História Crônicas dos Descendentes: A Herdeira - Capítulo 21


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.149
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá queridos leitores... Essa é a primeira vez que escrevo e um dos capítulos por um simples motivo: Nos dois outros sites que a história já está postada, esse é o capítulo atual, então eu quis correr com os capítulos aqui para não ficar em desvantagem... Sim... Eu só resolvi escrever quando já estamos na reta final... Mas ei, não fique triste, os capítulos que faltam sempre terão meus textinhos em cima e no fim do capítulo!
Espero que estejam gostando e por favor, comuniquem-se comigo... Eu amo interagir com vocês. Se encontrarem erros, tiverem críticas, não entenderem algo, eu estou aqui para ajudar.
E antes de deixar vocês com o capítulo, eu só queria lembrar que a história A Criação é um complemento dessa daqui... É isso. Boa leitura e beijinhos!

Capítulo 21 - Capítulo 21


Atrás da parede de pedra, a vegetação na ilha é mais diversificada, porém são poucas as árvores grandes, a maioria das plantas são rasteiras e compartilham espaço com pedras.

Ali os restos de construções parecem aumentar, e de alguma maneira estão em melhor estado. Uma estrada de pedra parcialmente coberta pela areia e plantas revela que ali era uma cidade. Restos de paredes tornam- se cada vez mais frequente à medida que caminhamos.

No fim da estrada, vemos uma construção mais alta que as demais. As paredes são altas e elas ainda estão em pé, dando forma a construção. Andamos mais alguns metros até nos depararmos com uma ponte quebrada. O rio que ela cortava é grande, e a correnteza é forte:

_Sabe para onde temos que ir?

Sem que eu tenha tempo para respondê-lo, escutamos passos se aproximando.  Aquilo nos basta para ficarmos ainda mais atentos e quietos. Ficamos de costas um para o outro, até nos vermos rodeados por esqueletos parecidos com os de Byrnes.  Eles usam armas variadas, desde espadas normais até curvadas e katanas. Machados e forcas também são usados. Eles caem sobre nós de uma vez.

Empresto uma espada resvestida com água para Derek e nos entragamos à luta. Acerto os esqueletos a esmo, desde que veja suas cinzas explodindo em meu rosto e minhas roupas, estou contente.

 Olho de relance para o capitão e vejo que ele também não está tendo muita dificuldade. No entanto, para cada esqueleto que eu destruo dois ou três deles surgem no lugar.  Mesmo com a vantagem numérica, eles não fazem nenhum estrago em nós. Suas armas mal chegam a nós tocar. Essa luta está muito fácil, e comparada àquela que tivemos no navio, chega a ser ridícula.

Paro de lutar. Os esqueletos fazem o mesmo:

_ Jade o que está fazendo?

Olho para Derek:

_ Eles são apenas distrações. Olhe.

Aponto para aqueles que estão parados. Derek também abaixa suas armas, e todos os esqueletos desaparecem em uma nuvem de fumaça.

Escuto palmas vindas dentre as árvores. Levantamos as armas ao mesmo tempo:

_ Parabéns Jade. Achei que vocês lutariam até cansar.

Tobias Campbell sai das sombras com um sorriso sinistro. Seu cabelo branco está mais longo, preso em um rabo de cavalo. Ele usa roupas escuras, com a espada pendurada na cintura. Seus olhos não passam de cavidades vazias. Ele também se tornou um Ilusionista:

_Estavamos esperando por você. – diz ele com voz suave.

_ No plural?

_Pois é criança. – giro totalmente o corpo, e me deparo com Edward Winbus sentado em uma das paredes em ruínas.

Ele continua vestindo roupas da marinha, mas essas estão manchadas e sujas. As manchas provavelmente são de sangue, já que seus olhos também desapareceram. Seu sorriso é tão sinistro quanto o do comparça.  

Ele salta do seu acento e saca a arma, caminhando até nós. Tobias também se aproximou muito rápido, e está há apenas alguns centímetros da minha espada:

_ Capitão Evans. – o pirata solta uma gargalhada. – Por estar aqui acredito que não escutou meu conselho sobre cobras manipuladoras que são as mulheres.

_ Dupla estranha que vocês formam. – diz Derek com uma calma que eu não teria. – Um estimado oficial da marinha real e um pirata que teve que trair seus amigos para subir na vida.

_ Uma coisa engraçada sobre as putas de portos, Capitão- começou Edward- É que elas podem engravidar de vários homens. Então imagine nossa alegria ao descobrirmos que temos a mesma mamãe e pais diferentes?

Solto uma risada:

_ Vocês são irmãos? Pelos deuses, isso explica o motivo de toda a família ser despresivel.

_ Jade, Jade... Assim você nos magoa. Até parece que não gostou da visita de Scott.

Sinto o arrepio passar pelo corpo quando escuto o nome dele. Os irmãos riem da cara que de desgosto que eu provavelmente estou fazendo:

_ A melhor parte foi quando vi seu corpo sem vida cair no mar. – digo por entre os dentes.

Vejo um rampejo de dor no rosto de Edward, mas tão rápido ela veio, tão rápido desapareceu:

_ Olhe o que encontramos enquanto passeávamos. – fala sorrindo Tobias.

Ele tira de não sei de onde o um baú feito completamente de jade. Diversos tons da pedra estão ali. A fechadura está velha e repleta de ferrugem. Posso sentir o cheiro putredinoso e todos os sentimentos negativos que o baú emana:

_ Agora querida. Precisamos da chave.

Instintivamente minha mão se move em direção ao pescoço. Agarro a chave com força:

_ Sabe a resposta Campbell. –digo.

Ele abre um sorriso demoníaco:

_ Estava torcendo para ser do jeito mais dificl.

Ele coloca o baú no chão e me encara com as mãos levantadas. Quando ele mexe os dedos pela primeira vez, sinto como se minha perna esquerda fosse quebrada. O grito sai alto e cortante. Ele faz de novo, e dessa vez caio de joelhos com as duas pernas imcapacitadas. Elas parecem estar sendo perfuradas por milhares de adagas e sendo queimadas ao mesmo tempo. A dor faz com que lágrimas brotem em meus olhos.

Derek se aproxima de mim, gritando alguma coisa que eu mal entendo, mas ele logo é afastado por braços. Tobias se abaixa até estar à altura dos meus olhos. Seu sorriso aumenta quando ele move outro dedo. O braço que usava para segurar o colar é de súbito retorcido em um ângulo estranho. Não sei se está quebrado, mas ele doi como se estivesse.

Com um único puxão, o pirata arranca o colar do meu pescoço. Assim que ele interrompe o contato visual, meu corpo volta ao meu controle. Derek me ajuda a levantar. A dor passa aos poucos, e eu o peço para se afastar e fico ereta, com a espada em mãos:

_ Prepare-se para o fim, herdeira.

Olho para o céu. A enorme lua ali está tingida de vermelho sangue. É agora.

Ele coloca a chave na fechadura, e quando ele a gira, abrindo a tranca, é como se a noite e o mundo gritassem.

Estou próxima o suficiênte do rio para poder controlar as água que estão ali. Ergo minha espada e a revisto com água. Estou pronta.

Quando a tampa cai para trás, uma fumaça negra faz o caminho direto ao céu. Quando ela passa, o báu cai com um barulho surdo no chão.

Tobias desapareceu, e vejo apenas um pó negro no chão. Derek e Edward continuam atrás de mim. Em cima do pó, uma mulher, com olhos e cabelo negros como a noite toma forma. Sua pele é tão branca quando cera e seus lábios estão pintados com um tom vermelho sangue. Seu vestido é o mesmo que no sonho, preto e justo ao seu corpo. Seus lábios formam um sorriso cruel, onde posso ver os dentes tão brancos quanto sua pele e tão pontudos quando adagas. Sua voz sai cortante e doce ao mesmo tempo:

_Olá Jade.


Notas Finais


E para não deixá-los com medo que eu abandone a história: Ela já está terminada. E eu vou postar toda segunda. É isso, beijinho e até segunda!


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