História Crooked - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Big Bang, G-Dragon
Personagens G-Dragon, Personagens Originais
Tags Comedia, Crooked, Gdragon, Romance
Visualizações 29
Palavras 2.707
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Comédia, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei com mais um one shot da época de ouro em que o spirit não tinha apagado o meu amorzinho.
Aqui vamos nós.
*-* enjoy *-*

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Crooked - Capítulo 1 - Capítulo Único


Eu mal fui contratada como dançarina da YG entertainment e já me mandaram conversar com o Papa YG. 
É esse o espírito Alex, nem começou a trabalhar mas já leva sermão do chefe. 
-Você está bem? - Questiona. 
-Desculpe, só estou um pouco nervosa.- respondo. 
Clássico momento onde eu me pergunto o que estou fazendo da minha vida. A ideia era vir para a Coréia estudar e não dançar, mas dinheiro nunca é de mais não é mesmo. 
Parece que todo meu tempo estudando coreano foram um desperdício, por que eu não me lembro bulhufas daquilo, SÓ POR QUE O DONO DA MAIOR EMPRESA DE MÍDIA DA CORÉIA DO SUL ESTAVA ME ENCARANDO, bobagem. 
-Os outros dançarinos disseram que o senhor queria falar comigo, então eu vim. - Foca nas hierarquias Alex, você não quer passar vergonha falando informalmente com o seu chefe. 
-Sim, sim, você foi avisada de que queríamos uma dançarina diferente, certo?- apenas aceno com a cabeça em resposta. - Você foi a única estrangeira que se candidatou, por isso escolhemos você. 
Se doeu ser escolhida só por que era a única e não a melhor?  Doeu, mas a gente supera, ou pelo menos tenta. 
-Pode me dizer como aprendeu a dançar? 
-Ahn - digo inteligente- Desde mais nova eu assisto os MV's e aprendo as coreografias. Nunca fiz aula de dança, mas aprendo rápido. 
- Certo, eu ainda não te coloquei no quadro de funcionários, por que tem algo para você fazer para comprovar sua competência. - Ele me olha desafiador e eu apenas assenti. - Ji Yong, um dos membros de umas das nossa bandas, conhece? 
SE EU CONHEÇO MEU ULTIMATE BIAS, DONO DO MEU COSMOS?
-Já vi algumas notícias sobre ele. - Sério?  Algumas? 
-Ótimo, nesses últimos dias ele tem sofrido de um decepção amorosa. Eu já mandei todos que podia para tirá-lo do box do banheiro, mas depois que ele deixou Daesung de olho roxo ninguém quer entrar lá. 
Aí meu coração, ele tá triste, e gente triste me faz chorar. Socorro, já sinto meus olhos encherem de lágrimas, alguém me salva. 
-E você quer que eu vá lá? - Pergunto não conseguido disfarçar a voz embargada e um leve desespero. 
Papa YG não diz nada, só balança a cabeça na vertical e me manda ir. 
Em todo o meu caminho até o banheiro recebo tapinhas no ombro, e ouço alguns "boa sorte",  de pessoas que nunca vi antes. 
Ótimo jeito de conhecer seu idol favorito Alex. 
Entro no banheiro na pontinha dos pés e me aproximo do único box com a porta fechada. 
GD está lá dentro chorando e sussurrando palavras desconexas. 
Entro no box ao lado e sento no chão como imagino que ele esteja. Assim que ouve minha movimentação o choro cessa.  
Ele fica em silêncio por vários segundos até perceber que eu não sairia dali.
-Vá embora, eu não vou sair daqui nunca mais. - Afirma com a voz embargada. 
-Não vejo nenhum problema em você ficar aqui pelo resto da eternidade. - Rebato. 
-O quê? - Ouço uma pequena nota de surpresa em sua voz. 
-Só que se você ficar aqui por todo esse tempo, vai ter que me aguentar tagarelando, por que se você não sair eu também não vou a lugar nenhum. - Digo distraída 
-Eu nem sei quem você é. 
Assim que Ji Yong diz isso eu me penduro na parede para que ele possa me ver. 
-Prazer, Alex, 20 anos, vim estudar na Coréia por intercâmbio estou tentando me tornar dançarina da YG, mas por sua culpa não fui efetivada ainda. - Digo em tom de acusação. - Eu também amo lasanha. 
-Você é ocidental. - Constata 
-Uau, descobriu meu segredo, agora vou ter que te matar.- debocho.
Ele fica calado de novo, e quando começa a doer volto a me sentar no chão. 
-Você realmente vai ficar aí? - Quer saber. 
-Sim. 
-E por quê?
-Papa YG disse que não me contrata até você sair daqui. E eu não tenho nada melhor para fazer. 
-Então eu sou um peso para mais uma pessoa? 
-De certa forma. - Mais silêncio. - Sabe, a gente do ocidente tem um ótimo método para sair da bad.
-E no que consiste esse método? - Pergunta depois de refletir sobre. 
-Primeiro a gente dá um abraço forte na primeira pessoa que vemos. - Paro para inventar mais passos do "antigo" método. 
-E o que mais? - NÃO ME PRESSIONA CATIÇA.
-Depois a gente se vinga de quem magoou a gente, e no caso dos cantores, tem um terceiro passo especial. 
GD espera pacientemente até eu continuar. 
-Eles escrevem uma música expondo suas decepções. 
-Interessante. 
-Quer tentar? - Pergunto esperançosa. 
-Talvez. 
Saio do box e fico parada igual um poste na frente da porta dele esperando a belezura decidir sair. 
Ele se levanta e demora mais um pouco até abrir a porta e sair. 
Ji Yong me encara enquanto esfrega os olhos inchados. 
-Você é muito baixinha para abraçar. - Diz. 
Lindo né? Eu aqui toda trabalhada na boa vontade, tentando ajudar e o cara ainda tira uma com a minha cara. 
Olho em volta procurando algo que me faça crescer. De baixo da pia encontro um banquinho dobrável.
 É, vai ser isso mesmo. 
Subo nele, o que me deixa mais ou menos do tamanho do rapaz, e abro os braços. E fico lá né, porque a criatura não vem. 
- Me abraça. - Comando e ele obedece  - Mais forte. - Ele me apertou e nem preciso dizer que eu "quase" derreti. 
Ele demora um pouco para me soltar (e isso não foi uma reclamação),  e assim que o faz me oferece ajuda para descer do banquinho e já pergunta sobre a vingança. 
- Ahn- tento me lembrar de todos os filmes adolescentes que já assisti. 
- A gente pode jogar ovos no carro dela, ou encher o telhado da casa dela com papel higiênico, e talvez espalhar algo horrível sobre ela ou quem sabe arranjar uma nova namorada para esfregar na cara dessazinha o que ela perdeu. 
-Parecem boas idéias, podemos fazer tudo? - Pergunta. 
-Claro, é a melhor opção. Mas talvez devêssemos excluir a parte de falar mal dela, acho que seríamos processados. 
Ele apenas assente e sai andando na minha frente.
As poucas pessoas que continuaram na empresa me olham surpresas. 
Agora me diz, quando na vida eu iria imaginar que um dia entraria no carro do G (FUCKING)  Dragon? 
No entanto, lá estava eu, no banco do carona indo atrás de ovos e papel higiênico. 
Assim que entramos na conveniência o moço se levanta e fica nos olhando. 
Fico na porta esperando a criança comprar seus brinquedos. 
O homem sem discrição nenhuma saca sei celular do além e começa a bater fotos do ídolo. Se ele se importou? Claro que não. Ele só pega o que quer e joga o dinheiro sobre a bancada sem nem olhar para o atendente. 
Ele dá partida no carro sem aviso prévio e eu quase fico para trás. 
-Então essa é a casa da bendita? - Divago.
-Como fazemos isso? -Questiona. 
-Acho melhor colocar o papel primeiro, por que quando jogarmos os ovos o alarme vai disparar. -
Ele apenas acena e nós vamos em direção à casa. 
Ele me apóia em seus ombros para que eu possa subir no telhado e ajudá-lo a fazer o mesmo.
-Péssima idéia, eu vou cair daqui. - Estou pálida de medo de cair lá de cima. 
-Que espécie de dançarina sem equilíbrio é você? - Pergunta indignado. 
-Do tipo que não sabe ficar em cima do telhado. -Respondo. 
Entrego alguns rolos para ele e começamos a espalhá-los.
-Acho que já está bom. - Digo para chamar a atenção dele. 
-Sim.- ele pula do telhado e fica lá me olhando. 
-O quê? 
-Pula.- diz ele. 
-Não, você quer que eu morra? Justo eu que estou tentando te ajudar? - exclamo indignada. 
-E como pretende sair daí então? - Sussurra. 
-Eu não sei - sussurro de volta. 
GD parece impaciente. 
-Pula e eu te seguro. - Promete 
-Como eu posso ter certeza de que vai me segurar? - Se eu sou medrosa? Óbvio que não. 
-Só pula logo. 
Balanço a cabeça e respiro fundo.  Vou me pendurando onde posso para descer aos poucos. 
-Vem, já te peguei. 
Solto do que quer que seja que eu segurava e ele me puxa devagar. 
Aí eu esqueci de tudo né, porque mesmo que sem a intenção Ji Yong estava me encoxando. OLHA QUE SONHO SER ENCOXADA POR NINGUÉM MAIS NINGUÉM MENOS QUE KWON JI YONG, a coisa mais gostosa da eternidade. 
Deixo escapar um leve suspiro, o que o faz me olhar estranho por um tempo. 
-Agora nós pegamos os ovos e jogamos de uma certa distância, mas assim que o alarme disparar nós temos que correr o mais rápido possível. - Afirma suando frio. Nunca na minha vida eu pensei em fazer algo assim, porque além de ser coisa de filme, eu poderia ser deportada. 
GD não me avisa quando vai atirar o primeiro ovo, então me assusto quando este colide contra o vidro do carro. 
Esvaziamos a cartela o mais rápido que pudemos e corremos em uma velocidade espantosa para o carro, e mesmo assim uma mulher, que saiu gritando da casa, quase nos alcançou. 
E pelo primeira vez, sem ser pela TV, eu o ouço rir, o que já seria maravilhoso vindo de qualquer pessoa, levando em conta o quão triste ele estava, mas foi melhor ainda por ser o mozão. 
-Então agora eu só preciso de uma música nova e uma namorada? - Pergunta. 
-Sim- respondo rápido - Eu me voluntário para ser a namorada. - Digo em português e rio quando ele me olha estranho por não entender. 
-Você pode me deixar no dormitório da faculdade? - Peço. 
-Claro, é o mínimo que eu posso fazer por você. 
-Gostaria de saber qual é o máximo. 
Pelo visto ele desistiu de entender o que eu digo na minha língua natal 
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Assim que chego na YG no dia seguinte noto que todo mundo está me encarando de um jeito bem estranho. 
-Você é Alex,  certo? - Pergunta uma moça que eu não conheço. 
-Sim - respondo receosa. 
-Papa YG e Ji Yong estão te esperando lá em cima. - A menina sai correndo depois de dizer isso. 
Sigo a passos nervosos até a sala do Papa YG. 
Medo não chega nem perto de descrever o meu pavor.
-Sente-se senhorita Alex -pede o chefe apontando o lugar vago ao lado do GD.
Assim que me sento ele vira o monitor para nós e pergunta se podemos explicar a notícia estampada na tela. 
Lá estava uma bela foto do moço da conveniência mostrando nós dois saindo da lojinha com papel higiênico e ovos, e logo abaixo a ex do GD dizendo que ele foi importuná-la de madrugada e fugiu quando ela o viu. 
JI Yong abre a boca para tentar explicar mas eu o interrompo. 
-Seu artista não tem culpa disso senhor, eu o convenci. Achei que seria um método pertinente para tirá-lo do box do banheiro e animá-lo. Sinto muito pelo inconveniente. - Levanto-me - O senhor nunca mais terá o desprazer de me ver. 
Abro a porta da sala cabisbaixa e estou prestes a sair quando ouço um " A senhorita foi efetivada como dançarina da YG Entertaiment, meus parabéns. "
Não tive tempo nem de expressar emoções, GD veio logo atrás de mim e saiu me puxando para fora da sala. 
Estou atônita demais pata perguntar para onde ele está me levando, só o deixo me guiar pelos corredores. 
-Papa YG vai arranjar um modo de cobrir o nosso pequeno escândalo. 
Dou um breve aceno de cabeça e murmuro um "aham".  Ele espera, com uma paciência divina até eu me recuperar.
-E então, por que me trouxe aqui?- começo a reparar que aquela é uma sala de música, com alguns instrumentos espalhados e blocos de notas.
-Faltam dois passos ainda, lembra?- diz pausadamente fazendo com que eu me sinta uma criança. - Já que estava comigo nos passos anteriores, achei que seria justo ajudar a escrever a música.
-Claro, por que não?- sento no banquinho do piano  e ele me acompanha. 
Ficamos lá até o início da noite para ter uma letra e uma melodia completa.  Ele me disse que veria a batida depois, talvez com os outros membros do Big Bang.
Começo a ficar preocupada quando ele diz que talvez eu possa ajudá-lo no último passo, que seria encontrar uma nova namorada. 
-Ahn, claro. Amanhã eu estou livre talvez possamos ir à gangnam, eu te ajudo a escolher uma garota legal. -Vou me esquivando até a saída já que ele começou a se aproximar. 
-Não era exatamente isso que eu estava pensando. - Ele diz 
-E no que exatamente você estava pensando? - Digo ainda lutando para chegar até a porta. 
-Eu pensei que já que fomos foco de uma notícia e por conseguinte você já está na mídia, você seria a melhor opção. 
Assim que ele diz isso eu arregalo os olhos e vou de boca no chão, o que dá a ele a oportunidade de ouro de se aproximar. 
-Não era isso que eu quis dizer com "eu me voluntário". - Digo meio avariada pelo cansaço e sono por causa da tarde trabalhando. - Olha, eu sei que por ser estrangeira você tem uma visão de que eu sou fácil de conquistar e pegar, o que de forma alguma é mentira. - Me esfaqueio mentalmente por essas últimas palavras. - Mas talvez você deva pensar melhor sobre o assunto. 
Assim que me ponho de pé e digo isto saio correndo do lugar. Passo a semana seguinte correndo do G Dragon que continua investindo pesado na minha pessoa. 
Minhas horas correndo dele se mostram um esforço inútil quando me lembro que ele sabia onde eu morava. 
E eu só me lembro disso porque em um belo dia ele convence minha colega de quarto a passar a noite fora e dá um jeito de se infiltrar no dormitório. 
- O-o que você está fazendo aqui?- gaguejo levemente nervosa. 
- Eu vim conversar com você, e te entregar isso. - Ele me estende um potinho vermelho com uma pasta mole e escura dentro. 
-O que isso deveria ser? - Questiono. 
-Eu li que isso é bem popular no seu país, então tentei fazer. - Ele coça a nuca envergonhado. - Bereugadeiro. 
Não preciso nem dizer que a tentativa dele de preparar tanto quanto a de dizer brigadeiro foram as cosias mais fofas que eu já vi. 
-Que amor. - Esboço um sorriso. - Mas por quê?
-Você disse que só porque você é estrangeira eu te acho fácil.  Eu não creio que isso seja verdade. - Ele decide fazer uma longa pausa e eu a me sentar em uma cadeira. - Quando você entrou no banheiro aquele dia eu estava realmente triste, e já estava lá há quase um semana, e você apareceu sem nem me conhecer. 
-Mas o Papa YG me mandou lá, eu meio que fui obrigada.- afirmo. 
-Está é a questão, ele mandou muita gente lá, Daesung tentou a força. Você foi a única que conseguiu, a única que pareceu se importar de verdade, mesmo que seja só impressão.  Eu realmente acho que você é a única que pode me ajudar a melhorar e esfregar isso na cara da... Você sabe.  Eu não teria te abraçado naquele dia se não achasse isso de verdade. 
Mais silêncio.  Era nítido em seus olhos o medo de ser rejeitado, e eu não movia um músculo com medo de falar ou fazer algo errado. 
-Então, colocando desse modo, acho que eu possa e talvez tenha o dever de te ajudar na última etapa. - De uma hora para outra a barra da minha blusa pareceu incrivelmente interessante.
Depois disso? Digamos que ele de aproximou e eu parei de me fazer de difícil por uma noite inteira. Boatos de que fui expulsa do dormitório por fazer muito barulho. 
Uma semana depois que crooked foi lançada GD me assumiu publicamente, e modéstia à parte eu fui ótima em sambar na cara da otária que desprezou o meu,  agora mais, ultimate bias.
 


Notas Finais


E foi isso por hoje pessoal, deixem a opinião de vocês nos comentários e favoritem também se tiverem gostado.
Até a próxima.


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