Visualizações 12
Palavras 1.572
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Steampunk, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bem vindos a mais um capítulo!
Ok,eu sei,demorei. Botem me xingar,bater,só não me matem pq eu preciso continuar a fanfic :v
Os motivos dessa demora? Bloqueio criativo e... Grimm (sorry,eu viciei nessa série... pelo menos eu to sendo sincero)
E tbm os professores acham q eu sou máquina pra fazer mil trabalhos,M E R E Ç O.
Mas foco no capítulo,ele ficou menor do q o normal?Ficou. Mas sinceramente,eu gostei dele (no começo eu tava desanimado mas lá pra metade eu comecei a gostar mais).
Enfim,espero que gostem eeeeeee... boa leitura!

Ps: para não ficar confuso eu ja explico agora,o que o Fenton ta narrando começa mais ou menos na mesma hora em que a Azura encotra Alex e Píton e ele para de narrar bem depois dela ser sequestrada,ok?ok.

Ps/2: a imagem é a do triskelion

Capítulo 11 - O que é pior do que um besouro? Um besouro gigante!


Fanfic / Fanfiction Crônicas de Errat - I - A Árvore da Vida - Capítulo 11 - O que é pior do que um besouro? Um besouro gigante!

    FENTON

- Ok... vamos começar. - Aproximo a minha flauta na boca,Leyten,que eu havia pego na estalagem a pouco tempo,estava deitado ao meu lado e Siangar (que nos seguiu sabe-se lá deuses por que) estava perseguindo um coelho em círculos.

Bryce e Gendry foram para o esgoto,eu os avisei que deixaria o triskelion em cima da minha cama,e desde aquela hora que Azura foi andar sozinha não a vimos mais.

Eu havia achado um lugar calmo mais a nordeste da cidade,era um jardim de flores com diversas estátuas de deuses da natureza espalhadas pelo local,alguns animais vagavam pelo local calmanente. Isso tudo parecia muito um conto de fadas (elas odeiam esse termo,mas não posso fazer nada).

- Primeiro o triskelion,depois a bênção dos deuses e depois... eu... sei lá. - Suspiro,eu havia pego uns galhos e juntando eles a minha frente. Com sorte a música vai fazer com eles se juntem e se moldem,formando o objeto.

Respiro fundo,fecho os olhos,e começo a tocar.

Era uma música calma. Primeiro eu teria que moldar a madeira,só conseguia ouvir o som da minha flauta,continuei tocando a música e quando a terminei,abri os olhos.

- Consegui. - Sorrio de lado,vendo que no lugar dos galhos havia um triskelion. - Agora eu só preciso abençoar isso...

Fecho os olhos novamente e volto a tocar a flauta,essa música também era calma. Era em homenagem aos deuses da natureza,alguns como Deméter,Frey,Aranyani... e muitos outros que se eu fosse citar aqui ficaria um bom tempo escrevendo.

Ao finalizar,abri novamente meus olhos e vi um pequeno brilho em verde emanar do triskelion de madeira. E também uma ninfa de pernas cruzadas na minha frente me encarando.

- Você toca bem. - Ela fala animada,sua pele era verde,ela tinha algumas sardas no rosto,os cabelos eram rosados e usavo um vestido multicolorido com diversas pétalas de flores.

- É... obrigado. - Falo sem graça,afinal eu pensava estar sozinho (Leyten e Siangar não contam). - Hã... qual o seu nome?

- Cali. E você?

- Fenton.

- Eles são seus? - Ela aponta para meu tricerátopo e para o pássaro do terror que ainda perseguia um coelho.

- Esse daqui sim. - Faço carinho em Leyten. - Ja esse outro - aponto para Siangar. - É de um amigo.

- Hum... e o que você tá fazendo aqui? - Ela pergunta curiosa,notei somente agora que seus olhos eram castanhos como a madeira de uma árvore velha.

- Isso. - Pego o triskelion na mão. - É pra uma missão para uns amigos... - Decido não comentar que era para matar uma radandar. Vai saber que elas eram parentes.

- Seus amigos fazem missões?

- É... fazem. Eu também faço,porém... não estou muito afim de ir nessa...

- Por que?

Deuses! Nunca vi uma ninfa tão curiosa. Porém ela tinha um jeito fofo.

- Hã... eu só não estou me sentindo bem. - Minto,Cali então bota a mão na minha teste.

- Pra mim você parece bem. Não está sendo afetado pela Árvore da Vida. - Ela fala naturalmente. - Minhas irmãs surtaram e simplesmemte foram embora.

- Suas irmãs surtaram... por causa de uma árvore? - Ergo a sobrancelha confuso. - Uma árvore... que é um mito?

- Ela não é um mito! Ela está em perigo! - Cali fala convencida. - Quando a árvore está em perigo,os espíritos da naturezam surtam!

- Tá legal... - Falo desconfiado. - E você sabe disso como?

- Eu só... sinto. Alguma coisa ou alguém está atrás da árvore. E eu estou preocupada com as minhas irmãs... deuses. - Ela se levanta. - Desculpa te incomodar. - E subitamente sai correndo,logo desaparecendo entre as flores.

Isso tinha sido estranho,muito estranho.

Porém,eu fiquei com pena da ninfa.

[...]

- Nesse livro aqui deve ter algo sobre... seja lá o que Cali quis dizer. - Suspiro,pegando o livro da prateleira.

Eu ja havia passado na estalagem e deixado o triskelion em cima da cama (assim como Leytebja era por volta das cinco horas,e eu ainda estava preocupado com o ninfa. Ela parecia realmente convencida que a Árvore da Vida era real e que estava em perigo.

Bom,não custava nada pesquisar um pouco.

Andei até uma das mesas e me sentei na cadeira,abrindo o livro,fui passando as páginas,uma a uma,haviam ilustrações sobre diversas lendas,como a do gigante de gelo Ymir,que dizem que de seu corpo foi feita Errat; Tiamat,a mãe dos dragões e senhora dos elementos; Abbadon,o primeiro anjo caido selado nas profundezas do submundo;Simargl,o lobo com asas preso na estrela Polaris. Porém eu obviamente fui direto na parte sobre a Árvore da Vida.

Ali dizia que ela era o coração de Summerforest,se ela fosse destruída toda a floresta iria ruir. Ela era protegida por três seres conhecidos como "Os Senhores da Natureza",ali não falava seus nomes,somente seus titulos:o lorde dos espíritos,a cobra flamejante e a ursa selvagem.

- A cobra flamejante? Será que... - me recordei do meu encontro com uma cobra,logo depois de voltarmos do covil do mapinguari. Deveria ser somente uma conhecidencia.

Também dizia que quando a árvore estava em perigo os espíritos da natureza,animais,dinossauros e criaturas mágicas ficavam doidos. Surtos de raiva e bipolaridade.

- Cali parecia bipolar...

Continuei lendo,porém era somente mais do mesmo,e sua localização atualmente era desconhecida.

- Ok. Isso ja basta. - Fecho o livro. - São somente coincidências. Mais nada.

Um elfo que olhava os livros em uma prateleira me olhou confuso. Me levantei e então coloquei o livro onde eu achei.

Eram só coincidências.

[...]

Ja eram quase dez horas e Bryce,Azura e Gendry não voltaram. Com certeza havia algo de errado.

Eu estava tocando música no quarto da estalagem,quando estava preocupado fazia isso. Estava indeciso se ia atrás deles ou não.

Acabei decidindo que ia procurar primeiro na cidade,sai da estalagem montado em Leyten. Ele correu pelo cidade enquanto eu caçava com os olhos meus amigos.

Então ouço um grito.

Leyten virou a cabeça,ele olhava para um beco sem saida onde alguma coisa que brilhava em tons de vermelho estava parada.

Não podia simplesmente ignorar aquilo,mandei o tricerátopo se aproximar devagar,a cada passo que ele deu em direção ao beco parecia que o ar ficava mais quente,quando cheguei perto o suficiente pude ver exatamente o que era.

Um besouro.

Um besouro... gigante...

Um besouro... gigante... que tem fogo na carapaça.

Ok. Isso é estranho.

Ele era mais ou menos do tamanho de uma vaca,sua carapaça brilhava em vermelho e emanava calor,o inseto estava de costas para mim e parevia devorar algo.

Desço de cima de Leyten e dou alguns passos para a direita,inclinando a cabeça para ver o que o inseto de fogo comia.

Adivinhem?Era um homem.

O besouro devorava seu braço,e a essaa altura seu rosto ja estava estraçalhado,uma poça de sangue estava em volto do corpo.

Tive vontade de vomitar,aquilo ali era nojento,Porém eu tinya que fazer alguma coisa,afinal aquela coisa matou alguém.

Pego minha flauta e começo a tocar uma música animada,plantas começam a crescer e a se enroscar nas patas do inseto super-desenvolvido,porém elas entram em combustão rapidamente e viram cinzas.

- O que eu faço agora?! - Dou alguns passos para trás,o besouro se virou,em sua boca um dedo era mastigado. Pude notar que em sua barriga haviam bolinhas douradas que pareciam que iam explodir a qualquer instante.

Volto a tocar a música,as plantas brotam e causam rachaduras no chão,porém todas são queimadas,torno a música mais frenetica,e dessa vez um espinho de madeira brota e perfura o inseto bem em sua barriga,atravessando suas costas.

Suspiro aliviado,mas o que veio depois me deixou mais com nojo ainda.

O besouro explode,lançando gosma para todos os lados,me deixando sujo e com cheiro de esgoto,a única coisa que sobrou foram dez ovos dourados dos tamanhos do de uma galinha,eles então brilham mais intesamente e se chocam,de casa ovo devem ter saido de dez a quinze minúsculos besouros iguais ao que eu tinha matado.

Eles correram e se sobreporam o corpo do homem,não era possível mais ver ele,eles formaram um tapete por cima dele,e quando se dispersaram subindo pelas paredes ou se enfiando no chão,não haviam sobrado nem os ossos.

Minha única reação foi voltar correndo,me montar em Leyten e fugir daquele beco o maia rápido possível.

Mais uma coisa estranha nesse dia maluco.

AZURA

Abri os olhos lentamente,não me recordava de muitas coisas,somente daquela ninfa de TPM me jogando na terra e sendo engolida por um buraco.

Levantei a cabeça devagar,grama havia grudado em meu rosto e meus cabelos estavam bagunçados,tirei um pouco deles da frente dos meus olhos e cuspi a grama,finalmente observando o lugar.

Era uma área aberta,vi alguns grifos,unicórnios,pégasos e outros animais mágicos,todos dormindo ou simplesmente andando. Bolas de fogo avermelhadas estavam espalhadas flutuando,iluminando tudo.

Olhei para o lado e notei o meu cajado,jogado,o peguei e com ele me levantei,virando para trás e vendo a maior árvore que ja vi em toda a minha vida.

Seu tronco era grosso e enorme,parecia ser muito velho,a madeira era escura e pude notar runas,hieróglifos e até mesmo latim em sua casca,ela era tão alta que sua copa não era visível,nos galhos os mais tipos de pássaros faziam seus ninhos.

- Que... lugar é esse?

   - Bem vinda,filha de Íncubo! - Tomo um susto,a voz havia vindo de trás de mim,me virei dando de cara com um sátiro. - Estávamos a sua espera! Ou não... culpe a radandar em todos os casos. - Ele dá de ombros,e sorri gentil.


Notas Finais


Bem,é isso!
Espero que vocês tenham gostado,e novamente,desculpa pela demora e pelo tamanho,porém eu espero que vocês tenham gostado do capítulo! E da personagem nova (Cali não está ai a toa kkkkk)!
Até o próximo capítulo!


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