História Crossfire - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Five Nights at Freddy's
Tags Alternative Universe, Fonnie, Policial
Exibições 78
Palavras 1.234
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Novo capítulo :3 Hoje temos tretas, e um criminoso muito conhecido para vocês!

Boa leitura, e obrigada por todos os favoritos e comentários no capítulo anterior.

Capítulo 2 - Fogo


Fanfic / Fanfiction Crossfire - Capítulo 2 - Fogo

『Ƈ r o s s f i r e』

_Chapter Two; “Fogo”

Novas informações sobre o caso “The Pirate Fox” – isso fôra tudo que Brian tinha respondido nos emails. Mas nada, nem uma única vírgula. Isso era o que a polícia mais temia, ter que esperar por mais respostas do “Mr. H”.

Mas sempre fôra assim, um costume indesejado. Sempre indesejado, mas criado com o passar do tempo.

Brian tinha descoberto todas documentações de, Alexander Sullivan. Um homem de vinte e seis anos, desde cedo voltado ao mundo do crime. Hoje em dia, era praticamente um “chefão de máfia” – nome vulgar que alguns idiotas o chamavam. O arroxeado achou tudo muito simples, para um perigoso assassino de aluguel.

As peças já estavam em jogo, porém Brian sabia que o ruivo poderia imaginar ter alguém atrás de si. Não tinha medo de futuramente se tornar uma de suas vítimas, e já tinha um plano perfeito em mente.

Tragou seu cigarro, e olhou às horas. Quase quatro e meia da manhã, fez menção de bocejar e saiu da frente da tela do notebook, onde podia–se ver toda a ficha que Brian fizera de Alexander.

— Vou te prender, sabia? — Brian disse sozinho, soprando a fumaça de seu cigarro. — Você vai pagar bem caro, camarada.

E saiu do quarto.

Alex Sullivan; talvez você não conheça o nome deste. Porém quase todos da cidade já tinham ouvido falar seu famoso apelido: The Pirate Fox. Um assassino frio, que mata por dinheiro, com uma lista de mortes enormes, assim como a conta bancária.

Para o ruivo a vida era diversão, nada mais que uma diversão. Se pessoas pagavam quantias absurdas para ele apenas por matar outras pessoas – isso não é uma bela de uma diversão? – seu ódio pela humanidade era descontado nas mortes, nas saborosas mortes que ele tinha nas costas.

Se existisse essa de Inferno e Céu, Alex gostaria de ir para a parte mais profunda do Inferno. Quem sabe conhecer o próprio Diabo que arruinara sua vida há algum tempo atrás.

Mas isso não é uma parte interessante para sua história, não agora.

Seus únicos pensamentos estavam em sua nova vítima: uma dona de floricultura, não entendeu o porquê de uma garota que ainda se achava adolescente pagar absurdos para matar uma senhora que já estava praticamente morta. Se era queima de arquivos, era só não dar o remédio da senhora e pronto!

Suas investigações começaram rápido. Tudo que sabia sobre Emmaline Robbins era muito supérfluo ainda, dona de uma floricultura modesta, amiga de todos e possuía um único funcionário. Brian Harmon, um garoto esguio e frágil que mas parecia uma menina, estranho e solitário, parece possuir dezessete anos, sendo que tem vinte e quatro.

Seria uma piada infame, Alex dizer que não achara o garoto atraente. Mas era como pólvora, assim que o fogo se misturar a pólvora, o fogo irá se alastrar até nada sobrar. Ele não poderia se dar ao luxo de tentar algo com o garoto, claro – sempre existiria a opção de sequestro, seguido de um estupro – mas a ideia de matar o andrógino, era repugnante, Alex matava suas vítimas encomendadas, não mataria um inocente e belo garoto por simples capricho seu.

Duas semanas depois

Começou a pôr seu plano em prática, a ideia era encenar tudo como um assalto, que terminasse com o suicídio do assaltante – para evitar investigações – sua testemunha seria, o único funcionário da floricultura.

Seu plano seria executado às exatas dez da manhã, conferiu cada um de seus equipamentos e repensou o plano. Sem mínimas falhas, como sempre.

Brian estava atrasado para o trabalho, tinham sido duas semanas exaustivas de trabalho. Além de seu novo suspeito estar planejando um crime inofensivo – e acrescentando mais alguns anos de pena – sua pena atual era a famosa pena de morte. Brian já sonhava em ver o ruivo agonizar com o veneno que iriam injetar em si. Iria ser lento e doloroso, era perfeito.

Porém, teria que esperar sua última deixa para armar uma emboscada para ele. Começando com espionagem, tinha que conseguir as provas antes de jogá–lo na prisão, com um bom advogado Alexander Sullivan poderia passar–se como alguém diferente de The Pirate Fox. Mas o plano de Brian era simples, porém eficaz. E terminaria com uma perseguição e uma prisão genial.

Vestiu apressado suas roupas e saiu de casa, com mais pressa ainda. Correndo pelas ruas. Chegou na frente da floricultura e entrou, vestindo uma nova faceta calma para trabalhar. Sua avó, Emma, estava conversando com uma de suas amigas, enquanto um cliente olhava alguns buquês.

Foi até seu armário e pegou o avental que usava todos os dias, largando sua mochila, em um canto da floricultura. Foi até o cliente com pressa – com o máximo que ele poderia dar de um sorriso falso.

— Bom dia! O que o senhor deseja? — perguntou, o outro se vira para Brian, o arroxeado admirou seus olhos estranhamentes dourados e uma peruca bem mal colocada preta por cima de seu cabelo ruivo. The Pirate Fox? Assim, tão facilmente?

— Um bom buquê de rosas. — ele disse apenas, sua voz era rouca e decidida.

— O.k! Tem alguma preferência? — perguntou, ajeitando algumas das flores, escolhendo algumas para o buquê do ruivo.

— Não, pode escolher. — ele respondeu calmamente. — Quanto vai custar?

— Dez dólares. — diz Brian, segurando o buquê quase pronto com delicadeza. — E você paga com a vó Emma. — completou, amarrando o laço cor de rosa no buquê, entregando ao ruivo que aceitou de bom grado.

— Obrigado. Você foi muito gentil. — sorriu de maneira maliciosa, para Alex, o de fios roxos era ainda mais “sexy” ao vivo do que pelas fotos da sua investigação.

— É o meu trabalho. — respondeu Brian, educadamente, ficando ao lado de algumas prateleiras de mudas de lírios.

Quando Alex chegou no balcão, a senhora gentilmente sorriu para ele. Isso tornava tudo mais divertido para o assassino, a amiga de Emma já tinha ido embora e isso tornava a cena do crime perfeita.

Discretamente pôs a mão na barra da calça, e de lá tirou sua pistola. Mostrou para a senhora, que deu um passo involuntário para trás. Alex fingiu–se trêmulo, e gritou:

— É um assalto!

Brian se moveu de seu lugar numa falsa surpresa, enquanto Alex fazia a senhora Emma pôr o dinheiro do caixa em uma sacola.

— Por f–favor meu j–jovem, — gaguejava a senhora assustada. — Tenha p–paciência!

— Não quero paciência, quero que você pegue essa droga e me dê logo. Não tenho o dia todo. — o barulho de algo quebrando foi ouvido, e os dois olharam de relance Brian, caído no chão, pois tropeçara em um vaso que caiu junto consigo. — Caralho! Garoto, dá próxima vez vou te encher de chumbo.

O arroxeado nada disse, parecia desmaiado, na verdade.

Assim que Emma terminou de encher a sacola com as poucas notas do caixa da floricultura, Alex deu dois passos para trás, e sentiu uma mesa no centro da lojinha, devia ter diversas flores em vasos plastificados.

Era o momento certo.

O gatilho da arma disparou, a mulher idosa caiu no chão na hora. Um tiro perfeitamente executado, no coração. A morte fôra indolor. Um grito foi ouvido, várias pessoas que andavam pelas calçadas estavam paradas surpresas, e o garoto que atendia junto a senhora morta. Olhava–o com assombro na face, The Pirate Fox riu de maneira cínica e aproximou o cano da arma de sua cabeça.

Mais um tiro foi desferido, e o criminoso caiu ao chão.


Notas Finais


Beijos, e até breve ♥


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