História Crossed Destinies - Capítulo 33


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Ashley Benson, Destino, Justin Bieber
Exibições 200
Palavras 3.143
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


MEUS BEBÊS! VOLTEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEI, desculpem a demora, sério. Tive uns problemas na escola maaaaaaaaaaaaaaaaas estou de volta, vocês sabem que eu amo vocês, não é? Eu espero que gostem desse capítulo, eu gostei bastante E dessa vez, ele está num tamanho satisfatório. Boa leitura, amo vocês.

Capítulo 33 - Explosive


Fanfic / Fanfiction Crossed Destinies - Capítulo 33 - Explosive

Kimberly Young

Abri meus olhos com uma sensação maravilhosa, eu sabia que aquele dia ia ser maravilhoso e que eu voltaria para a casa completamente satisfeita com as minhas ações. Sem culpa. Nem a luz forte que entrava pela janela estava me incomodando, eu levantei sem preguiça e fechei as cortinas. Peguei o celular para checar a hora: 12:00. Justin ainda dormia profundamente, então as fechei para não incomodá-lo, apenas evitando seu mau humor. Andei até o banheiro e me olhei no espelho, eu estava me sentindo linda. Era bom saber que a sensação de estar se vingando nos deixava mais bonitos. Abri o armário e peguei a escova de dentes. Fiz minha higiene rapidamente e saí do banheiro para trocar de roupas. Coloquei uma calça destroyed escura, uma blusa curta cinza e uma jaqueta preta de couro, peguei minhas botas e logo em seguida, fui até a nossa preciosa gaveta, tirando de lá, minha arma. Coloquei-a escondida na bota e saí do closet, me maquiei rapidamente e me levantei. Nós faríamos o trabalho cedo para que os pegue completamente de surpresa. 

Olhei para a cama e sorri. Meu Deus, eu fiz algo muito bom para merecer ter essa visão todos os dias. Justin é um deus grego, uma das obras mais lindas de Deus, é impossível não se apaixonar. E ele acordou, acordou lentamente e mais sexy que o normal - e eu achava que isso seria impossível-. Ele se sentou na cama e se espreguiçou, levantando os braços me dando a maravilhosa visão do seu abdômen definido e tatuado. Me apoiei na grande penteadeira para admirar o lindo show que é Justin Bieber acordando. Ele passou as mãos pelos cabelos e coçou os olhos. 

-Bom dia. - Sua voz soou rouca pelo quarto e eu sorri, indo em sua direção. Me sentei na cama e lhe dei um selinho rápido. - Animada? - Assenti e ele sorriu, fraco. Justin se levantou, deixando seu short largo cair um pouco e deixar boa parte da sua cueca à mostra. Eu nunca tinha parado para admirar aquela parte do seu corpo, e Nossa Senhora, sua bunda é maior que a minha. - Para de olhar pra minha bunda. - Ele pediu e eu dei uma gargalhada baixa. 

-Sua bunda é maravilhosa. - Respondi e ele se apoiou no batente da porta. 

-Te garanto que não é melhor que a sua. E eu já tive várias oportunidade de vê-la em inúmeras posições. - Justin respondeu e eu senti meu rosto queimar, eu odeio como ele consegue me deixar envergonhada e excitada ao mesmo tempo. Ele riu, fraco e entrou no banheiro, me deixando sozinha no quarto. 

E depois de alguns minutos, ele saiu. Com toda a minha animação, eu parei para analisá-lo melhor. Seu cabelo estava num tom um pouco mais claro e seu topete bagunçado. Seus lábios estavam molhados, inchados, avermelhados e completamente convidativos, eu poderia beijá-los o resto da minha vida e jamais cansaria. Justin Bieber é incrivelmente lindo, e eu tenho uma puta sorte de ter esse homem todo para mim. Ele andou até o closet e foi quase impossível não acompanhá-lo com o olhar. Depois de alguns minutos, ele voltou e aquela pose de gangster me deixava excitada. 

Puta que me pariu. 

Justin estava com uma calça preta também rasgada mas larga, deixando sua calvin klein igualmente preta a mostra, suas supras, também pretas e uma regata da mesma cor, que deixava seus braços musculosos e tatuados à mostra. Caralho. Justin parecia a morte, e eu nunca imaginei a morte tão sexy. Bom, nós iríamos matar umas pessoas hoje, nada mais justo do que um pretinho básico. Seu topete estava escondido num boné preto e dourado, suas correntes igualmente douradas e brilhantes, estavam penduradas em seu pescoço. Ele andou até a gaveta e tirou sua arma de lá, carregando-a. Pelo reflexo do espelho, pude ver sua expressão assassina e por um minuto, pensei em abortar a missão, jogá-lo na cama e transar o dia inteiro. Mas a ideia de vingança não saíria da minha cabeça nem tão cedo. 

Me levantei, parando ao lado de Justin, de frente para o espelho. Arrumei meu cabelo e Justin virou para mim, me encarando com seus olhos caramelados e brilhantes. Meu Deus, como faz para me controlar com um homem desses me olhando? 

-Você está linda. - Ele disse e selou nossos lábios, me impedindo de respondê-lo. - Pronta? - Assenti e ele enlaçou nossos dedos, depois de dar um beijo leve na minha barriga. Saímos do quarto e descemos as escadas. 

-Vocês estão parecendo a própria morte. - Brooklyn disse, assim que nos viu e eu ri. - Você está aprendendo a ser demoníaca como ele. 

-Ela não está aprendendo, está apenas se libertando. - Justin respondeu antes de mim e eu apenas sorri, assentindo. Dei um beijo na testa da minha melhor amiga e segui Justin até a mesa onde Christian trabalhava concentrado. - Tudo certo, Chris? 

-Tudo perfeito. - Ele respondeu, com os olhos fixos na tela do computador. 

-Maninho, onde você vai? - Jaxon apareceu na cozinha e Justin me olhou, pedindo socorro. Jazzy apareceu sonolenta atrás de Jaxon e sorriu quando nos viu. 

-O que é isso? - Ela andou até mim e pôs a mão no cabo dourado da minha arma. Rapidamente eu afastei meu pé e ela recuou, assustada. 

-Tudo bem, meu amor. Vem cá. - Chamei-a e ela me abraçou, me levantei, pegando-a no colo e ela me encarou, admirada. 

-Você está linda. - Ela disse. Sua voz baixa e infantil fez meu coração se derreter. - Quando eu crescer, eu posso ser igual a você? - Ela perguntou e eu ri, me virando para Justin logo em seguida. Ele estava com Jaxon em seu colo e o pequeno brincava com suas correntes, enquanto Justin apenas o olhava com um brilho incrivelmente lindo em seus olhos. 

-Seu irmão é lindo, não é? - Perguntei baixo e ela assentiu. - Quando você crescer, você vai ser linda, igual a ele. Você e o Jaxon. 

-Sério? - Assenti e ela me abraçou mais forte. 

-Princesa, agora nós temos que ir. - Justin disse, colocando Jaxon no chão e ela cruzou os braços, emburrada. - Mas nós voltaremos. 

-Quando? Daqui a quantos dias? - Jaxon perguntou, com raiva e meu coração se apertou. 

-Para de ser chato, Jaxon. - Justin disse e se abaixou. - Daqui a algumas horas. 

-Você promete? - Justin assentiu e os dois o abraçaram. 

-Eu amo vocês. - Falei e dei um beijo em cada um deles. 

-Pronta? - Justin perguntou e eu assenti. - Até mais tarde. - Eles sorriram e Justin me guiou até a garagem. - Qual deles? - Ele perguntou, olhando para os carros. Olhei ao redor e escolhi a BMW preta, minha favorita. Andei até ela e me apoiei no capô, chamando Justin com o dedo. Ele sorriu e andou até mim, segurando na minha cintura firme. Justin me tirou do chão e me colocou sentada ali, ficando no meio das minhas pernas. - Você está com um ar perigoso. É sexy. 

-E você também. E é muito sexy. - Respondi e ele riu, passando levemente a mão pela minha coxa. 

-Eu quero te foder. - Ele sussurrou próximo ao meu ouvido e eu senti minha calcinha umedecer, quando sua respiração foi contra o meu pescoço. - Agora. 

-Depois. - Sussurrei e o empurrei, descendo do capô logo em seguida. Entrei no carro e chamei Justin, que me encarava ainda do lado de fora do carro. 

-Sua bunda é realmente muito melhor que a minha. - Ele disse enquanto entrava no quarto. - Muito boa para dar uns tapas. - Arqueei a sobrancelha e sorri fraco. 

-Vai logo, Bieber. - Pedi e ele riu, dando partida com o carro. 

-Então, nós não iremos fazer nada. O Khalil, Chris e alguns Hellish's já fizeram o trabalho, instalando as bombas na casa da Ashley. - Ele disse, com o olhar fixo na estrada. - Nós iremos ficar num ponto estratégico, longe mas que dê para ver perfeitamente a mansão. - Assenti. - Quando tudo estiver pronto, Khalil vai nos encontrar e nos entregar o pequeno aparelho que vai acionar todas as bombas. - Sorri fraco e abri a janela do carro, deixando o vento bater forte em meu rosto. Mordi levemente o lábio, involuntariamente e passei o dedo sobre ele. - Porra, Kimberly. 

-O que foi? - Perguntei. 

-Você está me provocando, não é? - Neguei. Eu realmente não estava fazendo nada. - Não morda o lábio, ou eu paro esse carro e te fodo aqui mesmo. 

-Ok. - Levantei as mãos em rendição. 

*

-Chegamos. - Ele disse, parando o carro. - Vem. - Ele me chamou e nós saímos do carro. Ele se sentou no capô e eu me sentei ao seu lado. Realmente tínhamos uma vista perfeita da mansão, que por sorte, ficava num lado deserto da cidade, então ali tinha apenas campos com muitas árvores, como montanhas e, com certeza, seria impossível nos ver. 

Olhei atentamente para a mansão. Seria um desperdício explodir aquele lugar? Será que tem muita gente lá dentro? Ai, meu Deus, eu vou matar essas pessoas. Eu não quero mais fazer isso. 

-O que foi? - Justin perguntou e eu neguei com a cabeça, segurando a sua mão em seguida. Só por hoje, deixarei meu lado solidária no fundo da minha alma e sim, irei me vingar. Se o plano da Ashley tivesse dado certo, hoje, eu ou minha filha estaríamos mortas, e eu juro por Deus que se ela matasse minha filha, eu a caçaria até no inferno e a mataria. - Ai! - Justin deu um grito e só assim eu percebi que conforme meus pensamentos ficavam mais violentos, eu apertava mais a sua mão. 

-Me desculpa. - Falei, rindo e dei um beijo demorado em seu rosto. 

-Finalmente! - Justin exclamou quando vimos o carro de Khalil se aproximar. Ele saiu do carro e andou em nossa direção. Eu já sentia meu rosto pegar fogo, e aquilo não era bom, eu deixei a raiva tomar conta de mim para que eu tomasse coragem para fazer aquilo e sim, eu faria. Eu estava sentindo minhas entranhas pegarem fogo e tentava buscar o ar que eu sabia que não viria. Involuntariamente, arqueei minha sobrancelha, olhando fixamente para a mansão de Ashley. 

Filha da puta. 

-O que aconteceu com ela? - Khalil perguntou e eu ri, fraco. 

-O doce gosto da vingança. - Justin respondeu. 

-Ela está com o mesmo olhar demoníaco que o seu. - Ele respondeu e eu ri mais alto. 

-Convivência. - Justin respondeu, novamente e Khalil entrou no carro. 

-Vejo vocês na mansão. - Ele se despediu e saiu dali. Justin se sentou novamente no capô do carro e me olhou. 

-Você quer mesmo fazer isso? - Assenti e ele me entregou um pequeno aparelho que tinha apenas um botão. - Quando você apertar isso, tudo aquilo vai explodir. - Ele falou e eu ri. A sensação da fumaça subindo e todo aquele barulho estrondante seria maravilhoso. - Agora é com você. 

Olhei para o pequeno aparelho e passei o dedo pelo botão. Vamos, Kimberly, coragem. Fechei os olhos e o apertei, sentindo-o afundar. Encostei minha cabeça no ombro de Justin, permanecendo de olhos fechados enquanto o tão esperado barulho tomou conta do ambiente. Abri os olhos para admirar a paisagem. Uma, duas, três, quatro, cinco explosões e a fumaça tomou conta do local, e eu já não conseguia ver a mansão, apenas fogo. Ah, que sensação maravilhosa e libertadora. Desci do capô do carro e parei na sua frente. 

-Feliz? - Ele perguntou e eu assenti. Justin tomou meus lábios para si e eu enrolei seus cabelos em meus dedos.Justin desceu do capô e puxou minha cintura, colando nossos corpos. Enlacei minhas pernas em sua cintura e ele se virou, me jogando brutalmente contra o capô. Empurrei-o com um pouco da minha força e ele me olhou, confuso. Mandei um beijo no ar para o meu namorado e entrei no carro. 

*

-E aí? - Lil perguntou assim que entramos na mansão. 

-Tudo perfeito. - Justin exclamou e eu sorri. 

-A beleza de vocês me irrita. - Halsey nos olhou de cima a baixo e revirou os olhos, subindo as escadas em seguida. 

-Vocês voltaram! - Jaxon gritou e nos abraçou forte. 

-Vejo você lá em cima. - Sussurrei para Justin e subi as escadas rapidamente. 

Hoje eu ficaria no controle. 

Fechei a porta e fui até o closet, abrindo a gaveta com as correntes de Justin e peguei a mais forte e a mais fácil de prender. Tirei toda a roupa, coloquei uma lingerie preta, um short preto, minha bota e coloquei a corrente em meu pescoço. Arrumei o cabelo e passei um pouco do meu perfume, o favorito de Justin. Abri sua outra gaveta, tinha um pote com maconha e uma fileira perfeita de seda, peguei os dois, fazendo um cigarro e o acendi. Me joguei na cama e traguei, sentindo a sensação de relaxamento tomar conta do meu corpo. Fechei os olhos quando ouvi a porta abrir e curvei meus lábios num sorriso. Passei as unhas entre os seios e sorri novamente, ouvindo a fechadura da porta sendo trancada. 

-Caralho, Kimberly. - Abri os olhos e encarei Justin, o mesmo tirou sua regata, jogando-a no chão e tirou suas supras. Ele engatinhou na cama e eu traguei novamente, assoprando toda fumaça em seu rosto, lhe entreguei o cigarro e ele tragou, repetindo meu ato. 

Justin segurou meus pés e tirou minhas botas lentamente, beijando meus pés logo em seguida. Me sentei na cama e chamei Justin com o dedo, mantendo o lábio inferior preso entre meus dentes. Seus olhos escureceram imediatamente e ele sorriu, fraco e extremamente sexy. Justin atacou meus lábios, beijando-me urgente, suas mãos passearam pelo meu corpo e pararam na minha cintura. Levei minhas mãos para a sua nuca e finquei minhas unhas ali, fazendo-o suspirar contra os meus lábios. Enlacei as pernas em sua cintura e unindo todas as minhas forças para virar seu corpo pesado e ficar por cima. Justin se sentou, encostando as costas na cabeceira da cama. Me ajeitei em seu colo, roçando minha intimidade em seu membro e ele sorriu, fraco. Passei a língua no lábio inferior e tirei a corrente do meu pescoço. Vai ter que funcionar. 

Esmaguei novamente nossos lábios e disfarçadamente, amarrei os pulsos de Justin nas grades da cabeceira e saí de seu colo, deixando-o me encarar incrédulo. 

-Então, hoje você quer controlar tudo? - Ele perguntou e eu assenti. Me sentei ao seu lado e rocei nossos lábios, fazendo com que ele inclinasse a cabeça, pedindo por mais. Passei a mão em seu membro ainda coberto pela calça mas visivelmente ereto e ele arfou. Beijei seus lábios, rosto e mordi o lóbulo da sua orelha, enquanto apertava seu membro.Tirei meu short, desabotoei a sua calça e a abaixei um pouco, fiquei de quatro sobre seu corpo, com a bunda virada completamente para o seu rosto e desci lentamente a sua calça, me empinando para Justin. - Eu quero morder a sua bunda. - Me apoiei, sustentando meu peso com as mãos e olhei-o por cima do ombro. 

-Quer mesmo? - Perguntei e ele assentiu. Recuei um pouco e empinei ainda mais, mordi forte o lábio inferior quando senti os dentes de Justin fincarem na pele da minha bunda, mas ele foi mais além e passou a língua na minha intimidade por cima do pano fino da minha calcinha. Gemi baixo e me sentei rapidamente, eu não podia ceder. Rebolei devagar sobre o seu membro, ouvindo seu gemido baixo, que me fez sorrir vitoriosa. Aumentei a velocidade dos movimentos e o volume dos seus gemidos também aumentaram. 

-Porra, Kimberly. - Ele gemeu. Me virei, ficando de frente para ele, observando seu rosto suado e seu olhar de excitação. Eu estava ganhando. Soltei o sutiã e joguei-o no chão, aproximando meus seios de seu rosto e ele passou a língua em um deles, fazendo com que eu gemesse baixo, me afastei em seguida e ele gemeu em reprovação. - Chega de me torturar, Kimberly. - Sorri, negando com a cabeça e passei a língua pelo seu lábio inferior. Arranhei forte o seu peitoral, fazendo com que ficasse vermelho ali e me virei de costas novamente, abaixando sua cueca por completo, liberando seu membro duro como pedra. Me pus de quatro novamente, encostando a bunda em seu peito e coloquei tudo que pude em minha boca, fazendo movimentos de cima pra baixo, enquanto o masturbava com as minhas mãos lentamente. Justin gemia, gemia alto e aquilo estava sendo música para os meus ouvidos. Continuei com os movimentos e finquei minhas unhas em sua coxa. - Você é uma vadia. - Ele disse rouco. É excitante quando ele me chama de vadia. 

Fui surpreendida e por fim, vencida. Justin conseguiu se soltar e brutalmente, segurou na minha cintura e passou a língua novamente na minha intimidade. Ele abaixou a minha calcinha, deixando-a nos meus joelhos e afundou seu rosto no meu sexo, chupando-me e lambendo-me agilmente, me deixando extasiada, completamente louca. Finquei as unhas nas minhas pernas e gemi alto, era incontrolável. Uma de suas mãos foi para o meu sexo, onde ele massageou lentamente meu clitóris. 

Justin é meu paraíso e ao mesmo tempo, meu inferno. 

Ele continuou movendo a língua dentro de mim, enquanto me estimulava e meus gemidos apenas aumentavam, eu estava entregue, eu não faria mais nada, eu seria dele, como sempre fui. E brutalmente, ele me empurrou de bruços na cama. 

-Eu vou te foder, agora. - Ele me avisou e na mesma brutalidade, ele puxou a minha cintura, fazendo com que eu ficasse com o tronco na cama mas a bunda completamente empinada para ele. - Vadia.

-Eu amo quando você me chama de vadia. - Falei, baixo e ele riu, nasalado. 

-É mesmo? - Ele perguntou e eu assenti. Dei um grito quando sua mão entrou em contato com a pele frágil da minha bunda, dando um tapa estalado e ardente. Puta que pariu. - Vadia. - Ele disse, me dando outro tapa. Sem qualquer aviso prévio, Justin me penetrou fundo, nossos corpos eram quase um. As estocadas eram fortes, nossos corpos se chocavam , nossos gemidos eram um uníssono perfeito como a melhor música do mundo. O quarto cheirava a sexo e maconha.

Justin me deu outro tapa e meu gemido aumentou. Senti minhas paredes contraírem e seu membro pulsou dentro de mim, chegamos ao ápice juntos e Justin caiu em cima de mim. Começamos a rir e eu me virei. Ele deu um beijo na ponta do meu nariz e eu o abracei forte. 

Estávamos nus, suados, ofegantes e abraçados. Nossos corpos eram um, assim como nossas almas. 
 


Notas Finais


IHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH QUANTO FOGO NÉ MIGOS. Enfim, até o próximo capítulo, EU AMO VOCÊEEEEEEEEEEEEEEEEEES!


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