História Crossfire - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


SURPRESA!! att dupla hoje?? que tal? Vou viajar hj e não vai da pra atualizar amanhã então vou fazer esse esforço pra vcs,vou soltar os dois agora então, segura a marimba!

Capítulo 16 - Hotel


Fanfic / Fanfiction Crossfire - Capítulo 16 - Hotel

Lauren deu uma risada ao tirar os tênis com os pés e arrancar a regata junto ao top. Meu Deus... a visão do corpo dela daquela maneira — por inteiro, depois que sua short e sua cueca foi ao chão — era de derreter os neurônios. Não havia o mínimo excesso em parte nenhuma, apenas massas compactas de músculos. Ela tinha barriga de tanquinho, Ela era a encarnação de tudo o que eu cobiçava, fantasiava e desejava.

“Acho que morri e fui pro céu”, falei, olhando embasbacada. “Você ainda está vestida.” Ela atacou minha roupa, arrancando meu top antes que eu pudesse respirar. Minha calça foi abaixada com força, e eu tirei os tênis com tanta pressa que perdi o equilíbrio e caí na cama. Mal havia recuperado o fôlego e ela já estava em cima de mim. Rolamos engalfinhadas na cama. Em todo lugar que ela me tocava, deixava um rastro de calor. O cheiro límpido da sua pele depois da malhação era um afrodisíaco intoxicante por si só, incitando meu desejo por ela até as raias da loucura. “Você é tão linda, Camila.” Ela apertou um dos meus seios antes de abocanhar o mamilo. Soltei um gemido alto ao sentir a onda de calor e o toque de sua língua, derretendo a cada movimento leve de sucção.

Minhas mãos percorriam avidamente sua pele úmida, apalpando e apertando, procurando pelas partes que a fariam urrar e gemer. Entrelacei minhas pernas na dela e tentei fazê-la rolar para que eu ficasse por cima, mas ela era pesada e forte demais. Ela levantou a cabeça e sorriu para mim. “Agora é a minha vez.” O que eu senti naquele momento, vendo seu sorriso e o afeto nos seus olhos, foi quase doloroso de tão intenso. Rápido demais, eu pensei. Estava me deixando envolver rápido demais. “Laur...” Ela me deu um beijo profundo, passando a língua pela minha boca bem à sua maneira. Imaginei que ela seria capaz de me fazer gozar apenas me beijando, caso aquilo continuasse por mais tempo. Tudo nela me deixava com tesão, desde sua aparência e o toque do seu corpo sob minhas mãos até o modo como ela me olhava e encostava em mim. Sua avidez e os sinais silenciosos que ela emitia em seu desejo de possuir meu corpo, a impetuosidade com que ela me dava prazer e extraía de mim seu prazer, tudo isso me deixava nas nuvens. Percorri com as mãos seus cabeços sedosos. Seus seios roçavam em meus mamilos endurecidos, e o toque do seu corpo rígido era mais que suficiente para me deixar molhada e louca para dar. “Adoro seu corpo”, ela sussurrou, passeando com sua boca do meu rosto para a minha garganta. Sua mão acariciava meu corpo, alternando-se entre os seios e os quadris. “Não me canso de admirá-lo.”

“Você ainda não desfrutou dele o bastante”, provoquei. “Acho que nunca vou me fartar dele.” Mordendo e lambendo meu ombro, ela foi um pouquinho mais para baixo e agarrou um dos meus mamilos com os dentes. Ela o apertou, e a leve pontada de dor me fez arquear as costas e gemer alto. Ela compensou a mordida com uma leve sucção, depois foi abrindo caminho aos beijos mais para baixo. “Nunca senti tanto desejo na minha vida.” “Então me fode.” “Ainda não”, ela murmurou, indo mais para baixo, circundando meu umbigo com a ponta da língua. “Você não está pronta.” “Quê? Meu Deus... não dá pra ficar mais pronta que isso.” Eu puxei seus cabelos, numa tentativa de trazê-la de volta para cima. Lauren agarrou meus pulsos e os apertou contra o colchão. “Você tem uma bocetinha apertadinha, Camila. Se não estiver totalmente molhada e relaxada, vou machucar você.” Um violento tremor de excitação atravessou meu corpo. Lauren me deixava louca de tesão quando falava daquele jeito. Ela voltou a deslizar lá para baixo, e eu fiquei toda tensa. “Não, Lauren. Nem tomei banho.” Ela enfiou o rosto entre as minhas pernas, e eu me contorci contra seu toque, repentinamente vermelha de vergonha enquanto ela mordia de leve minhas coxas.

 “Não. Por favor. Você não precisa fazer isso.” Seu olhar paralisou meus movimentos frenéticos. “Você acha que meu desejo pelo seu corpo é diferente do seu pelo meu?”, ela perguntou asperamente. “Eu quero você, Camila.” Passei a língua pelos meus lábios ressecados, tão excitada por sua volúpia animalesca que não consegui dizer uma única palavra. Ela soltou um gemido suave e mergulhou de cabeça na umidade do meio das minhas pernas. Sua língua abriu caminho para dentro de mim, lambendo e separando os tecidos sensíveis.

Meus quadris se remexiam sem parar, meu corpo implorava silenciosamente por mais. A sensação era tão boa que tive vontade de chorar. “Ah, Camila. Penso na minha boca na sua boceta desde a primeira vez que vi você.” O toque aveludado de sua língua chacoalhava meu clitóris excitado, e eu enterrei minha cabeça no travesseiro. “Isso. Assim mesmo. Me faz gozar.” Foi o que ela fez, alternando entre leves sucções e lambidas com a língua enrijecida. Tremi toda quando o orgasmo invadiu meu corpo, sentindo espasmos violentos, com os membros fora de controle. Sua língua entrava no meu sexo em meio às minhas convulsões, gemendo ao ritmo daquela penetração rasa, tentando entrar ainda mais fundo. Seus gemidos reverberavam na minha pele sensível, prolongando ainda mais o clímax. Lágrimas caíram dos meus olhos e escorreram pelas têmporas. O prazer físico destruiu todas as barreiras que mantinham meus sentimentos sob controle.

E Lauren não parava. Continuava a circundar com a língua a trêmula porta de entrada para meu corpo, lambendo meu clitóris super estimulado até que eu esquentasse novamente. Dois dedos seus entraram em mim, curvados e inquietos. Eu estava tão sensível que me contorci diante da nova investida. Quando ela avançou sobre meu clitóris com um movimento contínuo e ritmado, eu gozei de novo, soltando gritos e gemidos roucos. Depois disso ele enfiou três dedos em mim, remexendo-os e me abrindo inteirinha. “Não.” Sacudi a cabeça de um lado para o outro, sentindo cada canto do meu corpo queimar. “Já chega.” “Mais uma vez”, ela insistiu, ofegante. “Mais uma vez e depois eu te como.” “Eu não aguento...” “Aguenta, sim.” Ela soprou um jato de ar frio sobre minha pele molhada, o que reacendeu minhas terminações nervosas. “Adoro ver você gozar, Camila. Adoro ouvir seus gemidos, sentir seu corpo se contorcer...” Ela massageou um ponto sensível dentro de mim, e um orgasmo me invadiu na forma de uma lenta e morna onda de prazer, não menos devastadora por não ser tão violenta como nas duas vezes anteriores. O peso e o calor de seu corpo se afastaram de mim.

 Em um ponto distante da minha mente entorpecida, registrei o ruído de uma gaveta se abrindo, seguido pelo som de uma embalagem sendo rasgada. O colchão afundou no seu retorno, com suas mãos me puxando para o centro da cama. Ela se deitou sobre mim, prendendo-me, cercando-me com seus antebraços e os apertando contra mim, capturando-me. Meus olhos estavam vidrados em seu rosto bonito e suado. Suas feições estavam tensas de luxúria, a pele bem esticada sobre a mandíbula e as maçãs do rosto. Seus olhos escuros estavam bem dilatados, e eu sabia que estava vendo o rosto de uma mulher que já havia perdido o controle sobre si mesma. Gostei do fato de ela ter feito tudo aquilo por mim, de ter me dado tanto prazer e me preparado para o que parecia ser uma jornada inesquecível. Minhas mãos agarraram os lençóis, e a ansiedade só crescia.

Ela tinha me feito gozar, de novo e de novo. Agora seria a vez dela. “Me fode”, eu ordenei, incitando-o com os olhos. “Camila.” Ela disse meu nome ao entrar em mim, enfiando até bater com as bolas em mim, em uma estocada furiosa. Fiquei sem fôlego. Ela era grande, dura como pedra, e tinha entrado bem fundo. A ligação entre nós era absurdamente intensa. Emocional. Mental. Eu nunca tinha me sentido tão completamente... entregue. Possuída. Eu jamais poderia imaginar que suportaria a ideia de ser imobilizada durante o sexo, não com meu histórico, mas o domínio total de Lauren sobre meu corpo fez meu desejo chegar a níveis inimagináveis. Nunca tinha sentido tanto tesão na minha vida, o que parecia impossível depois de tudo o que já havia experimentado com ela. Eu a apertei toda, deliciando-me com a sensação dela dentro de mim, preenchendo-me.

 Seus quadris investiram contra mim, como se dissessem: Está sentindo? Estou dentro de você. Você é minha. Seu corpo inteiro enrijeceu. Seus músculos se distenderam por completo enquanto ela tirava quase tudo. A contração do seu abdome foi o único aviso que eu pude notar antes que ela voltasse a entrar com tudo. Toda dura. Dei um grito, e o peito dela ressoou com um grunhido grave e primitivo. “Nossa... Você é muito gostosa.” Apertando-me mais forte, ela começou a me foder com força, fazendo meus quadris afundarem no colchão com estocadas violentas e ferozes. Uma onda de prazer percorreu meu corpo de novo, intensificando-se a cada investida do corpo dela contra o meu. Assim, eu pensei. Era bem assim que eu queria você. Lauren enterrou a cabeça no meu pescoço e me prendeu com força onde eu estava, metendo mais forte e mais rápido, murmurando safadezas com uma voz ofegante, fazendo-me enlouquecer de desejo. “Meu pau nunca ficou tão duro. Entro tão fundo em você...” Pensei que seria a vez dela, mas Lauren ainda estava pensando em mim, preocupado comigo, remexendo os quadris para levar prazer ao meu ventre em ebulição.

Soltei um breve e inevitável som de desejo, e sua boca logo chegou até mim. Eu estava desesperada por ela, minhas unhas se encravaram em seus quadris em movimento, lutando contra a necessidade torturante de sentir as investidas furiosas do seu pau enorme. Estávamos pingando de suor, com a pele fervendo e colados um ao outro, ofegantes, lutando para controlar a respiração. Quando um orgasmo se formou como uma tempestade dentro de mim, todo o meu corpo se enrijeceu e se contorceu. Ela soltou um palavrão e posicionou uma das mãos sob o meu quadril, levantando minha bunda na direção das suas estocadas para fazer com que seu pau entrasse mais fundo e chegasse ao lugar que ansiava por ela. “Goze, Camila”, ela ordenou com um tom áspero. “Agora.” Cheguei ao clímax com uma intensidade que me fez sussurrar seu nome, uma sensação amplificada pela maneira como ela havia dominado meu corpo. Ela jogou a cabeça para trás, estremecendo. “Ah!” Lauren me agarrou com tanta força que eu mal conseguia respirar, enquanto seus quadris continuavam seu movimento incessante, fazendo com que ela entrasse e saísse de mim em toda a sua extensão. Não faço ideia de quanto tempo permanecemos assim, deitadas, com nossas bocas passeando por ombros e pescoço até enfim nos acalmarmos. Meu corpo inteiro tremia e pulsava. “Uau”, consegui dizer finalmente. “Você acaba comigo”, ela murmurou com a boca encostada no meu queixo. “Vamos acabar morrendo de tanto trepar.” “Ei, eu não fiz nada dessa vez.” Ela tinha assumido totalmente o controle, e não havia nada mais sexy que isso. “Você estava aí deitada, respirando. Isso já basta.”

Dei risada e a abracei. Ela ergueu a cabeça e esfregou o rosto dela no meu. “Vamos comer alguma coisa, e depois começamos tudo de novo.” Ergui as sobrancelhas. “Você consegue fazer tudo isso de novo?” “A noite inteira.” Ela saiu de cima de mim, e pude sentir que ainda estava um pouco ereto. “Você é uma máquina”, eu disse. “Ou então alguma deusa.” “A culpa é sua.” Com um beijo suave e carinhoso, Lauren se afastou de mim, tirou a camisinha, enrolou em um lenço de papel que encontrou no criado-mudo e jogou na lixeira ao lado da cama. “Vamos tomar banho e pedir alguma coisa do restaurante lá de baixo. A não ser que você queira descer.” “Acho que nem consigo andar.” O brilho do sorriso dela fez meu coração parar de bater por um instante. “Ainda bem que não sou a única.” “Você parece estar muito bem.” “Eu me sinto ótima.” Ela sentou na lateral da cama e afastou com a mão os cabelos grudados na minha testa. Seu rosto tinha uma expressão tranquila, e seu sorriso transmitia um afeto apaziguador. Imaginei ter visto algo mais em seus olhos, e só de pensar nisso senti um nó na garganta. Fiquei com medo. “Venha tomar banho comigo”, ela pediu, acariciando meu braço. “Me dê um minutinho para me recompor. Eu já vou.” “Certo.” Ela foi para o banheiro, proporcionando-me uma visão em primeira mão de suas costas e seu traseiro impecável. Suspirei de admiração feminina diante daquela beleza. No chuveiro, a água começou a correr. Consegui sentar e deslizar as pernas para fora da cama, sentindo-me deliciosamente trêmula. Espichei os olhos para a gaveta um pouco aberta do criado-mudo e vi umas camisinhas lá dentro. Senti meu estômago embrulhar. Aquele hotel era sofisticado demais para oferecer camisinhas junto com a habitual Bíblia no criado-mudo. Com a mão ligeiramente vacilante, abri a gaveta por completo e encontrei uma quantidade razoável de apetrechos sexuais, incluindo um frasco de lubrificante e gel espermicida. Meu coração disparou mais uma vez. Na minha cabeça, retracei nossa jornada luxuriosa até o hotel. Lauren não havia nem perguntado qual quarto estava disponível. Fosse aquela uma chave-mestra ou não, ela não precisou se perguntar quais quartos estavam ocupados antes de escolher um... devia saber de antemão que não teria ninguém naquele quarto. Obviamente, era o quarto dela — um abatedouro equipado com tudo de que Lauren precisava para se divertir com as mulheres que usava com esse propósito. Enquanto eu caminhava até o armário, ouvi a porta de vidro do box se abrir e depois se fechar de novo. Peguei os puxadores das portas de correr do armário e as afastei. Havia uma pequena seleção de roupas penduradas nos cabides, camisas e calças sociais e também shorts e calças jeans. Senti meu corpo gelar e o sentimento de exaltação do orgasmo dar lugar a um sofrimento enojado. Nas gavetas do lado direito havia camisetas, cuecas e meias. Na primeira da esquerda, brinquedos eróticos ainda na embalagem. Nem abri as últimas gavetas. Já tinha visto o bastante.

Vesti depressa a calça e roubei uma das camisetas de Lauren. Enquanto me trocava, minha mente repassava a rotina que eu havia aprendido na terapia: Ponha tudo para fora. Explique ao seu parceiro qual foi o gatilho do seu sentimento negativo. Enfrente esse gatilho e tente superá-lo. Se eu não estivesse tão abalada pela profundidade de meus sentimentos por Lauren, talvez eu conseguisse fazer tudo isso. Se não tivéssemos acabado de fazer um sexo inesquecível, talvez eu não me sentisse tão exposta e vulnerável. Isso eu jamais saberia. Estava me sentindo um pouco suja, um pouco usada, e estava muito, muito magoada. Ao me dar conta disso, com uma intensidade atordoante, senti uma necessidade infantil de magoá-la também.

Passei as mãos nas camisinhas, no lubrificante e nos brinquedinhos eróticos e joguei tudo na cama. Quando ela me chamou com um tom de voz divertido e provocador, peguei minha mochila e fui embora.


Notas Finais


Já volto com o outro vou revisar e já posto...
VLW FLW


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