História Cronicas de Skyrim- Raed o Redguard. - Capítulo 1


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Categorias The Elder Scrolls V: Skyrim
Personagens Personagens Originais
Tags Faendal, Ralof, Redguard, Riverwood, Skyrim
Visualizações 7
Palavras 1.457
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Sobrenatural, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa história será focada em Raed o Redguard. Fiz uma tentativa de fanfic antes chamada "Contos de Inverno", onde cada capitulo alternava entre os personagens. Mas como tinha que ficar alternando entre eles para escrever eu acabei desistindo, então voltei com um único personagem. Por enquanto. Eu pretendo futuramente postar histórias independentes de outros personagens que acontecem ao mesmo tempo da Saga da Raed, mas usarei a minha criatividade parar narrar os fatos, em quanto minha jogatina se foca em um único personagem. Me acompanhe para ver a história de Raed, e a de outros personagens que irão surgir.

Ps: pretendo reaproveitar um personagem que criei no antigo conto chamado de Daario, um imperial do exercito. Logo postarei o primeiro capitulo dele.

Capítulo 1 - Prologo


Fanfic / Fanfiction Cronicas de Skyrim- Raed o Redguard. - Capítulo 1 - Prologo

Faendal caminhava com cuidado na floresta que antecedia o rio que cortava a vila de Riverwood. Ser um Elfo Bosmer dava a ele, a flexibilidade de mover-se quase que de maneira invisível entre as arvores, pois raramente suas pegadas faziam barulho. Ele estava a ponto de abater um enorme cervo quando um barulho ensurdecedor o assustou. Isso tinha sido muito frustrante.

O som tinha sido muito alto e parecia ter vindo de entre as nuvens. Ele ergueu seus olhos ate os céus, mas nada avistara além do voo assustado dos pássaros e o silencio quase que mortal que se sucedeu em seguida. O velho Faendal se arrepiou dos pés a cabeça.  Ele apertou seu arco e tratou de manter a calma o máximo possível, respirando devagar. O urro aconteceu mais duas vezes, e depois parou antes de voltar varias vezes seguidas. Ele podia jurar que o vento trazia barulho de gritos e de uma batalha, o que não seria surpresa com a recente agitação de soldados Stormcloaks que pretendiam se opuser ao Império.

Ele se ajoelhou no chão apurando os ouvidos para a “batalha” o vento volta e meia trazia o barulho de gritos. Se fosse para escolher um lado, Talvez o velho Faendal torcesse pelo Império. O Império passava segurança até antes da Grande Guerra e a invasão dos Thalmors. Ele não culpava o Imperador pelo acordo assinado, sua terra natal tempos antes já tinha sofrido com a invasão dos mesmos. “Malditos Thalmors”. Ele cerrou os punhos com força antes de se levantar.

Procurou o rastro do cervo entre as arvores, ignorando o som da “batalha” que volta e meia o vento trazia com suas rajadas.  Quando finalmente encontrou o rastro, o seguiu com cautela. O cervo estava na beira do rio bebendo agua quase que tranquilamente, a essa altura seja-la o que tivesse acontecido, já tinha acabado. Ele apontou a flecha, flexionou a corda, e então a flecha voou em perfeita trajetória até abater o animal de forma rápida e limpa.

-Você me deu trabalho galhudo. Agora tenho carne para comer e também para vender, juntamente com esse couro.

Caminhou até o animal com sua faca afiada já em mãos e começou o seu trabalho de limpar a carne e separar o couro dela.  Depois de separado a pele da carne, ele cortou todo animal, dividindo a carne e as embrulhando em grandes folhas de uma arvore que crescia junto ao rio, colocou tudo dentro de sua grande bolsa que era sua companheira de caçada. O sol estava quase se pondo, era bonito ver o laranja do crepúsculo deslizando pelas aguas do rio.

-Melhor eu me antecipar, odeio andar pela floresta à noite. – Disse ele se espreguiçando ao se levantar e estalando sua coluna.

Faendal não demorou a perceber que sua volta à cidade demoraria um pouco mais. Logo que se preparava para voltar, ouviu passos e então do alto da estrada que serpenteava pela floresta, um homem segurando o estomago caiu no rio, e pela forma que caiu o velho Bosmer percebeu que precisava de ajuda. Jogou sua bolsa no chão e correu até o rio se jogando no mesmo e nadando até o local da queda do homem, mergulhou assim que chegou mais ou menos onde havia caído. Logo na primeira tentativa pode encontrar o corpo, e foi ai que percebeu o seu árduo trabalho.

 O corpo pertencia a uma enorme Redguard e o leva-lo para cima e depois para a terra seria trabalhoso. Passou os braços por baixo de suas axilas e forçou o nado com toda força que existia em seu corpo, e conseguiu levanta-lo e até sair da agua, mas a correnteza e a falta de um apoio, fez com que Faendal o solta-se novamente. Ele então procurou rapidamente por um apoio e encontrou um grande tronco enganchado entre as pedras e o desenganchou com um puxão, mergulhando novamente para o corpo. Tudo que Faendal precisava fazer era levar o corpo para superfície antes que a correnteza leva-se o tronco para Longe. Os divinos os ajudaram, pois emergiu da agua no exato momento em que o tronco passava por sua cabeça.

Com muito esforço, o corpo do Redguard foi colocado sobre o tronco e a correnteza ajudou no processo de locomoção. Quando chegaram a terra, ele arrastou o desconhecido inconsciente e  antes que seu cansado e velho corpo cede-se começou a ajudar o homem a cuspir a agua, não demorou muito para isso o que foi uma alivio para o velho Bosmer. O Redguard cuspiu muita agua, antes de virar de lado e segurar o abdômen com caretas de dor e então desmaiar.

Faendal foi em busca de ajuda.

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Quando o Redguard despertou, a primeira coisa que sentiu além da dor em seu abdômen, foi a palha abaixo de si, ele estava em uma cama, uma cama de palha. O próximo sentido foi o olfato, sentiu o cheiro de fumaça. “uma chaminé ou apenas o fogo de alguém” pensou. Também pode sentir o cheiro de comida, estavam fazendo uma sopa. Ele gemeu.

-Parece que nosso amigo esta acordando. –Falou uma voz forte e rouca ao seu lado.

Ele abriu lentamente os olhos.

Estava escuro, a luz que iluminava o ambiente, era da lenha do fogão da casa. Em uma cadeira estava um Nordico loiro com um olhar preocupado e curioso ao mesmo tempo. Era difícil dizer, mas ele parecia gentil de certo modo. Ao seu lado encontrava um enorme elfo Bosmer, com os braços cruzados o observando atentamente.

Tentou se levantar, gemeu de dor, mas o máximo que conseguiu foi apoiar-se um pouco no cotovelo.

-Não faça esforço. Por Talos. Só os deuses sabem o que você deve ter passado para fugir daquele inferno que foi Helgen.

-Ond....Onde estou? –Disse o redguard, percebendo que estava com sua boca extremamente cega. Os outros também perceberam.

O Elfo levou para ele uma cuia cheia de agua ate os lábios do homem ferido, ele bebeu como se nunca tivesse bebido algo na vida, e quando acabou desabou na cama virando o rosto para os dois. Eles esperaram pacientemente em quanto ele saciava sua sede.

-Obrigado. Provavelmente eu deveria estar morto. Quem me ajudou?

-Esse bravo elfo aqui – Disse o Nórdico batendo nas costas do velho elfo que com o impacto deu um passo a frente e o olho de relance com censura. – O velho Faendal faz muito pelo nosso vilarejo. Há e respondendo a sua pergunta, estamos na vila de Riverwood.

O homem deitado a cama tentou puxar em sua memoria a localização da vila no mapa que vira antes de cruzar Skyrim.

-Obrigado Faendal. Que Ebornam sempre te guie.- Ele olhou ao redor. –Como vim parar aqui?

-Você caiu ferido no rio, e eu resgatei. Outros moradores da vila me ajudaram a trazê-lo para cá. Camila ajudou com a sua ferida.

O Redguard olhou para elfo, e depois para o Nórdico, o encarando seriamente.

-Eu me lembro de você. Também devia estar morto. Você estava com os prisioneiros. Esta aqui para interrogar? Saiba que eles também iriam me executar.

-Calmo guerreiro. Estou apenas curioso sobre a emboscada. Nos fomos pegos em Eastmarch, nas Aguas Escuras, parecia que o exercito já sabia de nossa localização. Não me lembro de você lá, onde foi capturado?

-Fui capturado quando atravessa a fronteira de Hammerfell para Skyrim com meu irmão.  Depois que atravessamos um grupo dos seus soldados saia da floresta quando os Imperiais atacaram. Revidamos, e eu acabei ferido e atropelado por um cavalo. Me lembro apenas da carroça depois.

-Então eles estavam nos caçando desde Solitude. Um dos nossos traiu Ulfric. Ele precisa ser informado disso. –O Nordico coçou a barba e se levantou. – A proposito, me chamo Ralof.

-Raed- Falou o redguard na cama.

-É um prazer Raed. Se precisar de algo procure minha irmã Gerdur ou seu marido Hod. Eles são donos do moinho do qual nosso amigo Faendal também ajuda a manter funcionando. Ela ajudou recentemente um Nórdico que assim como você, foi pego atravessando a fronteira. Ele foi até Whiterun avisar sobe o dragão. Não acredite em tudo que falam dos nórdicos de Skyrim. Nós de Riverwood somo acolhedores e hospitaleiros.

Sorrindo o Nordico atravessou a porta, o Bosmer silenciosamente colocou uma vasilha de sopa ao lado da cama e ajudou Raed a se sentar, então o observou se alimentar em silencio.

-Não tenho dinheiro para pagar pela ajuda velho Bosmer.

O Elfo sorriu.

-Bem...você tem uma bela história sobre dragões para me contar. Coma. Depois descanse. Você terá muitos dias de vida para trocarmos recordações de nossas vidas.

Raed teve que sorrir com essa afirmação, afinal, ele estava vivo. Obedeceu a Faendal, comendo e repetindo novamente a sopa antes de desabar em um sono cansado e sem sonhos.


Notas Finais


Desculpem, o capitulo era pra sair maior e mais detalhado, mas estava ansioso para postar. Eu não quis fugir da questão dele ter sido um prisioneiro da intro do jogo, acho que será importante para minha história. Sou ocupado e escrevo quando posso, como vou viajar adiantei logo o capitulo, se deixa-se para depois, poderia perder o animo da escrita.

Espero que gostem.


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