História Crônicas Sexuais - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags Comedia, Crônica, Original, Sexo
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Palavras 1.873
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Ficção
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, pessoal. Tudo bem?
Este capítulo inicia uma coletânia de crônicas sexuais que já havia escrito.
Espero que gostem desta coletânia e se aventura nesse mundo ficcional.

Capítulo 1 - Fuck Machine


Já era tarde da noite quando recebi a mensagem do Thiago perguntando se eu iria sair no fim de semana. Estava morrendo de sono que nem respondi. Dia longo tinha sido aquele. Terminei de ajeitar umas coisas pro trabalho, fiz trabalho da faculdade, recebi uns chineses na empresa e ainda tive que almoçar com a minha prima que era chata pra caralho. Nesses pensamentos todos, acabei pegando no sono.

Acordei. Era sexta e eu doido pra fazer alguma coisa pra sair da rotina, como sempre. O fim de semana era meu e eu tinha sempre de sair, de beber, de curtir. Tinha acabado de fazer 22 anos e estava no meu auge: já estava trabalhando, morando sozinho e já no penúltimo ano da faculdade. Desde 2014, o ano que entrei pra faculdade, tudo vinha passando tão rápido que eu – e ninguém – percebia.  Estava terminando de escovar os dentes quando ouvi meu celular tocar no quarto. Era o Thiago.

- Logo cedo, viado? – era essa forma que todos meus amigos se tratavam.

- Fia, você nem respondeu minha mensagem ontem. Que vamos fazer esse fimdi? Pessoal já tá pensando em fazer algo aqui em casa, às dez. ‘Cê vem?

- Arrasou. Vou levar vodka e energético, tá?

- Tá, mas vê se não demora. – desligou.

Vesti-me rapidamente, fui pra cozinha comer algo. Terminando, dei ração pros gatos, peguei as chaves do carro em cima da mesa e já ia indo pra garagem. Passei pelo zelador e dei bom dia e já estava entrando no quarto quando o Seu Zé pergunta:

- Vai voltar hoje, patrão?

- Não sei Zé, se eu não for eu te ligo. Até mais.

O relógio já marcava vinte pras oito quando cheguei ao escritório e Duda disse que tinha muita coisa pra fazer e havia um representante da empresa chinesa que havíamos fechado acordo ontem na minha sala esperando pra conversar comigo. Adorava Duda. Conheci na época do cursinho pré-vestibular, pelo Thiago, era sapatão e era um amor de pessoa.

Estava cursando direito e precisava de emprego, então a indiquei pro meu patrão e finalmente conseguiu trabalhar comigo. Se não fosse por ela me orientar sobre o que fazer todos os dias, estava ferrado: era muito desatento a datas e me distraía com facilidade, principalmente com datas.

Chegando na minha sala me deparei com um chinesinho delicioso: estava de camisa branca desabotoada na parte do pescoço e peitoral, cabelos desarrumados num corte tipo militar e tinha um sorriso lindo. Desde muito novo sempre fui atraído por homens asiáticos e só de pensar em um já me matava de tesão. Alegremente ele veio me cumprimentar num abraço e pela benção do Senhor, tinha um inglês perfeito que dava pra entender. Conversei olhando pra boca dele, pros olhos, pros cabelos e principalmente praquele pacote que marcava naquela calça jeans apertada. Dizem que os asiáticos têm a pica pequena, coisa que eu, particularmente, nunca acreditei.

Ele percebendo a minha atitude, de vez ou outra apertava o saco para que eu olhasse e eu, como sempre fui muito branco, comecei a corar e ele deu um sorriso malicioso de canto. Já havia uma semana que não fazia sexo e eu percebendo os flertes daquele chinesinho filho de uma puta de lindo, perguntei, depois de encerrar os assuntos sobre as ações, há quando tempo ele estava aqui no Brasil e por quanto tempo iria ficar.

Pra minha sorte, ele disse que tinha ainda uma semana de ‘férias’ aqui e não conhecia nada da cidade e que sempre ficava no hotel. Sabendo da festinha que ia rolar hoje, convidei-o para ir comigo e claro, com segundas intenções. Trocamos nossos números e disse a ele pra me encontrar no barzinho da esquina do escritório as oito e ele concordou e pareceu bem animado pelo visto.

O guiei até a porta do escritório e, no abraço, senti o pênis dele duro como pedra e quando se separamos ele não estava nem um pouco envergonhado. Pedi pra Duda guia-lo até a saída e fiquei esperando ela na porta:

- Você acha que eu não vi do jeito que você olhou pra ele? E aí, combinaram de sair?

- Sim Du. Hoje o pessoal vai se reunir na casa do Thiago e eu ia te chamar pra colar lá na hora que cheguei, mas você já veio me dizendo que o bonitinho tava na minha sala. Qual o nome dele mesmo?

- Não é Shietzu? – respondeu.

- É, mas ele disse que tem um apelido... Ai... Enfim. Você vai pro Thiago e nem me adianta dizer que tem compromisso, que é melhor desmarcar. Às 22h na casa do Thiago, ok?

- Okay, Guto. Vai fazer as coisas que hoje você tem muito trabalho a fazer.

Concordei e fui porque ela tinha razão. O dia foi quente então nem sai na hora do almoço e fiquei na sala com o ar-condicionado no meu rabo. Caralho, que dia quente. Novembro é quente pra caralho e eu nunca fui fã muito de dias quentes. Mas era melhor do que frio, porque eu ficava frequentemente doente nos dias frios.

Quando olhei pro relógio já marcava cinco e meia e já era fim de expediente. Terminei de fazer mais alguns ajustes nas folhas de pagamento e ajeitando as férias dos funcionários da empresa da cidade vizinha e pronto. O dia terminou. Agora o fimdi começou.

Sai da sala pedindo pra Duda ir junto comigo que eu deixava a deixava no ap. dela, mas ela disse que a mãe dela já estava lá na frente esperando, pois havia combinado de comprar umas roupas pra irmã, de presente de aniversário. Peguei o elevador e enquanto não chegava no térreo, mandei mensagem pro Toni: era esse o apelido daquele chinês gostoso. Confirmei com ele se ele iria e ele disse que sim, que estava tudo certo e que na hora marcada, ele estaria me esperando na mesa do lado do banheiro do bar. Me perguntei como ele saberia sobre o bar e pensei que  provavelmente ele tinha ido lá pra ver como era. Sinal que estava interessado, né?

Cheguei ao prédio, quando desci do carro me dei de cara com a vizinha, que foi conversando comigo até no elevador. Abri a porta do apartamento e fui direito ao banheiro, tomei um banho frio pra tirar a preguiça e fiquei pensando naquelas pernas daquele chinês desgraçado e como era um filho de uma puta de gostoso. Segurei-me pra não me masturbar no banho, pois sabia que hoje eu tirava o atraso.

Escolhi uma roupa simples, mas bacana pra ir: jeans claro, apertado e que marcava bem minha bunda que, modéstia parte, é avantajada, uma box branca, camiseta azul e Vans da cor da blusa. O relógio já marcava sete quando resolvi comer alguma coisa, escovar os dentes e ir pro bar. Liguei pro Thiago pra dizer que confirmando que iria e que também levaria um amigo que conheci no trabalho, coisa que ele nem se importou, me lembrando pra não se esquecer das vodcas.

Já estava a caminho do bar quando recebo a mensagem do Toni dizendo que já me esperava do lado de dentro, na mesa que ele falara. Mandei áudio e ele só visualizou, não respondendo. Estacionei do lado aposto ao bar e entrei, procurando o rosto de Toni. Lá estava ele com uma porção de queijo acompanhado de uma garrafa de Heineken.

Quando me viu, levantou-se e me cumprimentou com um aperto de mão. Estava de camisa vinho, shorts e AllStar branco. Percebi como ele era musculoso pelo braço, coisa que não deu pra ver hoje mais cedo pela camisa de manga longe que estava. Sentei e fomos logo conversando e, pra você leitor, vou traduzir o que falamos:

- Me esperou muito, Toni? – iniciei, chamando o garçom pra eu fazer meu pedido.

- Não, cheguei quase agora pouco. Não sei se você quer, mas pedi essa porção pra gente. Não jantei quando sai do hotel.

- Não se preocupe, eu como contigo.

Na hora que o garçom chegou pedi mais uma porção, mas agora de salame e mais uma cerveja. Pelo canto dos olhos percebi que ele me olhava com uma inquietação que era esquisita, examinava-me da cabeça aos pés, do jeito que eu falava e tudo mais e eu, percebendo, quando terminei de fazer o pedido ao garçom, dei-lhe um sorriso que ele correspondeu com uma piscada. Batendo papo e depois de umas quatro cervejas, já ia dando 22h quando lembrei a ele o programa que havia combinado mais cedo. Ele meio que ficou com vergonha sobre, mas mesmo assim fomos.

Chegando lá, apresentei Toni a todos e ele reconheceu a Du. Disse a eles que ele entendia só um pouco de português e que eram para ser gentis com ele. Tinha umas 12 pessoas em formado de roda, devido por estarem fumando narguilé, e pedi pra que abrissem espaço para eu e Toni nos sentar, depois de entregar as vodcas que havia trazido para Thiago.

Começamos a beber e Toni até arriscou umas palavras em português depois de umas três rodadas de vodca, quando começou a passar a mão em minhas pernas, pescoço e falar um inglês todo enrolado em meu ouvido. O pessoal percebendo, só deu olhares a mim e eu fiz sinal de certeza: hoje eu tirava o atraso. Depois de uns minutos Toni pediu pra que eu o levasse ao banheiro.

Chegando na porta do banheiro, ele me agarrou pra dentro e foi me despindo sem dó nem piedade. Me pagou um boquete maravilhoso, uns dois melhores que já recebi, e gozei na boca dele que não deixou cair uma só gota. Eu queria mais, foi quando tirou o pau pra fora e pediu pra eu chupar. PORRA! Que caralho! Cabeçudo, cheio de veias e branquinho, mais grosso e maior que o meu. Confirmo agora que esse papo de asiático de pau pequeno é tudo bobagem.    

Chupei aquele pau todinho e, antes de gozar, pedi pra que ele meter em mim. Ficamos uns dez minutos fodendo até que ele gozou dentro do meu cu. Aquela porra quente dentro de mim foi uma das sensações maravilhosas. Pensei que ele nunca mais ia parar de gozar.

Eu já recuperado da chupada, foi minha vez de ser ativo e comi aquele cu como se não houvesse amanhã. Que pernas! Os gemidos dele foram altos e tão grossos que me dava mais tesão até que gozei dentro daquele cuzinho apertadinho, descobrindo então que ele era virgem. Nos limpamos e voltamos com a maior cara de pau do mundo pra roda, ficamos uns dez minutos e fomos embora. Levei-o pra minha casa e fodi aquele cu umas dez vezes a noite toda e ele nunca se cansava. Aquele chinesinho fodia bem pra caralho.

Na semana que ele ficou aqui, todo dia eu comia aquele rabo. Não tinha um dia que eu não transava com ele. Depois ele foi embora, como havia me dito e nós ainda mandamos algumas mensagens e mantemos contato até hoje. Última vez que o vi foi no verão passado, nas férias da empresa, quando todos os funcionários e aliados foram passar as férias um iate. E lá fodemos todos os dias também, sem que ninguém descobrisse. Éramos máquinas de foder.  



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