História Cuidando de um Doente ou Fingido? - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin
Tags Amor Doce, Armin, Docete, Imagine, Oneshot
Exibições 285
Palavras 4.187
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Comédia, Ecchi, Hentai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá docetes lindas, tudo bem com vocês?

Bem, eu estava por aqui no Spirit procurando fanfics de Amor Doce e vejo que 90% é com o Castiel, e isso me chateia um pouco. Tipo, eu sou Castiete, eu o amo muito, mas puxa, Amor Doce não é só Castiel não, tá? Por favor. E quando não é do Castiel provavelmente é do Lysandre. Gente tem um monte de paqueras em Amor Doce, vamos dar mais amor a eles né? ♥ (Mas não estou falando mal de fanfics do Castiel ou Lysandre, por favor não interpretem errado. Eu só acho que deviam ter mais dos outros também.)
E foi pensando nisso que eu tive a ideia desse oneshot.

Espero sinceramente que gostem, fiquei dias escrevendo porque tive uns bloqueios de escritor.

Ah, e quanto ao título da história: não liguem, eu sou péssima em títulos kkkk. E a capa fui eu que fiz, espero que tenha ficado boa.

Boa leitura ♥

Capítulo 1 - Capítulo Único


Bati a porta a minha frente com uma das mãos, enquanto com a outra segurava o pote com comida que eu mesma fiz. 

Pouquíssimo tempo depois a porta a minha frente foi aberta por um jovem de cabelos azuis e olhos rosas e roupas um tanto chamativas. 

— Docete, você veio! Ah, que bom! — disse Alexy, um dos meus melhores amigos, pulando em meu pescoço me dando um abraço. Nos separamos e ele olhou para o pote em minhas mãos. — E você ainda trouxe comida! Nossa, que amor. Obrigado, Docete. 

— Claro que eu vim. Você sempre me ajudou muito, seria injusto eu não te fizesse esse favor — lhe disse sorrindo. — E eu trouxe essa comida que é uma sopa cheia de nutrientes especiais para pessoas doentes. 

— Tem um gosto ruim? — perguntou, esperançoso. 

— Não... - respondi estranhando. — Pelo menos eu espero que não. Eu mesma que fiz de uma receita de família e tentei colocar alguns temperos pra ficar mais gostoso. 

— Ah, que pena. O Armin anda muito chato nesses últimos dias. Ele bem que merecia tomar algo horrível — disse maldoso, logo em seguida rindo. 

Ele me convidou para entrar e assim o fiz, então seguimos para a sala de estar e sentamos no sofá pra conversarmos melhor. 

Hoje Alexy ia sair pra um encontro com um cara que ele estava super afim e seu irmão Armin; e ele estava planejando isso a semanas e estava super empolgado quando Armin adoeceu. Ele não podia nem queria desmarcar seu compromisso pra cuidar dele, e seus pais estavam viajando pra uma praia não tão longe, e eu era a única pessoa em que ele confiava o suficiente pra cuidar de seu irmão. 

— Ah, obrigado! Puxa, eu te devo essa, Docete.  Na próxima, eu te levo pro shopping e te compro uma roupa fabulosa. 

— Ah, Alexy, não precisa, sério. Não estou fazendo nada demais. 

— Tá, em primeiro lugar, você não faz ideia de como o Armin é chato quando fica doente. E em segundo lugar, é claro que precisa! Vai recusar mesmo um passeio comigo? — disse num tom magoado. 

— Não é isso — respondi rapidamente para ele não entender mal. — Eu adoraria passear com você. Só não precisa gastar dinheiro comigo. 

— Ah, então está combinado. Semana que vem vamos às compras — disse animado, aparentemente escutando só até "Eu adoraria passear com você".

Deixei pra lá. Afinal se ele está mesmo disposto a me dar um presente, por que eu iria ser boba em insistir em recusar? 

— Bom, eu tenho que ir agora, Docete — disse se levantando. — Não posso chegar atrasado sabe — disse sorrindo. 

— Espero que se divirta — lhe disse com um tom malicioso. Ele deu um tapinha no meu braço e deu uma risadinha. 

— Ah, pois pode apostar que eu vou — me respondeu também com um olhar malicioso. Ambos demos risada. 

— O Armin está no quarto. Na verdade, ele quase não sai de lá — disse revirando os olhos enquanto seguimos para a porta pra eu me despedir dele. — Acho que você não vai ter muito trabalho. Só se certifique que ele tome os remédios e coma direitinho, ok? Ah, e se possível, tenta fazer ele desgrudar um pouco desse videogame.

Concordei. Chegamos a porta, nos despedimos e ele saiu. 

Bem, acho que eu realmente não teria tanto trabalho. Deixei minha bolsa no sofá e segui pela conhecida casa (já os havia visitado várias vezes) e deixei meu pote na bancada da pia e subi as escadas. Chegando ao quarto do Armin, resolvi bater na porta antes. Bati e nada. Bati novamente e nada. Estava começando a me irritar um pouco, mas bati novamente. Ouço algo cair no chão através da porta e passos, até que finalmente o menino com cabelos negros e olhos azuis apareceu a minha frente.

Eu esperava vê-lo com a aparência de alguém doente, tipo pálido, com olheiras, nariz escorrendo, quem sabe o rosto até de uma cor estranha, parecendo cansado e com fadiga, e coisas assim. Mas me surpreendi ao vê-lo lindo como sempre, parecendo totalmente saudável. Mas resolvi deixar pra lá, afinal acho que é normal uma pessoa estar com a aparência boa mesmo estando doente.

— Ah, Docete, então você veio mesmo — disse, colocando a mão no cabelo, parecendo meio envergonhado.

— Alexy me pediu esse favor, e como ele já me ajudou várias vezes antes, aceitei — dei de ombros. — Ele me disse para me certificar que você tome os remédios, coma direito e me pediu pra tentar desgrudar você do videogame.

— Pois saiba que não vai conseguir fazer concluir esse último favor — me diz sorrindo e nós rimos. 

— Aliás, estava jogando o quê? — pergunto. Eu também gostava bastante de jogos. Não era viciada como o Armin, mas gostava bastante de jogar, principalmente com ele.

— The Sims — me responde entrando no quarto e me dando passagem para segui-lo, e assim o fiz.

— Ainda tentando todos os jeitos de matá-los? — pergunto rindo.

— Sim — me disse rindo de volta. — Você não vai acreditar, são tantas possibilidades. Dá pra fazer umas coisas muito engraçadas, saca só — ele se senta no pufe de seu quarto e me indica o pufe do lado. Me sentei e ele voltou a jogar. Então ele começou a fazer um monte de coisas bizarras com os Sims, como por exemplo assar e comer o bebê. Estávamos nos divertindo muito, mesmo eu não jogando. Eu observava, fazia comentários e dava ideias. 

O Armin geralmente fica no mundo da lua quando está jogando, e ninguém consegue trazê-lo de volta, nem sequer falar com ele direito. Mas, surpreendentemente, comigo não. Vai ver é porque eu era gamer também, mas eu sempre conseguia interagir com ele tranquilamente enquanto ele estava jogando. Nós realmente nos dávamos muito bem. 

Não vou negar que me sentia atraída por ele. Eu não sei se chegava a ser paixão mesmo, mas eu gostava dele, e sentia desejo também, afinal ele era lindo. Mas eu era a melhor amiga. Pelo menos eu acho que ele me vê dessa forma. A gente tá sempre conversando, jogando videogame junto, eu estou sempre dando conselhos, quebrando galhos, etc. Mas será que ele me enxergava como uma garota também? Uma garota atraente, talvez?

Continuamos a nos divertir com The Sims até eu sentir meu celular vibrar no bolso. Era uma mensagem do Alexy, ele estava me lembrando pra fazer o Armin tomar o remédio na hora certa (daqui a duas horas) e perguntando se ele já tinha almoçado. 

Putz, esqueci que eu estava aqui para cuidar dele! Mas é que estávamos nos divertindo tanto aqui, que nem parecia que ele estava doente. De fato, eu não o vi tossir nem espirrar nem assoar o nariz uma única vez desde que cheguei. Comecei a desconfiar de que tinha algo errado.
 Enviei uma mensagem de volta dizendo que ele já estava indo almoçar agora mesmo e que não precisava se preocupar porque eu me lembraria do remédio.

— Armin? — chamei.

— Hm? — ele respondeu ainda olhando pra tela.

— Já está na hora de almoçar, vamos? — falei. Ele se virou um pouco pra olhar pra mim.

— Ah, ok. Deixa eu só fazer uma coisinha rapidinho aqui... — disse, e se voltou pra tela. Revirei os olhos, eu conhecia essa de "deixa eu só terminar uma coisinha rapidinho aqui". Significava que ele ainda iria querer matar mais uns 6 Sims antes de realmente pensar em descer.

— Vamos, Armin. Você está doente e tem que comer na hora certa pra ficar saudável rapidamente. 

— Quê? - perguntou se virando pra mim. Não foi uma pergunta do tipo "não entendi o que você falou, pode repetir?", pareceu muito mais do tipo "do que você está falando?". Então vi a expressão de quem acaba de se lembrar de algo passar pelo rosto e ele deu uma tossida. 

Semicerrei os olhos. Alguma coisa estava errada, eu estava sentindo. Ah, mas esse moleque não poderia estar fingindo, não é?

Ele deu mais umas tossidas, e minha intuição estava gritando que ele estava fingindo.

— Ah, minha garganta dói. Faz um mingau pra mim? - perguntou com um brilho (fingido) de inocência nos olhos.

— Nada disso — disse sorrindo maleficamente. —  Eu já trouxe uma sopa pra você da minha casa. Sopa de legumes cheia de nutrientes perfeita pra quem está doente — disse, começando com meu jogo. Ele está doente mesmo? Pois essa eu tenho que conferir.

Assim que ouviu "legumes" sua expressão foi para o horror, e eu continuei a sorrir. Ele ia rebater mas o impedi antes, dizendo:

— É uma pena você estar doente, né Armin? — falei provocativamente. — Se você estivesse bom, poderíamos até ir numa lanchonete. Mas você está doente, não é mesmo? — perguntei, cinicamente. Dei a entender que eu já sabia de tudo, agora queria ver se ele se entregava agora pra comer algo gostoso e evitar a sopa ou se ele continuava com esse teatrinho até o final.

Ele engoliu em seco.

— Mas... nós podemos ir numa lanchonete. Isso não vai influenciar na minha recuperação — disse como alguém tipicamente arranjando desculpas.

Eu estava um pouco irritada por ele estar mentindo bem na minha frente, mas por outro lado estava me divertindo vendo-o com dificuldades para continuar atuando.

Nananinanão — falei balançando o dedo indicador na frente dele. — Se você está doente, eu tenho que cuidar direitinho de você — disse querendo desmanchar seu teatro, mas logo percebi que aquele frase poderia ser interpretada de maneira maliciosa.

Acho que ele também captou esse outro sentido da frase pelo seu olhar. Corei levemente. Droga, não era essa a minha intenção! 

— Vamos, Armin, você tem que tomar a sopa agora — lhe disse rapidamente pra ele não pensar muito naquela minha frase, e logo em seguida saí do quarto, dando a deixa para ele me seguir. Ouvi ele suspirar, e logo em seguida seus passos atrás de mim. Descemos as escadas e chegando na cozinha, peguei meu pote que estava sobre a bancada e o abri. Armin chegou perto de mim e espiou dentro do pote.

Argh, legumes — disse com uma cara de nojo.

— Armin, pare de ser fresco. Isso daqui é muito saudável, e não está ruim — lhe repreendi enquanto colocava no micro-ondas pra esquentar. 

Um momento depois, já estava quentinho. Coloquei na mesa á frente do lugar onde Armin estava sentado e sentei-me frente a ele. 

Ele enrolou, brincou com a comida, e reclamou, mas consegui fazê-lo tomar a bendita sopa.

— Viu, não estava tão ruim. — falei quando ele terminou. 

— Seria muito melhor coxinhas, ou sanduíches, ou esfihas — rebateu ainda com a cara meio emburrada. Revirei os olhos.

— Pois é, quem mandou adoecer? — perguntei cínica. Ele fez biquinho e eu ri.

Seguimos para o quarto, e ele já estava se preparando pra voltar a jogar quando eu digo:

— Ah, nada disso — o impedi de pegar o controle e ele me olhou confuso e indignado. — Agora que sei que você está tão doente, percebo que o melhor pra você é descansar. Então, nada de se esforçar. Vá repousar.

— O quê?! Você só pode estar de brincadeira, né Docete? — ele perguntou indignado, mas a minha expressão de "algum problema com isso?" o fez ficar ainda mais chocado.

— Alexy está tão preocupado com você — falei num tom meloso, para provocá-lo ainda mais. — Ele quer que você se recupere logo, por isso temos que fazer o máximo para que isso seja possível.

Ainda em choque, sua expressão ficou de raiva, então passou a me encarar bravo, enquanto eu mantinha a minha desafiadora. Ficamos alguns momentos nos encarando, até que finalmente ele se pronuncia:

— Tá bom, tá bom! — disse exasperado jogando os braços pro alto em sinal de rendimento. — Eu admito que estava fingindo estar doente. Tá bom pra você?

— Até que enfim, hein! Tava demorando pra acabar com esse teatrinho — falei enquanto ele me observava.

— Você achou mesmo que eu não fosse perceber nunca? Acha que sou burra? 

— Eu sabia que você já tinha sacado, mas não podia me render tão facilmente né!

— Francamente, viu Armin — falei, a irritação já voltando. — Posso saber por que é que você fez isso?

— Foi por causa do Alexy - respondeu e sentou-se na beirada da cama, indicando pra eu me sentar ao lado dele, e assim o fiz. Esperei para que ele continuasse. — Ele conheceu esse cara aí, e só fica falando dele o dia inteiro há semanas, é realmente de encher o saco. E pra completar ainda queria que eu fosse junto pra esse encontro pra ficar de vela! E você conhece ele, se eu recusasse logo de cara ele ia ficar insistindo, então decidi fingir ficar doente pra facilitar as coisas; assim, ele ia pro encontro dele e eu ficava aqui em casa de boa, mas eu não contava que ele ia pedir pra você cuidar de mim - terminou de contar e minha irritação foi embora por completo. Agora eu entendia o porque dele ter mentido, embora ainda não concordasse com essa atitude.

— Armin, eu sei que ás vezes o Alexy pode ir longe demais, mas ainda assim ele se preocupa com você. Mentir pra ele não é muito bom, mas eu te entendo - falei e ele soltou um suspiro, aliviado. — E como você conseguiu enganá-lo? Ele parecia acreditar mesmo que você tava doente.

— Ah, isso — diz colocando a mão na cabeça. — É só ficar resmungando de dor e de tudo, fingir não ter apetite pra nada, fingir que tá assoando o nariz e fingir umas tosses — fala banalmente.

— Sério mesmo, Armin? — pergunto revirando os olhos. — E você fala como se tivesse experiência nisso. Já fez isso antes? — pergunto desconfiada.

— Claro, ué — responde dando de ombros.

— Alexy estaria decepcionado agora se soubesse — falei cruzando os braços. — E se seus pais descobrem que você faltou a aula fingindo que estava doente?

— Ah, Docete, mas você não vai contar a eles, né? —ele perguntou se aproximando de mim na cama. 

— Eu não sei... Não quero continuar com essa farsa — respondo, hesitante. Eu entendia o lado do Armin, mas não queria correr o risco de chatear ou mesmo magoar o Alexy ou até mesmo entrar numa enrascada com seus pais. 

— Ah, vai Docete — disse chegando ainda mais perto. Engoli em seco. Ele estava chegando perto demais. — É só uma pequena mentira, não vai magoar ninguém — disse diminuindo o tom de voz enquanto lançava lentamente seu corpo em direção ao meu. — E ninguém vai saber de nada — sussurrou em meu ouvido quando já estava perto o suficiente. 

Me afastei um pouco dele num pulinho, um pouco assustada. Oh. Meu. Deus. O que acabou de acontecer?
 Meus batimentos estavam a mil. Eu tinha certeza que estava muito corada. Ele nunca fez isso antes, o que tinha dado no Armin? 

Olhei pra ele e ele deu um risinho. Então se aproximou novamente de mim, dessa vez mais depressa, segurou meu rosto com uma das mãos e levou sua boca até minha orelha, senti sua respiração lá e então ele diz:

— Você não disse que ia cuidar direitinho de mim? 

Um arrepio percorreu minha espinha e eu senti uma contração em meu baixo ventre.  Então senti um beijo no lóbulo de minha orelha, logo seguido de uma lambida. 

Eu ainda estava atônita com tudo isso e mal acreditava no que estava acontecendo. Minha mente ainda estava travada, mas meu corpo já reagia aos mínimos estímulos de Armin. 

Ele se afastou de minha orelha e ficou frente a frente comigo, podia sentir sua respiração passar por seus lábios entreabertos em direção a meu rosto, e encarei fundo em seus lindos olhos azuis.

Após um olhar intenso, ambos levamos o olhar até a boca do outro, e ainda segurando meu rosto com uma das mãos foi se aproximando lentamente até selar nossos lábios. 

No começo nós nos beijamos bem lentamente, ambos movendo os lábios devagar, aproveitando as sensações, até ele pedir entrada com a língua e eu ceder imediatamente, aí as coisas foram se agitando aos poucos. Levei minha mão a sua nuca para aprofundar o beijo e aproveitar para acariciar seus cabelos sedosos enquanto ele levava suas mãos para minhas costas me puxando para mais perto dele. Nossos corpos já estavam muito quentes. 
Finalizamos o beijo quando o ar se fez necessário e olhamos um para o outro; os rostos ainda muito próximos. Eu sentia meu coração bater rápido e forte no peito. Ainda estava embriagada das maravilhosas sensações que senti agora há pouco. E eu queria mais. 

Apenas seguindo meu instinto, dessa vez eu o beijo, com vontade e mais rapidez. Ele parece um pouco surpreso no início mas corresponde imediatamente e à altura. Eu já não pensava mais sobre meus atos, simplesmente seguia meus instintos. Aproveito para passear minhas mãos por seus cabelos e por suas costas. Ele estava com suas mãos nas minhas costas, mas descia para a cintura, logo seguindo para a barriga e então para os seios. Gemi baixinho entre o beijo quando o senti apalpar moderadamente meus seios. Quando ele fez menção de tirar minha camisa, o empurrei para ele deitar-se na cama e antes mesmo de dar tempo dele ficar surpreso, eu mesma tirei minha camisa, deixando a mostra meu sutiã. Aproveito e tiro a calça jeans rapidamente também. Subo em cima da cintura dele, colocando uma perna pra cada lado de sua cintura e rebolo em cima de seu membro. Ele fecha os olhos concentrado na sensação e deixa escapar um gemido baixo. Sorrio mordendo meu lábio inferior e rebolo mais forte mais vezes. 

— Ah, Docete... Assim você me deixa louco... — ele diz entre gemidos baixos e eu baixei meu tronco para voltar a beijá-lo, enquanto descia uma de minhas mãos para a calça dele, acariciando seu membro já duro por cima do tecido. Ele arfa durante o beijo e eu quero provocá-lo ainda mais. Coloco minha mão dentro de sua calça e sinto seu membro. Ao sentir toda sua expansão e rigidez eu me excito ainda mais e sinto minha intimidade pulsar. 
Ele leva suas mãos as minhas costas e abre o fecho do meu sutiã.

Enfim com os seios livres, ele levanta um pouco o meu tórax para me admirar, e então sem perder tempo abocanha um de meus seios, chupando o mamilo com força e logo em seguida o mordendo, enquanto massageia o outro. Gemo com isso. Eu é que estou enlouquecendo! Minha intimidade pulsava cada vez mais implorando por atenção. 

— Você quer que eu cuide você? — perguntei com a voz rouca no ouvido dele. — Quer? 

— Q-Quero... - ele responde com a voz falha. 

— Então é o que eu irei fazer — sussurrei de volta, em seguida dando um beijo no lóbulo da orelha dele. E vou seguindo uma sequência de beijos por seu pescoço, sua clavícula, seu abdômen, até chegar ao cós da calça. Olhei pra ele, e ele me olhava em total expectativa. Com o olhar fixo no dele, abri o zíper e baixei a calça com a cueca junto e tirando-as por completo, assim liberando seu membro ereto. Mordi o lábio inferior com aquela maravilhosa visão. 

Voltando a observá-lo, passo a língua pela glande e ele fecha os olhos enquanto deixa uma arfar baixinho escapar. Então passo a língua por toda sua extensão, do falo até a glande, e chegando na mesma, dei um beijo antes de abocanhar o máximo que podia. Chupava ao mesmo tempo que tentava passar a língua o máximo possível, tomando cuidado para não encostar com os dentes em nenhum momento. Não era uma tarefa fácil, principalmente porque eu não era nem um pouco experiente nisso, mas era tão excitante ter a visão do rosto dele se contorcendo de prazer e ter seu membro enorme em minha boca. Eu já não aguentava mais, então levei minha mão à minha própria intimidade, e comecei os movimentos aliviantes no meu clitóris e logo em seguida estocando meus próprios dedos em mim. 

Armin percebeu que eu me tocava, e isso pareceu só excitá-lo ainda mais. 

— Do-Docete... Eu... Não vou aguentar muito mais... — disse sôfrego. Ele estava perto do ápice, e eu queria sentir seu gosto, ver sua expressão de total prazer enquanto eu o chupo, então apenas chupei com mais força a glande e ele se desfez em minha boca. Sinceramente, tinha um gosto bem ruim, mas fiz questão de não deixar nenhum resquício.

Subi de volta pra ficar frente a frente dele. Ele segurou meu rosto com as mãos e disse:

— Você é maravilhosa — ele diz e eu coro. Armin sela nossos lábios antes de se afastar e dar um sorriso malicioso. Ele inverte as posições e fica por cima de mim, voltando a me beijar. Ele  leva uma de suas mãos a minha intimidade já muito molhada, acariciando ali. Gemo entro o beijo. Ele toca meu clitóris e massageia ali, e eu me separo dele, fechando os olhos sentindo pequenos espasmos. Ele introduz dois dedos e começa a estocá-los, eu abro os olhos e ele está me observando atentamente enquanto continuava estocando seus dedos. Eu já sentia seu membro contra minha pele ficando rígido novamente  Abri meus lábios, respirando com dificuldade. Segurei seus ombros com força, arranhando-o. Quando eu sentia que meu ápice estava perto, ele simplesmente tirou seus dedos de minha intimade sem mais nem menos. O olhei confusa e frustrada por ele ter parado na melhor parte, e ele me olhou divertido. Antes que eu pudesse reclamar, ele se posicionou entre minhas pernas e pincelou minha entrada com seu membro então penetrando lentamente. Entrelacei minhas pernas em sua cintura. Ao me sentir já completamente preenchida por ele, gemi. Oh, céus, aquilo era muito bom! Ele também arfou ao entrar por completo, logo em seguida saindo e entrando novamente. Era incrível senti-lo me preenchendo assim. 

Então ele passou a estocar com força, aumentando a velocidade cada vez mais. Nossos gemidos misturavam-se ao quarto que já cheirava a sexo. Nossos copros já estavam suados também, enquanto ele continuava a estocar com força rapidamente. Ele gemia coisas desconexas em meu ouvido, e eu não estava diferente. Senti-lo saindo e entrando dentro de mim e atingindo meu ponto sensível estava me enlouquecendo. Então sentindo minha intimidade contrair-se, atingi o clímax. Casada, meu corpo ficou mole e eu continuava tendo pequenos espasmos involuntários em minha intimidade. Armin deu mais algumas estocadas precisas, e então ele saiu bem em tempo, derramando-se sobre minha coxa. Não me importei muito com isso; era só limpar depois.

Ele caiu ao meu lado na cama, ambos ofegantes. Tentávamos controlar nossas respirações, enquanto eu ia para mais perto dele, deitando minha cabeça em seu ombro e ele passava suas mãos para o meu ombro. Ele estava lindo com os fios negros da franja grudados na testa e as faces vermelhas. 

Ficamos uns momentos ali deitados, apenas nos recuperando, num silêncio confortável. Mas decidi conversar sobre algo que estava me remoendo por dentro.

— Armin? - o chamei. Ele olhou pra mim murmurando um "Hm?". ­Estava um pouco tímida em fazer a pergunta que queria, mas fiz mesmo assim. — O que somos agora? — perguntei, meio hesitante. Percebi que ele se envergonhou um pouco, mas, para descontrair, colocou a mão sobre o queixo, fingindo pensar, só pra me irritar. Dei um soquinho em seu braço e ele riu.

— O que você quer que sejamos? —perguntou, voltando a ficar sério. Refleti sobre sua pergunta. O que eu queria que fôssemos? Eu gostava muito dele, e nós nos dávamos mais do que bem, estávamos sempre juntos, éramos melhores amigos, e eu sempre quis ficar com ele, mas nunca pensei que realmente fosse acontecer. E agora que aconteceu, o que nós seríamos?

— Acho... Eu não sei bem. Só... Não quero me afastar de você— falei. Eu não sabia bem como explicar. Eu queria ele... Apenas ele. — Quero continuar junto com você e... Bem, você sabe... — falei, corando — Repetir essa experiência ­— terminei baixinho. Ele riu ao meu lado e eu só fiquei ainda mais envergonhada. Mas agora que havia começado eu iria terminar. — Você é uma pessoa especial pra mim — disse e ele parou de rir e olhou em meus olhos.

Então ele suspirou, e eu senti medo. Oh não, eu seria rejeitada? 

Arregalei os olhos com medo, mas ele estava sorrindo.

— É claro que nós vamos continuar próximos, Docete. Eu jamais me afastaria de você — diz olhando em meus olhos. — Você também é especial pra mim. Você é perfeita - falou e eu corei. Então ele desviou o olhar e pareceu corar também. Ué? Por que ele ficou assim de repente? — Você q-quer ser minha namorada? —perguntou, gaguejando.

Primeiramente fiquei atônita, mas logo depois pensei: "Aaaaah que fofoooo! Ele estava tímido me pedindo em namoro, que amor". Segurei a vontade de dizer isso pra ele e levei minhas mãos a seu rosto, e lhe dei um beijo calmo em seus lábios. 

— É claro que eu aceito - lhe digo sorrindo. Ele sorri de volta e começa a rir de felicidade, e eu não aguento e começo a rir também. Logo éramos dois idiotas rindo sem motivo.

— Agora que estou pensando bem — ele começou a dizer após pararmos de rir —, você realmente fez umas das coisas que o Alexy pediu — disse, e eu o olhei confusa. Eu não havia cuidado dele porque afinal ele nem estava doente, então como assim? — Você conseguiu mesmo me fazer desgrudar do videogame — disse e começamos a rir novamente como dois idiotas.


Notas Finais


Bem, foi isso pessoal! Espero que tenham gostado ♥

Primeiramente eu dei um nome pra nossa protagonista, Gabrielle, mas chamada apenas de Gabi. Mas eu mudei pra Docete por ser um oneshot. Mas sei lá, quando eu fui ler, Docete parece meio estranho kkkk.

Se você gostou, por favor deixe um comentário, é rapidinho e não custa nada ;) Isso me estimula a escrever mais fanfics.

Beijos e até logo ♥


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...