História Cups (Larry Stylinson) - Capítulo 36


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Coffee, Cups, Harry, Harry Bottom, Larry, Larry Stylinson, Louis, Louis Tops, Love, Porcelain, Styles, Stylinson, Téa, Tomlinson, Universidade, Xicaras
Exibições 101
Palavras 1.340
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


#FORÇACHAPE

OBRIGADA PELOS 12K, VOCÊS SÃO DO CARALHO E MUITO INCRÍVEIS, TÔ FRAGILIZADA POR ISSO E DESSA VEZ NEM DEMOREI TANTO, NÉ?????????????? NÃO SE ESQUEÇAM DE VOTAR E COMENTAR, KAY?

❥ capítulo dedicado pra GiovannaCBM 💚. ela é uma leitora fantasma que me pediu dedicatória há quase um mês e eu esqueci completamente. de qualquer forma, mil obrigadas por ler e comentar e dizer que só escrevo capítulos maravilhosos, isso significa o mundo pra mim!!! ilyyyyyy 🌃🐰💜

Capítulo 36 - Trente-six


Fanfic / Fanfiction Cups (Larry Stylinson) - Capítulo 36 - Trente-six

Harry estava extasiado. Um misto de nervoso, energético, inquieto e triste. As três primeiras opções afirmavam apenas que o dia de conhecer a família de Louis chegara e ele não tinha um real parâmetro para se sentimentos no momento. Claro que ele estava feliz por isso, porra, ele queria muito e ele sabia que seria quase como um marco para o relacionamento deles, porque sim, era algo grande - imenso, talvez -, mas sabe-se lá o que a mãe e irmãs de Louis achariam dele. E se elas não gostassem de seu cabelo? Achassem que ele é imaturo ou que não chega nem perto do nível de suficiência que Louis precisa em alguém?       

Ao contrário do cacheado, o de cabelos lisos tinha a certeza de que ele seria o novo xodó da família. Como não gostar de alguém tão bom e amável? Sequer importava as aparências, já que o que Louis mais admirava em sua família, era o fato de que todas as suas meninas - incluindo Jay - não ligavam para exterior, quando o interior é realmente tudo sobre uma pessoa.

Dadas as circunstâncias, havia um porém: o gatinho. Rodolfo se mostrou um gatinho espoleta e travesso, mas ainda amoroso, e era exatamente por isso que eles não queriam deixá-lo com Nick ou Amy. Qual é, você deve sempre ficar com o pé atrás quando deixa seu filho com um desconhecido, ainda mais quando ele é um bebê gato e pode se apegar à essa pessoa.  

A viagem de ônibus não duraria mais que duas horas, mas vale ressaltar que eles tinham apenas uma hora para chegarem lá. Tudo nos eixos, menos as cuecas espalhadas de Louis e a birra de Harry sobre não querer deixar o gatinho com Amy. Era mais ou menos assim, seguindo os dois pontos de vista: Harry tem ciúmes de Amy. Louis tem ciúmes de Nick e o acha irresponsável demais. O tempo corria e eles enrolavam cada vez mais, então acabou se decidindo que a guarda de Rodolfo seria compartilhada. De dia com Amy, de noite com Nick.

Com mais muita correria, devidamente prontos e com algumas lágrimas de quando davam tchau ao gatinho, eles tomaram um táxi e seguiram para a rodoviária com suas bolsas grandes e exageradas e com os corações descompassados. Quem diria que sairiam sozinhos de casa e voltariam com uma companhia tão, mas tão especial. Eles trocavam beijinhos e mãos bobas debaixo das camisetas, já que não era como se o motorista de bigode amarelo se importasse.

O ônibus não era uma lata-velha dessa vez. Era moderno, grande e tinha até ar condicionado. Eles nem se preocuparam em tentar apreciar a paisagem, porque era tão comum, não tinham figurinhas feias de chiclete coladas na lataria e muito menos nas janelas, as proteções dos bancos eram totalmente pretas, as cortinas eram azul marinho, havia um banheiro no final e nem sequer um sinal de ferrugem para poder observar os tons de laranja e dar nomes estranhos às novas colorações. Não podiam negar que o conforto era maior, mas eles não podiam reclamar quando as atenções estavam presas como imãs entre si. Louis só tinha olhos para os olhos verdes de Harry, e Harry só tinha olhos para os olhos azuis de Louis.

- Lou? - Harry sussurrou, já acomodado do lado da janela.

- Oi, bebê?

- Posso deitar em você?

- Não precisa nem pedir, você sabe - sorriu e deixou um beijo casto nos cachos cheirosos.

- Não é isso, Lou... 

- O que é, então?       

- E se elas não gostarem de mim? Você vai deixar de gostar também?

- Eu não gosto de você, eu te amo. E vai ser bem difícil esse sentimento se dissipar de alguma forma, não se preocupe.

- Promete?

- Sim, H, não precisa ter medo. Elas vão te adorar e você vai ver como vai ser legal.

- Obrigado, amor - disse baixinho, colocando suas mãos na bochecha dos de olhos azuis e o fazendo virar para si.

- Pelo que, exatamente?

- Por estar comido. Me fazer agrados, me dar amor, me entender. 

- Não precisa agradecer. Eu faço tudo pra ver o sorriso no seu rosto e as suas covinhas profundas... porque isso é o que me faz feliz. 

E o resto da viagem se seguiu em um silêncio confortável, com sorrisinhos leves e uma manta sobre os dois, porque o ar se tornou frio demais.   

Finalmente. A rodoviária estava relativamente bem, mais alguns minutos de táxi para a casa de Louis. Tudo bem se não fossem as mãos de Harry suadas e trêmulas, assim como seu rosto pálido e sua expressão medrosa.

- Lou, não sei se posso f-fazer isso.

- Babe, hey, estou aqui, sim? Vai ficar tudo bem.

- E-eu nunca conheci a família de ninguém antes. E se elas não me acharem bom pra você?

- Quer comer alguma coisa, Hazz? Você tá pálido...       

- Me responda, Louis.

- Eu sei que nada disso vai acontecer, bae, mas se te fizer melhor, qualquer coisa que vier a acontecer lá e que te deixar constrangido ou triste, nós voltaremos na hora.

- Não, Lou, é sua família, você não pode fazer isso - protestou.  

- Quer chocolate? - sugeriu. - Tem uma lanchonete maravilhosa bem ali, - apontou discretamente - e eles vendem um bolo de caneca delicioso.

- Pode ser... 

Eles entraram no estabelecimento que tinha o chão quadriculado em branco e rosa e os assentos acolchoados em um tom azul esverdeado. Eram tudo o que mais dava com ali, sendo que o resto dos detalhes eram brancos ou prateados, além de o letreiro ser de led e iluminar graciosamente o nome "Dreamcakes".

Fora Louis que se levantou para pegar os pedidos, sussurrando um 'volto logo'. Ele pediu dois bolos iguais, com a mesma temática de ursinho e o sabor de caramelo com avelã. Ele sabia que o cacheado iria gostar. Após isso, ele teve uma brilhante ideia e acabou por deixar pago mais 5 de sabores diferentes para a viagem.      

- Lou? - escutou ao voltar. 

- Sim?

- O que acha de levarmos isso para sua mãe e irmãs?

- Seria ótimo, Hazz - e pronto, eles eram quase como espelhos, e agora, parecia que até em pensamento eles se falavam.

- Isso é tão bonitinho, não quero comê-los, Lou - murmurou com um biquinho. 

- Mas comer é a melhor parte, amor. Eu sei que você não quer acabar com os desenhos, mas você nem vai pensar em se arrepender disso depois, sabia?

E na primeira colherada, Harry acabou dando um gemido obsceno, fazendo os olhos de Louis quase saltarem para fora. Porra. Era uma das melhores coisas que o cacheado já tinha provado, o gosto de avelã se misturando com o do caramelo e a massa era tão fofinha, pelos céus! Ele tinha certeza que poderia comer aquilo pelo resto da vida, em todas as refeições. 

Seu nervosismo já estava longe, aquela maravilha tinha lhe caído como um calmante e ele até comeu um pouco mais da metade do de Louis, alegando que continuava tenso, e é claro que Louis jamais negaria. Houve a briguinha básica sobre quem pagaria, e tudo porque Louis quem pagou tudo, mas acabou que se resolveram, como sempre. Eles eram quase um, não importava quem pagaria ou deixaria de pagar, de qualquer forma. 

Era Harry quem segurava o suporte com todos os doces. E era Louis quem discava por um táxi e o segurava pela cintura.

- Não quero nunca que você pense que vou te deixar por influência de alguém, mesmo que sejam pessoas da minha família. Sou eu que convivo com você todos os dias, e ainda bem, sou eu quem vejo todos os detalhes que me fazem me apaixonar por você a cada dia, e é isso que importa, sim? Não precisa se preocupar, elas vão ser uns amores com você, e você nem vai ter que se esforçar para ser com elas, porque um amor você já é. Meu amor.         


Notas Finais


✧ eu vo aqui faze um apelo do fundo do meu coraçao: fantasmas, apareçam1!!!!!1!1!!!1!!!!!!!!

❥ pergunta do capítulo: querem ter filhos? sendo sim ou não, por quê? se sim, quantos? quais nomes?


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