História Curious - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias BEAST (B2ST), Got7
Personagens Jackson, Jang Hyun-seung, JB, Lee Ki Kwang, Son Dong Woon, Yang Yo Seob, Yong Jun Hyung, Yoon Doo Joon
Tags 2jun, Crossdresser, Daddykink, Jackbum, Jaeson, Lemon, Maid, Spanking, Yaoi
Exibições 129
Palavras 4.080
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Lemon, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HELLO

IT'S ME..............


Chegay, chegando, ozada mesmo, sou. É SÉRIO, eu amei esse capítulo, tem um couple que eu conheci faz pouco tempo MAS JÁ CONSIDERO PACAS e que vai aparecer em todas as minhas fanfics a partir de hoje

Se vocês olharem pra categoria, vão notar que aumentei ela, e também as tags. VIVA AOS COUPLES DIVERSIFICADOS. Sou rara e diferente mesmo, aprendi com o Yesung, emogótico das trevas trevosas.

Não vou enrolar vocês aqui, MAS JÁ AVISO QUE PRÓXIMO CAPÍTULO DE HURRICANE TEM TEXTÃO NAS NOTAS (mas um textão super do bem, viu, gente)

Enfim,

Boa leitura ;*

Capítulo 2 - Never enough.


 

 

JunHyung acordou e permaneceu um tempo parado, olhando para o teto. Ele tem certeza que passou mais de vinte minutos assim, com a enxurrada de pensamentos que o invadiu, mas, quando olha para o relógio disposto na mesinha de cabeceira, nota que nem cinco minutos tinham passado. Se era para ser sincero consigo mesmo, ele seria. Aquela ideia de arranjar um emprego estava o deixando doido, ele não tinha certeza se era qualificado para atender pessoas. JunHyung costumava ser sério, às vezes até demais, e não gostava de muito envolvimento. Por isso sua ideia para emprego era algo em que pudesse sentar e não falar com ninguém, talvez algo como ajudante em administração ou qualquer coisa do tipo, ele só queria poder fazer o que sabia de melhor: Mexer com números e ficar calado.

 

 

– Você vai criar raiz aí? – DongWoon apareceu na porta do quarto, com uma toalha em volta da cintura. JunHyung deveria admitir, o amigo era lindo, mas não fazia seu tipo. – Agora além de criar raiz vai me secar?

 

– Coitado. Não tenho a intenção de fazer você perder todos os músculos que adquiriu com as bombas. – JunHyung debochou, levantando da cama. Ele e DongWoon dividiam o quarto desde que JunHyung estava morando ali e, mesmo tendo-se passado algum tempo, ele ainda não estava acostumado com a bagunça que DongWoon era.

 

 

JunHyung saiu do quarto, descendo as escadas e indo até a cozinha. O cheiro maravilhoso do café da manhã tomava a casa, e JunHyung agradecia todos os dias o fato da mãe de DongWoon ser uma excelente chefe de cozinha, porque se dependesse de JunHyung ou DongWoon… Eles morreriam de fome.

 

O rapaz sentou-se a mesa e sentiu seu estômago roncar. O cheiro daquela comida estava maravilhosa, então ele se dispôs a comer seu kimbap e kimchi enquanto esperava pacientemente a noiva se arrumar.

 

 

– Você vai acabar atrasado se esperar por DongWoon. – A mulher falou, terminando seu café da manhã. – Tenho que ir, boa sorte, Jun-ah!

 

– Obrigado, tia. – JunHyung respondeu, sorrindo ao ter o cabelo bagunçado pela mão da mulher

 

– Eu não uso bomba! – DongWoon apareceu, alguns minutos depois, usando uma regata e calça. JunHyung limitou-se a rir e terminar o café da manhã. – Você não vai dizer nada?

 

– Sim, eu vou. Você está me atrasando. – JunHyung saiu, correndo para o banheiro, onde escovou os dentes.

 

 

Yong se encarou no espelho, ele precisava de coragem. Não só para ter uma entrevista de emprego, mas, também, para vestir uma roupa de maid caso fosse contratado. Olhando bem para seu rosto, ele tinha uma noção de que não ficaria feio. Sim, JunHyung tinha uma beleza feminina, mas era um garoto! E adorava ser um garoto. Dando de ombros – como o bom garoto que era –, aceitou o fato de que precisava de dinheiro e isso vinha antes de dignidade. Afinal, qual a dignidade em se vestir de empregada e chamar os clientes de “mestre”? JunHyung queria esconder o próprio rosto como uma garota virgem, mas apenas aceitou seu destino.

 

Deveria agradecer a seus pais.

 

O castanho saiu do banheiro, voltando para a sala e vendo DongWoon parado lá, comendo uma maçã. JunHyung apenas seguiu para a porta, sendo seguido pelo mais novo. Eles seguiram a pé até o ponto de ônibus, onde sentaram nos banquinhos para esperar. JunHyung estava tão nervoso que não quis iniciar uma conversa e DongWoon parecia ocupado demais comendo sua maçã. Yong olhou para o amigo, tendo certeza de que ele nunca arranjaria uma namorada ou um namorado, seja qual for seu desejo no momento, já que DongWoon tinha sérios problemas com momentos. DongWoon era o que JunHyung gostava de chamar de inconstante, ele amava garotos, adorava perder-se em seus corpos por horas, seja apenas olhando ou levando-os para a cama – e JunHyung sabia disso, porque algumas vezes teve que dormir na sala para não presenciar algumas cenas –; mas também adorava as curvas femininas e seus seios. JunHyung não via graça alguma em seios, e também no que garotas tinham entre as pernas, mas DongWoon era plenamente aberto a todo tipo de experiências.

 

JunHyung achava interessante. Talvez isso tenha feito com que ele se aproximasse do rapaz e, agora, estavam ali. Amigos, companheiros pra qualquer hora e qualquer tipo de situação. O único amigo verdadeiro. Isso soava bem.

 

 

– Posso te dizer que o emprego é quase seu? – DongWoon meio afirmou, meio perguntou. Sua expressão era de confusão.

 

– Como assim? – JunHyung virou-se para o amigo, Son já tinha acabado de comer a maçã. – Como você sabe disso?

 

– Eu conheço o dono. – DongWoon deu de ombros, e JunHyung não questionou. Ele sabia que DongWoon fazia amizade com muita facilidade e mesmo sendo melhor amigo do garoto, não conhecia metade dos amigos dele. – Ele disse que você só precisa passar por uma leve inspeção.

 

– Ele não vai me apalpar, não é? – JunHyung arqueou a sobrancelha, recebendo um riso divertido em resposta.

 

– Acredite, você adoraria. – Son parecia pensativo, com seu sorriso mudando de divertido para sacana. – Ele tem um namorado que é extremamente ciumento, por sinal.

 

– Como você sabe tanto? – Yong levantou ao ver o ônibus, e subiu junto com DongWoon. Após passarem o cartão, sentaram nos bancos ao fundo.

 

– Digamos que meu olho tenha conhecido o punho do namorado dele. – O mais novo fez uma careta, como se estivesse lembrando da dor. – O cara bate bem, sinceramente. Deve fazer um estrago na cama…

 

– Você estava dando em cima do namorado dele, aí apanhou e ficou caído pelo soco dele? – JunHyung quase riu da ironia. – Você conhece a famosa vergonha na cara?

 

– Se fosse famosa mesmo, eu teria. – DongWoon deu de ombros recebendo um olhar atravessado, seguido de risadas altas. – O que? Eu não posso me apaixonar por um soco?

 

– DongWoon, tenha noção. Ele tem namorado! – JunHyung cruzou os braços, olhando sério para o mais novo e tentando colocar algum juízo naquela cabeça.

 

– Eu sei, eu sei. Por isso sou amigo do namorado dele. – DongWoon fez um biquinho fofo. – Ele até hoje me olha atravessado… Ah, se ele soubesse quantas punhetas foi em sua homenagem…

 

 

JunHyung olhou para o mais novo, notando que ele já estava distraído pensando em algo. Inconstante. Sim, essa sempre seria a palavra. Ele mudava de opinião muito rápido, tudo para DongWoon era simples, fácil. Chegava a ser irritante, mas JunHyung suportava muito bem.

 

 

– Vamos descer. – DongWoon pareceu sair do transe, dando o sinal de que desceriam no próximo ponto.

 

 

Yong desceu atrás do amigo, e os dois começaram a andar pelas ruas movimentadas da grande Seul. JunHyung não era um grande fã de pessoas, ele achava perda de tempo. Tinha exemplos disso em sua casa e na escola, as pessoas só pensavam em si mesmas e isso levou o rapaz a ignorá-las. Ele não gostava de existências vazias. Para JunHyung era um simples fato de ou você era ou não era. Talvez, por isso, DongWoon era sua incógnita. Ele era inconstante, então, o que falou há cinco minutos, não faria mais sentido depois disso. De qualquer forma, era algo que o encantava no amigo. DongWoon era sua incógnita e estava tudo bem assim.

 

DongWoon abriu a porta de um estabelecimento todo decorado em rosa, branco e preto. Yong quis voltar para trás no mesmo momento, mas o amigo puxou-o para dentro, onde foram recebidos por um loiro, que curvara-se para eles.

 

 

– Sejam bem vindos, mestres! – O rapaz, ou seria uma garota? JunHyung tinha sérias dúvidas, falou. – Desejam sentar em uma das mesas ou na bancada? – E apontou para o local onde ficava as mesas, JunHyung observou-as rapidamente, e logo olhou para a bancada, onde duas maids estavam preparando cafés.

 

– Na verdade, estamos aqui para falar com Jackson. – DongWoon sorriu de uma forma brilhante, e JunHyung soube que ele estava flertando. Woonie realmente não perdia tempo. – Pode nos levar até ele?

 

– Claro. – A maid – JunHyung tinha desistido de saber se era mesmo homem –; guiou-os por entre os clientes, até um corredor afastado, onde existiam algumas portas. – É a última porta do corredor.

 

– Obrigado… – DongWoon sorriu, galante. – Será que poderia me dar seu número? Sabe, para encontrá-lo novamente.

 

– Basta vir ao Candy Coffee. – A maid respondeu e curvou-se, saindo em seguida.

 

 

JunHyung olhou bem para o amigo, estava doido para rir da cara de chocado que ele fazia. Sim, jogaria aquilo na cara de DongWoon por vários dias.

 

 

– Sem comentários agora. – Son fora categórico e JunHyung apenas deu de ombros.

 

 

Eles seguiram até o final do corredor e JunHyung, mesmo tremendo levemente, deu dois toques leves na porta. Alguns minutos se passaram, e então um loiro apareceu abrindo uma fresta da porta, estava sorridente, com os cabelos bagunçados e a camisa com os botões errados.

 

 

– Olá, quem é você? – Ele perguntou, olhando para JunHyung, então olhou para trás e avistou o mais novo. – DongWoon! Você realmente veio. Esse deve ser JunHyung, presumo?

 

 

Quem fala presumo nos tempos de hoje? JunHyung perguntou-se, mentalmente.

 

 

– Sim, eu sou JunHyung. – Yong respondeu, curvando-se e sorrindo. Viu que o olhar do loiro parecia confuso ao encarar DongWoon. – Ignore-o, acabou de tomar um fora de uma das suas maids.

 

 

O loiro riu, realmente divertido com aquilo e olhou para trás, parecendo verificar algo, para então abrir a porta completamente, fazendo um sinal para que ambos entrassem. JunHyung entrou e então percebeu o porque de todo afobamento. Um moreno, muito lindo por sinal, estava lá, sentado na cadeira atrás da mesa.

 

 

– Eu sou Wang Jackson, dono do café. – O loiro se apresentou, curvando-se brevemente. – E esse folgado sentado na minha cadeira é o meu noivo, Jaebum.

 

 

JunHyung curvou-se para o homem sentado atrás da mesa, e o mesmo apenas balançou a cabeça em reconhecimento. Jackson caminhou até o noivo, sentando-se sem cerimonias no colo deste. Yong não estava acostumado com aquelas demonstrações de afeto, mas tudo bem, ele era mesmo retraído e isso era culpa dos pais. JunHyung sentou-se na cadeira em frente a mesa, após Jackson indicá-la com o dedo, e DongWoon sentou na cadeira ao lado.

 

 

– Também quer ser maid, Son? – A voz do moreno reverberou pelo corpo e JunHyung deveria admitir que se sentiu um pouco intimidado e, talvez, levemente excitado.

 

– Será que combina comigo? Talvez seja legal, poderei ficar mais tempo perto de Jackson… – DongWoon provocou, e recebeu um olhar matador – em todos os sentis da palavra –, em resposta.

 

– Ah, garotos. Vocês não sabem como se comportar? – Wang revirou os olhos para a atitude infantil de ambos. – Se continuarem vou mandá-los sair.

 

 

DongWoon cruzou os braços e virou o rosto, como uma verdadeira criança birrenta. Jaebum limitou-se a segurar na cintura do noivo e permanecer quieto. Ele parecia levemente contrariado.

 

 

– Então, JunHyung, o que achou do café? – Jackson perguntou, sorrindo animadamente.

 

– Rosa. – Yong respondeu automaticamente, e recebeu três tipos de reações diferentes.

 

 

DongWoon soltou um riso.

 

Jaebum deu um sorrisinho de canto que quase matou JunHyung – e DongWoon – do coração.

 

E Jackson teve, talvez, a pior reação de todas. Ele arqueou a sobrancelha.

 

 

– Rosa? – Wang cruzou os braços, sério. – Nada além disso?

 

– Ahn, eu não entendo de café maid?! – JunHyung questionou e afirmou ao mesmo tempo, ele estava confuso. – Na verdade, pesquisei algumas coisas, mas achei que aprenderia a maior parte aqui.

 

– Sim, você está certo. – Jackson concordou, balançando a cabeça. – Não se preocupe, eu sei que é muito rosa. Infelizmente, foi um dos requisitos para poder montar o café. Meu pai disse que esses tipos de clientes gostam de coisas fofas.

 

– Aquele loirinho me pareceu bem fofo. – DongWoon soltou, de repente. – Que tal me dar o número dele?

 

– Loirinho? Hm… HyunSeung? – Jackson riu. – Sinto muito, mas se ele não quis passar o número, não posso fazer nada.

 

– DongWoon, desista. Nem todo peixe cai na sua rede. – JunHyung quase riu do bico emburrado do amigo. – Relaxa, na tua fila ainda deve ter uns trinta caras querendo uma oportunidade.

 

– Não sabia que existiam tantos corajosos. – Jaebum debochou, recebendo um olhar cortante de Son. – Achei que só gostasse dos comprometidos.

 

– Vocês dois são um porre pra qualquer um. – Jackson colocou as mãos sobre os olhos, apertando-os levemente. – JunHyung, você está contratado. Não vou estender meu martírio e nem obrigá-lo a aguentar isso. DongWoon me disse que você é bastante responsável, vou acreditar nisso. – Wang sorriu para o castanho, pegando uma chave na gaveta da mesa e entregando-a para JunHyung. – Essa é a chave do seu armário, o uniforme estará lá amanhã quando você chegar. Abrimos às oito horas, mas quero que chegue as sete ou sete e meia, para conseguirmos te treinar um pouco.

 

– Tudo bem, muito obrigado. – JunHyung sorriu, pegando a chave e levantando, curvando-se.

 

– Eu que agradeço, estava louco atrás de outro maid. – O loiro sorriu, e então levantou do colo do noivo. – Agora arraste a bunda magra do DongWoon para longe dos meus maids. E, claro, do meu noivo, antes que eles se matem. Ou transem em cima dessa mesa, porque essa tensão sexual dá pra sentir do outro lado do país.

 

 

DongWoon encolheu-se, parecendo envergonhado pela primeira vez e Jaebum arregalou os olhos, os dois não acreditavam no quão sincero Jackson era.

 

 

– O que? Vocês acham que ninguém percebe? Estão há meses nisso. – Wang revirou os olhos, fazendo um sinal de pouco caso com a mão. – Tá tão na cara, olha pro rosto do JunHyung, até ele já percebeu.

 

 

JunHyung apenas deu um sorrisinho desconcertado ao ver todas as atenções virarem para ele.

 

 

– Acho melhor irmos embora… – JunHyung apontou para DongWoon, e puxou-o para fora do lugar.

 

 

JunHyung saiu apressadamente do Candy Coffee, arrastando um DongWoon ainda entre o chocado e envergonhado consigo. Ele queria rir, mas o estado do amigo era levemente preocupante.

 

 

– Você está bem? – Yong questionou e recebeu um aceno positivo com a cabeça. – Ok, vamos pra casa.

 

 

Os rapazes seguiram para o ponto de ônibus. DongWoon ainda chocado, e JunHyung feliz. Ele tinha conseguido um emprego, não era o dos sonhos, mas já ajudava. Isso bastava no momento.

 

 

-x-

 

 

Jackson trancou a porta do seu escritório e virou para encarar o noivo. Jaebum parecia perdido em pensamentos, e Wang achou aquilo divertido. Ele adorava provocar o homem, ainda mais porque Jaebum dava motivos para isso.

 

 

– Pensando no quanto não sabe fingir? – Jackson desabotoou os botões da camisa, notando que alguns estavam em suas casas erradas. Provavelmente JunHyung e DongWoon notaram aquilo, mas quem liga?

 

– Por que tem tanta certeza do que fala? – Jaebum olhou para o loiro, notando que o mesmo tirava a blusa, deixando o peitoral definido a mostra. Jackson era uma ótima visão. – Eu nunca te trairia.

 

– Eu sei que não. – Wang balançou a cabeça levemente, desabotoando a calça apertada, descendo-a pelas pernas lentamente, notando o olhar do homem acompanhar o movimento. – Não estou preocupado.

 

– Você age tão naturalmente. – O moreno mordeu o lábio inferior. Ele estava irritado, mas ver o corpo de Jackson deixava-o levemente perdido. – Não sente ciúmes, não liga em dizer que estou afim de outro… Você não gosta de mim.

 

– Gostar e amar são coisas diferentes, Jaebum. – Jackson caminhou até o mais velho, sentando-se em seu colo, de frente para ele. – Eu amo você, e por isso sei que não vai me trair. Dentro do meu amor existe confiança, e ela é tão cega por você, Jae. – Wang distribuiu beijos molhados pelo pescoço do homem, recebendo ofegos em resposta. – Eu sinto ciúmes, todo mundo sente, mas sei que no final do dia você estará na minha cama, gemendo o meu nome ou eu estarei na sua, como sempre acontece.

 

– É tão seguro de si, Jackson. – Jaebum murmurou, sentindo o rapaz rebolar em seu colo. – Então, talvez, deveria mudar meu jeito?

 

– Não, JB. – Jackson respondeu, abrindo a calça do homem, puxando-a para baixo com a ajuda dele. – Eu gosto de como você é. E qual seria a graça da vida se você não me punisse quando fica com ciúmes? – O loiro sorriu, um sorriso que o mais velho conhecia muito bem. – Agora, vamos deixar a conversa pra depois.

 

 

Jackson puxou a boxer do homem, segurando o membro semi ereto, iniciando movimentos lentos com a mão. O mais velho suspirou, não tinha como debater algo com Jackson, ele adorava desviar sua atenção, e Jaebum adorava isso. Eram faces da mesma moeda.

 

 

– Eu fico louco quando me olha dessa forma. – Jackson confessou, retribuindo ao olhar do mais velho. – O que acha de me jogar nessa mesa novamente? Mas, dessa vez, quero você bem fundo dentro de mim.

 

 

Jaebum sentiu seu pau pulsar com aquelas palavras, o loiro não precisaria falar duas vezes. O homem segurou na cintura do rapaz, levantando-o e jogando-o em cima da mesa. Jackson gemeu com a brutalidade com que Jaebum ficava quando estava excitado. O loiro não se fez de rogado, puxou a boxer para baixo, abrindo as pernas para expor sua entrada. Jaebum suspirou, ficando entre as pernas do mais novo. Ele distribuiu selares do pescoço até os mamilos do rapaz, onde capturou um com a boca, sugando-o levemente. Jackson gemeu, ele era tão sensível ali e Jaebum aproveitava-se disso muito bem. Aquilo era quase como uma tortura, mas o loiro adorava. Jaebum mordia, puxava, chupava e não dava descanso para os botões rosados, sendo recompensado com gemidos cada vez mais afobados por parte do mais novo.

 

O homem desceu seus beijos, mordendo o baixo-ventre de Jackson, fazendo-o suspirar alto. Jaebum segurou o membro do menor, puxando a pele para baixo, deixando a cabeça esponjosa em evidência. Ele deslizou a língua ali, sentindo um pouco do gosto do menor e recebendo um gemido delicioso em resposta. Jackson segurou na cabeça do mais velho, empurrando-a para baixo e obrigando-o a engolir seu membro por completo. Ele sabia que teria consequências, mas já estava segurando a vontade fazia muito tempo.

 

JB permitiu-se chupar o membro do loiro, mesmo que não gostasse quando ele resolvia ditar algo, naquele momento aquilo não importava. Sem contar que, com toda certeza, puniria Jackson muito bem. Ele sugou o membro do mais novo por alguns minutos, ouvindo os gemidos do loiro aumentarem de volume conforme chegava perto do orgasmo, este que foi impedido pela mão do mais velho, que segurou com certa força na base do membro alheio.

 

 

– JB! – Wang choramingou, sentindo uma dor tão conhecida preenchê-lo. – Eu preciso gozar!

 

– Você precisa me obedecer. – Jaebum respondeu, a voz grossa causando um arrepio involuntário em Jackson. – Sabe que não gosto quando faz isso.

 

– Você não gosta de muitas coisas. – Jackson sorriu, ele adorava provocar seu noivo. – Mas gosta de me foder, e está demorando muito pra fazer isso.

 

– O que eu faço com você? – Jaebum questionou, retoricamente.

 

– Me fode? – Wang respondeu, mesmo que ele soubesse que não era uma pergunta direcionada a ele. – Bem fundo e forte.

 

 

Jaebum balançou a cabeça negativamente, recebendo um olhar desanimado em resposta. O moreno desceu os lábios até a entrada do mais novo, deslizando sua língua ao redor do buraquinho enrugado, recebendo um choramingo de Jackson. O loiro adorava aquilo, mas sabia que era só uma provocação, uma punição por ter obrigado Jaebum a chupá-lo.

 

 

– Daddy… – Wang murmurou, ele sabia que tinha jogado sujo, mas JB adorava aquilo. – Me fode.

 

 

O homem provocou Jackson por mais alguns segundos, mas logo atendeu ao seu pedido. Jaebum posicionou-se na entrada do mais novo, roçando a cabeça de seu membro ali, para então penetrá-lo aos poucos. Se fosse em outro local, e com a preparação necessária, Jackson o receberia por completo em uma estocada, mas Jaebum sabia ter cuidado com o noivo. Não que Jackson fosse uma princesa, até porque, ele estava mais pra um ogro, cheio de músculos, palavras chulas e pouca paciência, mas era disso que Jaebum gostava. O fato de Wang ser másculo, e mesmo assim soltar alguns “daddy” esporadicamente deixavam Jaebum com um sentimento de grandeza. Sim, isso era egocêntrico da parte dele, mas Jackson não ligava, então tudo bem.

 

Sem mais esperar, Jaebum iniciou movimentos lentos, ouvindo os gemidos dolorosos de Jackson. Ele sabia que aquilo passaria rápido, até porque Wang Jackson era um grande masoquista, ele adorava a dor, ainda mais se fosse a dor de sentir Jaebum fundo dentro de si. O loiro segurou na borda da mesa, sentindo a velocidade de JB aumentar, sim, era isso que ele gostava. Jackson amava quando Jaebum entrava, porque era questão de segundos até que ele perdesse a razão e começasse a estocá-lo com força. Ele adorava aquilo, ia tão fundo, tão rápido, tão gostoso.

 

Jackson quase berrou ao sentir Jaebum alcançar sua próstata. JB já era treinado naquilo, conhecia todos os pontos do corpo de Wang, sabia como deixá-lo louco da cabeça aos pés em menos de três minutos, e não era exagero. Jackson movimentou o corpo da forma que pode, mas ele sabia que não precisava, não quando Jaebum fazia o possível – e impossível –; para deixá-lo louco de tanto tesão. Em um movimento rápido, JB puxou o loiro para seu colo, e voltou a sentar-se na cadeira.

 

Wang entendeu o que o noivo queria, começando a descer e subir, rebolando, quicando, deixando o mais velho louco. Jackson segurou nos ombros do homem, obtendo o apoio que precisava para dar força e agilidade aos movimentos, revirando os olhos e gemendo alto cada vez que o pau do mais velho acertava sua próstata. Aquilo só melhorou quando Jaebum começou a impulsionar a cintura para cima, indo de encontro a de Jackson quando ele descia, deixando o loiro sem controle. Quanto mais Jaebum pensava em se enterrar naquele interior delicioso, mais Jackson pensava em ter aquele pau surrando sua próstata.

 

O loiro nem sequer cogitou masturbar-se, porque sabia que Jaebum não permitiria, ele era um fodido controlador que só deixava o mais novo gozar com seu pau bem enterrado na bunda de Jackson, mas também não precisou de muito mais. Jackson estava segurando a vontade desde que a entrevista de emprego atrapalhou seu momento com o noivo, por isso, com mais algumas estocadas fortes, Jackson sentiu que estava perto, ele tentou avisar Jaebum, mas ambos estavam perdidos demais para pronunciarem algo. O loiro só conseguiu enterrar o pau do noivo em si antes de gozar em jatos fortes contra a camisa do mais velho, sujando-a. Wang tentou continuar os movimentos, mas estava débil demais no momento, aproveitando as sensações que passavam por seu corpo.

 

Jaebum deixou com que o loiro encostasse a cabeça em seu ombro, sentindo as contrações do interior do rapaz em seu membro. Ele sabia como Jackson ficava após gozar, o mais novo parecia estar em outro mundo, e JB sentia-se bem por ser ele a causar isso no rapaz. Jaebum segurou na cintura do loiro, puxando-o para cima e saindo de dentro dele. Wang olhou para baixo, vendo o noivo ainda duro e sorriu. Jackson deslizou para o chão, ficando entre as pernas do mais velho. Ele segurou no membro do homem, guiando-o até sua boca, engolindo-o por completo. Jackson chupou o mais velho, sentindo-o segurar em seu cabelo e forçá-lo até sentir o pau em sua garganta, engasgando como sabia que Jaebum queria. O loiro tirou o pau do mais velho de sua boca, esfregando-o por toda sua bochecha enquanto descia os lábios para capturar as bolas do homem e chupá-las com vontade.

 

JB gemeu arrastado, ele estava tão perto, e Jackson tinha que provocá-lo com aquela cara de puta safada. Ele era realmente um achado e tanto na vida de Jaebum. O moreno puxou os fios loiros, obrigando Jackson a inclinar a cabeça para trás, e segurou no próprio membro, masturbando-se rapidamente. Wang entendeu o recado e abriu a boca, sentindo a glande de Jaebum resvalando em seus lábios algumas vezes. Jackson concentrou seu olhar em Jaebum, ele ficava tão lindo quando estava prestes a gozar; o semblante concentrado, o suor escorrendo, os olhos semicerrados, a boca entre aberta, a verdadeira visão do pecado. Jaebum soltou um gemido rouco, ver Jackson tão submisso ativava algo primitivo em seu ser, e ele não suportou mais; gozou no rosto do mais novo, preenchendo os lábios, a bochecha direita e os olhos do rapaz com seu prazer. Jackson não se fez de rogado, após Jaebum gozar, ele segurou no membro do mais velho e passou-o em seu rosto, sujando-o ainda mais e levando-o a boca, limpando por completo. O moreno gemeu com a visão, Jackson era um provocador barato.

 

Wang levantou, tendo Jaebum limpando seu rosto com os próprios lábios para, em seguida, juntá-los aos seus. Um beijo cheio de luxúria foi trocado, mas dentro desse sentimento, também existia a paixão e o amor que sentiam um pelo outro. E era exatamente por isso que Jackson sabia, nunca seria trocado.


Notas Finais


É nois que voa bruxão


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