História Crossfire (Hiatus) - Capítulo 1


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Exibições 159
Palavras 1.652
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


AVISOS IMPORTANTES:

• A personagem principal é interpretada pela Bonnie Wright. O prólogo é mais monótono, porque eu preciso explicar os fatos. Mas, essa será a minha primeira fanfic policial envolvendo ação. :)

• Essa fanfic faz parte do projeto para saber qual fanfic minha vocês querem ler primeiro. Estou postando apenas o prólogo e através das reações de vocês, continuarei a atualizar a fanfic escolhida quando NR e TAUS (outras fanfics minhas em andamento) acabarem.

• Por isso, saber a opinião de vocês é importante. Darei prioridade para a fanfic que as leitoras mais gostarem e deixarei as outras na fila de espera.

• Para manifestar sua opinião, vale tudo: Favoritar a fanfic, comentários, fale comigo no twitter (@anneirwin_) ou no whatsapp. Tenho um grupo para leitores das minhas fanfics e se você tem interesse em entrar, me mande seu número e o código da cidade que eu te adiciono.

• Para esclarecimentos sobre o meu método de atualização e essas votações, deixarei o Jornal onde expliquei tudo nas notas finais.

• Outros prólogos que estão incluídos na votação estarão elencados nesse mesmo jornal, caso você queira dar uma olhada nas outras opções de fanfics.

• Estou postando uma fanfic do Zayn Malik e uma do Luke Hemmings, se você tem interesse em acompanhar, deixarei os links das notas finais.


• Contato para falar das fanfics @anneirwin_
• Siga-me no instagram para acompanhar mais coisas que eu escrevo e minha rotina @avidaemteoria

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Crossfire (Hiatus) - Capítulo 1 - Prólogo

Los Angeles, 12 de julho de 2017.

Justin Drew Bieber, 23 anos, nascido em 1º de março de 1994, em London, Canadá. Estatura média: 1,75m.

Acusado formalmente: Denúncia devidamente realizada pela Procuradoria do Estado da Califórnia.

Tipo penal: Posse ilegal de drogas. Possível tráfico. Quantidade desarrazoada. Dez quilos de maconha no porta-malas de seu carro, quando dirigia às 9h da manhã no dia 10 de julho de 2017.

Preso em flagrante.

Primeira audiência: Pedido de fiança.

Eu digitava rapidamente minhas anotações no notebook. Ser estagiaria da Procuradoria do Estado da Califórnia era um serviço pesado e exigente. Mas, se eu quisesse ser alguém na vida algum dia, como meu pai dizia, “seria necessário trabalhar como escrava de outros antes de escravizar”.

Os ensinamentos do meu pai eram sempre os piores, mas é exatamente isso que se aprende quando se é criada por um senhor autoritário e que só pensa no dinheiro. Meu pai é Juiz da Suprema Corte e sua única filha tinha que seguir o mesmo caminho obrigatoriamente. Então, na minha vida inteira, nunca cheguei a cogitar qualquer outro futuro para mim: Eu estaria presa ao Direito para o resto da minha vida.

É claro que meu pai preferia ter tido um filho homem para seguir seus passos, mas Adam, meu irmão mais novo, se mostrou uma “anomalia” para ele e foi deserdado. Acontece que Adam era gay. Desde pequeno, ele roubava as minhas roupas para usá-las e penteava o cabelo das minhas bonecas. Todos sabíamos o que estava por vir, mas eu, particularmente, nunca vi problema nisso. Adam era sensível e doce, mas meu pai não conseguiria aceitar sua orientação sexual.

Na adolescência, meu irmão e eu sofremos muito. Adam apanhava do nosso pai regularmente e sem motivo aparente, e, muitas vezes, eu apanhava também só por tentar defende-lo. O problema é que na escola era ainda pior. Adam não tinha sossego com os coleguinhas maldosos que começaram a notar que ele era diferente dos demais. Eu queria protegê-lo com todas as minhas forças, mas ainda assim, nunca conseguiria protegê-lo da crueldade do mundo.

Foi assim que quando meu irmão, aos 16 anos, na comemoração do meu aniversário de 18 anos, saiu de casa após uma briga terrível com meu pai. Após trazer um amigo para a minha festa, meu pai pensou que o tal “amigo” era mais do que isso e espancou os dois sem dó. Adam saiu de casa, o amigo nunca mais foi visto e meu pai se livrou de qualquer acusação por agressão física da mesma maneira que sempre fazia: silenciosamente e sem destruir sua carreira brilhante.

Eu fiquei e observei minha mãe chorar todo dia pela falta do meu irmão. No entanto, eu tinha tanta raiva e sempre achei que ela mereceu cada dia de choro. Ela nunca levantou um dedo para nos proteger das atrocidades de nosso pai, portanto não tinha o direito de sentir falta do meu irmão quando ele se foi.

Eu ainda mantinha contato com Adam, mas meus pais não poderiam nem sonhar que eu sabia onde ele estava.

Bom, é assim que a história volta para mim, Charlotte Madson, a garota prodígio na faculdade de Direito, filha do grande Adam Madson I, Juiz da Suprema Corte. Estagiaria da Procuradoria do Estado da Califórnia, usando sempre as mesmas camisas sociais e saias até o joelho. Eu tinha a minha vida inteira planejada pelo meu pai e nunca sairia dos eixos. Era isso que eu também planejava para a minha vida até conhecer Justin Bieber.

Da mesma forma que ele entrou na Corte, aquele dia, para a audiência preliminar de fiança, ele entrou na minha vida. O rebuliço foi feito por todos. Máquinas fotográficas brilhavam com flashes por todos os lados. As pessoas olhavam curiosas e faziam comentários maldosos. Todos sabiam exatamente quem ele era.

Justin era considerado o jovem mais famoso, mais bem sucedido e mais rico mundialmente. Pense em qualquer recorde de vendas, com certeza, Justin o quebrou. Ele estava implacável, no auge da sua carreira, com apenas 23 anos.

O problema é que todos conheciam a fama de Justin. Músico nato, mas com um dom ainda mais brilhante para problemas. Reincidente, já tinha sido preso anteriormente por agredir paparazzis e dirigir embriagado, fazendo racha. Mas, isso foi há muitos anos atrás. Fazia tanto tempo que Justin não aprontava que todos começaram a pensar que ele tinha amadurecido de verdade. E isso ajudou a sua carreira a decolar ainda mais, se é que isso era possível.

No entanto, tudo veio abaixo quando flagraram o garoto com dez quilos de maconha no porta-malas do carro. Maconha era liberada para consumo medicinal no Estado da Califórnia, mas para isso você tinha que ter uma receita médica e o limite para porte era de cinco gramas. Justin excedia todos os limites, porque não tinha receita e a quantidade era suficiente para ser considerada tráfico.

Talvez, se ele admitisse a posse e dissesse que era para uso próprio, ele passasse impune novamente. Um garoto rico poderia comprar aquela quantidade de maconha para si, pagar algumas autoridades e colocariam seu processo no final da pilha, esquecido. No entanto, o que mais me intrigava naquele processo é que ele não admitia sua culpa. Em todo o interrogatório, ele jurava que aquela maconha não era dele e que ele não fazia a mínima ideia de como tinha ido parar ali. Seu advogado o aconselhava a assumir que era sua para sair impune, mas Justin negava firmemente. Ele enfrentaria o processo de qualquer jeito, mas não admitiria que a droga pertencia a ele.

O garoto parecia carregar o mundo nas costas quando foi liberado das algemas e sentou no banco dos réus. Eu havia visto suas fotos antigas na prisão, com a roupa laranja e sorrindo para a câmera. Agora, mais velho, ele se mantinha sério e analisava todos à sua volta. Eu poderia estar sendo enganada pela beleza daquele garoto, mas eu sentia que ele tinha amadurecido desde a primeira prisão. Aquilo não era mais uma piada para ele.

Justin me deixava perplexa e eu parei para analisa-lo, curiosa. Os olhos cor de mel passaram pela corte toda, silenciosos, e encontraram os meus, do lado oposto, na mesa de acusação. Eu sustentei seu olhar, como se procurasse por pistas. Por que ele simplesmente não assumia que a droga pertencia a ele e saía impune?

Justin se mostrou impaciente no momento em que notou que eu o encarava. Ele respirou fundo e apoiou os braços na mesa, sustentando meu olhar com firmeza. Ele parecia irritado e eu entendi o porquê logo em seguida. Eu estava na mesa de acusação, encarando-o. Obviamente, ele poderia esperar o pior de mim e estava na defensiva.

O Juiz se apresentou e nós todos nos levantamos até que ele mandasse sentar.

- O que temos hoje? – O juiz perguntou sem nem olhar no rosto de Justin.

- Meritíssimo, nós estamos entrando com uma petição de requerimento para que Justin Bieber seja solto após pagar a fiança. Ele não apresenta perigo à população e se compromete a comparecer em todas as audiências.

- Vossa Excelência, o réu possui quantia elevada de dinheiro, o suficiente para fugir do país no mesmo minuto em que pisar fora desse tribunal.

- Não acho que ele vá precisar fugir de um processo pequeno como esse. – O advogado continuou, irônico. – Não é como se ele tivesse assassinado alguém.

- A quantia encontrada no carro do seu cliente é o suficiente para ser considerada tráfico. Este É um processo de grande relevância para o Estado.

- Só é de grande relevância, porque o réu é Justin Bieber, cantor famoso mundialmente. Vocês só estão mantendo meu cliente aqui para mostrar serviço para a mídia. – O advogado continuava, sem papas na língua. Eu abaixei o olhar e percebi que Justin não prestava atenção no que seu advogado falava. Ele continuava me encarando, mas dessa vez parecia curioso. Eu o encarei, confusa e subitamente nervosa. Endireitei-me na cadeira, tensa. Justin parou por alguns segundos e olhou para cima, enquanto seu advogado discutia com a promotora que era minha chefe, a Doutora Trisha Reymonds, conhecida no tribunal como tubarão. O seu apelido dispensa apresentações maiores. Ela destruía qualquer réu que pousasse na sua cadeira de acusação e foi um dos principais motivos para ser escolhida para acusar Justin. Este, por sua vez, voltou a me olhar, como se estivesse entediado com o que estava acontecendo. Eu notei suas tatuagens tampando toda a pele de seus braços e ele apoiou o rosto na mão, sem tirar os olhos de mim. Eu frisei o cenho para ele, confusa, e coloquei meu rosto entre as mãos também, me apoiando na mesa. Eu pude ver que ele quase abriu um sorriso, mas se conteve e isso me deixou um tanto irritada, mas eu não sabia bem o motivo.

- Senhores, está decidido. – O Juiz bradou, tentando colocar ordem no recinto. – Não concedo a fiança até receber relatório de bom comportamento e o resultado do exame de sangue para constatar que ele não estava sob efeito de drogas no dia do flagrante.

Justin me olhou e eu percebi que ele estava assustado.

- Desculpe. – O advogado dele falou baixo para ele e eu aproveitei para ouvir, enquanto pegava as minhas coisas lentamente na mesa. – Vou fazer de tudo para te tirar daqui o mais rápido o possível.

- Tudo bem. – Justin disse, sem muita paciência.

- Se você assumisse a culpa, deixaria todo o processo menos litigioso. Poderíamos fazer um acordo com a promotoria.

- Eu não vou assumir culpa nenhuma, ok? Aquela maconha não era minha. – Ele disse, firme, enquanto voltavam a algemá-lo. – Dessa vez, eu sou inocente e é assim que você vai me tirar daqui, alegando que sou inocente. Caso contrário, procurarei outro advogado.

- Eu farei o meu melhor, senhor. – O advogado se desculpou, suando de nervoso, enquanto Justin foi levado novamente para a prisão.


Notas Finais




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