História Crossroad - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony, Supernatural
Personagens Ally Brooke, Bobby Singer, Camila Cabello, Castiel, Chuck Shurley, Crowley, Dean Winchester, Dinah Jane Hansen, Ellen Harvelle, Gabriel, Gadreel, Jo Harvelle, Jody Mills, John Winchester, Kevin Tran, Lauren Jauregui, Lilith, Lúcifer, Mary Winchester, Meg Masters, Michael, Miguel, Naomi, Normani Hamilton, Personagens Originais, Rafael, Rowena MacLeod, Ruby, Sam Winchester
Tags Ally, Cabello, Camila, Camren, Castiel, Crossroad, Dean, Dinah, Jauregui, Lauren, Normani, Sammy, Spn, Supernatural
Exibições 28
Palavras 1.288
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HELLO DARKNESS MY OLD FRIEND.

Não sei porque cheguei assim kkkkkk, Oi pessoal, tudo bom?
Sei que isso não é hora de atualizar, sorry.
Esse capítulo teria quase 4k de palavras então resolvi dividir em dois e se eu estiver de boas eu público o outro ainda hoje.

Chega de enrolar, até as notas finais.

Twitter: @DrunnkStinson

Capítulo 4 - Carry on.


POV Lauren

Havia acabado de amanhecer quando chegamos em casa, Dean estacionou seu impala na frente da casa ao lado do meu mustang que estava irreconhecível, pedi um minuto para os rapazes que entenderam e adentraram a casa.

Me aproximei do meu carro, que por coincidência também era herança do meu pai, que não cheguei a conhecer. Fui criada por tios e recebi as chaves do carro assim que tirei a carteira, ainda lembro como se fosse ontem.
Tantas lembranças naquele carro, do meu primeiro passeio nele ao meu primeiro encontro com Camila nele.

Chego perto do meu bebê como sempre o chamei e passando a mão pelo seu capô sinto um choque e...

***

Dia do acidente.

Escuto o telefone tocar e logo coloco no viva-voz já que estava dirigindo de volta para Lawrence.

- Lauren? – Escuto a voz de Jimmy um dos mecânicos da minha oficina do outro lado da linha.

- Pode falar. – Disse atenta a chuva fina que começava a cair novamente.

- Conseguiu o motor? – Disse Jimmy com expectativa, aquele motor era motivo de alegria, era uma das últimas peças para montar seu Dodge Charger. – Me diz que sim.

Ri do outro lado.

- Se eu não conseguisse não me chamaria Lauren Jauregui. – Disse e apenas escutei a comemoração do meu amigo do outro lado.

- É por isso que eu te amo. – Disse ele.

- Não como se eu já não soubesse. – Falei com um tom convencido para o provocar.

- De que horas você chega? – Disse ele sem esconder ansiedade.

- Se o trânsito ajudar. – Olhei o meu relógio. – Em uns trinta minutos.

- Ótimo, mal posso esperar. – Ele estava realmente alegre, eu também estava.

- Vou desligar. – Avisei. – Vê se não morre de ansiedade.

- Ok, não demore. – Escutei e desliguei, voltando minha atenção para estrada.
Me lembrei que estava viajando sem meu famoso ritual e me xinguei mentalmente, eu não podia viajar sem escutar Paradise City da minha banda favorita: Guns N' Roses.

Coloco pra tocar e me acomodo no banco com as duas mãos ao volante, só eu a música e ronco do motor do meu bebê.

Eu estava dirigindo tranquilamente quando escuto uma buzina de caminhão cada vez mais alta, olho pelo retrovisor e vejo um tentando ultrapassar, me afasto um pouco para ele passar. Por um erro do motorista o caminhão acaba batendo no pneu traseiro do lado esquerdo do meu carro por conta disse acabei perdendo o controle e meu carro acaba na frente do caminhão que antes de diminuir a velocidade bateu violentamente contra o mustang, meu sinto apertou contra meu peito e meu carro capota e vejo tudo de ponta cabeça até eu bater a cabeça e tudo ficar escuro.

***

Me encontro ofegante no chão, acabei caindo com esse flashback, que era o que faltava na minha memória. Não consegui evitar que as lágrimas invadissem meus olhos, logo sequei eles para que ninguém visse.

Após respirar um pouco e olhar tudo a minha volta, entro para ver como estão todos, em especial Camila, que acabei deixando para trás depois de surtar, eu sabia que ela havia errado e eu errei também, porque eu faria o mesmo por ela, e ela precisava saber.

Após fechar a porta me direcionei a cozinha onde vi os rapazes conversarem com a Camz, que logo me avistou e nossos olhares se fixaram um no outro. Não pude deixar de notar seus olhos inchados e as olheiras, provavelmente ela não dormiu e acabou chorando e aquilo partia meu coração.

- Hey. – Digo ao me aproximar.

- Hey. – Ela responde com um sorriso de lado.

- Nós vamos dar um espaço para vocês. – Sam falou chamando Dean para a sala.

Puxei uma cadeira mais para perto dela na mesa e seguro sua mão e ela põe sua atenção em mim.

- Eu não sei por onde começar. – Abaixei o olhar para pegar o pouco de coragem que tinha no momento. – Me desculpa, Camz, eu fui uma idiota, eu...

- Sshhh. – Ela me interrompe e quando eu levanto o rosto me deparo com seus olhos castanhos que me passavam a calma que eu sempre precisava. – Você não precisa se desculpar...

- Preciso sim. – Disse passando a mão pelo seu rosto moreno. – Eu disse coisas horríveis, acabei te chamando de egoísta quando eu estava sendo egoísta com a pessoa que havia dado literalmente a vida por mim. – Dei uma pausa ao ver os olhos morena se encher de lágrimas e consequentemente os meus também.

Então não vi outra alternativa, beijei ela, porque no nosso beijo podíamos passar a mensagem que não conseguia ser dita através de palavras, no nosso beijo, no choque dos nossos lábios, no movimento de nossas línguas em sincronismo perfeito podíamos curar qualquer dor no nosso peito, não havia nada mais certo que isso.

Um tempo depois, estávamos todos conversando sobre sair de Lawrence, achávamos que seria mais difícil convencer a latina mas o único ponto difícil de fato era sobre eu buscar um jeito de salvar sua alma.

- Não, Lauren. – Camila começou. – Você não pode se envolver nisso, temos dez anos, podemos apenas viver. – Aquilo nunca me convenceria. – Isso é muito perigoso e coisas ruins podem acontecer.

- Não vou ficar de braços cruzados. – Minha vez de falar. – Não dá mais pra viver uma vida normal, para o mundo eu estou morta, e por você eu enfrentaria o diabo em pessoa.

- Lauren! – Ela uniu as sobrancelhas. – Pois então, eu também vou.

- Camila! – Disse e antes de continuar ela me interrompeu.

- Ou estamos as duas nisso ou nenhuma. – Seria impossível negociar com ela, criatura mais teimosa do universo.

- Ok. – Neguei com a cabeça. – Que fique claro que eu não concordo com isso.

- Somos duas então. – Ela sorriu falsa.

- Vocês não acham que existe um cursinho de verão e puff estou pronto pra caçar monstros, não é? – Dean se pronunciou.

- Odeio admitir, mas dessa vez Dean tem razão. – Foi a vez de Sam falar. – Isso não acontece de uma hora para outra.

- Eu sei. – Eu disse. – Vamos precisar de vocês.

Depois de muito resmungar os irmãos desistiram e começamos a arrumar as coisas. Eles ligaram para o Bobby que viria com seu reboque para levar meu carro, ele demoraria cerca de três horas para chegar.

Subo para o quarto e encontro Camila sentada na cama, olhando uma foto, de uma festa na escola primária onde ela dava aula e se demitiu um dia depois do meu acidente. Na foto estava ela as crianças e eu, que até participei, estávamos todos sujos de bolo após uma pequena guerra.

Camila notou minha presença e me convidou a sentar do seu lado.

- Vou sentir falta disso. – Ela disse com um sorriso triste de canto.

- Foram bons tempos. – Comentei.
- Como será que vai ser daqui pra frente, Lolo? – Ela perguntou, ela geralmente só me chamava de Lolo quando estava insegura e era como se ela fosse criança buscando segurança em mim. Eu não sabia como a responder.

- Eu não sei, Camz. – Respondi passando a mão por seu cabelo. – Mas não importa o que aconteça, eu posso passar por qualquer coisa, se eu tiver minha mulher comigo, ela vai estar comigo?

- Com certeza. – Ela virou o rosto para mim e me deu um selinho. – Eu vou sempre estar com você.

Eu queria acreditar naquilo.


Notas Finais


Olha eu de novo, o que acharam?

Vocês devem enjoar de tanto flashback, mas juro que vai demorar pra ter de novo.

Espero que tenham gostado, a partir dos próximos capítulos terá mais ação e uma merda também. *fica no ar*

Se quiserem ter um contato mais direto comigo me procurem no twitter.
@DruunkStinson

Bye.


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