História Crymond (Revisão) - Capítulo 21


Escrita por: ~ e ~SageDevil

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Palavras 3.064
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OIIIIIIIIIIIIIIIII SEUS LINDOOOOOOOOOOOOOO OLHA NÓIS AQUI NOVAMENTEEEE! Dessa vez demoramos DNV humm? :v DESCULPEM-NOS ;-; PLEEEASE

Capítulo 21 - No Interior de Mytra


 

No Interior de Mytra

 

 

 

Lyam acordava com uma dor de cabeça terrível, ao menos dessa vez ele se lembrava do que havia acontecido. Quando tenta se levantar sente certa dificuldade por causa dos corpos nus das mulheres em cima dele, empurra devagar as duas damas para cima das outras. Ao olhar ao seu redor desnorteado percebe que seus soldados ainda dormiam, cada um em meio a mais um bolo de mulheres, céus se Darco estivesse correndo perigo...

O único acordado era um ruivo, Brian, irmão mais velho de Enya.

- Eu não digo nada se você não disser... - Brian fala enquanto se levantava, segurava a cabeça achando que ela explodiria.

Lyam olha para seu próprio corpo coberto de cremes perfumados e geleia. A verdade era que as druidas sabiam fazer uma orgia como ninguém. O elfo anda ainda com dor de cabeça até as termas onde se lava com a ajuda de mais mulheres, logo seus soldados também iam acordando.

Quando finalmente tem suas vestes ele paga os serviços prestados pela casa, para ele, seus soldados e seu futuro parente. Ao sair com seus homens, o general percebe que aquela era a única construção feita totalmente de pedras, nenhuma árvore ficava por ali, o lugar era totalmente afastado da cidade, Brian os guia de volta pela floresta.

 

Enya bufa andando no corredor sendo seguida pela mãe.

- Mas mãe! É o meu noivado! - a ruiva mais nova reclama, não queria ir para a aula.

Adair estava explicando ao seu futuro filho alguns dos jogos que os jovens fariam essa tarde, quando ouviu as duas mulheres de sua vida invadirem seu escritório.

- Céus mulher! É o noivado deles... - ele olha para Darco em um pedido mudo de desculpas. Enya concorda veemente com o pai.

- A Grande Mãe se casa toda primavera e não se esquece de nós! - a mulher os repreende de forma suave.

- Certo, certo... - o idoso respira fundo soltando a espada de sua cintura e passando para a filha. - Eu ia chama-lo para caçar... Mas parece que fui desarmado. - ele ri se desculpando para Darco.

Enya faz uma breve reverência, sorri se desculpando para seu noivo e some porta a fora com um rosto de poucos amigos. Almira sorri maternal para Darco.

- Me desculpe meu filho, mas terão muito tempo para caçar. - ela sai de forma calma e fecha a porta ao sair.

- Não, Enya deve seguir seus deveres. – Darco dizia, soando um pouco frio, enquanto olhava o punhal que sempre carregava consigo preso em sua bota de couro. Rolava o metal sobre seus dedos longos. O Rei sorriu para ambos, tentando disfarçar seu tom frio.

 

Enya chega quase como um furacão no salão das chamas e logo se troca nervosa, queria passar mais tempo com seu noivo, pois não teria para conhecê-lo antes do casamento, esperava a professora impaciente, não tinha tempo para essas coisas, poderia dançar qualquer outro dia.

 

- Kon! Venha aqui. – Astrid chamou seu animal sorridente, deixando uma funda panela cheia de carne crua para ele se alimentar. – Agora vou para a aula de parto. – acariciou os pelos grossos e marrons de seu urso guerreiro, esse que era muito maior do que um urso de sua espécie costumava ser. – Nos vemos mais tarde. – disse a loira enquanto saia correndo carregando a espada de seu pai e suas roupas, um enorme sorriso se mantinha em seus lábios, seus olhos chegavam a estar mais azuis de felicidade naquele dia. O motivo de toda aquela euforia de Astrid era quase óbvio.

Subindo o tronco da árvore Matriarca como sempre fazia, escalando, a menina logo chegou aonde iriam praticar a dança, tendo trocado suas roupas, Astrid se encontrou com Enya que parecia irritada.

- Ruiva. – sorriu a loira pondo a espada sobre um banco.

- Astrid... Parece que viu um passarinho verde. - a ruiva analisa a amiga. A menina de olhos verdes se esticava com um bico gigantesco, era bom ver sua amiga chegando ao menos.

– Tenho algo para você. – sorriu tirando o cordão com um amuleto semelhante ao de Arthur. – Um amuleto. – sorriu estendendo para ela. Enya sorri quando vê o amuleto – Branco, representando a paz. – largou ele sobre a mão de sua amiga. – Estava entediada esses dias, fiz para você e Arthur. – a loira sorria alegre enquanto mexia em seus cabelos loiros.

- É lindo... – Enya o coloca no pescoço vendo a pedra branca brilhar de forma bela, talvez fosse realmente necessário. - Obrigada por se lembrar de mim.

– Tenho que te contar algo. – disse ao pé do ouvido de Enya, após se aproximar da amiga. – E depois deve me contar sobre seu noivo. – Astrid ergueu seus braços, enquanto se esticava.

- Arthur finalmente a pediu em casamento? - pergunta curiosa e feliz pela amiga.

- Antes fosse casamento... – Astrid suspirou, sonhava com aquilo desde soube o que era, e nunca havia imaginado alguém que não fosse Arthur consigo. – Mas não. – a olhou chorosa. – E quando for você provavelmente vai saber no momento seguinte. – Astrid sorriu utilizando a amiga para se aquecer. – Aliás, se ouvir meu grito já sabe o que foi, ou Kon se virou contra mim ou Arthur finalmente me pediu em casamento. – ela dizia, Astrid acabou rindo.  Enya suspira tão desanimada quanto a amiga, ele devia era parar de enrolar ri quando ela lhe fala que gritaria.

- Vou esperar seu grito ansiosa então. - se cala querendo ouvir o que havia finalmente acontecido.

– O que aconteceu foi que... – ela mordeu seu lábio, ansiosa. – Ele e eu nos beijamos, duas vezes. – Astrid disse baixo, apenas para que Enya ouvisse, mas sua euforia era tanta que se sentia dizendo alto. – Na primeira vez ele que tomou a iniciativa. – sorriu alegre – E na segunda fui eu... – disse sentindo suas bochechas queimarem. – Digamos que queria mata-lo pelo o que fez... Mas acabou sendo assim. – riu.

- Um beijo? DOIS beijos? - reponde em um sussurro esganado, estava tão feliz por ela. - Ele deve lhe pedir em casamento logo então. - sorri quase pulando. A ruiva nega com a cabeça se abanando, imaginava quando poderia beijar o Elfo das Trevas que tomava sua mente nos últimos dias. - E como foi? - não esconde a curiosidade mesmo que corando.

- Foi algo que... – ela olhou a sua volta procurando por algo que lhe ajudasse a explicar. – Algo que não sei como explicar... Ele encostou os lábios nos meus e... Esse ato tão pequeno causou uma explosão de sentimentos em mim. – murmurou tocando seus lábios com os dedos. – Acho que apenas nascemos um para o outro. – Astrid sorriu boba, sentia seu rosto queimar. – Aliás, ele foi à minha casa no último dia que tivemos a aula de parto... Foi quando me beijou. – disse pensativa. – E a partir daí meus pais começaram a me mimar... Acho que talvez tenha alguma doença. – Astrid deu de ombros.

- Pare de falar besteiras, sou até boa com feitiços de cura, mas não abuse da sorte!

 – Mas me diga, como é seu noivo? – perguntou, mas estava mais curiosa em relação ao noivado, queria ter uma ideia de como seria o seu.

Enya ouvia a descrição da amiga com atenção, tentando imaginar como seria ser beijada por Darco.

- Meu noivo... - ela para pra pensar. - Ele tem uma filha, e é carinhoso com ela, é educado e observador... E bem, parece misterioso, ainda não consegui desvendar quem ele realmente é. - estava frustrada. - Sabe? Não tive muito tempo para conhecê-lo. Você tem sorte, conhece Arthur desde sempre.

- Ah, ao menos ele é bonito. – Astrid deu de ombros balançando os fios rebeldes de seus cabelos. – Já vimos casamentos muitos piores... Aqui mesmo. – dizia pensativa. – Mas como foi o noivado? – perguntou, tentando disfarçar sua curiosidade.

A princesa se arrepia ao lembrar de certos casamentos.

- O jantar foi agradável, ele e os irmãos dele conversaram com o meu pai o tempo todo. Nada de mais. - A ruiva da de ombros já terminando o alongamento. - Um jantar normal. - não queria admitir que estava louca para prender a atenção dele.

- Hum... Você é muito chata. – Astrid resmungou já pegando a espada, preparada para quando fossem começar a dança.

- A vida é chata. - dá de ombros já com a espada de seu pai. - O que você queria? Que ele tivesse me dado atenção o tempo todo? – Enya a olhou erguendo a sobrancelha.

- Ah, esquece. – Astrid suspirou um pouco irritada dando as costas para a amiga e começando a dançar.

 

Darco andava curioso pela cidade Druida, Elaya e Rain estavam com ele há pouco tempo, mas acabaram por ir em direção a floresta, já Darco resolveu observar um pouco mais das construções, até acabar em um caminho que lhe parecia mais uma passagem secreta.

Enya descia as escadas com cuidado, seu ventre tinha um pequeno corte pelo descuido com a espada. Segurava o objeto com os dentes enquanto descia. Como de costume ainda usava as vestes sagradas e iria se esgueirar até seu quarto para um banho e limpar a espada de seu pai.

Darco olhava a mata a sua volta, elfos gostavam de estar em contato com a natureza, porém em seu reino tinham mais planícies e pastos. Andando um pouco mais a frente acabou por ver sua noiva que vinha vestida em roupas que ele nunca havia visto iguais, lembra-se que ela estava usando outro vestido quando saiu.

- Enya? – a chamou, erguendo a sobrancelha.

A ruiva pula para o chão com o susto, seu coração gela, a espada cai no chão e ela salta para trás evitando a lâmina afiada.

- D... Darco? - olha para o elfo, era extremamente proibido um homem a ver naquelas roupas. - Feche os olhos! - pede desesperada, na esperança de ele ainda não a ter a visto. - Você realmente me viu? - ela pergunta chorosa, ninguém nunca passava ali. O que ele estava fazendo ali? - Você não deveria me ver assim! - estava desesperada, pensava se um raio ia a liquidar a qualquer momento.

- Não deveria te ver assim? – ele se aproximou, frio enquanto a rondava inquisidor. – E porque não deveria? – perguntou baixo, perto ao ouvido da ruiva, Darco passou seu dedo pelo cabelo dela em um ato quase carinhoso. Enya recua assustada com a forma que ele se aproxima.  – Me desculpe. – um sorriso brincou em seus lábios, Darco deu as costas para a menina.

- Não... M... Mas você viu... - a proximidade a deixa ainda mais nervosa, agora era realmente importante ele não ver? Ele já havia visto com certeza, abana o rosto nervosa, o sentia queimar, o hálito dele em seu ouvido.

Rapidamente recupera a espada quando ele a dá privacidade novamente.

- Este vai ter que ser um segredo de casal. Essas vestes são sagradas... - seu coração pulava desesperado, claro que uma coisa dessa tinha que acontecer com ela, era tão sortuda que se comprasse um anão ele crescia.

- Se não quer que eu conte, não contarei. – ele se virou novamente para a menina.

- Eu tenho algumas dúvidas. - admite de forma praticamente automática, já que havia se embaraçado a aquele nível por que não perguntar de uma vez? Astrid havia cumprido com a parte dela.

– O quer saber? – perguntou franzindo o cenho enquanto a observava pegar a espada, cauteloso.

Enya olha para ele, seu rosto estava tão vermelho quanto seu cabelo.

- Se vocês constroem as casas com madeira morta como fazem ela tomar a forma que querem? - ela desvia do assunto que realmente queria. - Desculpe, não é isso... - ela nega com a cabeça já envergonhada, ainda assim era uma questão que ela não havia achado respostas também, ela estava enrolando, não tinha a mesma coragem que Astrid.

Darco a observou confuso.

- Apenas pergunte o que quer Enya, não irei lhe morder... – ele suspirou encostando a uma árvore enquanto a olhava. – Não irei mordê-la agora, pelo menos. – Darco disse sentindo seus olhos um pouco pesados pelo dia. Achava estranho, pois já viviam a anos acordados de dia e ainda assim não haviam se acostumado com a nova rotina, na verdade nem rotina era, apenas uma bagunça, dias dormiam sobe a luz do Sol e em outros sobe a luz da Lua.

Enya o olha um pouco assustada com a possibilidade de ele a morder.

- Mor... Morder? - tentava não recuar. - Eu... Queria saber... - ela aperta as mãos contra o cabo da espada. - Como... Fazem os filhos. - talvez fosse impossível achar uma cor mais vermelha do que a que cobria o rosto da druidisa.

Darco riu com o espanto da menina, até ouvir sua pergunta. O loiro engoliu em seco.

- Terá de esperar até o nosso casamento. – ele disse um pouco baixo. – Acho melhor ir para casa, Enya. – disse a olhando sério. – Se alguém passar aqui pode vê-la assim. – suspirou. – Irei continuar minha caminhada. – Darco a reverenciou rapidamente e logo seguiu seu caminho, passando por ela despreocupado.

- O... O quê? É uma questão importante! - ela o olha atônita, teve que reunir toda sua coragem para perguntar! - Você é o único que eu posso perguntar... - a ruiva reclama insatisfeita, não queria que outra pessoa a visse assim mas queria uma resposta, o segue ainda querendo sua resposta.

- E eu não irei lhe dizer. – ele disse se virando para a menina, seus olhos vermelhos quase queimavam. – Prefiro te mostrar como, mas não podemos, pelo seu bem. – ele suspirou exasperado. – Estou falando sério Enya, vá para casa. – Darco não pode esconder sua irritação quando ela lhe seguiu. Respirando fundo ele encostou seus lábio na testa da menor. – Vá. – disse apenas, voltando a andar.

A menor olha seus olhos vermelhos, estavam em brasas.

- Como? - ela tinha que parar de repetir o que ele falava, era estranho, mas era difícil já que ele falava de forma tão natural. Ao sentir os lábios dele em sua testa ela meio que paralisa, fica ali, apenas o vendo ir embora.

 

Adair massageava as têmporas tentando se concentrar em meio à euforia da reunião.

- Ele é adequado. É um rei, não quebrei qualquer regra, os Holligaya continuarão com sangue real. - se pronuncia quando finalmente se calam. - Vou manter minha palavra com este conselho e com o garoto. - não deixaria o reino cair com aquela guerra.

O tumulto volta enquanto eles debatiam de forma calorosa o que fazer com os elfos de luz.

- Brian, se certifique que os de Luz terão suprimentos. - o mais novo concorda e o rei suspira frustrado. - Não quero tomar medidas precipitadas, serão nossos secretos aliados até Darco consumar o casamento. - com esta ordem todos concordavam, gostavam do povo de Luz, no entanto seria insanidade deixar de fazer uma aliança com os das Trevas, cabia a eles manter o povo a salvo das mãos de Lafaya. - De qualquer forma eles já sabem do noivado, não podem recusar nossa ajuda, podemos a suspender depois do casamento e discutir o que faremos. - o Rei não tinha intenção de lutar a luta deles, mas foi diretamente envolvido quando os últimos da espécie livre se esconderam ali.

 

Lyam havia chegado com uma dor de cabeça imensa, pensa em talvez procurar alguém para que pudesse o ajudar, diziam que os curandeiros druidas tinham muitas habilidades, mas por fim decide se deitar em uma rede à sombra da Matriarca, nunca havia visto algo como aquilo, o tecido era trançado para que suportasse o peso, e no fim era bem confortável.

A princesa elfa havia acabado seu passeio com Rain, o ruivo estava um pouco cansado e resolveu se recolher, já Elaya esbanjava energia, principalmente por estar cedo ainda. Andando sozinha pelo centro da cidade Druida avistou seu tio moreno ao longe, parecia cochilar em uma espécie de pano pendurado, que Elaya desconhecia.

- Titio Lyam! – sorridente a menina corre até o mais velho, o abraçando de forma descuidada já que a posição do general lhe impediu um pouco. Lyam já cochilava há um tempo, quando ouve a voz da sobrinha ela parecia o puxar do sono.  – Bom dia! – sorriu o olhando.

- Uhn? - ele parecia um pouco confuso. - Bom dia para você... E noite para mim... - ele acaricia os cabelos dela sem nem ao menos abrir os olhos.

- Continua sendo dia, tio Lyam. – ela disse desaprovando suas palavras.

- Você é observadora. - a pega puxando para a rede junto com ele.

Elaya lhe beijou a testa carinhosa, estava prestes a deitar sua cabeça em cima dele ao senti-lo lhe acariciar sua cabeça. – Ponto fraco! Fui descoberta! – ela disse rindo enquanto se inclinava na direção do moreno, sentindo seu corpo molengo pelo carinho.

Lyam ri.

- Isso sempre dá certo, dorme um pouco. - o moreno lembra-se da época em que ela havia acabado de aprender a andar e acordava praticamente todos no castelo, Lyam sempre conseguia a fazer dormir novamente por algumas horas na manhã.

Elaya se ajeitou sobre ele, na rede enquanto aproveitava o carinho que lhe fazia.

- Mas eu não vou dormir! – ela falou decidida. – Não é hora para isso. – disse lhe cutucando o braço. Ele concorda com ela, desde pequenininha ela sempre dizia isso. – Vamos titio! Rain me largou para ir dormir, o senhor podia passear comigo! – ela sorriu para ele, em uma animação extrema enquanto o olhava.

- Eu tenho meus direitos de dormir. - resmunga ainda fazendo o carinho.

 – Mas não parece estar muito bem. – ela resmungou inquiridora. – Andou bebendo novamente, senhor Lyam? – perguntou demonstrando estar brava mesmo sem uma resposta.

- Eu ter bebido? Você está paranoica. - ri ainda de olhos fechados. - Só preciso dormir...

A menina bufou irritada deitando sua cabeça sobre o peito de Lyam, ouvindo seu coração que trabalhava incansável.

- Apenas espero que não se repita. – ela murmurou enquanto lembrava-se de alguns dias atrás, quando ajudou Taeny a levá-lo, bêbado, até seu quarto. Pensou por um momento em perguntar sobre a elfa que ocupava praticamente a parede inteira de seu quarto, mas imaginando ser invasão de privacidade e um assunto triste para Lyam, Elaya ficou quieta. – Durma bem. – murmurou olhando os druidas que se movimentavam atarefados.

- Uhum... - ele já voltava a dormir aos poucos, se mantinha fazendo carícias nos cabelos negros da sobrinha.


Notas Finais




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