História Cuidando por uma semana - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Bts, Drama, Jikook, Kookmin, Minkook, Romance
Exibições 10
Palavras 804
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, sejam bem-vindos.

Boa leitura para meu amores.

Capítulo 1 - Primeiro dia


Fanfic / Fanfiction Cuidando por uma semana - Capítulo 1 - Primeiro dia

Era mais um dia monótono e chato se não fosse por uma certa carta ter o destinatário com meu nome e o andar em que moro, se não fosse o remetente com o nome Kim SeokJin e se eu não tivesse aberto aquela maldita carta de amor. As palavras grifadas com coleção de álcool azul e rosa eram chamativas, assim como seu nome escrito com marcador amarelo, patético eu diria. Na belíssima carta de “ amor “ dizia que ele teria que ir para um país chamado Brasil para negócios, SeokJin era um maníaco por trabalho também. Eu não disse a pior parte, a pior parte é a que eu vou ter que cuidar de um bebezão, um filho de um SeokJin, mimadinho, que irá querer leite à noite, tantas possibilidades nômades. Dá-me repulso, seguinte SeokJin o nome de seu filho é Jeon JungKook, vinte anos, mais alto que eu, simpático, educado, quieto e tímido. Talvez ele poderá ser uma boa pessoa, mas a possibilidade de ser um bebezão me dá repulso.

Park Jimin não foi feito para gostar de crianças.

Ele é maior de idade, isso significa que não é mimadinho ou enjoado, ótimo. Agora, eu irei limpar a casa para receber minha nova companhia, quer dizer, filho. Sempre fui muito organizado com especialmente tudo, tudo mesmo, não será difícil arrumar essa casa, será? É, será. Enquanto eu limpo o sofá com restos de cookies escuto a campainha tocar, droga. Caminho até a porta e giro a maçaneta com o maior ânimo do mundo.

—Olá. — Um menino provavelmente mais alto que eu, com cabelos anegrados e perfeitamente alinhados dá-me um abraço desengonçado, está bem, isso é estranho.

—Quem, quem é você? — Tombo a cabeça para ao lado interrogativo, não é sempre que um gigante me bate à porta.

— Jeon JungKook, mas pode me chamar de JungKook. Eu sou o filho do papai SeokJin. —Balanço a cabeça acordando-me de meus devaneios.

— Ó, sim. Prazer, eu sou Park Jimi... — Sou interrompido por aquela voz extremamente grossa.

— Eu sei disso, Hyung. Seremos bons amigos, não é? — Riu infantil. — Eu serei sua melhor companhia. — O bebezão que até há alguns segundos atrás me parecia uma criança infantil, agora virou um adulto normal, ele é bipolar? — Prometo. A criança umidifica seus lábios com sua língua que passeia livremente por toda extensão de sua boca.

— Ótimo, aqui estão as regras de convivência. — Ele me olha confuso.

— Regras? — Sorrio.

— As regras que você deve obedecer para não levar um pontapé. — Sua cara que antes era plena confusão, agora demonstrava um pequeno rubor em suas bochechas.

—Eu odeio regras, Hyung. — Sua língua colide com a bochecha, assim fazendo um som de “ POP “. — Mas se é para ser amigo do Hyung, eu irei cumpri-las.

— Está bem. Primeira: não seja um bebê. Segunda: não coma o que eu não te der. Terceira: não traga namoradas. Quarta: não me acorde. Quinta: não cozinhe. Sexta: tenha vinte anos. Sétima: não brigue com a Yuki, minha bola de pelos. — Sou interrompido.

 

— Eu gosto de cachorros, Hyung.

— Tanto faz. Oitava: não mude minha rotina. Siga-as, pelo amor de Deus. Preciso ir ao trabalho, vê se não dá trabalho, hein? — Pego meu cardigã que estava no acolchoado do sofá, fechando a porta com um bebê dentro.

 

É, realmente, JungKook era uma criança.

Após um dia cansativo de trabalho, desejei intensamente minha cama, isso que eu precisava. Abri a porta do meu apartamento com a boca entreaberta, sentindo o ar geladinho do ar condicionado ser absorvido pela minha língua quente, isso até abrir os olhos e ver as cortinas em cima do birô, minhas roupas jogadas na parede, meus perfumes caríssimos — que agora estavam quebrados — esvaziando-se e um JungKook correndo com minha cueca na cabeça e umas peças de roupa que eu iria doar para caridade vestidas ao avesso.

Socorro.

HYUNG, ME AJUDA TEM UMA BARATA LÁ NO QUARTO, TEM UMA BARATA LÁ NO QUARTO – O bebêzão corria feito um louco. Pelo visto, hoje vai ser dia de multa.

— JungKook.... O que você fez, pirralho? — Tentei recuperar minha respiração descompassada.

— HYUNG, EU PERDI TODAS MINHAS FORÇAS E COMI TODOS SEUS COOKIES, DESCULPA, MAS FOI POR UMA BOA CAUSA, EU SOU UM SALDADO QUE QUERIA REJUVENECER SUA FORÇAS, NÃO É? — Meus cookies...

 

— Meus cookies? JUNGKOOK, VAI AGORA PARA O CANTINHO, ALI Ó! — Aponto para um banquinho de madeira afastado de toda casa.

— Mas hyung...

— “ Mas hyung “ nada! Vamos, vamos logo, vai, vai, chispa. — O ADULTO de vinte anos vai se arrastando até sentar-se e ficar com uma cara emburrada. — Desmanche essa cara de abuso senão nem comer hoje você vai. — Ele fez mais careta ainda. — Passe fome. — Caminhei até a porta de meu quarto até escutar um murmúrio:

Suas coxas ficam muito bem nessa calça, hyung — E um riso sapeca.

 

Ok, JungKook era um bebêzão tarado.



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