História Crying In The Club - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~3BloodMoon3

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jin, V
Tags Bangtan, Bts, Imagine, Jin, Taehyung
Visualizações 97
Palavras 2.257
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Decidi postar esse imagine que eu tinha escrito a um tempinho e dar de presente para vocês. Ainda não estou pronta para voltar, mas creio que não irei demorar muito.

Também quero agradecer a minha amiga Nat (3BloodMoon3) que me ajudou a escrever essa one e fez o hot. TINHAMU DEMAIS NAT <3

Boa leitura para vocês e desculpem caso achem algum erro!

Capítulo 1 - Calor de mil incêndios.


A música soava alto me dando um pouco de dor de cabeça.

 

O arrependimento já estava tomando conta de mim por não ter resistido às perturbações dos meninos ao virem para esse clube que tinha acabado de inaugurar, e agora estou sozinho já que eles me abandonaram para ficarem se agarrando com alguém por aí.

 

Peço uma bebida ao barman e em poucos minutos já estou com ela em mãos. Permaneço sentado olhando as pessoas dançarem ao som de uma música que eu não conhecia. Fico bebericando do copo que ainda estava em minhas mãos e olho ao redor e acabo encontrando uma silhueta conhecida por mim, cerro os olhos tentando ver se meus olhos não estavam me enganando.

 

Esse corpo.

 

A pessoa se vira e quando olho seu rosto, arregalo os olhos encontrando a pessoa que eu estava tentando esquecer... É meus olhos não estavam me enganando novamente, ela estava ali, bem na minha frente.

 

Ela permanecia linda, como sempre. Seu vestido preto colado que ia até a metade de suas coxas realçando sua cintura fina que eu tanto amava, seus cabelos pretos ondulados que chegava à cintura. O tempo não havia passado para a mulher presente na minha frente.

 

Beberiquei novamente e ri desviando o meu olhar para o copo, afinal eu estava agindo como um bobo apaixonado novamente. Voltei a olhá-la e meu cérebro resolveu concentrar-se apenas nela, foi quando vi a minha ex-pequena dar risadas junto com suas amigas. Então me lembrei de como eu adorava sua risada. Havia tempos que não a via sorrir desse jeito. Porém, agora ela está feliz, afinal não está mais comigo.

 

Outra música começa a tocar. Crying in the club. Vi a garota olhar para cima, como se não estivesse acreditando que estava tocando essa música, a música dela. Sim, ela amava essa música.

 

Suas amigas parecem falar algo, minha morena sorri afirmando e as suas colegas saem de perto dela vindo até o bar deixando-a sozinha. Levantei-me e me afastei um pouco, eu conhecia todas as suas amigas não queria ser um motivo para que elas saíssem daquele local.

 

Fui para um canto qualquer para continuar a observando. A garota começava a dançar lentamente, seus quadris balançavam de acordo com o ritmo da música. Ela vira de costas me dando uma visão perfeita do seu corpo, acabo sorrindo com sua animação com essa música. 

 

De repente sinto uma vontade estranha de ir até lá e acompanhá-la nessa dança, segurar sua cintura e me mover junto com seu corpo. Como fazíamos antigamente, apenas colávamos nossos corpos e seguimos no ritmo da dança, sempre de maneira sexy e provocante. Mordi o canto do meu lábio inferior e quando percebi, já estava atrás dela, apenas esperando o sinal da menor para eu entrar naqueles movimentos.

 

Minha respiração estava descompassada, eu estava nervoso, apenas por estar perto depois de tanto tempo. Desde que eu me lembre, eu reagia assim perto dela... Ela me deixava nervoso.

 

Com uma relutância, levei minha mão até sua cintura a fazendo levar um pequeno susto e se virar. Encaro seu rosto assustado por me ver... Ri de canto e olhei para meus pés, eu estava tremendo, talvez por medo de uma rejeição?

 

— Taehyung?! – meu coração bate mais rápido assim que escuto sua voz, ah! Era assim que eu ficava toda vez que eu escutava meu nome sair dos lábios rosados da menor.

 

Voltei meu olhar para o dela e pude me perder naquelas orbes negras, vi as bochechas dela ganharem um tom rosado e seu olhar desviar dos meus. Seu olhar volta furioso para mim e seus lábios abrem varias vezes como se ela quisesse dizer algo. Eu não queria escutá-la, não agora.

 

Chego mais perto e começo a me mover de um lado para o outro com minha mão ainda em sua cintura. A garota permaneceu emburrada e eu sorri a puxando mais para perto colando nossos corpos, como antigamente.

 

Aos poucos ela começa a me acompanhar colocando seus braços ao redor do meu pescoço fazendo nossos rostos ficar mais próximos possibilitando eu sentir sua respiração. Sentia falta daquilo... Daquele momento... Daquele nervosismo...

 

— Senti sua falta. – falo um pouco baixo e vejo-a morder seus lábios enquanto encarava os meus. – Não era para eu ter deixado você ir embora.

 

Seus olhos se prendem nos meus e mais uma vez eu revivo o momento em que eu tinha a deixado. Dou um beijo na ponta de seu nariz e vejo que a garota fechou os olhos, então beijo cada um deles. Em resposta vejo a sua respiração acelerar... Afastei-me um pouco e vejo que ela abriu os olhos lentamente.

 

— Também senti sua falta... — para mim, aquilo foi um basta para o passado.

 

Selei seus lábios nos meus em um beijo. Precisávamos daquilo. Era nossa resposta para o momento que estávamos vivendo, nossa resposta mais urgente para os sentimentos que nos invadiam a cada vez que nossas línguas entravam em choque.

 

 

 

 

 

Não era o melhor local para matar a saudade, porém estávamos necessitados demais um do outro para pensarmos em qual lugar prosseguir com nossa loucura. A chave da van que o Jin havia deixado comigo finalmente tinha servido para algo. Não me lembro da maneira como tínhamos chegado aqui, mas quem se importa? Naquele momento erámos nós. Eu e ela. Apenas.

 

Eu estava deitado no último banco e ela estava sobre mim. Eu segurava firme em sua cintura enquanto ela me percorria com o olhar. Não era necessário trocar palavras para saber o que o outro queria. As mãos pequenas e trêmulas da garota deslizavam sobre minha camisa social de cor azul desabotoando cada botão de maneira lenta, ela me tocava como se fosse me machucar.

 

Isso não vai acontecer se você continuar ao meu lado.

 

Assim ela chegou ao ultimo respirei fundo e abri a blusa vendo-a morder o canto da boca.

 

— Me toque... — murmurei para a garota, trazendo sua total atenção para mim — Como aconteceu há muitos anos... — seus olhos sorriram — Me toque... Faça-me seu!

 

Ela se curvou e pude sentir seus lábios frios tocarem a pele do meu pescoço, suspirei baixo e percorri minhas mãos pelas costas da garota. Talvez essa fosse minha intenção, ou não, mas levei-as para o zíper do vestido da minha pequena. O escorri sem muitas dificuldades.

 

Ela se afastou e retirou a peça de seu corpo, revelando a lingerie de cetim preto. Gosto de pensar que algum dos meninos já estava preparando o encontro entre nós ou seria apenas coincidência ela estar usando uma lingerie de cetim que tanto adoro? Ri e deslizei minhas mãos por todo seu corpo sem nenhum pudor.

 

Senti os lábios dela contra minha pele novamente. Os rastros molhados que ela deixava me causavam arrepios maravilhosos. Suas mãos agora exploravam meu tórax e sua boca amava brincar com meus mamilos, vez ou outra sentia sua língua correr ate meu umbigo, às vezes ia um pouco mais além.

 

Suas mãos haviam deixado meu peito e tomado caminho para o cós da minha calça de couro, uma que peguei emprestado com o menino Jeon. Ela introduziu os dedos indicadores no espaço do cós e da minha pele na lateral de minha cintura, causando-me arrepios, e os deslizou ate a parte da frente agarrando o cinto que eu utilizava desafivelando-o e retirando-o numa habilidade que eu conhecia muito bem.

 

Que saudade.

 

Suas mãos se posicionaram desabotoando a calça e deslizando o zíper para baixo, revelando ainda mais do volume que ali havia. A menor se encolheu no pequeno espaço do lugar e desceu minha calça até a altura dos joelhos, mantendo em seu rosto um sorriso sapeca.

 

Um fisgar se fez presente pouco abaixo de meu ventre quando senti os lábios e a respiração da pequena contra meu membro ainda coberto pela fina camada de pano, que estava pouco manchada pelo pré-gozo que meu pênis expelia. Seus lábios simulavam beijos e algumas vezes sentia algumas mordidas sem força no local. Gemi rouco.

 

Levei minhas próprias mãos a minha cueca e a retirei, queria contato pele com pele. O olhar de luxúria da garota caiu sobre mim e eu sorri maliciosamente. A segurei pelos cabelos negros e ela abriu a boca lentamente sabendo muito bem o que eu queria.

 

Adentrei a cavidade bucal dela e me contorci um pouco ao sentir o musculo dela esfregar-se em minha fenda. Eu queria poder ditar os movimentos, mas quando aquela pequena mão agarrou o que não cabia dentro da boca e começou a me masturbar, deixei-me levar pelo momento.

 

A sucção que ela fazia me levava ao delírio. Hora forte, hora fraco... Às vezes não conseguia saber qual era a pressão que a garota fazia de tão mergulhado na pornografia de meus pensamentos eu estava, principalmente na hora que toquei sua garganta e a senti tremer.

 

Foi o estopim.

 

Comecei a ditar aqueles movimentos de acordo com minha necessidade. De início assustei a garota, mas nada com que ela se acostumasse depois. Vem e vai... Vem e vai. Pequenos movimentos em doses repetitivas me fez chegar ao meu ápice. Retirei meu membro de sua boca e comecei a estocá-lo. Ela por sua vez, abriu a boca, apreciando os jatos que meu pênis lançava.

 

Tão obsceno.

 

Retirei minha calça e cueca, virei-me com ela de uma maneira desajeitada. Tão desajeitada que quase caímos. Rimos brevemente e capturei os lábios dela para mais um beijo fervente.

 

Desci os beijos pelo pescoço da garota, tirando dela altos suspiros. Minhas mãos apertavam seus seios de maneira delicada, afinal, não queria machucar minha pequena bonequinha. Distanciei minha boca de sua pele e prendi meu olhar no corpo dela, minhas mãos percorreram até o fecho frontal de seu sutiã o tirando sem muitas dificuldades.

 

Coloquei minha língua para fora e encontrei a ponta dela em seu mamilo direito fazendo-a contorcer de leve sobre o banco. Repeti o movimento com o esquerdo, dessa vez soprando em seguida e novamente ela se contorceu. Ri daquela reação. Abri minha boca e levei meus lábios para o mamilo dela, o prendendo entre eles.

 

Fingi uma massagem com a língua arrancando arfares constantes da menor. Minha mão esquerda deslizava pelo corpo dela, chegando rapidamente a sua intimidade.

 

Não podia mais esperar.

 

Afastei sua calcinha para o lado e apertei seu clitóris com meu polegar, ela teve um pequeno espasmo e levou suas mãos até a minha criando mais força contra sua intimidade. A garota começou a rebolar cada vez com mais força, e nem precisei inserir um dedo sequer para ela chegar rapidamente ao ápice.

 

— Tae... — ela estava ofegante e sensível demais — Vamos fazer aquilo.

 

Sorri e virei-me novamente com a garota, deixando-a por cima. Ficamos em direções opostas e eu tive a visão de sua intimidade totalmente molhadinha, minha boca salivou, tanto para dizer besteiras quando para começar a chupá-la.

 

— Talvez eu acabe com todo o romantismo... — murmurei — Mas você não sabe o quanto eu senti saudades de ver sua bucetinha totalmente molhada apenas por sentir toques meus.

 

Afundei meu rosto no meio de suas coxas, tirando da garota um gemido surpreso. Ela por sua vez começou a me masturbar de maneira acelerada, causando enormes choques pelo meu corpo. Senti sua língua brincar com a cabecinha de meu pênis e resolvi retribuir colocando a minha em sua entrada e afundando-a lentamente.

 

A garota me colocou novamente dentro da sua cavidade bucal, arrancando de mim um gemido rouco. Nunca imaginei que iriamos matar nossas saudades assim, achava que ela iria me rejeitar pelas minhas burradas.

 

Em pouco tempo chegamos juntos ao nosso limite, mas isso não nos impediu de continuar nossos movimentos eróticos um com o outro.

 

— Quero entrar em você. — murmurei para a garota que me respondeu em um sorriso, virando-se para mim e me encaixando em sua entrada.

 

Ela cavalgava sobre mim de maneira rápida, enquanto apertava os próprios seios. Eu segurava sua cintura e a ajudava subir cada vez mais alto, para que quando descesse fosse ainda mais forte e fundo.

 

Não me lembro bem, mas tínhamos mudado de posição. Agora ela estava de quatro e segurava firme na batente da janela enquanto eu a estocava ainda mais fundo, sentindo o choque do prazer percorrer cada pedacinho do meu membro e espalhar-se por todo meu corpo.

 

Minha franja estava grudada em minha testa, e a blusa social, da qual eu não havia retirado, também estava grudada em minha pele. Nossos corpos faziam um barulho demasiado pornográfico, uma coisa que sempre amei ouvir. Os gemidos da garota estavam cada vez mais altos, qualquer um que passasse pelo estacionamento da balada saberia que estaríamos fazendo loucuras no carro do Jin.

 

Não demorou muito para que nós gozássemos outra vez. Dessa vez eu a preenchi com todo meu liquido, até que não sobrasse mais, pensava eu. Retirei meu membro de dentro dela e apreciei a visão de meu gozo sair lentamente dela, sorri.

 

Dei um beijo estalado em suas costas e me afastei dela, procurando as peças de roupas perdidas. Vesti-me e a ajudei. Estávamos sentados lado a lado, minha blusa permanecia aberta e o vestido dela ainda estava na cintura. Depois daquela loucura, não sabíamos o que dizer um ao outro, ficamos mudos.

 

 

Alguém bateu na janela do carro e eu a abri, vendo a cara de poucos amigos que o Jin estava.

 

— Te procurei a balada toda, onde você estava? — abri a boca para respondê-lo — Não responda! Não quero saber! — ele fez uma cara confusa — Que cheiro é esse? — Jin olhou para dentro do carro e ficou assustado — É a...? — ri. — MAS QUE PORRA VOCÊS FIZERAM NO MEU CARRO?!


Notas Finais


Espero que tenham gostado e até logo! <3


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