História Crossfire - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Dragon Ball, Série Crossfire (Livros)
Personagens Androide Nº 16, Androide Nº 17, Androide Nº 18, Bardock, Bills, Bra, Brolly, Bulma, Cell, Chaos, Chichi, Cooler, Dende, Enma Daioh, Fasha (Seripa), Freeza, Frost, Gine, Gohan, Goku, Goten, Grandpa Gohan, Kakaroto, Kami-sama, Kuririn, Kyabe, Lunch, Majin Boo, Marron, Mestre Kame, Mestre Karin, Miss Piiza, Monaca, Mr. Satan, Nappa, Oob (Uub), Oolong, Pan, Personagens Originais, Piccolo, Pual, Raditz, Rei Vegeta, Senhor Kaioh (Kaioh do Norte), Sr. Kaioh, Sr. Popo, Tapion, Tarble, Tenshinhan, Toma, Trunks, Vados, Vegeta, Videl, Whis, Yajirobi, Yamcha
Tags Bulma, Crossfire, Dragon Ball, Vegeta
Exibições 94
Palavras 4.568
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Povinho lindo, voltei!! Desculpe eu sempre estou atrasada... Sou uma desgraça mesmo!! 😢😢😢
Eu queria agradecer à todos os comentários e favoritos na fic, vcs são perfeitos!! ❤❤
Bom este capítulo ficou pequeno e eu não gostei muito mas ele é importante para solidificar essa relação,não julguem mal o V mais vcs podem gostar do capítulo... Então só lendo pra saber! Boa leitura pro cês, até!! 😝😝 ( lá em baixo )

Capítulo 10 - Noite difícil


Fanfic / Fanfiction Crossfire - Capítulo 10 - Noite difícil

On Vegeta:

Quando terminei meu banho peguei duas toalhas uma coloquei na cintura e a outra sequei os cabelos,  estava curioso porquê Bulma não me respondeu?!  Será que ela dormiu? Caminhei sem pressa para o quarto, eu não menti minhas pernas estavam bambas o que nem 3 horas com o meu personal trainer conseguiam!  Assim que parei na porta meu coração parou uma batida, o quarto estava vazio e a cama estava cheia dos meu bom ér.... acessórios sexuais e porra!!!

Meu Deus ela deve me odiar agora,  eu para variar fiz merda! Claro que Bulma não aceitaria esse lugar ela que não gostava nem o termo de sexo casual! Porra eu perdi minha namorada em um dia de namoro!

Começei a ficar desesperado, para onde ela foi?! Ela está bem?! Peguei uma calça Jens e uma blusa qualquer e coloquei no corpo, desci o elevador quase sufocando, liguei para ela umas dez vezes mas ela não me atendia. Claro por quê eu não acabei de magoá-la, ela me atenderia numa boa!

Quando cheguei ao hall corri para o escritório de Logan e abri a porta sem bater, já fui falando:

-Logan a mulher que entrou aqui comigo você a viu?

-Era uma moça muito bonita senhor impossível de não ver! Faz alguns minutos que ela saiu as pressas. Me segurei para não meter um soco nele, era uma ousadia dele falar da minha mulher! Respirei fundo, eu precisava me manter calmo foram anos de treino justo agora eu não podia perder o controle!

-Qual saída ela usou?

-Porquê a pergunta senhor?! Geralmente o senhor nem fala quando elas vão embora! Agora ele merecia mais que um soco!

-Logan cala a tua boca senão quiser ser demitido!  Nunca mais compare minha namorada com uma qualquer. Falei baixo, ameaçador o fazendo se encolher e baixar a cabeça fitando seus sapados italianos quadrados. -Vamos me mostre as câmeras de segurança.

Nós corremos até a cabine de segurança e vi o vídeo de minutos atrás ela saia depressa, encolhida e vermelha por uma porta lateral e mesmo não querendo admitir a pontada em meu peito foi inevitável, resolvi procurá-la ela não devia estar tão longe, eu precisava dela, precisava da minha mulher.

Saí pela mesma entrada que ela e começei a andar eu estava desesperado liguei mais vezes e nada, mandei a seguinte mensagem quase uma súplica: Estraguei tudo de novo. Não me abandone. Fale comigo. Por favor.

Eu não devia estar alí se alguém da empresa me pegar assim... Eu estava ao ponto de colocar a polícia em ação, quando ela finalmente atendeu:

-Alô. Ela estava com a voz abafada,  com certeza tinha chorado.

-Bulma! Graças a Deus. Eu não era assim mas eu estava ansiosíssimo,  preucupado era algo totalmente novo! -Onde você está?

-Não sei. Eu... sinto muito, Vegeta.

-Não, Bulma. A culpa foi minha. Preciso encontrar você. Pode descrever o lugar onde está? Você foi andando não?

-Sim, vim andando.

-Eu sei qual foi a saída que você usou. Pra que lado você foi? Eu estava ofegante, e o barulho do trânsito e das buzinas ao redor estava me irritando, eu mal olhava ao meu redor.

-Pra esquerda.

-Você virou alguma esquina depois disso?

-Acho que não. Não sei eu estou em um restaurante. Italiano. Com lugares na calçada... e uma cerquinha de ferro. Portas vazadas.Pelo amor de Deus, Vegeta, eu...

Graças a Deus, encontrei!

Off Vegeta:

On Bulma:

Ele apareceu, a princípio como um vulto na porta de entrada segurando um telefone contra a orelha. Eu o reconheci imediatamente, observei sua reação de paralisia quando me viu sentada junto da parede dos fundos. Ele enfiou o telefone no bolso da calça jeans que mantinha no hotel e passou direto pela hostess que o abordou antes de chegar até mim.

Mal tive tempo de me levantar e ele avançou contra mim e me abraçou bem forte, como eu precisava disso! As lágrimas queriam voltar pois a imagem de Vegeta com outras mulher lá trepando feito louco naquela mesma cama, usando aqueles brinquedinhos nelas, levando-as à loucura, extraindo prazer do corpo delas... Essa era uma dor quase física.

-Pelo amor de Deus. Ele estremeceu de leve e enterrou a cabeça no meu pescoço. -Bulma.

Retribuí o abraço. Ele cheirava como alguém recém saído do chuveiro, o que me fez lembrar que estava precisando demais de um banho.

-Eu não poderia estar aqui. Ele disse asperamente, recuando um pouco para envolver meu rosto com suas mãos. -Não posso aparecer em público assim. Podemos ir para minha casa?

Alguma coisa no meu rosto deve ter denunciado minha preocupação, porque ele me deu um beijo na testa e sussurrou:

-Não vai ser como no hotel, eu prometo. A única mulher que já esteve na minha casa foi minha tia, além da governanta e das empregadas.

-Isso é idiotice! Murmurei. -Estou sendo idiota.

-Não. Ele afastou os cabelos do meu rosto e se inclinou para cochichar na minha orelha. -Se você tivesse me levado a um lugar reservado para trepar com outros homens, eu teria perdido a cabeça.

O garçom apareceu, e nós nos afastamos.

-O senhor quer um cardápio?

-Não, obrigado. Vegeta sacou a carteira do bolso e estendeu a mão com o cartão de crédito. -Já estamos de saída.

Pegamos um táxi até a casa de Vegeta que ficou segurando minha mão durante todo o trajeto enquanto eu ainda refletia pois minha imaginação tinha me pregado maliciosamente uma peça com a visão de Vegeta saindo do banheiro para encontrar o quarto vazio e a cama repleta de parafernálias sexuais, eu errei e só depois vim começar a me acalmar... e a refletir seriamente sobre o que tinha acontecido.
Será que teria sido uma coincidência Vegeta me convidar para ir a uma academia tão
convenientemente próxima de seu abatedouro sexual?

Lembrei da conversa que tivemos no escritório na hora do almoço, e a dificuldade que ele sentiu para expressar seu desejo de ficar comigo. Ele estava tão confuso e dividido quanto eu, e nessa situação o mais natural seria mesmo recorrer aos hábitos rotineiros. Afinal de contas, eu mesma não tinha acabado de fazer isso, apesar de ter investido tantos anos em terapia para aprender a não me fechar e fugir quando estivesse magoada?

Fiquei mais nervosa do que deveria ao pegar o elevador privativo para a cobertura na Quinta Avenida. O pé direito alto e a arquitetura no estilo anterior à Segunda Guerra Mundial não eram novidade para mim e para ser sincera, era meio que o esperado quando se namora alguém que é dono de quase todos os lugares que frequenta. E quanto à vista para o Central Park... bom, era até óbvia.

Mas o nervosismo de Vegeta era nítido, o que me fez perceber que aquela visita era muito importante para ele. Quando a porta do elevador se abriu diretamente no hall de entrada com revestimento de mármore, ele apertou ainda mais minha mão antes de me soltar.Destrancou a porta dupla da entrada e permitiu meu acesso à sua privacidade. Sua ansiedade era visível enquanto observava minha reação.

O apartamento era lindo como ele. No entanto, era bem diferente de seu escritório, que era ousado e moderno. Sua casa era aconchegante e suntuosa, repleta de antiguidades e obras de arte, com magníficos tapetes Aubusson revestindo pisos reluzentes de madeira nobre.

-É... incrível! Eu disse baixinho, sentindo-me privilegiada por estar ali. Era um vislumbre de um lado de Vegeta que eu ansiava por conhecer, e era belíssimo.

-Entre. Ele me puxou para dentro. -Quero que você durma aqui hoje.

-Não trouxe roupas nem nada...

-Você só vai precisar da sua escova de dente e da bolsa. Podemos passar na sua casa amanhã de manhã e pegar o resto. Prometo que você não vai se atrasar para o trabalho. Ele me abraçou meio incerto e desajeitado e apoiou o queixo no topo da minha cabeça. -Quero muito que você fique, Bulma. Não culpo você por ter saído correndo daquele quarto, mas seu sumiço me deixou eh desesperado. Preciso de mais um tempinho na sua companhia.

-Preciso de um abraço. Enfiei as mãos sob a camiseta dele para sentir a maciez suave de suas costas musculosas. -E um banho também me faria bem.

Ele inspirou profundamente, com o nariz bem próximo dos meus cabelos.

-Adoro sentir meu cheiro em você. Mesmo assim, ele me conduziu por um corredor até seu quarto.

-Uau! Suspirei quando ele acendeu a luz. Uma enorme cama de casal dominava o centro do quarto, feita de madeira escura que parecia ser a de sua preferência e coberta com uma roupa de cama creme. O restante da mobília combinava com a cama, e os detalhes eram
adornados com tons de dourado.

Era um cômodo acolhedor e masculino, sem nenhuma obra de arte nas paredes que concorresse com a vista serena do Central Park e dos imponentes
prédios residenciais do outro lado do parque. Do meu lado de Manhattan.

-O banheiro é aqui.
Enquanto eu me dirigia ao gabinete de pia, que parecia construído a partir de alguma escrivaninha antiga com pés em forma de garra, ele retirou toalhas de um armário e as deixou ali para mim, movendo-se com a sensualidade e confiança que eu tanto admirava.

Vê-lo em sua casa, vestido tão casualmente, foi comovente. E saber que eu era a primeira mulher a entrar ali me emocionou ainda mais. Foi como se, mais do que nunca, ele tivesse se despido para mim!

-Obrigada! Ele me olhou e pareceu entender que eu não estava falando só das toalhas. Seu olhar fez com que uma onda de calor se espalhasse pelo meu corpo.

-É muito bom ter você aqui.

-Não faço ideia de como vim parar aqui com você. Mas estava gostando muito. Muito mesmo.

-E isso importa? Vegeta veio até mim, levantou meu queixo e deu um beijo na ponta do meu nariz. -Vou deixar uma camiseta na cama. Caviar e vodca está bom pra você?

-Ora... é um belo avanço em relação à pizza que comi. Ele sorriu, aquele sorriso unilateral tão lindo,  eu sabia que mesmo com dificuldade ele estava tentando se abrir para mim!
-Caviar tipo ossetra da Petrossian. Retribuí o sorriso.

-Preciso me corrigir. É um tremendo avanço.

Tomei um banho e vesti a camiseta tamanho grande das Indústrias Sayajins que ele havia separado para mim; depois liguei para Chi para avisar que passaria a noite fora e contar meio por alto o que tinha acontecido no hotel. Ela soltou um assovio.

-Não sei nem o que dizer sobre isso.

Chichi Cutelo não saber o que dizer significava muita coisa!

Encontrei Vegeta na sala, e sentamos no chão para comer o badalado caviar com torradinhas e crème fraîche enquanto assistíamos a uma reprise de um seriado policial de TV que tinha uma cena filmada em frente a Sayajin.

-Acho que seria legal ver um prédio meu numa TV como essa. Comentei.

-Até que não é ruim, mas eles fecharam a rua durante horas para as filmagens. Atingi o ombro dele com o meu. 

-Quanta negatividade.

Fomos para a cama às dez e meia e assistimos ao restante do programa deitados juntinhos. A tensão sexual entre nós era palpável, mas ele não tomou nenhuma iniciativa, então fiquei na
minha. Desconfiei que ele queria compensar o incidente ocorrido no hotel. Ele estava tentando provar que gostaria de passar um tempo comigo quando poderíamos estar trepando.

Funcionou. Por mais que eu estivesse a fim, era muito bom ficar ali sem fazer nada.

Ele dormia sem roupa, o que tornava o contato ainda melhor. Joguei uma das pernas por cima dele,abracei sua cintura e apoiei meu rosto sobre seu coração. Nem me lembro do fim do programa, devo ter dormido antes.

Off Bulma.

On Vegeta:

Bulma durmiu lá pelas onze, ela estava muito sexy só com uma camiseta minha que deixava suas pernas torneadas expostas, eu queria mostrar a ela que eu a queria para mim, não só na cama, fiquei feliz que ela coperou.

Peguei sua perna direita e a coloquei melhor em minha cintura de modo que eu poderia observá-la, eu estava feliz dela ter vindo a minha casa, era verdade ela é a primeira mulher com quem dividi uma cama e se eu pudesse manteria ela como a única mas eu sei que ela irá embora, afinal os anjos não se misturam com os demônios! Passei levemente os dedos pelo rosto do meu anjo e me aconcheguei mais perto, o que com minha nudez proporcionava uma experiência única.

Eu agora tinha certeza, estar lá a observando dormir me trazia paz e eu sabia que estava apaixonado por um anjo, o meu anjo!

Relutantemente adormeci, implorando mesmo em vão para que Deus me desse uma noite de paz. Mas como os demônios não ganham clemência, eu não tive sorte.

Off Vegeta.

On Bulma:

Quando acordei o quarto ainda estava escuro, e rolei para o lado da cama. Sentei para consegui olhar para o relógio digital no criado-mudo e vi que ainda eram três da manhã.

Eu costumava dormir a noite toda, o que me fez concluir que era o ambiente desconhecido que estava atrapalhando meu sono. Apenas quando Vegeta gemeu e começou a se mexer, inquieto, que descobri o que me havia feito despertar. Seu gemido era de dor, seguido por um
sussurro atormentado.

-Não encoste em mim! Ele disparou asperamente. -Tire essas mãos de cima de mim!

Fiquei paralisada, com o coração disparado. Suas palavras atravessavam a escuridão e o silêncio da noite, carregadas de fúria.

-Você não vale nada. Ele se sentou, chutando as cobertas. Suas pernas se encolheram e ele soltou um gemido que me pareceu perversamente erótico. -Não. Ai..Está doendo.

Ele se enrijeceu,contorcendo o corpo inteiro. Eu não aguentava mais ver aquilo.

-Vegeta. Como Chichi tinha pesadelos de tempos em tempos, eu sabia que não deveria tocar em uma pessoa nessa situação, e ainda mais se estás pessoas praticarem lutas como Chi e com certeza Vegeta. Então em vez disso, ajoelhei-me na cama e disse seu nome em voz alta. -Vegeta acorde.

Despertando de repente, ele desabou para trás, tenso e defensivo. Seu peito oscilava com a
respiração ofegante. Ele estava tendo uma ereção.
Falei num tom de voz firme, apesar de estar com o coração partido.

-Vegeta. Você está sonhando.Acorde e fique comigo. Ele se soltou sobre o colchão.

-Bulma...?

Off Bulma.

On Vegeta:

Eu estava confuso e dolorido, eu não respirava bem mas mesmo grogue eu ouvi uma voz doce, calma até angelical me chamar era a voz do meu anjo o que significava que ela tinha visto algo, ela poderia estar machucada então me forçando grudei em sua voz e tentei me puxar para a superfície antes dela ir embora, por que ela iria! Eu estava tentando mas a voz sussurada do meu demônio me puxava para baixo, eu não conseguia abrir os olhos e ver ela.

-Estou aqui!  Vegeta está acordado? Eu a ouvia mas não queria lhe responder, não conseguia.

Apertei com força o lençol, ela não poderia estar aqui! Até que senti suas mãos percorrem meus braços mas as mãos e os toques dele ainda não se dissiparam.

-Vegeta! Ouvi mais alto e tive um sobressalto.

-Quê? O que foi? Ela se sentou sobre os calcanhares e me olhou curiousa, até... Preocupada! Passei as mãos nervoso e frustrado pelo meu cabelo, eu estava rígido, ela tinha visto porquê não estava assustada?

-O que foi? Perguntei bruscamente precisava saber algo dela, me apoiei em um dos cotovelos. -Está tudo bem?

-Quero você. Ela falou baixinho, com gentileza e se deitou ao meu lado, estendendo seu corpo nu ao meu.

Ela precionou o rosto contra meu pescoço úmido de suor, lambendo suavemente minha pele, com certa reverência como nenhuma mulher me tratou antes, eu nunca soube que precisava disso mais sim eu precisava! Eu poderia ser acordado assim todos os dias...

A envolvi em meus braços percorrendo com a mão a curvatura da sua coluna. Eu tentava esquecer o outro toque, joguei as lembranças longe me permitindo relaxar com um suspiro. Ela suavemente me empurrou para trás e montou sobre mim me beijando sem pressa.

Quando minha ereção se fez presente entrando em contato com a sua boceta eu segurei o cabelo azul para controlar o beijo, mas como ela queria me matar começou a esfregar a bocetinha no meu pau, soltei um gemido áspero e desejoso, inverti as posições, eu só tinha um problema.

-Não tenho camisinha aqui em casa. Murmurei antes de envolver um dos seus mamilos rosados com os lábios e sugá-lo calmamente, sem deixar marcas.

Ela devia estar gostando do fato de eu desprevenido, minha casa era meu santuário e ela era a primeira a estar ali eu queria que ela entendesse isso. Mas era perigoso, gravidez não era algo em pauta!

-Sei que você falou em apresentar exames quando falamos sobre a pílula e que isso é o mais certo a fazer, mas...

-Eu confio em você. Ergui a cabeça e a olhei sob a luz pálida da lua, seus olhos eram verdadeiros e eu sentia que podia confiar nela, no meu anjo. Com cuidado abri suas pernas com os joelhos e a penetrei, sentindo sua umidade e maciez e meu Deus!

-Bulma! Eu suspirava e tentava trazê-la para mais perto de modo que seus mamilos roçaram com minha pele me fazendo estremecer mas não era nada comparado a sensação do meu pau sendo flexionado contra aquela pele quentinha. -Eu nunca... Meu Deus, como você é gostosa. Estou muito feliz por você estar aqui.

Eu queria lhe falar que eu nunca transei sem camisinha, que ela era a primeira e única a qual eu dei um voto de confiança, tal confiança que eu não tinha nem com meu primo Goku! Bulma me puxou para mais perto, sugando meu lábio inferior e depois me beijando com suavidade.

-Eu também.

Quando finalmente alcançamos o ápice sem pressa ela praticamente desmaiou ao meu lado, me desejando boa noite e se aconchegando no meu peito, lhe dei um beijo na testa mas não dormi, refletia nosso momento que foi suave, foi único, foi sim amor eu não transei com Bulma, eu fiz amor com ela! E isso me deixava confuso eu sempre soube a diferença mas eu não era um homem para isso eu era um fodedor, mas o demônio adorou o corpo do anjo, expressei minha felicidade e fui cuidadoso com ela, fui mais que um fodedor de anjo, fui um adorador pela primeira vez na vida! Eu estava mesmo confuso, sim eu sabia que estava apaixonado mas era mesmo possível?! Eu amar?! Eu tinha esse direito como demônio?!

As perguntas não saiam de minha mente mas a exaustão me pegou e eu acabei dormindo, dessa vez sem pesadelos e não graças a Deus mas sim graças ao meu anjo que de alguma forma acalmou minha alma.

Off Vegeta.

On Bulma:

Acordei da mesma forma que tinha dormido, com Vegeta sobre mim, dentro de mim. Seu olhar estava carregado de prazer quando despertei com aquele momento delicioso. Com os cabelos sobre o rosto, ele parecia ainda mais sexy por estar despenteado.

Mas, o melhor de tudo, não havia nada de obscuro em seus lindos olhos, nem uma sombra da ameaça que tinha pairado sobre seus sonhos.

-Espero que não se incomode... Ele murmurou com um sorriso malicioso enquanto entrava e saía de mim. -Você estava quentinha e molhada. Não pude evitar.

Abracei sua cabeça e arqueei as costas, pressionando meus seios contra seu peito. Através das janelas encimadas por arcadas, vi a luz do amanhecer começar a preencher o céu.

-Humm... Eu adoraria acordar todos os dias deste jeito.

-Foi isso o que eu pensei às três da manhã. Ele mexeu os quadris e entrou ainda mais profundamente em mim. -Pensei em retribuir o favor.

Meu corpo inteiro renasceu, minha pulsação acelerou.

-Sim, por favor.

Chi não estava mais lá quando cheguei em casa; ela havia deixado um bilhete avisando que tinha conseguido uma entrevista de emprego, mas que voltaria a tempo para a pizza com Goku, esse homem estava fazendo bem a Chichi, como e com o que ela iria trabalhar?! Como minha experiência
com pizza na noite anterior não tinha sido muito boa, eu estava disposta a tentar de novo, dessa vez em uma ocasião descontraída.

-Tenho um jantar de negócios hoje à noite. Disse Vegeta lendo por cima do meu ombro. -Queria que você fosse, para tornar a coisa mais...suportável.

-Não posso dar o cano em Chi. Eu disse, já me desculpando antes de me virar para ele. -As amigas vêm em primeiro lugar, você sabe como é.

Ele revirou os olhos e me cercou pondo com as mãos no balcão. Estava usando o terno que eu havia
escolhido, um Prada grafite levemente brilhante. A gravata era de um tom de azul que combinava com meus olhos, essa ele escolheu enquanto eu estava deitada na cama observando enquanto ele se vestia, tive que lutar contra a vontade de arrancar tudo aquilo.

-Chichi é mais que uma amiga sua. Mas entendi o que você quis dizer. Quero ficar com você hoje à noite. Posso vir depois do jantar e dormir aqui? Senti uma onda de calor percorrer meu corpo.

Passei minhas mãos pelo colete dele, sentindo
me como uma portadora de um segredo especial por saber exatamente como ele era por baixo das roupas.

-Eu adoraria que você viesse.

-Ótimo. Ele acenou com a cabeça, satisfeito. -Vou fazer um café enquanto você se troca.

-Os grãos estão no freezer, e o moedor, do lado da cafeteira. E eu gosto de bastante leite e só um pouquinho de adoçante.

Vinte minutos depois, quando saí do quarto, Vegeta encheu duas canecas de café para viagem e descemos para o saguão. Paul nos escoltou da porta da frente do prédio à porta traseira de um Bentley.

Enquanto o motorista arrancava com o carro, Vegeta me olhou dos pés à cabeça e falou:

-Você está mesmo querendo me matar. Está usando cinta-liga de novo? Puxei a barra da saia e mostrei as meias de seda preta presas à cinta-liga de renda preta.

Ele soltou um palavrão abafado que me fez rir. Eu havia escolhido uma blusa de seda de manga curta e gola rulê, combinada com uma saia vermelha razoavelmente curta, na medida do possível e sapatos Mary Jane de salto alto. Como Chi não estava por lá para me fazer um penteado mais elaborado, prendi os cabelos em um rabo de cavalo.

-Gostou?

-Estou de pau duro. Sua voz estava rouca e ele se ajustou dentro da calça. -Como é que vou conseguir trabalhar pensando em você vestida desse jeito?

-Temos sempre a hora do almoço. Sugeri, já fantasiando uma rapidinha no sofá do escritório dele.

-Tenho um almoço de negócios hoje. Eu poderia remarcar, se já não tivesse feito isso ontem.

-Você remarcou um compromisso por minha causa? Que honra. Ele se inclinou e acariciou meu rosto com os dedos, um gesto de carinho que estava se tornando habitual e cada vez mais íntimo. Eu estava prestes a me tornar dependente desse tipo de toque. Inclinei meu rosto sobre a palma da mão dele.

-Você consegue reservar quinze minutos do seu dia pra mim?

-Dou um jeito!

-Ligue pra avisar quando puder. Respirando bem fundo, revirei minha bolsa e apanhei um presente que eu não sabia ao certo se ele ia gostar, mas o fato é que a lembrança daquele pesadelo não me saía da cabeça. Eu esperava que aquilo o fizesse lembrar do nosso sexo na madrugada e o ajudasse a lidar com
seu sonho traumático.

-Eu trouxe uma coisa. Achei que... De repente, arrependi-me. Ele franziu a testa.

-O que foi?

-Nada. É que... Eu suspirei de tensão. -Então, eu trouxe uma coisa pra você, mas acabei de me dar conta que é o tipo de presente que... não é bem um presente. Agora estou pensando que talvez não tenha nada a ver e... Ele estendeu a mão.

-Dê aqui.

-Você não precisa ficar com ele se não quiser...

-Pare de falar, Bulma. Ele fez um movimento com os dedos. -Dê aqui. Agora!

Tirei o objeto da minha bolsa e entreguei na mão dele. Vegeta olhou em silêncio para a fotografia emoldurada. Era um porta-retratos moderno com recortes de imagens relacionadas a formaturas, que incluía um relógio digital marcando três da manhã. A fotografia era minha, posando de biquíni em Coronado Beach com um chapelão de palha na cabeça eu estava bronzeada, feliz, mandando um beijo para Chi, que estava se fingindo de fotógrafa de moda, passando-me instruções ridículas. Arrasou, gata. Agora brilha. Mostra esse corpão. Agora quero ver a tigresa... rawr...

Envergonhada, eu me contorci no assento.

-Como eu disse antes, você não precisa ficar com ela se...

-Eu... Ele limpou a garganta. -Obrigado, Bulma.

-Ah, tudo bem... Fiquei feliz ao ver a Sayajin pela janela. Saltei assim que o motorista estacionou e passei as mãos pela saia, envergonhada. -Se quiser, posso ficar com ela e entregar para você outra hora.

Vegeta fechou a porta do Bentley e sacudiu a cabeça.

-Ela é minha. Você não vai pegar de volta! Ele pegou minha mão, entrelaçando meus dedos com os dele, e me mostrou o caminho da porta giratória segurando o porta-retratos. Fiquei contente de ver que ele ia entrar no escritório com minha foto nas mãos.

Uma das coisas mais divertidas no mundo das relações públicas é que um dia de trabalho nunca é igual ao anterior. Eu tive uma manhã corridíssima e quando parei para pensar no que ia fazer na hora do almoço, o telefone tocou.

-Escritório de Kuririn Madami Bulma Briefs falando.

-Tenho uma novidade! Chi disparou em vez de dizer alô.

-Qual? Senti pela voz dela que a notícia era boa.

-Estou na campanha da Grey Isles.

-Ai, meu Deus! Chi isso é demais! Adoro os saltos deles!

-O que você vai fazer na hora do almoço? Abri um sorriso.

-Comemorar com você. Consegue chegar aqui ao meio-dia?

-Já estou a caminho, gata.
Desliguei o telefone e me recostei na cadeira, tão empolgada por causa de Chi que senti vontade de sair dançando pelo prédio, finalmente ela poderia tomar um rumo nessa vida.

Para matar o tempo durante os quinze minutos que faltavam para meu horário de almoço, abri o e-mail e vi o alerta do Google sobre novas entradas no mecanismo de busca com o nome de Vegeta. Mais de trinta novas citações ao seu nome em apenas um dia.

Abri o e-mail e surtei diante das várias manchetes fazendo menção a uma tal mulher misteriosa. Cliquei no primeiro link que apareceu e fui direcionada a um blog de fofoca.

Lá, em cores vivas, havia uma foto de Vegeta me beijando enlouquecidamente na calçada diante da academia. O artigo que acompanhava a imagem era breve e ia direto ao ponto:
 
*Vegeta Sayajin o solteirão mais cobiçado de Nova York desde John Kennedy Jr. foi visto ontem em uma manifestação pública de afeto. Uma fonte de dentro das Indústrias Sayajins identificou a sortuda mulher misteriosa como sendo a socialite Bulma Briefs, filha do
multimilionário Arash Briefs e de sua esposa Megumi. Quando questionada a respeito da natureza da relação entre Sayajin e Briefs, a fonte confirmou que ela é a mulher mais importante da vida do magnata no momento. Somos capazes até de ouvir os coraçõezinhos se partindo por todo o país nesta manhã.*

-Droga...! Suspirei.

Off Bulma.


Notas Finais


Boommm primeiro gente eu queria dizer que este Vegeta carinhoso é só para a Bulma! Ele sabe muito bem que tende cuidar e tratá-la bem pois ele como vcs viram está de quatro o Vegeta cuida do que é dele senão não teria chegado onde está, então dêem suas opniões sobre isso! E agora?! A imprensa já caiu matando!
Obrigado a quem leu, vejo vocês no próximo amores!! 😘😘😘😘😍


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