História Crónicas de Sophie - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Paixão, Revelaçoes, Romance, Sophie
Exibições 7
Palavras 1.134
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hey hey!
Esta é a minha primeira fic e para me darem uma forcinha deixem o vosso favorito 😍😍

Capítulo 1 - Sozinha em Londres


Londres, 11 p.m, Quinta feira

Já estava o mais longe possível de casa e de tudo o que me preocupava lá. Tinha deixado todos os que amava para trás, especialmente os meus amigos: Robert e Brenda. Eles foram os únicos que me apoiaram e ajudaram na fase mais obscura da minha vida. Agora só estava eu, sozinha na estação de metro. Provavelmente, iria fazer uma "cama" e dormir.

Londres, 6 a.m, Sexta feira

POV Jack

Estava em casa, depois de mais uma de muitas semanas a estudar fora: Eu estava finalmente em casa.

Saiu do metro e olho para todas aquelas pessoas lá deitadas, sem casa e sabesse lá o porquê. Já os conhecia a todos, eram todos homens entre os quarenta e os setenta. Nunca tinha visto lá uma mulher e eu já ia lá à pelo menos três anos. Mas como sempre observava e comprimentava-os. Olhem para ver se havia alguém novo. Ela, uma rapariga com ar de seus vinte e poucos anos, estava acordada mas ainda deitada parecia estar com medo. Cada vez que via alguém novo, olhava para as suas roupas e pensava nestranha de estarem ali. Olhei para ela e ela olhou rapidamente para mim desviando o olhar. Tentava perceber o que tivera acontecido para ela estar ali, mas não tinha uma explicação. Olhem para trás e continuei a caminhar comprimentando os outros sem abrigo, deves em quando sentia o seu olhar sobre mim, e pude sentir que estava mais segura. Mesmo assim quando a olhava voltava a revirar-se e acabava por "adormecer". Admito que a sua beleza era magnífica, e neste caso não era bom. Qualquer um podia agarrar nela e leva-la embora. Era por isso que ela fingia dormir. 

Cheguei a casa e os meus pais estavam na cozinha a tomar o pequeno almoço.

- Finalmente filho, demoras te a cumprimenta los a todos. - minha mãe sempre mal disposta mas a amava mais do que tudo.

- O pai está?

- Não ele foi para o café. Estava ansioso, para ver se alguém já foi lá à procura de trabalho.

- Hm. Hoje estava lá uma rapariga nova.

- Que pena, cada vez mais há pessoas nas ruas.

Apesar de não a conhecer aquele insignificante comentário da minha mãe  ofendeu me. 

POV Sophie

As pessoas aqui pareciam amigáveis. Estava com medo e por isso não saia da cama, alguns homens olhavam para mim com um ar malicioso e isso só me fazia sentir pior. Via ali no metro as pessoas a reencontrarem se e isso fazia com que me sentisse triste, saudades dos meus amigos e uma pequena parte da família. Tomo coragem e levanto me. Vou até ao banheiro, visto-me e lavo os dentes, a cara e molho um pouco o cabelo. Estava pronta para um novo dia, hoje ia oficialmente começar a trabalhar. Pelo menos ia ganhar algum dinheiro, para sobreviver nos próximos anos. 

Começo a procurar pelas ruas de Londres, mas nada.

- Desculpe eu estou à procura de trabalho aqui, em Londres. Sabe algum estabelecimento que esteja à procura de empregada?

- Sim! Querida... - era uma mulher idosa. - há aqui um café que está à procura de empregada. Chama se Café Howell. 

- Muito obrigada.

POV Jack

Estava a andar pela rua para ir ao café do meu pai, ficava no fim da rua. 

Gostava de ver as pessoas a andarem de um lado para o outro, mas num dia de Inverno como este não havia ninguém na rua. Apenas uma rapariga vinha a correr desamparada. Aquele cara não era estranha.

POV Sophie

Perguntei a mais pessoas onde se localizava o café, estava a correr para lá. Caio esbarrada no chão, estava completamente inundada de lama e chuva, muita chuva. Coloco a cara dentro dos joelhos, ainda dentro da poça e começo a chorar era a única coisa que me apetecia fazer. 

POV Jack

Vi ela cair e começar a chorar, sabia que aquele choro não era pela queda, mas sim por tristeza.

Corri até ela.

- Estás bem?

- Nã... - rapidamente ela se levantou e baixou um pouco a cabeça. - Sim estou bem! Agora preciso de ir...

Dei lhe espaço para passar, e vi que estava a ir para o mesmo caminho que eu.

- Vai para onde?

- Para o metro...

- Ah, vai viajar?

- Não. Vou dormir.

Percebi naquele momento quem ela era, a rapariga que eu vi hoje de manhã no metro.

- Qual é o seu nome?

- Sophie. - ela disse virando as costas. 

- Jack! - disse gritando.

Ouvi uma risada dela e sorri de lado sem ela ver. Porque saiu ela do metro para vir aqui? 

POV Sophie

Oficialmente era o pior dia da minha vida. 

Sem trabalho, casa, família e amigos. Estava oficialmente sem nada. Apenas eu e os meu cobertores. Estava quase a chegar ao metro, mas estava tudo vazio, nem sequer um cobertor meu estava lá. O que ia fazer agora? Oficialmente, estava sem nada.

Londres, 12 p.m, Sexta feira

POV Jack

Estava no café do meu pai a ajudar com os pedidos, estávamos com falta de empregados. 

- Jack! Acorda filho.

- Desculpa pai. Desculpa.

- Vá filho agora que não está aqui ninguém diz me lá no que estás a pensar.

- É uma rapariga pai. 

- Ah eu sabia, alguém do campus?

- Não, e eu não gosto dela. Eu conheci ela hoje de manhã estava a dormir no metro, na rua. E voltei a vê la abocado.

- Filho, mas porquê isso agora? Tu sabes que as pessoas vão para a rua por razões horríveis. 

- Mas ela é... diferente.

- Na rua à todo o tipo de pessoa, ela deve ser uma drogada ou prostituta.

- Nada disso pai! Eu nunca a tinha visto antes e ela não tem ar disso.

Saiu do café, estava decidiu a ir ao metro, sabia que ela estaria lá.

Chego lá e a vejo ela sentada num banco. Dava para ver o quanto ela estava triste.

Sentei me ao seu lado.

- Aqui? Outra vez?

- Sim, onde puderia estar...

Dou um sorriso sincero e ela surpreendeu se.

- O que quer de mim? 

- Calma, nada. Só queria conversar...

- Hm. Diga sr. Só queria conversar.

- Porque veio parar aqui?

- Desculpa? Devo lhe alguma explicação?

- Esqueça apenas queria ajudar... - estava farto. O meu pai tinha razão deve ser alguma drogada ou prostituta. Levanto me mas logo sinto ela tocar no meu braço.

- Espera. Quer me ajudar? Sabe algum sitio onde eu possa trabalhar?

O que como assim? Um sítio... O café!

- Um sítio? Eu sei um.

- Onde é? Por favor eu preciso de um trabalho...

- Calma. A minha família tem um café naquela rua onde você estava hoje de manhã. Chama-se Howell Café's. Passa lá amanhã de manhã. - a única coisa que não me saia da cabeça era onde suas coisas estavam. - olha desculpa estar a perguntar, mas onde estam as suas coisas?

- Devem ter me roubado...

- O quê? Como você vai passar a noite? 

- Eu me desenrrasco...

Boa noite completei mentalmente.




Notas Finais


Espero que tenham gostado


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