História Crossfire - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Girls' Generation
Personagens Jessica, Taeyeon, Tiffany, Yuri
Tags Adaptação, Taeng Oppa, Taeny, Yul Oppa, Yulsic, Yulsic G!p
Exibições 28
Palavras 1.886
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Fluffy, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, gente! ^^ Quem leu Lost In Love na minha falecida conta @K4ll3rm4n, pode soltar os fogos porque a fic será repostada, mas como eu sei que tiveram muitos pedidos na época de separar YoonYul e juntar Yulsic... resolvi repostar a fic, mas em vez de ser TaeNy, será Yulsic! o/ Enfim, para quem não me conhece, esta fic se trata de uma adaptação, ok? OK! E pra que já me acompanhava desde minha falecida conta, Lost In Love voltou!! Enfim, peguem leve comigo, pois recomeçar do zero não é nada fácil. Então sem mais delongas....

Boa Leitura!

Capítulo 1 - Expectation


Fanfic / Fanfiction Crossfire - Capítulo 1 - Expectation

- A gente devia ir até um bar comemorar.

A declaração enfática de meu amigo Key Kim, com  quem  eu  dividia  um apartamento, não foi nada surpreendente. Ele estava sempre disposto a comemorar, mesmo as coisas mais insignificantes. Sempre considerei isso parte de seu charme.

- Sair pra beber um dia antes de começar num emprego novo com certeza não é uma boa ideia.
- Vamos lá, Sica!

Key sentou  no  chão  da  sala  do  nosso  novo  apartamento,  em  meio  à  bagunça  da mudança,  e  abriu  seu  sorriso  irresistível.  Fazia  dias  que  só  cuidávamos  da  arrumação,  e ainda  assim  ele  estava  lindo.  Com  seu  corpo  esguio, cabelos  escuros  e  olhos  verdes, Key era o tipo de homem cuja aparência, quaisquer que fossem as circunstâncias, raramente era algo  menos  do  que  incrível.  Isso  me  deixaria  com  raiva,  se  ele  não  fosse  a  pessoa  que  eu mais adorava no mundo.

- Não estou dizendo pra gente encher a cara... Só uma ou duas tacinhas de vinho. A gente pega o happy hour e volta pra casa lá pelas oito.
- Não sei se vou ter tempo

Apontei  para  minha  calça  de  ioga  e  meu  top  de ginástica.

- Depois que eu cronometrar a caminhada até o trabalho, vou pra academia
- É só andar depressa e malhar mais depressa

 A  expressão  de Key, com  as sobrancelhas  cuidadosamente  curvadas  em  um  arco  perfeito,  me  fez  rir.  Nunca  perdi  a esperança  de  que  seu  rosto  incrível  aparecesse  um  dia  em  outdoors  e  revistas  de  moda  do mundo inteiro. Qualquer que fosse sua expressão, ele era um arraso.

- Que tal amanhã, depois do trabalho? Se  eu   conseguir sobreviver ao primeiro dia, aí sim vamos ter o que comemorar.
- Combinado. Hoje vou estrear a cozinha nova fazendo o jantar
- hã...

Cozinhar era um dos prazeres de Key, mas não  um  de  seus  talentos.

- legal.

Afastando  uma  mecha  de  cabelo  que  caíra  sobre  seu rosto,  ele  me  olhou  com  um sorriso.

- A gente tem uma cozinha de fazer inveja à maioria dos restaurantes. Não tem erro ali.

Não  muito  convencida,  eu  me  despedi  com  um  aceno, decidida  a  me  esquivar  da conversa sobre a cozinha. Desci para o térreo de elevador e sorri para o porteiro quando ele abriu a porta pra mim. Assim  que  pus  o  pé  para  fora,  fui  envolvida  pelos aromas  e  ruídos  de  Manhattan, que  me  convidavam  a  sair  e  explorar.  Eu  não  estava apenas  do  outro  lado  do  país  em relação  à  minha  antiga  casa  em  San  Diego  —  parecia estar  em  outro  mundo.  Duas metrópoles  importantes  —  uma  infinitamente  amena  e sensualmente  preguiçosa,  a  outra pulsando como um organismo vivo carregado de uma energia frenética. Nos meus sonhos, eu  me  imaginava  em  um  pequeno  e  charmoso  prédio  no Brooklyn,  mas,  por  ser  uma  boa menina, acabei no Upper West Side. Se não fosse o Key, eu estaria completamente sozinha em um apartamento enorme que custa por mês mais do que a maioria das pessoas ganha em um ano. Paul, o outro porteiro, me cumprimentou tirando o quepe.

- Boa noite, senhorita Jung. Vai precisar de um táxi esta noite?
- Não, obrigada, Paul.

Bati  no  chão  com  os  amortecedores  do  meu  tênis  de ginástica.

- Vou sair pra caminhar.

Ele sorriu.

- Esfriou um pouquinho agora no fim da tarde. O tempo está gostoso.
- Me disseram pra aproveitar o mês de junho, antes que comece o calor de verdade
- Um ótimo conselho, senhorita Jung.

Ao  me  afastar  da  fachada  envidraçada  e  moderna  que  de  alguma  forma  não destoava  da  idade  do  edifício  e  da  vizinhança,  desfrutei  da  relativa  tranquilidade  da  rua arborizada  antes  de  chegar  à  agitação  e  ao  trânsito intenso  da  Broadway.  Eu  ainda  tinha esperanças  de  me  adaptar  rapidamente,  mas  por  enquanto  me  sentia  uma  falsa  nova-iorquina.  Eu  tinha  um  apartamento  e  um  emprego,  mas  ainda  não  me  sentia  segura  o bastante  para me aventurar no  metrô, e não tinha  me acostumado a acenar ostensivamente para os táxis. Enquanto caminhava, eu tentava não parecer impressionada e atônita, mas era difícil. Havia tanta coisa para ver e experimentar. O  estímulo  sensorial  era  atordoante  —  o  cheiro  da fumaça  dos  escapamentos misturado  com  o  da  comida  dos  carrinhos  dos  ambulantes;  os  gritos  dos  camelôs  se infiltrando  na  música  dos  artistas  de  rua;  a  impressionante  variedade  de  rostos,  estilos  e sotaques;  as  maravilhas  arquitetônicas...  E  os  carros. Minha  nossa.  O  fluxo  frenético  de carros, sempre grudados uns nos outros, era algo que eu nunca tinha visto na vida. Havia  sempre  uma  ambulância,  uma  viatura   ou  um  caminhão  de  bombeiros tentando   romper   a   torrente   de   táxis   amarelos   com   o uivo   eletrônico   de   sirenes ensurdecedoras.   Fiquei   impressionada   com   os   ruidosos   caminhões   de   lixo   que   se arremessavam  em  ruas  estreitas  de  mão  única  e  com  os  entregadores  que  encaravam  a massa compacta de veículos, com prazos rigorosos a cumprir. Os  verdadeiros  nova-iorquinos  nem  reparavam  em  tudo  isso  —  a  cidade  para  eles era familiar e confortável como um velho par de sapatos. Eles não viam as ondas de vapor escapando  dos  bueiros  e  saídas  de  ar  com  um  encanto carregado  de  romantismo,  nem pareciam  notar  quando  o  chão  tremia  sob  seus  pés  com  a  passagem  do  metrô  —  ao contrário de mim, que sorria como uma idiota e encolhia os dedos dos pés. Nova York era um  caso  de  amor  totalmente  novo  para  mim.  Eu  estava embasbacada  e  não  conseguia esconder. Tive  que  me  esforçar  bastante  para  manter  uma  atitude  indiferente  enquanto  me dirigia ao local em que ia trabalhar. Pelo menos em termos profissionais, as coisas estavam acontecendo da maneira como eu queria. Meu desejo era ganhar a vida com base em meus próprios méritos, o que significava começar por baixo. A partir da manhã seguinte, eu seria a  assistente  de Kim Taeyeon  na  Waters  Field  &  Leaman,  uma  das  maiores  agências  de propaganda  dos  Estados  Unidos.  Meu  padrasto,  o  magnata  do  setor  financeiro  Ji Jin Hee,  não gostou nada da ideia — na opinião dele, se eu fosse menos orgulhosa, poderia trabalhar   para   algum   amigo   dele   e   colher   os   benefícios   inerentes   a   esse   tipo   de proximidade. — Você é teimosa como seu pai — ele falou. — Ele  vai  demorar  a  vida  inteira  para conseguir pagar seu financiamento estudantil com o que ganha como policial.
Esse  foi  outro  motivo  de  disputa,  e  meu  pai  se  recusou  terminantemente  a  ceder. — De jeito nenhum outro homem vai pagar pela educação da minha filha —, respondeu Victor Jung quando Jin Hee fez sua proposta. Ele ganhou meu respeito com essa atitude. E acho que o de  Jin Hee também,  embora ele nunca  vá  admitir isso. Eu entendia o lado  dos dois, porque queria pagar eu mesma pelos meus estudos... mas não teve jeito. Para meu pai, era uma  questão  de  honra.  Minha  mãe  não  quis  se  casar  com  ele,  mas  isso  não  diminuiu  sua determinação em agir como pai em toda e qualquer situação.

Como remoer frustrações do passado nunca leva a nada, concentrei-me na tarefa de chegar ao trabalho o  mais rápido possível.  Decidi cronometrar o trajeto em um horário  de pico  de  uma  segunda-feira,  e  fiquei  satisfeita  por conseguir  chegar  ao  Crossfire  Building, sede da Waters Field & Leaman, em menos de meia hora. Inclinei  a  cabeça  e  segui  o  contorno  do  edifício  até  encontrar  o  azul  do  céu.  O Crossfire era absolutamente fenomenal — uma torre imponente com um brilho safírico que parecia  chegar  até  as  nuvens.  Nas  entrevistas  que  fiz  ali,  vi  que  o  outro  lado  das  portas giratórias  ornadas  com  cobre  era  tão  suntuoso  quanto  seu  exterior,  com  piso  e  paredes revestidos de mármore dourado e mesas e catracas de alumínio polido.
Tirei meu novíssimo crachá do bolso da calça e mostrei para os dois seguranças de terno  escuro  sentados  à  mesa.  Eles  me  barraram  assim  mesmo,  sem  dúvida  por  eu  estar muito  malvestida  para  aquele  ambiente,  mas  depois  me  deixaram  entrar.  Após  subir  os vinte  andares  de  elevador,  pude  fazer  uma  estimativa  do  tempo  de  viagem  de  casa  até  o trabalho. Nada mau. Eu estava saindo do elevador quando vi uma morena bonita e muito bem arrumada passar  pela  catraca  sem  levantar  devidamente  a  bolsa,  que  ficou  enroscada  e  se  abriu, provocando  um  dilúvio  de  dinheiro  sobre  o  chão.  As moedas  caíram  e  saíram  rolando alegremente  —  e  as  pessoas  que  passavam  se  esquivavam  do  caos  e  seguiam  em  frente como se nada estivesse acontecendo. Em um gesto de compaixão, eu me curvei para ajudá-la a recolher o dinheiro, junto com um segurança que havia tido o mesmo impulso.

- Obrigada.

Ela disse,  abrindo  um  breve  sorriso  no  rosto  quase  coberto  pelos cabelos. Retribuí o sorriso.

- imagina. Essas coisas acontecem.


Eu  tinha  acabado  de  me  agachar  para  alcançar  uma  moedinha  que  fora  parar  perto da  entrada  quando  dei  de  cara  com  um  luxuoso par  de sapatos  oxford,  encimado  por  uma elegante  calça  preta.  Esperei  um  pouco  para  que  aquele  homem  saísse  do  caminho,  mas, como ele não se  mexia,  levantei a cabeça para ampliar meu campo de visão. O terno feito sob medida já era suficiente para deixar meus sinais de alerta ligados, mas era o corpo alto e  esguio  por  baixo  dele  que  o  tornava  sensacional. Ainda  assim,  apesar  de  toda  aquela demonstração  impressionante  de  masculinidade,  foi  só  quando  vi  seu  rosto  que  percebi  o que havia de fato diante de mim. Uau. Simplesmente... uau.
Em um gesto cheio de elegância, ele se agachou bem de frente para mim. Com toda aquela beleza masculina ao alcance dos meus olhos, tudo o que eu podia fazer era encarar. Admirada. Foi então que o espaço que havia entre nós desapareceu...
Ao olhar para mim, ele mudou... como se um escudo tivesse sido removido de seus olhos,  revelando  uma  força  vital  esmagadora  que  me fez  perder  o  fôlego.  O  magnetismo poderoso  que  ele  exalava  se  intensificou,  transformando-se  em  uma  impressão  quase tangível de uma energia vigorosa e inesgotável.  Reagindo puramente por instinto, eu me inclinei para trás. E caí de bunda no chão.
Meus cotovelos latejavam violentamente pelo baque contra o piso de mármore, mas a  dor  passou  quase  despercebida.  Eu  estava  mais  preocupada  em  olhar,  hipnotizada  por aquele homem na minha frente. Seus cabelos de um preto bem vivo emolduravam um rosto de  tirar  o  fôlego.  Sua  estrutura  óssea  faria  um  escultor  chorar  de  alegria,  e  sua  boca  de contornos firmes, seu nariz retilíneo  e seus  olhos ônix  intensos lhe conferiam uma beleza selvagem.  A  não  ser  pelos  olhos  ligeiramente  estreitados,  sua  fisionomia  denotava  uma impassibilidade total.

Tanto   sua   camisa   como   seu   terno   eram   pretos,   mas   a   gravata   combinava perfeitamente  com  o  brilho  da  íris.  Seus  olhos  eram  penetrantes  e  inquisidores,  e  estavam pregados  em  mim.  Meu  coração  começou  a  bater  mais  forte;  meus  lábios  se  abriram parcialmente  com  a  aceleração  da  respiração.  Seu  cheiro  era  tentador.  Não  era  colônia. Loção corporal, talvez. Ou xampu. O que quer que fosse, era inebriante, assim como ele. Ele estendeu a mão para mim, mostrando suas abotoaduras de ônix e um relógio que aparentava ser caro.
Inspirando tremulamente, pus a mão sobre a dele. Minha pulsação disparou quando ele  a  apertou.  Seu  toque  era  como  uma  onda  de  eletricidade,  que  subiu  pelo  meu  braço  e arrepiou os pelos da minha nuca. Por um momento ele permaneceu imóvel, com uma ruga preenchendo o espaço entre suas sobrancelhas absurdamente bem desenhadas.

- Está tudo bem?


Notas Finais


Eita, quem será que é esse homem? Será que é Yuri ou Taeyeon? Qual será a próxima reação de Jessica? Eu paro ou continuo? Então é isso pessoal, me digam suas opiniões e até logo!


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