História Crossed Destinies - Norminah - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Ally, Camila, Camren, Dinah, Lauren, Normani, Norminah, Trolly
Exibições 108
Palavras 1.470
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey bolinhos!!!
Desculpe mesmo pela demora!!

A emoção está chegando.

Capítulo 5 - You have two options.


NORMANI POV

Hamilton's Mountain House. Peru. - Lima. 14:28

                              21 de Maio de 2006

:- Você está grávida?! — Exclamou o garoto de cabelos loiros.

:- Fala baixo, Eric! — Respondi entre os dentes, enquanto avançava em cima do garoto de cabelos rasgados, para calar sua boca com uma de minhas mãos.

Eu precisaria desabafar com alguém sobre essa gravidez e única pessoa que me veio a cabeça foi Eric. Apesar de brigamos e não sermos irmãos de sangue, ele é uma das pessoas que eu mais tenho confiança para contar qualquer coisa.

:- Como isso aconteceu, Mani. — Sussurrou.  Espantado com a notícia, Eric, mantia uma feiçao aterrorizado, tirando minhas mãos que impediam-o de falar.

:- Você não precisa dos detalhes!

:- Bem que a mamãe diz, use proteção. — Fitei o loiro fazer cara de nojo, enquanto olhava para um ponto fixo. — O que você vai fazer agora?! — Nós sussuravamos um para outro, no caso de alguém passar pelos corredores e ouvir o que não devia.

:- É justamente por isso que estou falando com você! Eric, você é bom com idéias! Me ajude!

:- Mani, nós vamos sair em um vôo daqui a algumas horas e você quer que eu pense em algo, assim de uma hora para a outra? — Encarei os olhos azuis do garoto, que demonstravam confusão e a tentativa de processar o que estava acontecendo.

:- Não é óbvio? — Meu irmão iria responder, mas foi impedido pela voz grossa de meu pai, que suava irritada e ecoava por todos os cômodos de nossa pequena casa.

:- Normani Hamilton! Dessa aqui agora e não me faça esperar! — Foi tudo o que ouvimos. — E você também, Eric Hamilton!

:- Agora ferrou. — Nos encaramos assustados, ao perceber a mesma frase ser dita imediatamente pelo os dois.

:- Você não sabe de nada! — Apontei para Eric que concordou com os olhos arregalados. — Vamos descer.

Saímos em direção ao corredor e em seguida para a escadas. Ao chegarmos no cômodo, meus pais encaravam o nada, mas cada um com um olhar diferente. Andrea parecia ter medo, já Derrick, demonstrava raiva e decepção.

:- O que está havendo? — O menino ao meu lado, se jogou no sofá quando terminamos de descer completamente a escada. — Por que vocês estão assim. — Ele indagou observando a feição de nossos pais.

:- Você. — Apontou em minha direção. — Senta nesse sofá agora. — Concordei e fui em direção ao movel, sentando-me ao lado de meu irmão e de frente ao outro sofá, onde minha mãe estava. Meu pai encontrava-se de pé no meio da sala. — Sabe, quando somos adolescentes ou acabamos de nos tornar adultos, achamos que podemos cumprir algumas responsabilidade, mas no fundo estamos errados.

:- Do que o senhor tá falando? — Juntei as sombrancelhas, tentando compreender.

:- Do que eu estou falando? Como vocês são ingênuos. — Rio sem um pingo de ânimo, fazendo-me ficar ainda mais confusa, assim como Eric. — As vezes vocês podiam ser mais discretos.

:- Amor, chega logo ao ponto. — A voz desesperada da mulher, se fez presente em nossos ouvidos.

:- Normani, decepção é uma coisa que cinto raramente, mas eu nunca senti angústia maior do que a que sinto agora. — Engoli em seco, já imaginando o que viria a seguir. Oh droga! Será que todas as forças do universo estão contra mim? — Eu não esperava isso de você! — Abaixei minha cabeça já sentindo a vontade de chorar vir a tona.

:- Foi um acidente! — Sequei as lágrimas que insistiam em cair, em seguida levantando a cabeça para encarar seu rosto. — Espera! Como você descobriu?

:- Não foi ele. — Fitei minha mãe se levantar e ganhar a atenção de todos na sala. — Foi eu!

:- Mas.... Como isso é possível? — Eric disse confuso.

:- Eu passei no corredor e acabei ouvindo a conversa de vocês! — Sua voz parecia envergonhada, porém, meu sangue fervendo, impedia-me de ouvir essa tal "vergonha"

:- E você, como sempre, correu contar para o papai! Será que você nunca vai conseguir depender de você mesma? Eu tô cansada de ter que viver dessa forma! — Esbravejei. Nunca passou pela minha cabeça, uma atitude dessa, principalmente vinda de minha mãe!

:- Olha como você fala! Ela é sua mãe, mais respeito. — Ouvir meu pai defende-la, apenas piorou meu estado.

:- Pô mãe, que vacilo! — Eric deu de ombros enquanto mexia no cardaço do tênis, dando de ombros. — O que foi? — Ele nos encarou ao sentir os olhares furiosos caírem sobre ele.

:- Você pretendia acobertar sua irmã por quanto tempo? — O homem furioso com um olhar ameaçador, dirigiu-se ao garoto.

:- Sei lá! Talvez até a barriga começar a crescer. — Novamente, deu de ombros. Derrick murmurou algo e eu apenas chutei a perna do loiro, disfarçadamente. — Ai!

:- Eu só quero saber, qual é o problema da minha gravidez? Que eu saiba, tenho mais de dezoito anos. — Indaguei incrédula.

:- Essa parte não é problema! O problema é o pai dessa criança. — Virou-se para a parede socando-a em seguida. — Por mim, essa criança podia ter duas mães, mas por que justo com ele, Normani, com ele?

:- Ainda não entendi o problema!

:- Chega! Vocês dois, a gente vai se atrasar, então, Derrick, pergunte logo o quê você tem que perguntar. — A senhora andou até atrás de seu marido, para massagear os ombros de meu pai.

:- Tudo bem! Vamos logo! Normani você tem duas opções: ou você vai com a gente; ou fica aqui com aquele cachorro.

:- O que?! Você não pode fazer isso! — Eric levantou-se indignado.

:- Você fica quieto ou você vai ver o que acontece com seu vídeo-game. — No mesmo instante, o adolescente levantou as mãos em redenção e jogou-se no sofá. — Vai Normani, você não é independente? Então decida.

:- É, eu sou independente e eu já me decidi. — Engoli em seco e procurei ar para continuar a frase. — Vou ficar aqui! Com Arin, pelo menos ele não me preciona em nada. — Meu pai pareceu relutar antes de concordar.

:- Então vai! — Apontou para as escadas.

:- Eu vou e saio antes de sua viagem. — Subi as escadas correndo sem ao menos esperar a resposta.

Abri meu guarda roupas com força e socando algumas roupas dentro de uma mochila. Minha cabeça rodava e meus olhos ardiam pela intensidade em que as lágrimas caiam.

Terminei aquela "mala", paguei o celular e desci correndo. Todos olhavam para mim, sem expressão nenhuma.

:- Eu vou indo. — Tentei mostrar indiferença.

:- Vou sentir sua falta, Bear. — O garoto correu em minha direção e me apertou em seus braços. Ele me chamou pelo apelido que usávamos quando éramos mais novos. — Eu te amo!

:- Eu também vou sentir sua falta. — Me desviei do abraço e puxei sua cabeça para que ele me olhasse nos olhos. — Eu vou voltar rápido, você vai ver! — Ele concordou com os olhos marejados. — Eu te amo. 

Ficamos um tempo daquele jeito, para depois me direcionar aos mais velhos.

:- Espero que voltem bem. — Desmanchei aquela postura. Apesar de tudo eles são meus pais.

:- Me desculpe bebê — A senhora levantou e parou em minha frente. — Eu te amo. — Bejou-me a bochecha. Nada lhe respondi.

:- Você fez a escolha errada, mas quando voltar, estarei de braços abertos te esperando. — Meu pai beijou-me a testa e eu não lhe dei palavras. Fui em direção a porta e acenei com a cabeça antes de sair completamente.

O sol era forte, apesar do frio. Eu apenas queria ir para os braços do meu namorado e chorar tudo o que eu tenho para chorar. Andei tão depressa, que em poucos minutos, estava na porta de Arin. Bati frenéticamente na madeira até a visão do homem surgir no meu campo de visão. Ele que sorria, desmanchou a expressão que agora era confusa.

:- Mani, você tá chorando? O que houve. — Puxou-me para dentro e só depois de fechar a porta, deu-me um abraço. — Não deveríamos estar indo para o aeroporto?

:- Não vamos, na verdade eles vão, a gente não. — Abaxei a cabeça.

:- Como assim?

:- Meu pai quis dizer que só vou para Miami com você, se nós arranjarmos o dinheiro.

:- Isso é péssimo! — Sussurou para si mesmo. — A gente vai dar um jeito, Okay? Eu vou dar um jeito!

:- Eu confio em você. — Novamente, as lágrimas caiam depressa. Arin, veio em minha direção e me abraçou.

:- Vai ficar tudo bem. — Sussurrou. — Vai ficar tudo bem! Eu Prometo. — Disse baixo novamente, antes de colar seus lábios em minha testa.






Notas Finais


Pessoal comentem o que vocês acham que vai acontecer futuramente.

ALERTÁ DE SPOILER!!! : Someone is going to die ⬅ Se quiserem entender usem o tradutor.

Gabby 😘


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