História Cruel - Capítulo 4


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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber, Originais
Personagens Barbara Palvin, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Amor, Barbarapalvin, Criminal, Danielsharman, Drama, Drogas, Festas, Iansomerhalder, Justinbieber, Originais, Romance, Suspense
Exibições 5
Palavras 823
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Mistério, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - A look.


Eu estava dentro de algo que se assemelhava a um porta malas de um carro, não haviam me falado o porquê de estar ali e nem se quer consegui ver o homem que me arrastou a força para dentro daquele carro, já que o mesmo usava uma máscara que cobria o rosto inteiro. A única coisa boa que aconteceu fora eu ter conseguido ver, por poucos segundos apenas, a luz do sol, sentir o calor esquentando a minha pele e pude ver como era o meu estado, eu estava deplorável, nas piores condições imaginadas e aquela era a minha situação durante anos.

O carro começara a andar e a única coisa que se passava por minha cabeça era que eu seria morta, aquele certamente era o meu fim e não havia nada que eu poderia fazer para mudar aquilo. Eu morreria sem ter tido uma única oportunidade de viver de verdade, de ter uma vida como todas as outras pessoas, eu perdi tudo cedo demais e aquele era o fim de tudo para mim, o fim da minha vida, o fim realmente. Passados alguns minutos presa em uma posição completamente desconfortante, o carro parou e passos foram ouvidos vindos na direção de onde eu me encontrava. Tentei me encolher naquele espaço que não era tão grande, mas foi em vão, a porta logo fora aberta e o homem se inclinou na minha direção, ergui minha cabeça para tentar enxergar quem era o tal homem, mas a única coisa que pude ver foram seus olhos que eram castanhos mel. Por alguns segundos eu jurava que havia visto alguma coisa naquele olhar, algo que aqueceu meu corpo completamente, o que quer que eu havia visto dentro daquele olhar me trouxe por alguns segundos de volta a vida. Mas, como eu havia dito duraram apenas alguns segundos, o homem desconhecido passou seus braços por debaixo de minhas pernas e pegou-me no colo, me obrigando a envolver meus braços ao redor de seu pescoço. Tentei olhar para aqueles olhos novamente, mas ele não desviava sua atenção do caminho em que seguia para a casa em que estávamos indo.

— Filho! Vejo que trouxe a nossa garota. — uma voz pouco grossa e rouca, disse. Notei algo diferente em seu tom de voz, algo um tanto malicioso e aquilo fez meu corpo inteiro estremecer. Pelo que percebi o homem que ainda me tinha em seus braços percebeu a minha reação ao ouvir a voz de seu pai e apertou-me contra seu corpo, naquele momento eu me senti protegida pela primeira vez em anos.

— O que vai fazer com ela? — ele perguntou em um tom de proteção, como se quisesse se certificar de que eu ficaria bem ou fora apenas impressão minha. Seu pai ficou calado e, eu não tinha coragem alguma de olhar para ele naquele momento, estava com medo do que poderia acontecer comigo, como se apenas com o ato de olhar para aquele homem algo extremamente ruim aconteceria à mim. — Eu te fiz uma pergunta, Hunter.

— Não precisa me chamar pelo meu nome, eu sou seu pai ou se esqueceu disso enquanto fumava algum tipo de droga? — pude sentir os músculos do homem que me segurava em seus braços ficarem mais rígidos, eu senti medo dele e por ele, aquele homem que era seu pai era completamente desprezível e eu havia acabado de conhecê-lo. — Vamos lá, filho, não me diga que está com pena desse ser?

— Esse ser tem um nome, esse ser tinha uma vida até que você a tirou. — eles estavam falando de mim, sentia-me minúscula, impotente e completamente incapaz de fazer qualquer coisa até mesmo respirar. Mas, aquela fora a primeira vez que alguém me defendera de algo, será que ele era como seu pai? — Quer saber? Cansei disso, pegue essa garota e se quando eu vier buscá-la ver qualquer tipo de hematoma você vai se ver comigo.

— Isso é uma ameaça? — Hunter perguntou em um tom de ironia, ele não estava acreditando no acabara de ouvir de seu próprio filho que o ameaçou de, se minhas suspeitas estiverem certas, acabar com ele.

— Considere como um aviso, pai. — ele disse a última palavra com certo nojo, repulsa e horror, era como se dizer aquela simples palavra o fizesse sentir como se tivesse acabado de levar um soco. O meu "protetor" me colocou no chão e senti algo parecido com o abandono, ele iria me deixar com aquele homem que poderia fazer o que quisesse comigo, quer eu goste ou não.

— Por favor, não... — consegui murmurar, mas tinha a plena certeza que ele não havia escutado, mas por incrível que pareça ele escutou e encarou-me por alguns segundos. Seus olhos tinham um brilho desconhecido, era algo tão lindo, não havia escuridão ali. Mas, novamente durou apenas alguns segundos, ele se afastou rapidamente e voltou para seu carro, me deixando completamente sozinha.


Notas Finais


Fiz uma pequena alteração no nome da personagem principal, que agora é Cassie. Estão gostando até agora?


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