História Cry Me A River - Capítulo 38


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Neighbourhood
Personagens Jesse Rutherford, Zach Abels
Tags Amor, Decepção, Desejo, Jesse Rutherford, Musica, Sexo, The Neighbourhood, Traição, Zach Abels
Exibições 173
Palavras 3.230
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, Festa, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Um sol, quente, antes da tempestade.

Capítulo 38 - Thirty Eight


Fanfic / Fanfiction Cry Me A River - Capítulo 38 - Thirty Eight

Claridade. Não havia claridade. A cortina estava aberta e tudo que se podia ver, é um céu escuro. Mas não um escuro que dizia que eu tinha acordado cedo demais, era um escuro de chuva, mas ela ainda não caía.
O tempo costumava definir minhas emoções durante o dia, mas hoje, devo dizer que ele está errado. Não estou triste, ou culpada, ou querendo desesperadamente sumir - embora essa opção seja tentadora -. Hoje eu esperava pelo sol e todo seu brilho e calor, porque estranhamente alguma coisa boa formigava dentro de mim, desde o momento em que abri meus olhos. Alguma coisa, tão boa e surreal, que me fazia querer o sol. Me fazia sorrir olhando para a parede branca, do quarto de Zach. Era saudade, que foi lascivamente 'matada' ontem. Tudo não passava de uma alegria simples, como quando você passa um mês sem comer chocolate e quando come novamente, é como se aquilo fosse a única coisa certa no mundo, a única coisa realmente boa. E então você sorri, porque porra, você passou um mês sem comer chocolate e então pode sentir o gosto doce e extremamente satisfatório, na sua boca novamente. Isso é uma alegria simples, um calor de satisfação, é uma sensação boa que percorre todo seu corpo e quando chega no rosto explode em um sorriso.
Talvez eu esteja usando muitas palavras fofas, frases clichês e metáforas melosas em uma única manhã. Eu não tenho problemas em ser fofa de vez enquando, eu tenho problemas em não expor a coisa real, que é o que estou fazendo agora, porque antes de toda essa felicidade de mocinha a coisa foi realmente séria aqui.
Aquele mês foi muito torturante para mim...Acreditem, eu sei o quanto fui filha da puta com Jesse nos últimos tempos. Mas eu também sofri, não foi fácil fazer essa escolha. Tudo que eu senti nas primeiras duas semanas era um vazio possessivo, não havia nada em que eu pensasse durante todas as horas que eu estava acordada, do que o vazio que me dominava. Olhar pra ele era insuportável, estar no mesmo lugar que ele era insuportável, ouvir a voz dele era insuportável, tudo era muito insuportável. Porque eu queria estar mais próxima dele do que podia, queria estar com ele de todas as formas que eu não podia. Era assustador o quanto meu desejo pareceu triplicar depois que finalmente assinei a sentença
Vou ficar com Zach,
não me procure mais.
As malditas oito palavras que ecoaram em minha mente durante todo esse mês. Mas o pior não foi isso, porque eu tinha mesmo que pensar nisso pra me manter firme na minha decisão, o pior mesmo foi a pergunta que piscava incessantemente como um sinal de alerta na minha cabeça; "Eu fiz a coisa certa ?" Pergunta que me acompanhou durante todas as minhas noites de insônia e que eu não sabia resposta. Foi horrível, a coisa toda. Eu estava bem com Zach, mas quando eu ficava sozinha era insuportável, muito pior do que eu imaginei. E então, Jesse resolveu aliviar as coisas - pra nós dois -, e eu nunca me senti tão grata em relação a ele como naquele dia
— Vou me mudar...é um apartamento mobiliado, então só preciso levar isso aqui— Ele levantou sua mala, tamanho médio, e sorriu de leve. Aquele sorriso que você da quando alguém está morrendo e você tem que dizer que vai ficar tudo bem. Todos se despediram muito tristemente, mas ele fez piadas do tipo; "Cara, vou poder levar mais de uma mulher pra casa...não pode ser melhor" E todos desejaram felicidades na vida nova, e prometeram ir visitá-lo. Ele não se despediu de mim, apenas mantendo o que eu pedi para ele, e foi embora. Aquela foi uma das noites que eu não dormi, peguei uma garrafa de vinho, me sentei no balcão da cozinha e fiquei me perguntando; que tipo de ser humano é você, sua cretina ?
E eis então a festa de aniversário de zeeko. Vocês vão me achar ridícula agora, na verdade, eu me acho ridícula quando me lembro disso. Desde que a festa foi anunciada oficialmente para todos — Sexta-feira galera ! — foi a mensagem de Zach no grupo, na terça-feira. Eu simplesmente inventei uma crise de enxaqueca horrível, eu tomei remédios desnecessários durante todos os três dias e na manhã da sexta-feira. Era a minha única chance, era minha única salvação. Mas não foi possível evitar. — Alí, eu sei o quanto é difícil, mas você tem que aparecer lá pelo menos um pouquinho — Zach disse, igual a uma criança quando quer uma coisa que você não pode dar. E então eu tive que inventar outra coisa. O presente foi minha segunda opção, inventei que o que eu tinha comprado não deu certo e que não prestava e saí, com um único intuito; ficar longe daquele apartamento o máximo de tempo possível. Mas claro que quando se trata de mim, as coisas nunca dão totalmente certo. Meia hora que eu fiquei longe do apartamento, foi o tempo suficiente para que Zach me ligasse e exigisse minha volta. Não vou mentir, fiquei bem irritada com ele porque ele estava, praticamente, me obrigando a estar lá. Mas ele não sabia que eu não queria estar la então eu voltei. E desde que coloquei meus pés nesse apartamento naquela noite, as coisas ficaram péssimas pro meu lado. Tive que conversar com a namorada do Mikey, como se eu não fosse a vadia que está, de certa forma, acabando com o namoro deles. E eu me senti horrível escutando ela dizer coisas sobre ele enquanto seus olhos brilhavam, daquela forma de gente apaixonada, eu realmente senti vontade de vomitar, com nojo de mim mesma. E tinha Jesse, que cada vez que nossos olhares se encontravam eu me sentia um pouquinho pior...afundando na minha própria piscina de merdas, e no fundo estava escrito "BEM FEITO SUA VADIA". Era como se eu fosse, literalmente, um monstro ali no meio de todas aquelas pessoas com sorriso fácil. Eu estava tão fodida psicologicamente que eu olhava pro rosto de cada pessoa e pensava " Será que eu já fiz algum mal para você também ?".
E então eu realmente passei mal, minhas vistas ficaram levemente embaçadas e minha cabeça se apertava de maneira tão brutal que eu simplesmente não aguentei mais. Eu ia para meu quarto, me livrar de toda aquela tortura, mas veio Zach discutir comigo sobre Mikey e Babs e eu não estava nem ouvindo o que ele falava direito e então chegou Mikey dizendo que estava tudo bem e eu falei que estava passando mal e Zach disse pra eu ir pro quarto dele e eu fui. As coisas aconteceram assim, tão rapidamente que eu fiquei tonta mesmo depois de estar devidamente deitada na cama, de olhos fechados, praticando exercícios respiratórios que não deram certo. Mas eu me controlei, continuei tentando os exercícios até estar realmente bem e conseguindo raciocinar, porque eu sabia que a noite não iria acabar ali. E ainda bem que não acabou.

Zach foi para a casa dos pais dele, de novo. Não me disse o motivo, mas disse que era urgência, e eu não quis mesmo ficar perguntando, porque isso não faz meu tipo. Ele ficaria lá até segunda, o que queria dizer que eu estava sozinha no final de semana.
Estava terminando de tomar meu banho, depois de ter arrumado todo o apartamento, quando escuto a campainha tocar. Tinha quase certeza de que era o entregador, 40 minutos depois de eu ter feito o pedido. Então não me apressei porque ele podia perfeitamente me esperar um pouquinho. Terminei meu banho, sequei um pouco o cabelo e vesti um vestido cinza de mangas compridas, justo ao corpo que ia até um pouco acima dos joelhos. E fui atender a bendita porta.

— Quem é que pede comida e demora tanto assim pra atender ? — Era Jesse, ficamos nos encarando por alguns segundos e eu resolvi não ser filha da puta pelo menos uma vez.

— Não sabia que tinha mudado de ramo — Eu disse, rindo e abrindo espaço para que ele entrasse — E demoraram 40 minutos pra trazer um simples macarrão

— Eu encontrei o cara meio perdido lá embaixo e resolvi o ajudar  — Ele disse, indo para a cozinha e colocando a embalagem em cima da mesa — Isso aqui ta com cheiro horrível, onde você pediu isso Alícia ?

— Num aplicativo... provavelmente foi o primeiro que eu vi, mas na foto tava bonito 
— Falei, abrindo a embalagem e coloquei o macarrão no prato. Não era nada parecido com a foto. Jesse olhou do prato pra mim algumas vezes e então começou a ri, e eu o acompanhei. O macarrão estava uma bagunça do caralho, todo grudento e sem cor. Tinha queijo e bacon, que eu nunca saberia se estavam realmente dentro da validade... e eu nem quero falar do cheiro.— não vai da pra comer essa porra

— Vamos comer em algum lugar então — Olhei para ele desconfiada,mas acabei aceitando porque a fome fala mais alto. Ele desceu pra tirar o carro da garagem e eu fui no meu quarto calçar um tênis, escolhi um all star preto e coloquei alguns colares porque o vestido era simples demais. Peguei uma bolsa pequena simples e coloquei meu celular dentro da mesma e desci.
Acabamos em um restaurante italiano no centro, porque eu fiquei realmente com vontade de comer macarrão. Nos sentamos em uma mesa mais afastada, para evitar a possível chance de alguém nos fotografar, embora tivesse pouquíssimas pessoas ali e parecessem sérias demais para tal coisa. O lugar era aconchegante e muito charmoso, e fiz uma breve pausa para analisar a limpeza do local disfarçadamente. Quando o garçom veio nos atender eu perguntei se eles verificavam a data de validade dos produtos e ele confirmou. Assim que ele saiu, Jesse se permitiu dar uma leve risada e eu permaneci séria até ele entender que não tinha graça.
Conversamos coisas aleatórias e principalmente sobre a festa de ontem, mas não tocamos no assunto 'nós dois'.
O prato chegou algum tempinho depois e aquele sim era um macarrão digno, que foi devorado com bastante dignidade também, e acompanhado de um belo vinho. Quando acabamos, Jesse pagou a conta e me perguntou onde eu queria ir, eu não soube responder então ele decidiu por si mesmo.
Alguns minutos depois nós estávamos em um lugar bem alto, com uma vista incrível do mar e da cidade. A tarde começando a chegar, dando uma cor rosada no ambiente.

— Oh meu Deus, que coisa romântica Jesse — Eu disse, colocando a mão no coração, fingindo uma comoção. Ele ascendeu um cigarro, enquanto o vento atrapalhava seu cabelo e o fogo do isqueiro. Tinha uma mesa de madeira, daquelas de piqueniques em filmes tradicionais americanos, localizada exatamente no ponto perfeito, para da a vista perfeita. Ele se sentou de costas pra vista e eu me sentei a sua frente, perdida entre olhar para ele e para toda a imensidão em suas costas. — Você sabia que Zach tinha ido viajar ?

— Sabia. — Ele disse, enquanto tragava suavemente seu cigarro e jogava a fumaça no vento forte. Nossos cabelos totalmente bagunçados e incomodando. — Mas eu fui especialmente porque estava com saudade

— Ah — Fiz um coque firme.

— Esse é o momento que você diz que também sentiu minha falta, Alícia — Ele disse, revirando os olhos em tédio. Bom ele tinha que entender que nunca fomos esse tipo de...casal ? Na verdade, conversar  e dizer coisas fofas era a última coisa que a gente fazia quando estávamos sozinhos no mesmo ambiente. E ele tinha que entender que eu não estava acostumada com esse Jesse apaixonado e carinhoso, pra ser sincera, não sei se gosto dele assim.
Na verdade eu estava odiando vê-lo assim. Porque eu olhava pra ele e pensava que eu fiz exatamente o que ele está fazendo agora, fingi. Fingi ser várias pessoas que eu nunca fui, aliás, todo esse tempo eu tenho sido alguém que eu não sou. No começo disso tudo eu era só uma viajante disposta a pegar o cara bonitinho e ir embora. Isso é o que eu sou. E agora, tudo que as pessoas enxergam é uma Alícia legal, carinhosa, que ama seu namorado mas que comete alguns erros de vez em quando. Essa não sou eu, eu sou alguém que comete erros o tempo todo, que tem uma vida livre, que fotógrafa, viaja, faz sexo casual e vai embora. Passa alguns finais de ano com a família e outros sabe Deus onde. Eu sou a pessoa que não tem lugar certo, que não vai trabalhar oito horas por dia e ir pra casa preparar o jantar pro marido, porque eu nem ao menos quero ter um marido. Eu, sou a pessoa que não acredita em amor, ou em cupido ou, pior ainda, em metade da laranja. Metade da laranja ? Você acha que encontrou sua metade da laranja, você está perdidamente apaixonada, aquilo é tudo que você tem, é sua vida, é sua metade...e então vocês se  separam e algum tempo depois você se apaixona por outra pessoa, que você vai julgar ser sua metade da laranja, de novo. Ou seja, isso tudo é uma grande idiotice. É um ciclo, pessoas se apaixonam, fazem loucuras e depois nada daquilo vale a pena. Nada daquilo é suficiente pra fazer a outra pessoa ficar e você se magoa e depois supera e faz tudo de novo, por outra pessoa.    

— Não sei se gosto de você assim — Foi o que eu disse. Me desculpem se decepcionei alguém, mas nunca disse que sabia fazer a romântica. Se em algum momento eu transmiti isso, vocês foram enganados pela minha bela atuação.

— O que você quer dizer com isso ? — Ele perguntou, me olhando com atenção.

— Não sei se gosto de você assim Jesse, todo romântico e fofo. Você não era assim e eu não sou assim — Eu disse, ninguém pode me culpar por minha sinceridade, pode ? Eu não quero ter se outra pessoa com Jesse também, eu só quero ser Alícia Turner por alguns momentos, sem ter que fingir e sei que com ele isso é possível, não quero que isso acabe.

— Ah...que bom ! Eu também não aguentava mais fazer isso —  Ele disse sorrindo e balançando a cabeça negativamente como se tivesse se repreendendo. — É só porque eu pensei que você gostasse mais de caras assim, já que escolheu o Zach
Eu fiquei sem o que dizer. Porque não existiam palavras para explicar porquê eu escolhi Zach, nem eu mesma sabia. Eu apenas fiz uma escolha porque era o certo, eu só pensei no que seria certo ou não, esse foi meu critério para a escolha. Talvez eu tenha espremido o que eu realmente queria bem no fundo e deixei que a razão fizesse as coisas, mas são coisas que nós nunca saberemos ao certo. Não da pra entender as pessoas e a coisa é bem pior quando a pessoa em questão sou eu. Eu costumava me conhecer um pouco melhor, mas quando eu era eu mesma, depois que me tornei esse ser de farsas eu não sei mais o que esta por vir. Dei um sorriso forçado para ele e peguei o cigarro de sua mão e dei uma tragada, era muito forte e diferente do que eu costumo usar, fechei meus olhos com força esperando o ardor passar mas logo sinto o calor da respiração de Jesse bem próxima e então ele cola nossos lábios. O cigarro me deixou um pouco tonta, o que fez com que eu demorasse para corresponder ao beijo com intensidade. Assim que a língua dele entrou em contato com a minha eu senti um leve tremor em todas as partes, o gosto do cigarro se mantendo em minha boca me causando uma sensação diferente. Jesse me envolveu totalmente em seus braços e eu passei os meus por seu pescoço, embrenhando minhas mãos por seu cabelo. Nosso encaixe era tão fodidamente certo que um leve gemido escapou de minha boca. Jesse se sentou e me colocou em seu colo aprofundando o beijo. O vento batia forte em nós e de longe se podia escutar o mar um pouco agitado, ignoramos totalmente tudo em nossa volta e continuamos com nosso beijo selvagem.

— Bem...agora eu estou te dando uma chance também — Eu disse, assim que separamos nossos lábios por culpa da maldita falta de ar. Ele concordou com um aceno de cabeça — e você não é nada fofo

— Se quiser...

—  Não ! Definitivamente não quero que você seja fofo. Quero que você seja você mesmo o tempo todo, tudo bem ? — Eu disse mexendo em seu cabelo. — Porque assim eu posso ser eu mesma também

—  Quem é você, Alícia Turner ? — Perguntas para qual a gente sempre tem que estar preparado, mas nunca esta. Eu não disse nada, apenas o ignorei e fiquei olhando para a bela vista que tínhamos. O tom agora era alaranjado, batendo de leve em meu rosto, sem o real calor porque o vento não permitia. Eu disse hoje quem eu era, falei tudo sobre mim. Mas antes de vir para a Califórnia. Porque eu ainda era aquela Alícia, viajante e largada, isso ainda estava em mim, mas alguma coisa aqui dentro mudou desse desses meses aqui. Quem eu era ? Alguém que descobriu um coração recentemente.

— Eu tenho uma família, Mãe, pai e irmã. Moram no Missouri atualmente, e eu não me dou muito bem com eles. Eu sou uma pessoa que viaja muito, muito mesmo. Eu odeio ficar em um lugar só por mais de um mês, eu estou sempre viajando e as vezes estou em lugares que nem existe forma de conexão com resto do mundo. É realmente disso que eu gosto. Eu sou uma pessoa que faz sexo casual porque sei que vou embora no outro dia e eu gosto de sair a noite, eu realmente prefiro a noite do que o dia. Prefiro dias frios e chuvosos, gosto de fumar enquanto estou lendo, porque eu amo ler e amo fumar. Eu gosto de música indie e calma...na verdade as mais tristes que tiver. Mas também gosto das sexys, para transar, embora eu nunca tenha colocado nenhuma música que eu gosto enquanto transo com alguém...quer dizer, teve uma vez que um maluco invadiu meu quarto enquanto eu escutava Sex on Fire do Kings of Leon e nós acabamos transando— Olhei pra ele que riu jogando a cabeça pra trás. — Mas talvez algumas coisas aqui tenham sido reformadas... E no fim, Eu gosto que as pessoas vejam meu melhor lado, embora na maioria das vezes eu esteja triste —  Eu fui eu mesma enquanto falava, eu só disse verdades, principalmente, quando disse que algumas coisas foram reformadas.

— Você está triste agora ? — Ele perguntou, passou suas mãos levemente por minhas costas enquanto mantinha seus olhos atentos aos meus.

— Não. Eu realmente estou muito bem agora — Eu o beijei rapidamente.

— Você pode fingir que vai embora amanhã e fazer sexo comigo agora ? —  Ele perguntou, baixo, enquanto beijava meu pescoço. Eu sorri e concordei.


Notas Finais


Desculpem qualquer erro e até o próximo 🌹


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