História Crossed destinies - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Jordan Kyle, Lady Camille Belcourt, Luke Graymark, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Max Michael Lightwood-Bane, Raphael Santiago, Robert Lightwood, Simon Lewis
Tags Jace Herondele, Lily Collins, Magnus Bane
Exibições 167
Palavras 1.804
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Mais um cap pra vocês

Capítulo 8 - Red Door


  - Não acredito que ela bateu em você! - A voz de Roland veio segundos antes de uma gargalhada.

     A dois dias não vejo Hanna, meu pai falou por quatro horas seguidas no meu ouvido dizendo que eu estava desrespeitando minha futura noiva. Hipócrita.  
       Agora aqui estou eu, no apartamento de Roland vendo ele se contorcer de rir no sofá de canto marrom. 
        Eu o olhava fixamente para uma pintura com a face de Roland pendurada na parede perto da janela, admirando o amor próprio que ele tinha.

- Já acabou de rir? - Suspirei.

- Foi mal cara. - Roland se ajeitou - É que não é todo dia que a Hanna te mete a porrada.

- Ela não me meteu a porrada como você disse. - Ajeitei meu terno. - Foi só um tapa.

- Eu ainda posso ver a marca da mão dela nesta região.  - Roland apontou para meu rosto. - Então não vai ter casamento?

- Eu não sei. - Respondi sinceramente. 

- Sabe que se não casar seu pai te mata, não é?  - Roland disse o que Deus e o mundo já sabia.

                                 ☆

      Eram duas horas da tarde e eu estava sentado na minha sala encarando a foto na tela do meu notebook. Na foto estava  Hanna, meus pais e eu. 
       Eu me lembrava daquele dia, foi a dois anos atrás quando a pedi em casamento. Naquela época eu tinha tanta certeza do que eu queria. Ou pelo menos achava que tinha. 
        Naquela época eu não contestava nada, tudo o que me mandavam fazer eu fazia.  Como um devoto cego. Mas derrepente isto mudou.

- Sr. Herondele? - Isabelle colocou a cabeça para dentro da sala.

Sorri.

- Ao que devo a honra. - Falei enquanto Isabelle se sentava a minha frente. - Você raramente vem trabalhar.

- Vantagens de ser filha do dono. - Disse ela antes de se renconstar na cadeira apoiando seus pés na minha mesa.

- Por que será que eu não tenho esta vantagem?  - Brinquei fechado meu notebook e guardando alguns documentos dentro de uma página.

- Porque você é o filho perfeito. - Isabelle pulou para fora da cadeira. - Quem eu preciso matar pra conseguir batata frita por aqui?

                                  ☆

   Isabelle me arrastou até o elevador enquanto tagarelava sobre um assunto qualquer que eu figia escutar.  
   Dentro do elevador além de Isabelle e eu, estava duas garotas provavelmente estagiárias que carregavam em seus braços papéis e copos de cafés.  Por um minuto me lembrei do meu tempo como estagiário.  Saudades?  Nenhuma. 
     O elevador parou no 10° andar quando o menino Lewis entrou. Ele carregava um notebook nas mãos. Na capa do notebook tinha um desenho que parecia ter sido feito por uma criança. Havia Sol, nuvens e três pessoas. Um casal e uma criança. 
      Quando o mesmo percebeu que eu estava olhando ele escondeu o desenho e sorriu um tanto sem jeito.

- Belo desenho. - Ouvi a voz de Isabelle. 

- Obrigado.  - Ele sorriu. Seu rosto ficou vermelho e Simon levou a mão até o cabelo cacheado.

Pigarriei quando o sorriso do garoto ficou grande demais.

- Tá com problema na garganta, Jonathan? - A irônia na voz de Isabelle era notável até para um surdo.

    O som alto com a música tema de Star Wars ecoou pela pequena caixa de metal, fazendo todos nós levarmos um susto.  
     Toda a cor que havia no rosto de Simon sumiu enquanto ele procurava o algo na bolsa que eu nem se quer percebi que ele carregava.

- Clary.. oi. - Simon disse agitado.

   Clary?! Meu estômago se revirou ao ouvir o nome dela. 
   Por que a Clary ligou para ele? O que tinha de tão importante pra falar com o menino Lewis que ligou a está hora?  No meio do expediente?

- Relaxa ruivinha.. - Ele sorriu.  - O que eu não faço por você?!

Ótimo.

Vou vomitar em cima dele.

   Eu nunca fui religioso, mas quando chegamos ao térreo eu cheguei muito perto de ajoelhar e agradecer a Deus. 
    Simon saiu antes de mim, ele ria e falava ao telefone com a Clary.  Eu não pude deixar de imagina - la deitada na cama, com seu cabelo bagunçado enquanto falava ao telefone.  
     Que tipo de relacionamento eles tinham? O que tanto tinham pra falar?

- VIDA LONGA A BATATA! - Isabelle pulou em meu pescoço. 

- Acho que perdi a fome. - Passei a mão no rosto. 

                                  ♡

- Não acredito que você realmente não vai comer! - Isabelle me encarou enquanto mastigava uma batata frita.

- Não deveria falar com a boca cheia. - Falei.  A cantina onde estávamos tinha um ar caseiro e reconfortante. Suas paredes pintadas de um rosa salmão e as leves risadas que se ouvia dos grupos de pessoas a volta era relaxante.

- Posso comer sua batata? - Isabelle esticou seu braço até meu lado da mesa pegando meu prato ainda intacto. - Você ficou calado de uma hora pra outra.

- Quer sair comigo esta noite? - Perguntei derrepente.

- Eu não sou de jugar ninguém, porém não curto muito incesto. - Isabelle colocou duas batatas na boca. - Mas vai fundo, temos primas o suficiente. - Ela riu. - Aline tem uns peitos enormes. 

- Cala a boca. - Amassei um guardanapo e taquei nela. - Tem um lugar que eu quero ir. Aceita?

- Onde? - Perguntou com a boca cheia.

                                ♡ 

    Isabelle lixava as unhas pintadas de um vermelho sangue, eram mais de dez horas da noite. Eu dirigia em direção ao Brooklin tentando controlar meu nervosismo. 
    Será que eu iria parecer desperado por aparecer no trabalho dela? Não.  Claro que não.  Eu vou como um cliente qualquer, acompanhado da minha irma. Nada de mais.

- Essa camisa é nova? - Isabelle cruzou as pernas. - Pra onde estamos indo exatamente. 

- Para de fazer tantas perguntas. - Falei nervoso. - Meu deus.

- Okay! - Isabelle jogou as mãos para o alto. - Não está mais aqui quem perguntou. 

     Aumentei a velocidade quando comecei a ver ao longe o grande e luminoso letreiro escrito Red Door. Parei o carro em um lugar qualquer e desci sem nem mesmo esperar Isabelle.  
      Do lado de fora o lugar parecia calmo, mas dentro estava uma loucura.  O som estava absurdamente alto. Uma garota magra e alta atendia a alguns pedidos no balcão do bar. Ao lado dela estava o cara que a chamou de Moranguinha na noite em que a conheci.
        
- Não acredito que me trouxe a um bar! - O sorriso de Isabelle ia de orelha a orelha. - Vou pegar uma bebida pra gente. 

     Caminhei na direção contrária a Isabelle, uma garota asiática servia a mesa de um casal. Um pouco atrás dela tinha uma placa escrito banheiro masculino. Caminhei em sua direção com passos largos eu estava prestes a entrar no banheiro quando vejo Lewis saindo de uma grande porta de metal. 
     Atrás dele estava ela. Com um vestido azul marinho, avental amarrado na cintura e seu cabelo preso num coque. Seu sorriso era contagiante.

- Sai da frente. - Um cara alto disse pra mim. Sai da frente da porta do banheiro ainda a olhando. 

- Toma. - Isabelle surgiu na minha frente com dois copos de whisky na mão. 

- Ja volto. - Disse antes de sair andando.

   Clary sorria de algo que Simon havia dito enquanto colocava uns copos na bandeja.  Quando ela começou a andar em minha direção, disfarcei olhando para porta como se eu esperasse alguém. 
    Clary me olhou com aqueles grandes olhos verdes. Ela ficou estática por uma fração de segundo, mas logo voltou a si levando consigo a bandeja.

- O que faz aqui? - Clary gritou por cima da música alta. A bandeja agora vazia, estava presa entre seu braço e o corpo.

- O que disse? - Gritei de volta. Clary olhou em volta antes de me pegar pelo braço e me puxar através das pessoas para um canto mais reservado.

    Entramos pela porta de metal, indo em direção a uma pequena cozinha. Enquanto eu olhava em volta,  pelos pisos brancos e as garrafas de diversas bebidas, Clary colocava sua bandeja em cima de uma mesinha. Seu cabelo se soltou caindo por suas costas.
    
- Não achei que fosse voltar aqui. - Clarisse olhou para mim.

- É.. - Cocei a cabeça - Isabelle queria conhecer. - Menti.

   Clary olhou para baixo, suas bochechas assumiram um tom rosado. Ela sorriu como se tivesse contado uma piada a si mesma.

- Sua esposa veio? - Ela perguntou. 

- Hanna não é minha esposa. - Respondi sentindo o estômago revirar.

- Mais vai ser. - Clary disse de uma forma mais agressiva.  Bufando ela amarrou o cabelo num rabo de cavalo.

   Clary começou a caminhar  em direção  a porta, suas mãos estavam nas costas dando outro nó no avental. Clary esbarrou em mim quando ia sair de volta ao bar. A segurei pelo braço puxando- a de volta, seus olhos estavam arregalados me olhando. 
      Escorreguei minha mão do seu braço para a cintura, abaixei a cabeça encostando em sua testa. Suas mãos subiram pelos meus braços até chegar em meus pescoço, sua mão esquerda passou pela minha bochecha. 
      Clary levantou a cabeça lentamente até sua boca encostar na minha. Ela me deu um selinho leve, depois outro e outro. 
     Até eu a puxar para ainda mais perto e a beijar com vontade. Clary me puxou pela camisa. A empurrei ate a mesa onde ela estava a colocando sentada em cima. 
      Clary se afastou um pouco de mim para conseguir tirar a bandeja de baixo de sua perna. Clary empurrou a bandeja longe antes de me puxar de volta para si. 
       Sua boca estava com um leve gosto de morango. Ela cruzou suas pernas em minha cintura, apertei sua cocha de leve. Pude senti - la gemer levemente em minha boca. 
        Naquele momento eu fui ao céu. Eu já não sabia mais nem o meu nome. Senti as mãos dela entrar por baixo de minha camisa. Suas unhas passeavam pelas minhas costas e costelas. 
         Eu estava começando a sentir o ar faltar nos pulmões dirigi meus lábios até seu pescoço. A cabeça de Clary pendeu para trás.  
         
- Este é o momento. - Clary sorriu quando levei minha boca de volta a sua.

- Momento de que? - Perguntei.

- De você fugir de mim. - Clary mordeu me lábio inferior. 

- Não vou a lugar algum Clarissa. - Falei antes de beija- la novamente.


Notas Finais


U.u comentem!


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