História Cruelle Beauté - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Alex, Collins, Drama, Lily, Pettyfer, Romance
Visualizações 67
Palavras 2.830
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Magia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá! Gostaria de agradecer imensamente por todos os favoritos e comentários deixados no prólogo, eu não poderia ser uma pessoa mais feliz ao lê-los todos! Muito obrigada!
E claro, novos leitores sejam bem-vindos!

+ Depravada Miséria (tradução do título do capítulo)
+ Este capítulo possui algumas expressões em Francês, farei um pequeno glossário nas notas finais, não se preocupem.

Espero que este capítulo os agradem tanto quanto o anterior, sem mais delongas, uma ótima leitura a todos!

Capítulo 2 - La Misérie Dépavré


Fanfic / Fanfiction Cruelle Beauté - Capítulo 2 - La Misérie Dépavré

[ Le 4 Décembre 1740 ]

 

A paisagem estava coberta pelo branco congelando mendigos e bêbados sem lugar para aquecerem-se. Os olhos do adulto devastado não foram capazes de notar o seu entorno, o egoísmo cegava-o, apenas sua dor importava. Este não se dera o trabalho de utilizar a mão para abrir a porta, meramente empurrou-a com a bengala. Aquele lugar imundo não merecia o seu toque, a espelunca não merecia sequer sua presença, mas o que a pobre alma poderia fazer? Tudo estava perdido.

 

A presença daquele burguês era original, olhares curiosos e outros não muito agradáveis eram lançados a figura estranha. Sentando-se no balcão pediu uma cerveja, a voz rouca e potente, dando um ar de ordem. O dono da taverna atendeu, porém não muito contente.

 

 — O que um Rousseau faz aqui? Esse não é o lugar de sua gente. — o estranho sentado ao lado indagou com deboche.

 

 — Qual a razão do interesse, monsieur? — cuspiu a última palavra, irritado com a intromissão em sua vida. Uma gargalhada escandalosa chamou a atenção de todos, contudo, os olhares não perduraram, o rosto conhecido os ensinara a não se intrometer onde não fossem chamados.

 

 — Não importa, depois de algumas dessas — pronunciou, apontando para o objeto de vidro preenchido pelo liquido de teor alcoólico — saberei sobre seus segredos mais profundos. — ironizou entornando a própria bebida garganta abaixo.

 

O estranho tinha razão, homens como aquele que sentava ao seu lado não frequentavam tavernas pois haviam tido um desejo inesperado, não, essa gente, burgueses, adentravam uma taverna com uma única intenção, a de embebedarem-se a ponto de desmaiarem e esquecerem qualquer que fosse a tragédia a qual os guiara até ali. E em breve o caçador de recompensas descobriria a razão do Rousseau e quem sabe ambos poderiam se beneficiar de toda a situação.

 

Earl caminhava com dificuldade pela neve, e o peso do burguês em suas costas não o ajudava. Parecia uma eternidade, mas o caminho até a mansão do homem não deveria demorar, se estivesse sozinho já teria chego há tempos. Aos poucos o sol aparecia incomodando-o, levantou a mão em uma tentativa de se proteger da luz, ao fazê-lo observou que chegara ao seu destino e o infeliz em suas costas despertava.

 

Tacando-o ao chão observou Maxine se contorcer e resmungar no gelo, aos poucos se dera conta do que ocorria e levantou com dificuldades e o rosto contorcido, a enxaqueca provavelmente começava a chegar a ele.

 

— O que faz aqui?!

 

— Deveria agradecer burguês! O trouxe até aqui em minhas costas, poderia estar em uma sarjeta neste exato momento! — Maxine o encarava emburrado, porém isso era tudo o que o homem conseguiria dele, desculpas não sairiam de sua boca.

 

— Entre, sirvo-lhe café da manhã.

 

O caçador de recompensas o seguiu pelos grandes portões, surpreendeu-se ao adentrar a construção, contudo não pela beleza do interior e sim pela falta de móveis no local. Era um completo vazio, marcas de tintas desbotadas nas paredes denunciavam a retirada de imensas pinturas, o candelabro o qual um dia fora, sem dúvidas, esplendido agora era um deposito de poeira pendurado ao teto, não havia tapetes ou qualquer item decorativo.

 

Ao observar o homem quem o guiava reparou que o mesmo nem sequer ligava para a apresentação da casa apenas seguia amontoando qualquer comida que pudesse encontrar nos armários da cozinha, pães de aparências velhas e o que sobrara de leite na garrafa. Conseguir o que queria dele seria o seu trabalho mais fácil, os desesperados se corrompem com facilidade.

 

Voilá! Votre petit déjuner! Coma o que quiser da minha abastada cozinha.

 

Earl sentou-se à mesa e no que deveria ser parte dos últimos móveis da casa, contudo não tocou na comida, aquilo não o interessava.

 

— Lembra-se de alguma coisa do que me contou? — o burguês o encarou furioso, queria que o homem saísse do que restava de sua casa.

 

— O que faz aqui?! Diga-me! Por que não sai e me deixa em paz? O que quer? Dinheiro?! Acho que ambos sabemos que não tenho desse para dar! — desviou o olhar do caçador de recompensas e cobriu os olhos com a mão, respirava fundo tentando se acalmar, os pensamentos flutuavam para longe tentando achar uma maneira de sair daquela miséria deixada para si.

 

Brincando com os pedaços de pães à mesa, encarou o estado deplorável da companhia, riu da figura patética que ele era aos seus olhos. O som chamara a atenção do infeliz que o encarava irritado com o tratamento o qual recebia.

 

— Posso resolver todos os seus problemas Maxine...

 

— Monsieur Rousseau para você! — uma vez mais rira do indivíduo a sua frente e continuou a se divertir com a desgraça do mesmo.

 

— Como dizia, posso resolver seus problemas. Soube que o senhor tem uma irmã e também conheço uma pessoa quem teria uma ótima utilidade para ela.

 

Furioso levantou-se pondo Earl contra a parede, um soco de direita atravessou o rosto do homem, mas o caçador de recompensas era mais forte, trocou as posições dos dois dando o troco e afastando-se.

 

— Não quero me deitar com a sua irmã, desgraçado! Escute! — com isso aguardou que Maxine se acalmasse e continuou — Trabalho para uma nobre inglesa quem me paga para achar jovens e levá-las até ela, sei que paga essas mulheres para ir a um lugar, uma quantia alta. É tudo que sei sobre o trabalho, se quiser mais detalhes tem que falar com ela. E eu posso arranjar esse encontro.

 

Os olhos do burguês brilharam com esperança, talvez aquela pudesse ser a saída de toda a miséria que o acometera depois da morte dos pais. E tudo que Adelais precisaria fazer era ir a algum lugar, ele tinha certeza que ela o faria, estava tão desesperada quanto ele, a falta de riqueza destruíam aos dois.

 

— Tudo bem. Quero falar com essa mulher, mas irei sem minha irmã e averiguarei se considero o trabalho adequado.

 

— Como quiser monsieur Rousseau. — debochou do homem — Amanhã me encontre no porto à meia-noite, o navio desembarca à uma hora. Aviso, a viagem é longa.

 

[ Le 5 décembre 1740 ]

 

A chegada do burguês fora denunciada pelo som da bengala a qual batia contra o chão mais barulhenta do que de costume, pois o homem caía diversas vezes sobre o objeto uma vez que o tamanho da mesma era desproporcional a sua altura, sua velha amiga havia se perdido durante a madrugada anterior durante a bebedeira.

 

Não demorara a achar o navio de linha mencionado por Earl, ao observar a imensa embarcação sentiu-se minúsculo, sua existência resumia-se a pó, era como se tivesse sido queimado junto aos corpos dos pais. Um som atirara sua atenção, agradeceu inconscientemente por parar de pensar nos falecidos e se concentrar no que Earl gritava no convés de Esmerald.

 

— Suba se não quiser ser deixado para trás!

 

Apressou-se, pois tinha certeza que o homem lhe falava a verdade. Com dificuldade e lutando para permanecer em pé conforme marujos subiam e desciam a rampa de entrada trombando os ombros aos do burguês embarcou pondo-se ao lado do caçador de recompensas.

 

— Onde ficamos?

 

— Aqui, não temos uma locação para dormir no navio, pois o marido da mulher de quem falei não pode desconfiar de que estamos indo, o negócio é apenas com ela. — Maxine o encarou não muito satisfeito com a resposta, a ideia de que aquele homem trabalhava para uma mulher as surdinas do marido o incomodava, além disso, se não possuía condições de pagar a viagem para os dois como poderia pagar pelos serviços da irmã?

 

— Como chamam essa mulher? — Earl o encarou com a face fechada, claramente não pretendia responder a pergunta — O quê? Não me diga que terei que me dirigir a ela por mulher. — Ironizou ficando irritado a cada segundo, não gostava que os outros não dessem a ele o que queria.

 

— Ela mesma se apresentará, maintenaint fermez la bouche, pois pretendo conseguir dormir durante a viagem, não vamos chegar antes do nascer do sol, monsieur Rousseau. — com isso sentou-se apoiando a cabeça na madeira atrás de si e fechando os olhos, deixando o burguês sozinho com as próprias lembranças.

 

O céu começava a clarear mostrando sua beleza, o laranja, o vermelho e o azul misturavam-se no horizonte pintando tudo acima de suas cabeças. Não conseguira fechar os olhos durante toda viagem, estar em um navio traziam muitas lembranças as quais ele preferia deixar em uma caixa bem fechada no interior de sua mente, passara a noite tentando escutar as conversas da tripulação, era um ótimo treino para o seu inglês, além de ser a melhor maneira de conseguir as respostas as quais Earl se recusava a entregar.

 

Apoiando a bengala no convés levantou-se e se virou para observar a chegada de Esmerald à terra firme. Observou a cidade portuária inglesa sem qualquer entusiasmo, não era sua primeira vez ali. Assim que o navio atracara apressou-se para descer do mesmo, esperaria pelo caçador de recompensas adormecido no solo, e longe das constantes lembranças dos pais.

 

— Não entendi a pressa para descer do navio, não poderia partir sem mim. — Maxine encarou Earl com fúria, não estava com pressa e sabia que teria que pegar uma carruagem para chegar até a mulher sem nome, mas já se portava como um ser irritadiço sem a noite de sono.

 

— Podemos ir? — levantou as sobrancelhas ignorando o que a companhia acabava de dizer.

 

— Siga-me, burguês.

 

Uma carruagem os esperava na entrada do porto, entraram sem trocar palavras com o homem que aguardava segurando a porta do veículo, este já sabia para onde deveria ir e o que se passava ali.

 

— Quantas horas?

 

— Se não houver nenhum tipo de complicação, cinco horas. — O burguês suspirou nervoso com a resposta, o sono e a ansiedade, ambos o consumiam, invejava o companheiro quem havia tido uma ótima noite.

 

— Como consegue dormir naquele chão duro? — Um sorriso agora familiar ao Rousseau apareceu no rosto do caçador de recompensas.

 

— Sabe, monsieur Rousseau, nem todos cresceram deitados em travesseiros de penas de gansos. — Riu do próprio deboche voltando a encostar-se ao banco almofadado da carruagem, divertia-se em mostrar para o burguês que aquilo que chamavam de mundo real eram opostos. — Agora, por que não me conta o que tanto o incomoda em navios e portos. Tenho direito as minhas perguntas também.

 

— E eu a responder apenas aquilo que me interessar. — Maxine encostou a cabeça no banco feliz em devolver ao homem na mesma moeda, um sorriso de canto reinava na face do francês, agora poderia dormir.

 

 Ao abrir os olhos reparou que Earl encarava a janela, perdido nos próprios pensamentos. Aproveitou o momento para fazer o mesmo, revia os momentos que passara na companhia daquele homem, até perceber que talvez o caçador de recompensas soubesse muito mais do que deixava transparecer.

 

— ‘’ Lembra-se de alguma coisa do que me contou?’’ — a fala despertara a atenção do homem entediado, encarava o burguês tentando decifrar suas palavras, mas não conseguia, não compreendia o que a perturbada figura queria dizer — Você me perguntou isso, ontem, sentado na mesa de minha cozinha. Então, por que perder o seu tempo me questionando sobre o que me incomoda em portos? Você conhece a resposta.  — continuou a encará-lo, mas não pronunciara palavra, não aparentava desconfortável com o confronto, apenas existia sentado em frente ao Rousseau.

 

— Tenho que admitir, apesar de lerdo, consegue pensar, meus parabéns! — endireitando-se no banco, continuou — Sabe, vou dividir com você algo que deve levar contigo: sempre saiba sobre os outros e não deixe que os outros saibam sobre você.

 

— Como que é germânico, o sobrenome Aigner e que faz isso há anos, traz garotas para ver esta mulher, pega o dinheiro e começa o trabalho novamente. Não aceita outro serviço senão este. — o caçador de recompensas continuava a encará-lo, o maxilar torto de raiva, claramente despreparado e irritado com a resposta entregue, seu próprio truque usado contra si, abriu a boca para indagar como conseguira tantas informações, mas não foi preciso pronunciar a primeira palavra — Deveria passar a viagem acordado, assim pode garantir que suas companhias não vão escutar as histórias que os marujos têm a contar.

 

— Muito bem, parece que estamos equilibrados agora.

 

— Nunca, nunca, monsieur Aigner, — devolveu o deboche — tente enganar um Rousseau, nós somos mais espertos do que imagina.

 

  O restante das horas passaram mais lentas do que deveriam, a tensão dentro da carruagem era palpável e de um momento para o outro o espaço entre os dois homens não parecia ser o suficiente. Quando nenhum dos dois poderia suportar ficar preso naquele veículo na companhia do outro, pararam. Ansioso, Maxine pôs a cabeça na janela para deparar-se com imensos portões, um guarda aproximava-se para trocar palavras com o condutor, e segundos este já se afastava novamente dando passagem à carruagem puxada pelos negros cavalos.      

 

Pondo os pés no chão o burguês aguardou na escadaria da porta principal, já o caçador de recompensas seguiu dentro da carruagem para a entrada da criadagem. O Rousseau passou as mãos pelo cabelo tentando fazer o máximo de sua presença fatigada. Uma criada lhe sorriu na porta o convidando a entrar.

 

Bienvenue, monsieur. Se puder me seguir. — Não esperou pela resposta, apenas caminhou pelo palácio, no caminho o homem tentava decorar cada detalhe o qual passava por seus olhos. A mulher parara de repente, abrindo logo em seguida a porta a sua frente. Com um sorriso moveu os braços indicando que deveria entrar, o cômodo contava apenas com a própria presença, ouvindo o estalo da porta se fechando o coração acelerou, lembrando-se que o marido da mulher sem nome não tinha consciência de tudo aquilo se apavorou temendo que este tivesse descoberto o que se passava.

 

— Está pálido, monsieur, posso oferecer alguma coisa para ajudá-lo? — o homem virou-se com pressa para deparar-se com uma senhora no canto da sala quem acabara de adentrar o cômodo, as mãos pousadas no próprio colo exibindo brilhantes anéis, o vestido impecável da cor do vermelho mais valioso. Ela continuava a encará-lo, esperando pela resposta.

 

Non madame, merci. — respondeu recordando-se da pergunta dirigida a si, a senhora logo franziu as sobrancelhas, claramente algo a perturbava.

 

— Madame, não, duquesa Eltham, monsieur. — respondera dura, certa das palavras e sentou-se, o olhar de insatisfação perdurava sobre o burguês.

 

— Imploro por seu perdão, Vossa Alteza Real, não fora minha intenção faltar com respeito.

 

— Tenho certeza que não monsieur...

 

— Rousseau, Vossa Alteza Real.

 

— Muito bem, tratemos dos assuntos os quais os trouxeram até aqui, monsieur Rousseau. — inclinou o rosto para observar os olhos do homem quem permanecia em pé — Possuo um protegido, seu nome é Christopher. Cuido dele desde pequeno e acredito que seja mais do que adequado que seja o momento para casá-lo com uma jovem dama. Contudo, não o casaria com qualquer jovem, a escolha é inteiramente dele, uma escolha a qual muitas pessoas são privadas de. — pronuncio mais para si mesma do que para o burguês.

 

Maxine escutava com atenção, sem deixar passar a menor diferença de tons entre as palavras da duquesa, nem sequer a ternura ao pronunciar: meu protegido. A locutora não acreditava nas próprias palavras, quem quer que Christopher fosse com certeza não era apenas uma criança com a qual a nobre havia se simpatizado, era mais e ele precisava entender qual era o valor desse protegido.

 

— E este seria o papel de Adelais, Vossa Alteza Real, de casar-se com este homem? Este seria o papel de minha irmã? É o serviço dela de quem vim oferecer.

 

— Entendo. Sua irmã... Não, não, monsieur Rousseau, o ‘’serviço’’ de sua irmã, como definiu, não seria este, de forma alguma, não pretendo tirar tal escolha de ninguém. Ela deve escolher com quem casará ou não. O que a contrataria para seria ir até a morada de Christopher e lhe fazer companhia, prefiro deixar que o resto ocorra de acordo com seu próprio tempo.

 

— Adelais ficaria honrada em desempenhar tal... — um aceno com a mão calou Maxine.

 

— Deixe-me terminar. Este é o ‘’serviço’’ que ofereço, contudo devo ressaltar, não tenho poder sobre o que acontece dentro da morada de meu protegido, a partir do momento que esta jovem pisar dentro da propriedade de Christopher ela deve seguir suas regras e não as minhas. — levantou as sobrancelhas esperando uma resposta do homem o qual a encarava. Era claro que este hesitava ao ouvir as últimas palavras da duquesa. Os pensamentos de Maxine pareciam à maré noturna, indomável e furiosa, era barulhenta e não o deixava realmente seguir as próprias ponderações. Tudo se misturava, tentava prever a reação da irmã e do irmão ao contar-lhes a notícia, mas em todo caso, ele poderia recusar e sair dali de mãos vazias. Não, seu orgulho não sairia dali ferido, havia vindo para salvar o que restava de sua família da miséria a qual os corrompia, talvez aquela fosse a última vez a se depravar, aquela seria a última vez que qualquer Rousseau se depravava:

 

 — Vossa Alteza Real, como dizia anteriormente, e digo isso em nome da família Rousseau, Adelais ficaria mais do que honrada em desempenhar tais serviços.


Notas Finais


Glossário
+ monsieur - senhor
+ Voilá! Votre petit déjuner! - Aqui está! Seu café da manhã!
+ maintenaint fermez la bouche - agora cale a boca
+ Bienvenue monsieur - bem-vindo senhor
+ Non madame, merci - não senhora, obrigado

Espero que tenham gostado! Não esqueçam de deixar aqui os seus comentários, eles significam muito para mim!
XOXO


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