História Cry Baby - Capítulo 14


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathalie Sancoeur, Nino, Sabine Cheng, Tom Dupain
Tags Amizade Colorida, Bdsm, Bebê Chorona, Cry Baby, Ddlg, Marinette X Adrien, Mlb
Visualizações 128
Palavras 1.150
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


H E Y! Tudo bem, babys?
A A A A A CONSEGUI POSTAR PELO MENOS UM c':
desculpem qualquer erro de ortografia </3
Bem, me resta dizer:

BOA LEITURA~

Capítulo 14 - Chapter 14 - CRY BABY


Fanfic / Fanfiction Cry Baby - Capítulo 14 - Chapter 14 - CRY BABY


A funcionária abriu a porta sem demoras, revelando o corpo inerte revestido de lindos cabelos e roupas invernosas, carregava uma mochila violeta nas costas. A enfermeira fez o favor de se retirar calma e silenciosamente, não levantando qualquer suspeita para o par de olhos que se observavam curiosos. 
O sorriso esmagador domando os seus lábios carnudos era indescritível, puramente feliz, recheado de saudade. 
- Estava com tantas saudades suas... – pronunciou a outra ligeiramente trémula de emoção. 
- Eu também. – rebateu em concordância. A de cabelos morenos ameaçou chorar incontrolável, sendo assim, correu para perto da prima, que a recebeu de braços aberta semideitada na cama eletrónica. 
- Como você está? – indagou preocupadíssima, afagava os cabelos da menor cuidadosa enquanto o encaro tempestuoso de olhares ocorria – De verdade. 
- Eu...não sei... 
- Como assim?  
- Me sinto neutra em toda esta situação. 
- Como se pode sentir neutra se é a atração principal? – o riso que deu era tão leve quanto um folhear de páginas poéticas. 
Não gosto de ser a atração principal de um circo
- O que houve? 
- Parece que quase todo o mundo me quer fazer de "palhaça" – suspirou exausta – os policiais, os médicos, o agressor... 
- O caso vai ser resolvido, Mari – sussurrou querençosa – e logo, você sairá deste sítio entupido de remédios. E ei, eu ainda ficarei por aqui durante algum tempo! 
- Sério? 
- Aham. 
- Vamos nos divertir como nos velhos tempos, então! 
- Óbvio, tolinha! 
- Está tudo bem com os tios? 
- Apesar nas horas extras de trabalho, eles estão bem. E os seus pais? 
- Ah, tá' tudo normal, de momento estão na minha casa, mas depois irão voltar pra' Paris.  
- Hmmmm...entendo, desde que esteja tudo certo... – Lila não necessitou de terminar a frase, ambas se entendiam demasiado bem. 
- Quanto tempo vai ficar aqui, exatamente? 
- Uma semana, talvez, acha que é suficiente? 
Dá pro' gasto.  
As duas primas riram desconcertadas, planeavam divertirem-se sem rédeas, apesar das aulas que retornariam para a mestiça. Arranjariam uma forma de socializarem sem problemas. 
Afinal, elas sempre iriam achar uma solução em conjunto, trabalhavam perfeitamente em equipe. 
- Quando irá receber alta? 
- Daqui a alguns dias, não se preocupe. 
- Tem a certeza que a sua condição está boa o bastante? 
- Claro que tenho Lila, para com essa preocupação desnecessária! 
- Desculpe... 
- Não se desculpe, pelo amor de Deus, sua idiota. – Marinette gargalhou melodicamente, achando adorável toda a apreensão. 
- Com estão correndo as aulas? 
- Muito bem, e as suas? 
- Mais ou menos...ainda não me habituei em ficar acordada uma noite inteira estudando. 
- Acredite que isso vai virar rotina! – a afirmação fez ambas rirem sutis. 
- Ah, Mari. 
- Sim? 
- A Alya continua a não "curtir" de mim? 


✂   ✂   ✂


- Chefe, tem a certeza que as filmagens estão disponíveis pra' nós? 
- Claro que sim. 
- Mesmo assim, podemos invadir o espaço – comentou o outro colega – somos da judiciária, isso nos dá certos direitos. 
- Não devemos abusar – 
- Cory, chega de "coração mole". – exigiu o patrão bufando e ajeitando a gola apertada da camisa. 
Os três corpos estavam sentados em poltronas giratórias, tinham sido guiados até ao escuro gabinete onde escondiam as filmagens de toda a Yale, de momento, os quatro ecrãs permitiam a visão do parque de estacionamento perto do dormitório C. 
O carro se moveu na gravação, ninguém decifrou o corpo mascarado de preto, um véu branco sujo cobria o Mercedes que servia de pertence à vítima.  
Afigurava o indivíduo colocar o automóvel exatamente onde pretendia atingir a mestiça, ou seja, dentro daquele espaço, no estacionamento do edifício. Voltava para o carro, tornava a sair, entrava mais uma vez...e sempre assim neste ciclo vicioso até estar a uma distância que o agradava. 
Um corte ocorreu e, então, a menina de cabelos azuis passava no ecrã, todos os atos que ela descrevera no hospital se mostravam inteiramente nas imagens, a única surpresa que tiveram foi o embate brusco e butro, fazendo salpicos – assim como respingos – se aglomerarem em volta do corpinho fragilizado de Marinette. 
O sujeito se retirou do carro sem equilíbrio, carregando uma garrafa de cerveja em mãos, os parceiros reparam nos grandes saltos pretos que calçava. 
Os policiais se irritaram por não possuírem as possibilidades de visualizarem o resto, a filmagem durava durante um quarto de hora, e parava. Tudo cortado. Tudo pedacinho por pedacinho. 
Estavam confusos, perdidos. 
Como encerrariam o caso? 
- Seria possível tirarem uma cópia das gravações e descobrirem a matrícula do bugatti? 
- Claro, chefe. – respondeu um deles apressado. 
O dono estava possesso, seu estatuto iria diminuir por não desvendar quem raios quase assassinou uma jovem de, apenas, dezanove anos. 
Já atravessara casos mais bizarros que este... 
Precisava de se concentrar a rigor! 
Não poderia pedir o que fora filmado em completo, pois as câmaras apresentavam ser tão antigas que, provavelmente, não iria rodar mais do que já fora apresentado. Por isso, restava pesquisar sobre a matrícula do automóvel, nada mais. 
Raiva era pouco para exprimir como se sentia, o uniforme cerimonioso apertava-o de maneiras desconfortáveis, o suor humedecia seus cabelos castanhos meigosos, com bastante lentidão, assim como a sua testa. 
As mãos pressionavam os suportes da cadeira com força enquanto ouvia os dois colegas exigirem mais tempo limite ao diretor da Universidade. 
As dicas eram escassas, o tempo igualmente... 
Que poderia ele fazer? 
A única coisa que sabiam, naquele preciso momento, é que o suspeito apresentava ser uma mulher


✂   ✂   ✂


A conversa fluía com desinteresse, bem, pelo menos para ela, que ignorava quase todas as palavras da amiga, visto que a sua confirmação de estar tudo sob controlo permanecia fortemente. 
- Ai, cala a boca, porra! – ordenou a maior saturada – Já falei que tá' tudo bem, se aquieta garota. 
- Eu só estou com medo que descubram... 
- Deixa de ser medrosa. 
- Mas, – 
Passos fizeram o corpo da mais baixa tremer, ela e sua suposta "melhor amiga" persistiam numa das salas de Yale, o próximo trajeto seria dirigirem-se para um café, porém, restava guardarem os devidos materiais nas suas bolsas, visto que tinham acabado de ter uma aula.  
Os mesmo se cessaram, então, continuaram com o diálogo: 
- Não quero que suspeitem de você. 
- Ninguém vai descobrir, se manca! 
- Você quase matou alguém, como posso relaxar com isso?! 
- O meu propósito não era chegar no quase... 
- Poderia tentar ser mais cuidadosa – 
- Poderia para de falar merda. – interrompeu furiosa, os livros quase saltaram das mãos pelo impulso repentino. 
- Chloé – a voz rouca rompida não deixava dúvidas de quem se apresentava ali – me explica melhor esse papo de "quase" matar alguém, sim? 
Ele estava pendurado no batente da porta, os braços cruzados refletiam seus músculos e a boca cerrada se igualava aos seus punhos. 
Os olhos verdes de Adrien fluíam tudo e mais alguma coisa...menos simpatia
 


Notas Finais


Eaí babys, gostaram? Não gostaram? Querem deixar algum conselho?
Eu estava planeando tirar vários dias de folga depois desta semana - visto que vou ficar ocupada - mas, caso eu não consiga postar na semana que vem...saibam que eu peço desculpa twt
E, bom, me resta dizer:

BEIJINHOS DA BUG COM NUTELLA~


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