História Cuide Bem Dela... Por Favor! - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Lisanna Strauss, Natsu Dragneel
Tags Fairy Tail, Lisanna, Nali, Natsu
Exibições 376
Palavras 5.316
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ah... Izay, não estava de férias? Calma jovens, que eu explico. Estou de férias sim mas, isso não quer dizer que parei de escrever. Só estou escrevendo em quantidades menores do que eu geralmente escreveria. Vamos lá... eu estava trabalhando no próximo arco de Estudantes Transferidos quando me veio a seguinte ideia e como eu não preciso ter pressa nem ficar me sobrecarregando durante esse tempo, eu resolvi escrever. Dessa vez sobre um shipp muito odiado pela grande massa de leitores do spirit mas, como eu não odeio, resolvi escrever. Como eu gosto de dizer... “Fiquem com mais um dos meus tiros no escuro”

Boa leitura... espero que gostem.

Capítulo 1 - Cuide Bem Dela... Por Favor!


Fanfic / Fanfiction Cuide Bem Dela... Por Favor! - Capítulo 1 - Cuide Bem Dela... Por Favor!

Estava sentado logo abaixo de uma árvore qualquer. O clima estava chuvoso e combinava perfeitamente com o humor dele... Frio e depressivo. Triste e magoado. Decepcionado. Normal para quem acabou de ser rejeitado pela garota que amava. “Sinto muito, mas eu nunca gostei de você desse jeito” foi o que a garota tinha dito. Desde pequeno, Natsu vinha nutrindo sentimentos a mais por sua amiga de infância, Lucy. Eles eram bem íntimos, tanto que o rosado tinha até dormido na casa dela algumas vezes. Sim. Tinha dormido mas -obviamente- em quartos separados. Eram tão próximos que até mesmo o pai dela lhes davam incentivos para que virassem um casal. O que era bem raro. Mas... entretanto, todavia... Lucy tinha o rejeitado usando a resposta mencionada umas linhas atrás. Resposta que estava mais para uma desculpa. Natsu conhecia Lucy muito bem para saber quando ela mentia, falava a verdade, suas intenções e até mesmo conseguia identificar mudanças no humor da loira. Mesmo que fossem minúsculas. Esse era o tamanho do amor que sentia por ela, entretanto, não diminuía a raiva e frustração que ele estava sentindo.

“Não se engane, Lucy” -falou enquanto sentia a chuva escorrer por seu rosto. Ou seriam suas lágrimas?- “Ele não gosta de você”

Quem? Simplesmente o real motivo pelo qual ela tinha rejeitado seus sentimentos. Gray Fullbuster. O típico senpai do terceiro ano. Típico playboy e filhinho de papai que passava a maior parte do tempo matando as aulas ou ficando com varias outras garotas por ai. E, ao que parecia, a vitima da vez era Lucy. Realmente, Natsu não sabia o que todas viam nele. O máximo que ele fazia era o que? Tratar as garotas como objeto? Mas o mais insano, era o fato de nenhuma delas ligar para isso. Eram todas masoquistas por acaso? Bem... pode ser. Talvez esse fosse seu defeito. Era bonzinho demais. A partir de hoje, ele com certeza mudaria isso.

“Como se fizesse alguma diferença” –ele murmurou tirando os cabelos molhados da frente dos olhos-

Não fazia a mínima diferença. Já tinha sido rejeitado e a garota que gostava, provavelmente, já estava com outro. Mesmo que mudasse seu jeito de agir, com certeza não daria em nada. Só faria com que Lucy se afastasse mais ainda dele. E não era isso que ele queria afinal, ainda gostava dela. Na verdade, estava mais precisando tomar vergonha na cara. Um alto barulho ecoou pelo parque deserto onde estava. Um trovão. Estava sem relógio ou celular no momento e as nuvens cinzentas cobriam todo o céu, logo, não sabia as horas, mas tinha certeza de que já se passavam das cinco. Se levantou de onde estava sentindo suas roupas  pesadas por estarem encharcadas. Estava com frio e tinha certeza de que se continuasse ali, pegaria uma forte gripe.

“Que merda” –ele torceu a barra da camisa vermelha que vestia. Que na verdade, era a farda da escola- “Não vai secar até amanhã” –não ia mesmo- “Quer saber de uma coisa? Foda-se”

Não estava com a mínima vontade de ir para a escola mesmo. Para que? Ver Lucy correndo atrás de Gray como se fosse um cão sem dono, para quando ele a rejeitasse, ela vir pedir conselhos a ele. Não... De forma alguma. Natsu tinha amor próprio para não deixar mais isso acontecer. Começou a andar... A cidade estava um pouco vazia –obviamente por causa da chuva- então estava uma paz. Sem aquele excesso de carros e motos indo e vindo de todos os lados. Poderia até dizer que estava um clima agradável... Sua casa ficava em um pequeno bloco de apartamentos alugados, mais ou menos umas duas quadras da escola. Pertinho, tanto é que estava quase chegando.

“...” –sorriu da própria desgraça quando ouviu um barulho abafado. Parou de andar- “Que isso?” –começou a olhar o local. Nada demais entretanto, ouviu mais uma vez-

Estava vindo de uns sacos de lixo ali perto. Como estava pouco se lixando para qualquer coisa, resolveu ir ver o que era. Foi até os sacos e esperou para ver se ouvia o barulho mais uma vez. As pessoas que passavam pela rua o olhavam meio torto. Talvez pensassem que ele era algum assaltante ou alguém com distúrbios mentais. Natsu soltou uma risada divertida. Ver a expressão de preocupação nos olhos dos outros era bem satisfatório. Enquanto pensava, ouviu mais uma vez e dessa vez, percebeu o que era... Foi até o canto. Na entrada de um beco, perto de um poste estava uma caixa de papelão. Os tais barulhos abafados foram ficando mais nítidos ha medida que ele se aproximava da caixa.

“Sabia...” –ele falou ao abrir a caixa. Lá estava um gato. Seus pelos eram brancos mas estavam molhados e muito sujos de lama, tinha os olhos azuis e era uma fêmea, por que na caixa estava escrito: Cuide bem da Lisanna... Por favor. Pelo tamanho, era uma gata adulta. Ao ver Natsu abrir a caixa, a gata soltou um miado. Talvez esperasse ser adotada- “Miar desse jeito não vai me fazer sentir pena de você, sabia?” –ele falou vendo a gata se levantar e se esfregar na mão dele como se pedisse por carinho- “Você não é a única que está em uma situação difícil. Eu tenho os meu problemas também” –é... tinha chegado ao cúmulo do ridículo ao conversar com um animal. A gata parou de se esfregar na mão dele e se sentou enquanto o encarava. Parecia que estava olhando nos seus olhos- “Não me olha assim...” –Natsu falou exasperado. As pessoas na rua já estavam começando a passar longe dele. A gata, que parecia não entender bulhufas do que ele falava, continuou a encarar- “Ah... que merda” –ele resmungou derrotado-

Fechou a caixa, para logo em seguida, levar. Sorriu de si próprio mais uma vez. Talvez aquele fora de Lucy tenha lhe deixado meio mole. Quer dizer... Mais do que ele já era. Continuou andando por mais uns segundos até finalmente chegar em casa. Morava em um apartamento no primeiro andar do prédio. Era um prédio de três andares e não era nem um pouco luxuoso. Na verdade, parecia até mesmo estar caindo aos pedaços. Só parecia, por que por dentro era realmente impressionante. Mas a melhor coisa dali eram os vizinhos que, em sua maioria, eram alunos da mesma escola que ele. Uma stalker, uma nerd que vivia trancada em casa lendo livros, uma ruiva roqueira mais masculina que muito marmanjo por aí, dois veteranos de guerra que tinham um arsenal dentro de casa, uma cachaceira de mão cheia e uma mulher que mais parecia ser uma loli de treze anos, mas na verdade beirava os trinta. Isso se não tivesse passado. Só gente normal...

“Espero que ela esteja em casa...” –Natsu foi até o apartamento que ficava ao lado do seu e deu três batidas na porta. Um tempo depois ele pôde escutar os barulhos da tranca e assim que a porta foi aberta, uma garrafa rolou para fora. Pelo cheiro, parecia ser de saquê- “Já está bebendo, Cana? Seu fígado é de aço por acaso?”

“E você...” –soluçou. Cana era sua vizinha e como o nome já sugeria, ela era a cachaceira da história- “Errou de quarto hoje ou finalmente aceitou o convite para beber comigo? Deve ter alguma coisa para beber aí nessa caixa. Certo?” –ela falou enquanto a gata começava a fazer barulho dentro da caixa. Natsu sacudiu a caixa para que a gata se acalmasse-

“Não, não...” –ele falou balançando a mão esquerda- “Mas prometo que venho outro dia. Mudando de assunto, tem um secador para me emprestar?”

“Mas hein?” –ela deu uma golada na garrafa de saquê como se fosse suco- “Que foi? Tomou um fora e resolveu mudar de lado, foi?” –ela sorriu de maneira pervertida- “Você é o ativo ou passivo da relação”

“Perdeu a noção, idiota. Continuo sendo homem” –ele se defendeu-

“Então tomou um fora mesmo, certo?” –ela foi até ele e passou a mão pelos seus ombros. Parecia nem se importar dele estar completamente encharcado. Ou, ela estava tão bêbada que não tinha percebido- “Você é um garoto tão bom. Quem foi a idiota que te rejeitou? Foi aquela loira desgraçada. Não foi?” –ela perguntou recebendo em resposta apenas uma expressão triste, seguida por silêncio. Ela saiu de perto dele saiu andando pela casa. Segundos depois, voltou trazendo o secador- “Relaxa garoto. Tem gente melhor para você”

“Valeu...” –sorriu de forma triste e pegou o secador com ela-

“Agora vá para casa” –ela bebeu mais um pouco- “Está precisando trocar essas roupas”

“Está me expulsando daqui?” –fingiu estar magoado com aquilo mas Cana apenas sorriu-

“Se quiser tirar a roupa aqui eu não me importo” –pegou o celular- “Posso até tirar umas fotos”

“De jeito nenhum” –ele sorriu indo embora. Só mesmo a Cana para fazer ele sorrir em uma situação dessas-

Cana era como uma irmã para ele. Muitos não sabiam daquilo, mas Natsu era órfão. Tinha perdido os pais em um acidente de carro dois anos atrás e Cana disse que cuidaria dele quando ele veio morar perto dela. Natsu –obviamente- não queria isso no começo, mas aos poucos foi se acostumando a ter uma irmãzona como ela cuidado dele. Embora, a maioria das vezes seja Natsu quem cuide dela. Tipo quando ela bebia tanto pela rua que esquecia o caminho de casa. Isso rendia uma série de momentos incríveis que ficariam para sempre em sua memória. Entrou em casa e só então, abriu a caixa permitindo que a gata saísse.

“Tem sorte da dona não perceber você dentro...” –Natsu falou como se a gata pudesse entender- “Ela não permite animais por aqui” –a gata o olhou enquanto miava. Parecia querer alguma coisa- “Ah... está com fome? Te dou comida depois do banho” –como se realmente entendesse o que ele tinha falado, a gata tentou fugir mas, Natsu foi mais rápido e a pegou no colo- “Onde acha que vai?” –soltou um sorriso maldoso-

Bem... A meia hora seguinte foi realmente intensa. Tentar dar banho naquela gata foi mais difícil do que ele imaginava. Ela era rápida e na maioria das vezes se esquivava dos jatos que Natsu lhe dava com o chuveirinho da pia. Ele se sentiu um imbecil, estava tentando dar banho em um animalzinho e estava se molhando mais que tudo. Desistiu. Só tinha um jeito... Encheu a banheira e se jogou dentro junto da gata. O animal lutou para fugir mas depois que percebeu que era inútil, resolveu aceitar o banho. Passou uma quantidade considerável de tempo passando shampoo nos pelos dela, por que só notou o tempo passar quando a água da banheira foi esfriando. Saiu da banheira levando a gata consigo. Nem sequer se vestiu, apenas enrolou-se numa toalha, pegou o secador que tinha pedido emprestado a Cana e começou a secar o animal.

“Nossa” –ele falou olhando a gata-

Seu pelo era de um branco sem igual, era literalmente, albina. Mas, não era só isso que impressionava. Talvez fosse por causa do shampoo que Natsu tinha passado nela –ou não- mas os pelos dela eram muito lisos. Macios... e a medida que ele secava, mais parecia que eram feitos de veludo. A propósito, não era só ele quem estava aproveitando aqueles carinhos, a gata também estava ronronando enquanto aproveitava. Estava até com os olhinhos fechados. Natsu se sentiu feliz apenas por acariciar aqueles pelos. Causava uma sensação tão boa que era até difícil de descrever. Podia passar horas acariciando mas teve que parar quando sentiu seu estômago soltar um ronco alto. Um ronco muito alto. Como se entendesse tudo, a gata soltou mais um miado. Ele se levantou indo em direção à cozinha e a gata o seguiu subindo em cima da mesa assim que viu ele colocar uns bolinhos de arroz em cima.

“Folgada, você. Viu?” –sorriu ao ver a gata se sentar em frente ao seu prato e sorriu mais ainda ao ver que, mesmo estando com fome, ela não parecia que iria avançar no prato. Alguém tinha a adestrado? Poderia perguntar mas com certeza ela não iria lhe responder. Pegou dois dos seus bolinhos de arroz e colocou na frente dela, que começou a comer rapidamente- “Está bom, né? Mas não se acostume. Vou comprar ração para você a partir de amanhã”

Estava conversando com um animal? A que ponto a solidão desse garoto tinha chegado? A um nível bastante crítico, pode-se imaginar. Mas, por incrível que pareça, ele literalmente esqueceu de Lucy enquanto dava atenção a gata. Talvez essa fosse a resposta. Para parar de pensar em Lucy e em sua frustração com as mulheres, bastava encher a casa de gatos e viver com eles pro resto da sua vida. Certo? Claro que não... Mas já era um começo. A gata soltou um miado mais uma vez. Parecia até mais feliz. Ela desceu da mesa e foi correndo em direção ao sofá. E depois de afiar bastante as garras nele, se deitou fechando os olhos. Tinha ido dormir. Natsu sorriu imaginando que deveria fazer isso também...

-----x-----

Ele estava dormindo, ou não? Quem sabe. Estava deitado na cama mas com algumas diferenças. O colchão estava mais leve e macio que o normal. O clima estava um pouco mais quente. Bem mais quente. Tanto que seu corpo estava repleto de suor. O que era bastante estranho, levando em conta o fato dele quase nunca sentir calor. Sua respiração estava ficando acelerada como se estivesse cansado e para terminar, estava sentindo algo diferente em seu corpo. Uns arrepios, um sentimento gostoso. Abriu os olhos e embora quisesse se mexer, parecia estar paralisado mas, ainda assim pôde ver o que estava acontecendo. Só não estava acreditando. Isso só podia ser um sonho ou talvez estava tendo alucinações por ter se molhado na chuva. Talvez estivesse com febre, por isso o calor absurdo que estava sentindo.

“Você é mais sensível do que eu imaginava...” –ela falava como se estivesse fanha, mas não era defeito na voz. Na verdade, ela tinha algo na boca. Se é que me entendem- “...meu mestre”

“Ah...” –ele arfou quando ouviu ela falar aquilo-

 “Não consegui me segurar vendo você dormir... você foi tão bonzinho comigo...” -ela o acariciou fazendo lentos movimentos de cima para baixo- “Começou a se contorcer assim que eu comecei a brincar por aqui” -ela ficou de quatro em sua frente e, graças a luz que entrava pela janela, ele pôde a ver completamente- “Foi muito fofo”

Seja qual fosse a razão, nada explicava aquilo. A sua frente ele via uma mulher. Ela parecia ter dezoito anos, tinha os cabelos brancos curtos e olhos azuis. Seu corpo era bem delineado e seus seios era perfeitos. Firmes e redondinhos. Do tamanho ideal. Nem grande, nem pequenos. Uma mulher como qualquer outra se não fosse por um mísero detalhe, ela tinha orelhas como as de um gato e, pelo que ele pôde reparar, também tinha uma cauda. Ambos de uma cor branca e pura. Aquilo com certeza era um sonho. Ela era uma mulher linda, com orelhas de gato e uma cauda. E o melhor de tudo, ela estava pelada e deitada com a cabeça entre as suas pernas enquanto sugava seu membro. Não podia ser real. Ela parou o que estava fazendo e começou a falar.

“Não está me reconhecendo, mestre?” -mesmo quando falava, ela não parava de estimular o membro dele- “Sou a gatinha que você adotou. Lisanna... Sou sua gatinha” -ela deu ênfase no ‘sua' de um jeito sensual. O que fez Natsu se excitar mais ainda. Ela deu uma encarada no membro dele em sua mão direita- “Oh... ele acabou de pulsar, não foi? Isso significa que posso continuar. Certo?” -ela sorriu enquanto balançava sua cauda empolgada-

Natsu não precisou responder para que ela pusesse seu membro na boca mais uma vez. Ele agarrou os lençóis enquanto aproveitava as sensações. E que sensações... Natsu não tinha um pingo de experiência com mulheres, mas tinha a mais absoluta certeza de que Lisanna sabia muito bem o que fazendo. Não sabia se era por que era a primeira vez que uma mulher fazia algo desse tipo nele, mas a sensação estava incrível. Indescritível. Se Natsu tivesse que descrever em apenas uma palavra, essa seria “Perfeita”. Sim, ela era perfeita. Fazia os movimentos de sobe e desce com a maior empolgação. Hora de forma rápida, outras vezes de forma lenta mas sempre se mantendo em movimento. Algumas vezes ela tirava o membro dele da boca e começava a masturba-lo. Talvez para recuperar o fôlego antes de começar mais uma vez. Era incrível. Ela era tão suave nas sugadas que dava que Natsu nem chegava a sentir. Ele estava sentindo que não iria aguentar por muito tempo mas o que realmente o fez ter um orgasmo foi quando Lisanna teve a brilhante ideia de “engolir” o membro dele por completo. Não teve jeito. Ele teve um orgasmo assim que sentiu a ponta do seu membro chegar ao fundo da garganta de Lisanna. Natsu liberou todo o líquido que estava acumulado.

“Hmmm...” -Lisanna fazia uns barulhos abafados enquanto tentava engolir tudo aquilo. Sua cauda balançava de um lado para outro de forma rápida. Depois de alguns segundos, ela finalmente tirou o membro dele da boca, fazendo com que um fino filete de saliva ficasse ligado entre os dois. Além de um pouco do líquido de Natsu ainda estar escorrendo pelo canto dos lábios dela. Ela tossiu um pouco e parecia ofegante- “Foi... bem mais do que... eu esperava”

“Bem... é... desculpe” -ele estava com o rosto avermelhado. Parecia estar sentindo emoções fortes. Tanto excitação, quanto constrangimento. Lisanna sorriu de maneira sexy ao ouvir  tais palavras saindo da boca dele-

“Você é fofo, mestre...” -ela lambeu o restante que estava escorrendo por sua boca- “Tão cuidadoso... Se preocupando com um animalzinho como eu...” -ela começou a masturba-lo mais uma vez- “...mas não precisa disso, mestre. Já falei que sou sua gatinha... uma gatinha que adora leite” -ela deu um sorrisinho-

Quase que imediatamente, o membro dele enrijeceu mais uma vez. Aquela mulher, gata ou seja lá o que fosse, tinha um sex appeal enorme. Suas orelhas de gato, sua cauda, seus olhos azuis e a carinha de anjo que ela fazia mesmo quando estava sugando o membro dele. Tanto que até mesmo a sua voz era excitante. Fina, suave, sensual... Era a mulher dos sonhos. Ela começou a engatinhar sobre a cama enquanto trazia seu rosto para mais perto do dele. Assim que foi chegando mais perto, ela foi notando o nervosismo de Natsu.

“Meu mestre está tenso? Não precisa disso... Olha só...” -ela se sentou na barriga dele. Natsu ficou mais nervoso ainda pois ela estava completamente nua. Logo... Era possível ver cada parte do corpo dela com perfeição. Seus seios perfeitos, braços finos, mãos perfeitamente delicadas, suas coxas grossas e o melhor de tudo... sua intimidade rosada e sem nenhum pelinho. Ela esfregou levemente sua intimidade contra o tórax dele. A sua cauda se enroscou de maneira suave no membro dele e começou a acaricia-lo mais uma vez. Natsu gemeu e em seguida sentiu um líquido estranho o molhar. Um líquido morno e escorregadio- “Olha só como o mestre me deixou...” -ela continuava se esfregando a ele enquanto espalhava seu líquido sobre o corpo dele. Ela tinha uma expressão de êxtase no rosto. Estava sorrindo e com as bochechas coradas. Ela notou que Natsu estava encarando seus seios. Sorriu fingindo timidez- “Meu mestre quer me tocar?” -ela baixou as suas orelhas enquanto fingia timidez. Natsu engoliu  seco quando ela se abaixou, deixando seus seios a centímetros de distância dele- “Meu mestre quer, não é?” -ela falou e em seguida segurou o rosto dele com as duas mãos, o beijando logo em seguida-

Natsu fechou os olhos automaticamente enquanto apreciava as sensações. Como se tivessem ensaiado, ambos enroscaram suas línguas uma na outra. Ah... Que sincronia magnífica. Lisanna era a que mais tinha atitude. Agarrou os cabelos dele com a mão esquerda enquanto usava a direita para passar suas unhas -ou garras- pelo corpo dele. Natsu não sabia se ela era meio bruta mesmo ou se apenas era por que tinha garras afiadas, mas onde ela as passava, ele sentia arder. Com certeza ficariam marcas no outro dia. Além disso, ela ainda dava leves mordidas nos lábios dele sempre que tinha a chance. Deixou-se levar pelo momento e com a mão direita, finalmente apalpou o seio esquerdo dela...

“NYAAA” -após interromper o beijo, ela soltou um sonoro miau quando sentiu a mão dele em seu seio. Natsu ficou impressionado, mas depois se lembrou que era normal já que  era uma gata. Mas tem que admitir que ver uma mulher daquele nível, soltando gemidos em forma de miados era algo incrível- “Meu mestre tem a... nyaa... pegada forte”

“Sério? Então o que acha disso?” -ao falar isso, ele abocanhou o outro com força. Lisanna gemeu, ou miou mais uma vez-

Natsu soltou um sorriso convencido. Estava muito satisfeito por estar causa do tais sensações nela. Continuou sugando um enquanto apalpava o outro com demasiada força. Lisanna estava começando a arfar. Ela tirou as mãos do rosto dele e as apoiou no ferro da cama atrás dele. Mantinha os olhos fechados e soltava diversos gemidos enquanto sentia as carícias de Natsu. Apertava com força os ferros da cama que, vez ou outra faziam estalos como se ameaçassem se partir com a força dela.

“NYAAAA” -gemeu mais uma vez e, dessa vez, os ferros da cama se partiram. Ela gemeu muito alto e Natsu teve a certeza de que pelo menos Cana, tinha escutado. Natsu parou de lhe tocar. Lisanna soltou um gemido em protesto por ele ter parado.

“Se gritar tão alto, os outros vão escutar seus gemidos... Sua pervertida...” -ele mandou um sorriso maldoso-

“Me desculpe, mestre... nyaa” -ela falava enquanto sentia Natsu lhe penetrar com dois dedos- “Mas não dá pra... ficar quieta assim... nyaaa” -ela continuava a apertar os ferros quebrados da cama enquanto respirava em alta velocidade- “Não da pra controlar os gemidos quando o mestre me toca dessa forma...”

Ela falou com sua voz fina enquanto mantinha os olhos fechados. Estava muito suada e ofegante. Tanto que seu suor estava começando a pingar por cima do corpo de Natsu. Sua parte de baixo estava completamente encharcada e vez ou outra jorrava um pouco do seu líquido para fora. Estava tão encharcada que não oferecia nenhuma resistência aos dedos de Natsu. Ele tirava e colocava os dedos de forma lenta e Lisanna parecia não estar nem um pouco satisfeita com aquilo. Começou a mover seu corpo para acelerar a penetração dos dedos de Natsu. O rosado por si só, já estava sorrindo do desespero de Lisanna. Natsu percebeu que ela já estava perdendo a sanidade por que sentia a cauda dela apertar e acariciar seu membro com mais força.

“Mestre, eu... nyaa... não aguento mais” -ao dizer isso, ela arqueou as costas enquanto soltava um gemido alto. Sentiu seu corpo perder todas as forças enquanto permitia que todo o seu líquido jorrasse para fora. Tinha sido muito. Tanto que tinha molhado por completo o tórax de Natsu e ainda tinha encharcado boa parte dos lençóis abaixo deles- “Desculpe mestre... eu sujei tudo” -ela baixou as orelhinhas e sua cauda, fechando os olhos em seguida. Parecia realmente triste. Como era possível alguém ser tão fofa e sensual ao mesmo tempo? Natsu sorriu pensando nisso- “Vai me punir, não va...” -ela foi interrompida por Natsu a beijando. Suspirou feliz por ele não estar bravo com ela. Lisanna colocou seus braços ao redor do pescoço dele enquanto o beijava. Estava sentindo que seu corpo já estava recuperado então, instintivamente arrebitou seu traseiro e usou sua calda para posicionar o membro dele em sua entrada-

Com calma... Lenta e suavemente, ela foi se sentando em cima do membro dele. Por quase ter esguichado no orgasmo anterior, sua intimidade estava completamente encharcada. Resultado... Não precisava fazer o mínimo esforço para que ele a penetrasse. Muito pelo contrário, o membro dele ia escorregando lentamente para dentro com a maior facilidade. Seus sulcos se misturavam deixando a penetração mais suave ainda. Estava tudo bem em ir suavemente mas Lisanna estava quase entrando em desespero. Queria ele dentro de si por completo o mais rápido possível. Aquela demora estava parecendo uma eternidade então, cobriu o restante que faltava sentando com tudo em cima do membro dele.

“...” -ambos gemeram em sincronia. Nesse momento, Lisanna derramou umas lágrimas-

“Ei... o que foi?” -estava realmente preocupado- “Te machuquei?” -perguntou, mas sentiu um alívio enorme ao ver ela negar-

“Não é isso...” -ela soltou um sorriso feliz. Mesmo derramando lágrimas- “É que eu estive procurando meu mestre a tanto tempo... Estive procurando você a tanto tempo, que isso tudo parece um sonho” -ela passou as costas das mãos nos olhos para retirar o excesso de lágrimas e alguns fios de cabelo que estavam grudados em sua testa por causa do suor. Mantinha as orelhas abaixadas- “Mas não é... eu finalmente te achei”

“Esteve procurando por mim?” -ele não sabia o que ela queria dizer com isso. Mas sentiu uma alegria enorme ao ouvir aquilo-

“Sim... Eu estou tão feliz com isso” -ela o abraçou forte. Tanto que Natsu pensou que seus ossos fossem quebrar- “...muito feliz mesmo...”

Ela falou e começou a se movimentar para cima e para baixo em cima do membro dele. Natsu se deitou na cama deixando com que ela fizesse todo o trabalho. Ela era apertada. Muito apertada. E a cada estocada que Natsu dava nela, ele sentia suas paredes internas pressionaram ainda mais o seu membro. Estava muito bom mas podia ficar melhor. Então ele colocou as duas mãos no traseiro dela para acelerar os movimentos. Lisanna obedeceu na hora. Ela tinha um traseiro perfeito... Macio, e consistente na medida certa. Nem duro de mais, nem mole demais. Era extremamente macio na hora de apalpar e bem durinho na hora que ela dava seus pulinhos no membro dele. Nossa... que mulher era essa... Depois de um tempo, Natsu sentiu Lisanna lhe apertar mais ainda e logo em seguida, sentiu ela jorrar seus líquidos mais uma vez...

“NYAAA...” -ela gemeu muito alto... com certeza Natsu iria ser bombardeado com perguntas das suas vizinhas. Ela estava completamente embebida em prazer. Era tão intenso, que ela estava até babando. Ela relaxou seu corpo mais uma vez se deitando por cima dele, fazendo com que seus seios fossem pressionados contra o peitoral dele. Natsu podia sentir seu coração. Estava a mil- “Desculpe mestre... acho que só eu gozei...” -ela mantinha a orelha esquerda abaixada e o rosto vermelho- “Mas... eu ainda aguento mais uma” -ela saiu de cima dele, ficando de quatro logo em seguida- “Vem cá, vem...” -ela sussurrou passando sua cauda no queixo dele-

Ela precisava chamar duas vezes? Obviamente que não. Natsu atendeu ao seu pedido na mesma hora. Ficou atrás dela, posicionou seu membro em sua entrada e, num movimento rápido e forte, ele se enterrou dentro dela. Lisanna soltou um gemido muito alto ao sentir tudo aquilo dentro de si. Natsu nem esperou ela se preparar e já começou a dar as estocadas... Rápidas e fortes que faziam Lisanna gemer, arfar e miar como uma louca. Seus corpos se moviam em perfeita sincronia enquanto reproduziam um barulho provocante e deliciosamente indecente. A cama de ferro rangia com a força das estocadas, parecia que iria se quebrar. Lisanna estava de olhos fechados e mantinha as orelhas abaixadas...

“EI... O QUE ESTÁ... NYAAA” -ela gritou ao sentir Natsu puxar sua cauda- “Mestre... não puxe... isso... nyaaa” -seus gemidos e sua voz ficaram mais finos-

“Então você é sensível aqui, não é?” -ele perguntou ainda puxando a cauda dela-

“SIM... SOU SIM... ENTÃO PUXE MAIS FORTE” -que mudança rápida de atitude. Puxar sua cauda deveria lhe causar uma sensação muito boa para ela estar desesperada desse jeito. Natsu fez o que ela pediu e puxou com mais força- “Isso... nyaa... assim mesmo... nyaaa... estou quase... NYAAA” -não estava mais conseguindo controlar seus gemidos e Natsu teve a mais absoluta certeza de que ela estava próxima de outro orgasmo. Natsu também estava próximo. A visão de Lisanna de quatro para ele, ouvir seus gemidos e estar dentro dela, eram um afrodisíaco extremamente potente para ele- “MESTRE... EU VOU...” -ela nem sequer terminou de falar e deu uma mordida no travesseiro que estava em sua frente. Talvez para tentar conter o gemido que com certeza saiu muito alto. Natsu deu mais algumas estocadas e em seguida despejou todo o seu líquido dentro dela. Lisanna gritou mais uma vez enquanto apertava os lençóis da cama que estavam se rasgando por causa das suas garras- “Eu...” -ela se deitou na cama enquanto parava para respirar um pouco. Natsu se deitou ao lado dela, igualmente ofegante- “Eu... te amo, mestre” -ela o abraçou com ternura- “Não imagina o quanto...” -Natsu apenas sorriu e lhe deu um beijo calmo e singelo. Não estava com vontade de fazer mais nada a não ser dormir-

-----x-----

A luz do sol entrava pela janela do quarto... Ele estava feliz. Óbvio... considerando a noite animada que tinha tido ontem, tinha mais do que a obrigação de estar animado. Se espreguiçou sentindo a maioria dos ossos do seu corpo estalarem. Em seguida passou a mão pela cama como se procurasse algo, mas, não achou. Abriu os olhos rápido. Enquanto procurava algo pelo cômodo, saiu do quarto e foi andando para fora do quarto enquanto a procurava. Não queria acreditar que aquilo tudo tinha sido um sonho... Olhou em todos os cômodos. Banheiro, cozinha, varanda e por último chegou na sala. Não via nada... suspirou pesadamente. Se sentia decepcionado por que no fundo, no fundo, sabia que aquilo ali não era possível. Em que mundo existiria uma mulher daquela, com orelhas de gato e uma cauda? Nenhum... mas saber disso, em nada diminuía a frustração que sentia. Se encostou no sofá...

“Então foi tudo um sonho...” -ele falou enquanto sentia lágrimas se formando nos seus olhos. Estava prestes a sair dali quando algo parecido com uma corda o segurou pelo pescoço o puxou fazendo com que ele caísse atrás do sofá-

“Teve algum pesadelo?” -ele caiu bem em cima de quem ele mais queria ver- “Você estava murmurando algo sobre sonhos” -ela estava lá. Com seus cabelos brancos e olhos azuis. Suas orelhas e cauda de gato. Ela estava deitada em um amontoado de almofadas atrás do sofá. Estava vestindo apenas uma camisa que tinha pego na gaveta de Natsu. Na camisa tinha escrito “Catch Fire” em letras vermelhas. Natsu sentiu as lágrimas escorrerem quando a viu- “Ei... o que foi? Fiz algo errado? Não chore, mestre”

“Você não estava lá quando eu acordei” -sua voz parecia falhar- “Pensei que tivesse sumido ou que o que tinha acontecido ontem tinha sido um sonho”

“Oh mestre. Não pense isso...” -ela acariciou o rosto dele enquanto enxugava suas lágrimas com o polegar- “Eu só saí de lá por que o mestre deixou o ar condicionado ligado. Gatos não gostam de frio” -ela falou sorrindo e em seguida sentiu a cauda de Lisanna se enrolar em sua perna- “Eu te disse ontem, não foi? Você é meu mestre... e eu, sua gatinha...” -ela deu um sorriso feliz fazendo ele sorrir junto. Em seguida, o beijou. Um beijo calmo e simples. Diferente dos amassos do dia anterior. Continuaram ali até que alguém bateu na porta-

“Natsu... A Cana me contou o que aconteceu” -a voz estava abafada mas Natsu sabia quem era. A ruiva- “Fique em casa hoje... Eu digo aos professores que você pegou um resfriado”

“Obrigado, Erza... Te devo uma” -ele gritou detrás do sofá-

“Oh... Não vai pra escola hoje?” -ela sorriu divertida-

“Não... vou passar o dia todinho com a minha gatinha” -ele sorriu do mesmo jeito-

“Miau... isso vai ser divertido...” -ela deu uma piscadinha enquanto sorria-


Notas Finais


Iae pessoal... gostaram? Eu acho que ficou bom... Pode ou não evoluir pra uma fic... só depende dos seus comentários e favoritos de vocês.


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