História Crush - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias NCT Dream
Personagens Jisung, Mark
Tags Boyxboy, Chewing Gum, Fluffy, Gay, Jisung, Kpop, Mark, Marksung, Nct, Nct Dream, Oneshot, Yaoi
Exibições 671
Palavras 1.554
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Fluffy, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Annyeong ♡

Primeiramente, eu queria dedicar essa oneshot à ~mrsposey, que me apresentou os meninos e o couple amorzinho. E, é o primeiro otp - yaoi - dela, então vamos mandar um fighting pra ela continuar nessa vida de dor e sofrimento que é ser shipper. Espero que goste, mana.

Também queria falar que sei que as coisas não funcionam na vida dos meninos como descrevi na fic, sei da existência do SM Rookies e bla bla bla, tudo que criei foi meio que um universo alternativo, mas que andou ao lado da realidade. Com o NCT, e as gravações de Chewing Gum, por exemplo.

Queria pedir desculpas por qualquer erro gramatical ou palavras repetidas aqui. Eu revisei, mas sempre passa alguma coisa que a gente não percebem.

Enfim, boa leitura, espero que gostem ♡

Capítulo 1 - Capitulo unico


Jisung tinha um crush por Minhyung.

Bem, não que o garoto achasse que isso era certo, ou que não estava confundindo as coisas. Não é como se fosse fácil - ou, até, possível - ser homossexual na Coréia do Sul. Então, o baixinho apenas escondia seus sentimentos abaixo dos olhares admirados que mirava no mais velho.

Era loucura um trainee pirralho como ele querer algo com Mark, que debutaria em poucos meses.

Logo, toda a escola também iria querer algo com ele. Eram todos idols ou trainees, todos talentosos e belos, mas Mark era diferente. Aos olhos do pequeno, era como se todos fossem querê-lo, mais que antes. Ele era especial, não era?

Não soube se deveria ficar feliz ou pra baixo por toda a fama que o NCT U ganhou. Agora, pessoas de todo o mundo também tinham um crush por Mark.

O moreninho havia trocado poucas palavras com o rapper, casuais e, talvez, banais, como cumprimentos e perguntas simples. Um simples "Que horas são?" não deveria nem ao menos ser considerado um início de diálogo.

O que preocupava o maknae era que, mesmo sendo conversas tão normais, apenas ouvir a voz do maior o fazia ruborizar, e torcia para que o outro não percebesse. Era patético, afinal.

Poucos meses depois do debut do Lee, Jisung recebeu a notícia de que o seu também estava próximo. A animação não cabia em si, tanto quanto a insegurança. Talvez fosse tímido demais para ser um idol. Mas, bem, agora fazia parte do NCT, estaria, mesmo que poucas vezes, próximo de sua paixonite.

A real surpresa lhe veio quando soube dos seus colegas de grupo. Não passava em sua cabeça a possibilidade de Minhyung debutar no NCT Dream, afinal, o moreno já havia debutado duas vezes. Quais eram as chances de fazê-lo pela terceira? Pelo visto, bem grandes.

O que achou que seria um sonho para si, tornou-se um pesadelo. O maknae era, definitivamente, tímido demais para qualquer coisa.

Não me toque, hyung, não dessa maneira.

Não fique tão próximo, não toque meu rosto.

Droga, hyung, não sorria ao perceber que estou corado sem motivo.

Talvez o líder fosse ingênuo demais. Achava fofa toda a timidez do, agora, loirinho. E, algo dentro de si dizia que deveria provocar mais disso. Gostava de vê-lo ruborizar quando conversava com ele, a forma que abria sua boca, quase soluçando, quando pegava em sua mão. Lembrava-se de quando, em meio à algum treino do hoverboard, o maknae sentiu-se triste por não estar conseguindo tão bem como os outros. Inflou as bochechas, cruzou os braços, e focou em algum ponto imaginário na sala grande. Seu hyung, tocado por sua fofura, o abraçou por trás.

- Está tudo bem, Jisungie, você consegue.

Ele pôde ver a forma como os pelos expostos do pescoço do pequeno se eriçaram, apenas por sentir o hálito alheio tão próximo. Seu dongsaeng não tinha cura, mesmo. Tão sensível. O Lee podia jurar ter sentido como a pele estava quente abaixo de seus lábios, ao deixar um breve selar na face do mesmo.

- Não fique triste por isso, vamos. - O mais velho continuou onde estava, a cabeça apoiada sobre o ombro alheio. - Sorria pro seu hyung, Jisung, não quero lhe ver triste.

E, realmente, havia algo diferente naquele maknae. Algo especial.

Porém, Mark queria saber o porquê do Park ser tão fechado, especialmente com ele.

O ponto em que tudo tornou-se mais confuso para o líder, foi nas gravações de Chewing Gum. A cena em que estavam em uma moto, fez com que o rapaz se sentisse um total depravado. Não deveria ter gostado tanto da sensação de ter as mãos do maknae o envolvendo, o corpo pequenino aninhado ao seu. O que confirmou-se mais na cena em que teve que abraça-lo, esconder a cabeça do maknae sobre seu peito, com os fios cacheados tão próximos de sua face, fazendo com que pudesse sentir o aroma adocicado que exalava do garotinho.

Ah, tudo tão errado.

Por que tinham tantas cenas juntos? Isso só tornava tudo mais difícil.

O limite veio, ao fim, na gravação da cena em que deviam ir, um em direção ao outro, como se fossem se enfrentar, mas que se parecia mais com um beijo. Assim que a cena fora gravada, o maknae se retirou rapidamente para o camarim. Mark percebeu a pressa do menor e, sem exitar, foi atrás, algum tempo depois. Encontrou o mais novo sentado em uma das cadeiras onde se arrumavam. As pequenas pernas dobradas sobre o couro da cadeira, a cabeça escondida sobre os joelhos, os braços puxando as pernas para mais perto de seu torso.

- Hey, Jisung. - O lider chamou, ao que levava a destra a cabeleira loira, acariciando-o. - Por que saiu de lá tão rápido? Parece que o manager vai nos dar o resto do dia de folga, então os meninos estão brincando no cenário.

- Eu não estou muito bem, hyung. - Respondeu, um tanto baixo, sua voz sendo abafada pelos próprio joelhos.

Mark deslizou a mão para fora das madeixas douradas, puxando uma cadeira para que se sentasse próximo ao maknae.

- O que está acontecendo, bebê? - O platinado usou seu polegar para levantar a face avermelhada, pelo queixo, fazendo com que fosse encarado nos olhos.

- Eu não sei, hyung. - Jisung murmurou, a voz chorosa e as palavras arrastadas. Escondeu a face entre suas mãos, não tinha coragem de olhar o líder.

- Venha aqui, dongsaeng. - Minhyung abriu os braços, esperando que Jisung o abraçasse.

Porém, o mais novo se levantou de sua cadeira, sentando-se novamente. Dessa vez, no colo de Mark. Os joelhos dobrados a cada lado do corpo maior que o seu. Abraçou forte, descansando a cabeça no peito alheio.

Mark fechou os olhos, sentindo o cheiro de morango que exalava dos fios cacheadinhos do maknae, e logo voltou a acariciá-los com a mão esquerda, enquanto que a destra fazia o mesmo nas costas do Park. Ogaroto se remexeu, levantou a cabeça, para que pudesse sentir o aroma do perfume do Lee, deslizando a ponta de seu nariz sobre a pele sensível do pescoço dele.

- Hyung... - Chamou baixinho, ao que agarrava mais o torso alheio. - Eu te amo.

Mark arregalou os olhos, mas não deixou que o outro visse, já estava inseguro demais.

- Eu também te amo, Jisung-ah.

- Mark... - Deixou os rostos na mesma altura, para que pudesse observar os olhos castanhos a sua frente. Deslizou os dígitos pela face alheia, até chegar nos lábios, onde pressionou seu indicador, após contornar. Minhyung comprimiu a vontade de lamber e sugar o dedo alheio, não estava ali para seduzir o garoto. - Entende o que quero dizer, quando digo que te amo?

- Você entende o que eu quero dizer, quando digo que te amo?

O líder levou os polegares às bochechas rosadas do menor, que agora também acariciava as suas.

- Eu quero te beijar, hyung. - Jisung escondeu a cabeça no pescoço alheio, envergonhado, após confessar.

- Então faça.

O mais novo suspirou, um sorriso tomou conta de sua face. Juntou toda a coragem que tinha - que, antes, nem pensava ser possivel achar em si - e juntou seus lábios ao de Minhyung.

Nunca havia beijado um garoto antes, nem mesmo uma garota, se sentia nervoso. E se beijasse mal e seu hyung deixasse de gostar dele?

Mark levou as mãos à cintura do mais novo, quase que automaticamente.

O garotinho era inexperiente, mas não é como se o simples contato dos lábios não fosse bom o suficiente. Minhyung passou a língua sobre os lábios de seu, agora, namorado?

O mesmo os entreabriu, esperando que o músculo quente de seu hyung tomasse conta de sua boca.

Jisung tinha gosto de chiclete de morango, o doce favorito de seu hyung.

Mark apertava mais o toque sobre a cintura do maknae, ao que o mesmo sugava sua lingua, o que lhe causou um arrepio.

Alguns segundos de silêncio, compostos unicamente pelo som das respirações, após separarem os lábios.

Minhyung sentiu-se tentado à tocar o pescoço alvo de Jisung. Devia?

O maknae, ao perceber o olhar sobre sua pele, jogou a cabeça para trás, dando mais acesso à seu hyung. Nem podia mais se reconhecer, naquele momento, apenas queria sentir tudo que era possível.

E então, o líder mandou tudo pros ares. Distribuiu alguns selares pela pele sensível de Jisung, logo passando a lamber, sentindo o quão o pequeno estava arrepiado. E então, um gemido seu preencheu aquela sala. Um gemido manhoso e convidativo.

Não.

Não faça isso comigo.

Não seja um garotinho mau.

Não queria se excitar, não mais. Não queria assustar seu loirinho. Sentiu o mesmo se remexer incomodado sobre si, quando sugou forte - não tanto, não podia deixar marcas -, a região de seu pomo de Adão. Pode sentir o membro dele se friccionar com o seu.

, Jisungie?

está duro?

Distanciou-se da pele alheia, mesmo que fosse uma tortura para si.

- Nós não vamos fazer, bebê. - Deixou um selar casto nos lábios dele. - Eu não quero te machucar. E, você ainda é um bebê, não?

- Eu não sou um bebê. - Bufou irrritado, o que fez Mark rir, por quão fofo o ato houvera sido.

- É sim. Meu bebê.


Notas Finais


Então, foi essa coisinha aí. Gostaram?


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