História Cry Baby - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Jimin!bottom, Jiyong, Jungkook!top, Mpreg, Namjin, Pediatria, Yoonseok
Exibições 840
Palavras 1.225
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


EU DISSE Q EU IA POSTAR DIA 27 E EU TÔ AQUI
HOJE É MEU ANIVERSÁRIO MAS O PRESENTE E PRA VCS
BOA LEITURA 💖

Capítulo 13 - Capítulo 13- Omma


                °Cry Baby°
            °Capitulo Treze°

       Jeongguk, mesmo formado em pediatria, nunca havia se submetido a assistir desenhos infantis depois de ter completado seus dezoito anos. E anos depois disso, o moreno só conseguia pensar no quanto seu ato de cessar a vida de assistidor de desenhos havia sido inteligente porque em nome de Jesus, o médico não aguentava mais assistir Dora, A Aventureira.

     Jiyong sentado em seu colo parecia bastante distraído enquanto tentava repetir as frases em inglês que a bonequinha no desenho tentava ensinar. O moreno nunca havia sentindo tanta vontade de quebrar uma televisão como sentia agora, o desenho era definitivamente insuportável.

     Jimin havia saído pela manhã. Tinha um ensaio fotográfico marcado e não havia ninguém melhor para ficar com Jiyong  que não fosse seu, agora, denominado appa. Porque sim, Jiyong chamava o moreno de appa abertamente, e o outro amava isso.

     "Pai e filho" estavam sentados no sofá da casa de Jimin (Onde Jeongguk estava habitando a bons dias) desde às oito da manhã. Já se passava das dez e Jeongguk sabia que Jimin não demoraria para chegar, oque era uma pena, de certa forma, porque o maior teria de ir para a clínica e sua despedida com Jiyong era sempre sofrida, tanto para si quanto para o bebê.

     - Appa! - Jiyong exclamou alto uma das únicas palavras que já faziam parte do seu vocabulário.

     - Oi, meu amor.

     - Papa, appa. - "Papa" que na verdade deveria ser "mama" que na realidade é uma abreviação de "mamadeira", era a forma que o bebê encontrava para dizer que estava com fome.

     Jeongguk adorava dar mamadeira ao menino. A forma bonitinha como Jiyong segurava o objeto com as mãozinhas pequenas e o jeito encantador que ele encara a pessoa que lhe alimenta é adorável. Porém, o moreno sabia que Jimin estava tentando a todo custo diminuir as doses de mamadeira do menino.

     Jiyong já tinha idade para comer de tudo desde os seis meses e agora, com quase dez, Jimin ainda batalhava para fazer o bebê se alimentar devidamente já que ele havia se habituado somente a mamadeira. Ia ser difícil, Jeongguk sabia, mas não custava nada tentar.


                                  (…)

     Jeongguk tentou não pensar muito sobre o "não custa nada" ter custado sua camisa vermelha preferida, que agora estava banhada de batatas e cenouras amassadas.
"Foi por uma boa causa" pensou o moreno, vendo o potinho de papinha fazio (mesmo tendo 50% dela em sua roupa).

     A porta do apartamento se abriu e Jiyong correu de forma torta a toda velocidade que suas perninhas permitiam em direção a entrada da casa, gritando vários "Omma", assim como Jeongguk tinha lhe ensinado.

     O moreno permaneceu sentado sobre a bancada da cozinha, rindo quando Jimin entrou no cômodo com os lábios grossos formando um biquinho.

     - Eu já disse pra você parar com isso, Jeongguk.

     - Ah vai, você adora quando ele te chama de omma. - Jeongguk afirmou com convencimento, vendo o namorado revirar os olhos quando Jiyong bateu palminhas e gritou mais um Omma a plenos pulmões.


                                    (…)


        Jimin jogou o celular sobre o sofá e suspirou. O relógio marcava onze e meia da noite e por mais que estivesse tarde, seu filho permanecia acordado e sem dar nenhum sinal de sono.

    Jiyong estava sentadinho sobre o tapete da sala brincando com seus bloquinhos de letras, jogando os brinquedos um por cima do outro de forma frustada, bufando. O bebê empurrou os brinquedos para longe de si com os pezinhos, segurou-se no sofá em que o pai estava e se ergueu de pé, encarando o mais velho de forma objetiva.

     - Appa? - O bebê questionou. E por mais que Jimin gostasse de ouvir seu bebê falando, era decepcionante saber que aqueles tantos "Appas" que o bebê soltava, não eram para ele e sim para Jeongguk.

     - Eu sei bebê, eu também queria que ele estivesse aqui, mas ele não vai chegar agora e você tem que dormir. - O castanho explicou, cansado. Acariciou os cabelos lisinhos do filho (uma mania sua) e suspendeu a mão na altura dos olhos logo depois, encarando o anel de prata cravejado com pedrinhas de diamante, contendo as letras "JJG" em seu interior.

     O pedido de namoro havia sido realmente maravilhoso, foi no mesmo dia do jantar no restaurante italiano, Jiyong estava dormindo sobre o ombro de Jeongguk mas isso não o impediu de ajoelhar no chão da praça em que os três estavam, tirando a caixinha de veludo vermelho do bolso de trás da calça, fazendo o tão esperado pedido de namoro ao castanho, que nem ao menos pensou antes de responder um "sim" desesperado.

     O relacionamento seguia às mil maravilhas e Jeongguk tomou definitivamente o cargo de "appa" de Jiyong, que estava mais apegado ao moreno do que nunca, oque de certa forma poderia ser ruim em momentos como esse no qual Jeongguk estava em um plantão e Jiyong se recusava a dormir por sentir falta do médico.

     Jimin tentou convencer seu filho a tomar mamadeira por mais alguns minutos, sabendo que isso seria tiro e queda para que o sono do bebê chegasse, tendo sucesso alguns bons vinte minutos depois.

     Já eram quase uma e meia da manhã quando o castanho se jogou em sua cama. Jiyong havia finalmente sem entregado ao sono e o castanho logo se adiantou para o seu quarto, na esperança de conseguir dormir mesmo estando sem a presença de Jeongguk que tanto lhe fazia falta.


                                    (…)


     Min Yoongi estava aos frangalhos. Youngnam foi um bebê bastante calmo, nos primeiros três dias que passou em casa, é bom ressaltar.

      O bebê chorava por horas a fio e o loiro se desesperava por não ter ideia do que fazer.

     Não eram dores, ele sabia, já havia consultado Jeongguk. Não era fome, o loiro tinha certeza, seu bebê estava muito bem nutrido. E não podemos nem mesmo cogitar na possibilidade de ser a fralda que  incomodava Youngnam, já que Yoongi fazia questão de manter seu filho o mais  limpinho e cheiroso possível.

     Descartadas as possibilidades, o loiro apenas decretou que o filho estava agindo na mais pura birra, sem ao menos ter noção de que tudo oque seu bebê mais precisava era a presença de Hoseok, que o havia visto apenas uma vez.

     O loiro diminuto caminhava pelo quarto do bebê com o serzinho nos braços, já se passava das duas da madrugada e Youngnam se recusava com todas as letras a dormir, chorando copiosamente de forma desesperada.

      A cerca de cinco minutos o omma de primeira viagem encarava seu celular sobre a cômoda do filho. O aparelho parecia chamar por ele e o loiro não queria ceder tão fácil mas, Deus, estava sendo tão difícil.

     O loiro caminhou até a cômoda, pegou o aparelho celular, pensou algumas vezes se era tarde de mais para fazer uma ligação, descartou qualquer possibilidade e se aproveitou de uma coragem repentina que lhe possuiu. Abriu a lista de contatos e sem pensar duas vezes, iniciou a ligação.

     As mãos pequenas e pálidas tremiam, o coração estava acelerado e a cada segundo que se passava sem que a ligação fosse atendida o loiro sentia como se fosse desmaiar. 5 toques depois a ligação foi atendida. Um "Alô?" bonitinho de voz infantil soou pelo aparelho e Yoongi soltou a respiração.

     - Taehyung? Preciso que você chame o seu appa.

    


Notas Finais


Perdoem os erros eu amo vcs e to mt nervosa
Me perdoem a demora eu amo vcs dnv
mUITO OBG GENTE MAIS DE 800 FAVS MEU DEUS EU AMO VCS MAIS UMA VEZ
Juro que adg n vai demorar
Me sigam no tt @JUNGKOOKCAKES
Mandem os números pra entrar no grupo
Amo vcs dnv, tchau 💖


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