História Cursed - Capítulo 15


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Lobisomem, Sobrenatural, Vampiro
Visualizações 3
Palavras 1.214
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura!!

Capítulo 15 - Eu sei quem é o assassino.


Fanfic / Fanfiction Cursed - Capítulo 15 - Eu sei quem é o assassino.

*Dia seguinte

 

                Acordo e são quase 9 horas. Tenho que levantar correndo pois vou me atrasar e isso não pode acontecer. Tomo um banho rápido e visto uma blusa vermelha com gola e uma calça jeans, coloco o tênis e assim que vou sair do quarto, meu irmão entra.

- Precisamos conversar.

- Agora? – Pergunto meio apreensivo e ele balança a cabeça afirmativamente – então fala.

- Vou viajar – começa a andar de um lado para o outro – esse clima de assassinatos não está me fazendo muito bem. Preciso respirar novos ares, se não, irei enlouquecer. Entende?

                Jason olha para mim com uma cara triste e um olhar deprimente. Seus olhos sempre foram bonitos, são verdes água, ao contrário dos meus, que são pretos. Ele puxou a nossa mãe, cabelos negros e olhos claros. Eu puxei mais o nosso pai, cabelos castanhos e olhos pretos. Nós somos totalmente diferentes, mas ainda assim, somos iguais.

                Eu entendia o que ele estava passando, se pudesse, eu mesmo daria o fora daqui. Mas se tenho uma chance de descobrir quem fez isso e vingar a morte daqueles que se foram, tenho que fazer isso. Tenho que fazer pelo Jason, pelo Stan e seu pai. Tenho que fazer.

- Eu entendo – dou a ele um sorriso meio sem jeito, tentando ser acolhedor – mas a polícia não vai achar estranho? E te colocar como suspeito?

- claro que não. O Stan não te contou? – Ele me olha desconfiado – o resultado que saiu no obituário foi de ataque de animal. Não teve assassino.

                Olho para ele surpreso. Como o assassino conseguiu se livrar assim?! Ele deve ser muito bom nisso. Uma parte de mim, sente pena do meu irmão por eu saber a verdade, bem, uma parte dela e ele não. Mas a outra parte, se sente aliviada por ele ir embora, viajar e não querer vingança. Algo que poderia mata-lo.

- Sinto muito. – é apenas o que eu consigo dizer.

                Nos olhamos por um momento e o abraço. Fecho meus olhos e quando abro, olho para o relógio e vejo que já são nove e meia. Droga, vou me atrasar.

- Preciso ir – digo apressadamente – Boa viagem!

                Viro as costas e antes de sair do quarto, me viro e dou a ele o meu sorriso mais sincero, ele faz o mesmo e eu parto para a caçada.

 

*Pov Stan

 

                Estou me preparando para sair e ir ao parque encontrar com o pessoal, quando meu pai entra em meu quarto.

- Não saia hoje – diz autoritário.

- Por que? – Pergunto indignado.

- Fique com a sua irmã. Ela vai embora amanhã e ainda está muito triste.

                Eu também estou triste, mas pelo visto, escondo melhor que ela.

- Isso é uma ordem. – diz antes de sair do quarto.

                Mando uma mensagem para o pessoal dizendo que não poderei ir e recebo em troca um: “sem problemas”.

                Vou procurar Sarina pela casa e ver o que iremos fazer.

 

*Pov Bárbara

 

                Chego ao parque primeiro que todo mundo e decido esperar sentada no banco. Essa semana foi muito corrida. Os assassinatos, a minha chegada, mas pelo menos reconquistei a amizade da Lissa e do Daniel. Agora falta reconquistar a confiança do Sky e eu farei de tudo para consegui-la.

                Avisto um cara com uma mochila em suas costas. Mochila de escoteiro, grande e cheia de coisas, estranho e decido ir até lá.

- Então você é o famoso Tom? – digo quando me aproximo.

                O garoto que estava de costas para mim se vira com um sorriso no rosto.

- Sim, e você é?

- Bárbara, namorada do Sky.

- Não sabia que o Sky tinha namorada – ele me olha de cima em baixo – nem que era tão bonita assim.

- Obrigada.

                Enquanto estou encarando o garoto, sinto algo familiar, como se já o conhecesse.

- Desculpa, mas, nos conhecemos? – ele me olha com diversão e diz:

- Com certeza não, se não, teria me lembrado.

                Sinto que ele está mentindo, eu o conheço, mas não me lembro de onde. Preciso me lembrar.

- Tem certeza?

                Quando ele ia responder, somos interrompidos por Daniel e Sky.

- Cadê a Paula? – Sky pergunta e eu reviro os olhos.

- Ficou em casa, está doente.

- Poxa, ela queria tanto participar.

- Talvez outra hora – ele olha para o céu e depois para a gente – vamos começar, está um lindo dia e não podemos desperdiçar. Vamos para a floresta.

- Mas e a Lissa? – pergunto.

- Ela saberá onde nos encontrar – responde Tom.

                Olho para Daniel no mesmo momento que ele olha para mim. Percebo que também está desconfiado do garoto. Pode ser só impressão, mas por via das dúvidas, estarei com um pé atrás.

                Seguimos Tom até o meio da floresta, onde tem uma clareira, ele deixa suas armas no chão. Facas, Arco e flecha, bestas, espadas, entre outras. Tom pega o arco e flecha e atira um.

- Bem– ele olha para a gente – o que é mesmo que vocês estão caçando?

- Um lobo – quem responde é o Daniel.

- Lobo? – ele estranha – não temos muito lobos por aqui.

- É para um trabalho de escola – digo rapidamente – precisamos escrever como capturamos um lobo, sem mata-lo. Sabe como é, medidas de segurança, já que não estaremos por aqui para sempre né?! – dou de ombros.

- Claro – responde com um sorriso – continuando, para caçar um lobo, precisam ser certeiros, fazer silêncio, respirar, e...

                Solta mais uma flecha e essa acerta em uma árvore que fica a uns 10 metros de distância.

- Nossa – digo surpresa.

- É a prática, minha querida. – ele dá um outro sorriso e de repente, tudo fica preto.

 

*Pov Stan

 

- Tem certeza que quer assistir ao filme no meu quarto? – pergunto – a TV não é muito boa.

- Sim – responde – a minha queimou ontem e está no conserto.

                Ela dá uma olhada no quarto e para quando vê a caixa que peguei do armário do meu pai outro dia.

- O que é?

- Não sei. Não consegui abrir.

                ‘Ela pega a caixa e fala:

- Isso é do papai não é?

                Balanço a cabeça e dou de ombros.

- Eu já o vi abrir isso. Deixe-me tentar.

                Ela coloca seus dedos finos em pontos estratégicos pela caixa e sussurra alguma coisa. A caixa se abre instantaneamente.

                Fico boquiaberto e ela ri de mim.

- Toma. – ela me entrega a caixa – de nada.

                Pego a caixa da sua mão e dou uma olhada no que tem dentro.

- O que tem aí?

- Tem uma foto e um papel.

                Pego o papel e vejo umas escritas em latim “Festinatio tarda est”. Mostro o papel para ela e pergunto o que significa, já que estudou latim na escola.

- Se não me engano é “Quem corre cansa, quem anda alcança”.

                Acho aquilo estranho. Por que meu pai teria essa frase em uma caixa? Decido olhar a foto e vejo que tem três crianças, uma delas, a do meio, reconheço como Bárbara, a mais baixinha é a Giullia e a pessoa do canto é...

- Não pode ser – digo reconhecendo a pessoa.

- O que houve? – minha irmã pergunta me olhando confusa.

                Saio correndo e pego o telefone.

*ligação on

- Alô?

- Lissa?? Lissa, eu sei quem é o assassino...


Notas Finais


O que acharam?


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