História Cry Baby - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Palavras 1.423
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Magia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi! Bom, eu sei que demorou muuuiiiiitooo mais do que normalmente demorei pra postar os outros caps, mas agora ele tá aqui.
Espero que gostem, Jya Ne! (⌒▽⌒)

Capítulo 3 - Sippy Cup


Fanfic / Fanfiction Cry Baby - Capítulo 3 - Sippy Cup

❝  She watches momma sip a drink

Out of a sippy cup that's pink

Because of that you'd never think

That she'd pass out under the sink 


Cry Baby estava em um lugar que não se lembrava de ter nenhuma memória, pelo menos, não lembrava de ter ido ali.

O lugar era inteiramente branco, quase que de um jeito aterrorizante, mas ao mesmo tempo, não lhe causava nenhuma espécie de medo.

A menina andou, vendo fumaça surgir aos poucos no ambiente. Diferente do que esperava, não sentia nenhuma espécie de cheiro vindo dela - seja ele bom, ou ruim.

A menina foi andando, tentando seguir e descobrir o local de origem da fumaça.

Enquanto andava, reparou em algo um tanto diferente em suas costas. Virando a cabeça um pouco, ela conseguiu ver uma asa branca, com uma parte negra, provavelmente queimada, daquelas que se diziam pertencer a anjos.

Após admirar aquilo por um tempo, voltou a sua busca, a qual parecia interminável.

Depois de tanto procurar, finalmente encontrou o lugar com mais fumaça, em toda aquela espécie de quarto branco. Mas, descobriu que não estava sozinha.

Sentada, enquanto cantarolava baixo uma música que a menina de cabelos enrolados desconhecia, estava sua amiga, Lena.

Ela estava diferente. Possuía asas, as quais eram inteiramente brancas, quase iguais as de Cry Baby, somente vencendo em relação ao tamanho. Ela usava um batom branco, e uma roupa bonitinha.

— Lena? - fala Cry Baby, sentando-se no chão ao lado da amiga, que não virou seu olhar para a mesma por segundos, que pareceram uma eternidade.

— Mary! - fala a menina, se virando para a garota. A diferença entre a Lena "original" e essa, eram definitivamente a cor de seus olhos. Os olhos dessa, negros, quase que completamente.

— Onde estamos? - fala a pequena, depois de abraçar a amiga por alguns segundos.

— Se eu soubesse, falaria. Mas, não sei. - fala Lena, dando de ombros. Ela parecia não se importar tanto com aquilo.

— Certo. - fala Mary, se balançando para frente e para trás, não muito rápido. Não queria cair.

— Você vai acordar daqui a alguns segundos. Eu não vou aparecer hoje pra você, mas não se preocupe, eu estou bem. Você vai precisar ficar sozinha. - fala Lena, olhando para a amiga. Seu olhar era sério, e sua voz também, não possuindo nenhum tom de brincadeira.

— Certo, mas... Por que vou ter que ficar sozinha? - fala a enrolada, enquanto sua visão sobre aquilo tudo ia desaparecendo.

Ela podia ver Lena acenando para ela, enquanto cantarolava alguma coisa, em um tom baixo.

"Blood still stains when the sheets are washed

Sex don't sleep when the lights are off

Kids are still depressed when you dress them up

And syrup is still syrup in a sippy cup".

Essas, foram as únicas palavras da melodia que Cry Baby conseguiu decifrar.

                       ***

A garota acordou, um pouco assustada. Olhou para os lados de seu quarto, concluindo que não havia pessoa alguma com ela. Ela estava sozinha.

Após se sentar em sua cama, começou a escutar barulhos estranhos, como de alguma coisa afiada passando pelas paredes.

Com a curiosidade tomando conta da garota, e a vontade de tomar um pouco de água ou suco, ela se levanta da cama, indo até a cozinha.

Uma hora antes...

A mulher loira, de pele pálida, agora estava bêbada, superando o seu auge, o que não era nada raro.

Enquanto se sentava, com alguma dificuldade, em uma cadeira qualquer na cozinha, escutou o som de passos.

Na cozinha, chegaram seu marido e a garota mais nova, a vagabunda do momento.

Eles riam, e se beijavam, não notando a presença da mesma no lugar.

Ela, com raiva, soltou a garrafa de bebida, indo até os dois.

Mesmo bêbada, tinha quase que total noção do que estava fazendo, por algum motivo.

Quando parou para reparar na cena novamente, o homem e a vagabunda estavam presos, amarrados a duas cadeiras, com suas bocas tampadas, para que não chamassem a atenção de ninguém.

A mulher se sentou na cadeira, os olhando. Tomou mais um gole da sua bebida, e pegou a faca que estava na mesa.

Ela lambeu a ponta da faca, como se houvesse geleia ou algo do tipo ali.

Em seguida, se levantou, parando na frente da garota, que estava com um olhar de desespero, que fez a loira dar um sorriso macabro.

Pegou a faca, e começou a passá-la pelo rosto da garota, ainda com o sorriso nos lábios.

Depois, cortou seu cabelo perfeito, enquanto a menina tentava gritar, sem sucesso algum.

Após a mulher se cansar de estragar o rosto e corpo da garota, começou a lhe dar várias facadas seguidas.

Uma no peito, perto do coração, quatro na perna, e uma no cérebro. Agora, ela estava totalmente morta.

Se virou para o homem, dando um sorriso irônico.

— Você se cansou de mim, e me traiu. Agora, receba sua punição. - fala a mulher, um pouco bêbada, ainda afetada pela bebida.

Começou a cortar partes de seu rosto, e suas partes de baixo.

A mulher, irritada com os gritos abafados do homem, enfiou a faca em seu olho esquerdo.

Ele soltou uma mistura de gemido de dor, e um grito, ambos saindo abafados.

No fim, a mesma enfiou a faca em seu coração, cerca de 4 vezes.

Pegou os corpos mortos, e colocou-os no chão. Faria algo com eles antes de todos acordarem, claro.

Pegou um lençol branco, e colocou o mesmo sobre os corpos, do traidor e da vadia.

                      ×××

Cry Baby andava pelo corredor, enquanto continuava ouvindo os barulhos de algo afiado arranhando as paredes.

Por onde passava, era possível escutar o barulho, cada vez mais perto.

A menina, um tanto hesitante, chegou na cozinha.

Foi andando até a geladeira, ainda sem notar o lençol manchado de sangue, escondendo alguma coisa.

Chegando perto da mesma, sentiu um cheiro estranho no ar, e uma sensação ruim, que lhe incomodou.

Cry Baby olhou ao redor, até finalmente ver o lençol ali, manchado de sangue.

A mesma vai até ele, tremendo um pouco. Se agachou, ao lado do lençol, totalmente hesitante.

No fim, levantou-o, e o que viu que estava escondido ali, lhe fez dar um grito mudo, sem som algum. Estava tão assustada, que não conseguiu emitir nenhum som.

Lágrimas caiam dos olhos da menina, que não conseguia aceitar a visão de seu pai, morto. Ele fez algo errado, sim, mas não deveria pagar por isso desta maneira.

De tão assustada que estava, não conseguiu perceber a presença de uma figura na cozinha, que se aproximava cada vez mais dela.

Quando abaixou o lençol novamente, a mulher a agarrou, colocando um pedaço de tecido e precionando-o na boca da garotinha, que não possuía força o suficiente para lhe afastar.

Aos poucos, a visão de tudo aquilo ia ficando preta, e embaçada, até que nada mais pudesse ser visto.

                      ***

Quando a menina acordou, estava em sua cama. Tentou levantar, mas parecia que seu corpo não entendia o que ela queria fazer.

A menina começou a chorar, um tanto desesperada. Quando viu sua mãe, seu cérebro começou a absorver as informações lentamente.

"É claro... Foi ela que fez aquilo. Ficou brava com o papai, e acabou a matando..." pensou a menina, triste com a própria conclusão. Não queria acreditar que a mãe chegou a fazer algo tão horrível.

A menina, assustada, somente tentava se afastar de sua mãe, sem sucesso.

A mulher que estava parada ao seu lado, tomou o último gole de sua tão preciosa bebida, e pegou o copo com bico, o aproximando de Cry Baby.

Cry Baby balançava a cabeça, negando aquilo, se afastando a cada vez que ele se aproximava demais de sua boca.

Irritada, a mulher agarrou o queixo de sua filha, aproximando cada vez mais o copo da boca da criança, sem que a mesma não pudesse fazer nada a respeito.

Cry Baby, contra sua vontade, engoliu o líquido. O mesmo não tinha um gosto agradável, e ardia enquanto descia por sua garganta.

Lentamente, ela ia fechando os olhos, esquecendo-se quase que totalmente do que viu naquela madrugada.

Quando acordou novamente, Cry Baby somente se lembrava de ter pego seu copo de bico, e tomado um suco durante à madrugada.

E, agora, ela já não se lembrava mais de seu pai, não totalmente.

Ela somente se lembrava dele ter abandonado sua mãe, e ido embora com outra garota, bem mais nova que sua mãe.

Não se lembrava mais do pai que por mais ausente que fosse, se importava com ela, mesmo que não demonstrasse tal coisa, e tudo por culpa do seu copo de bico favorito.


Notas Finais


Hi!
E então, o que acharam desse cap? Espero que tenham gostado... Sei que talvez esse tenha sido o mais curto de toda a fic, mas do fundo do coração, espero que gostem, mesmo.
É isso, e até a próxima. Falow!
~ Turma entenderá a referência ~


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