História Curtasad - Corra, Baby! - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, V
Tags Curtasad, Drama, Jungkook, Mhar, Taehyung, Taekook, Vkook
Visualizações 43
Palavras 592
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Slash, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello. <3 Tem uma música que não está me deixando em paz, e eu resolvi escrever algo inspirado nela. É muito, muito linda essa música, e vou deixar o link dela para vocês ouvirem depois, porque ela é muito linda. Eu já disse que ela é linda? Pois é! Linda demais!
Linda como essa Taekook aqui qqqq' Boa leitura. <3333

Capítulo 1 - Capítulo Único


 

 

Década de 60. 

 

Eu tenho algo para dizer a você. 

Nunca, eu toda a minha vida, fui tão machucado por Taehyung. Em toda a minha vida, eu fui tão menosprezado e humilhado quanto por ele.  

Kim Taehyung machucou-me e continua me machucando; como uma sina para a minha alma burra, cansada e incapaz de levantar a voz. Todavia, ele me machuca não por um tapa que arderá no rosto ou talvez por um soco que irá ferir o meu queixo... Uma porta trancada para que eu não possa sair e encontrar outro alguém, talvez alguém melhor, eu não sei... Ele não me machuca desta forma, não é assim. Ele me machuca com suas palavras duras. Ele me machuca sempre quando diz que traiu-me e irá me trair de novo, pode ter certeza.  

O Kim, durante todo esse tempo, sempre encontra uma maneira de renovar as suas agressões verbais. Assim como suas mentiras, dizendo-me que irá mudar e aquilo foi a última vez, Jungkook, eu lhe prometo.  

Tudo o que eu quero é que ele desapareça de minha frente. Meu Deus, eu quero que ele desapareça e eu possa recomeçar uma vida; completamente diferente da que vivi até hoje. Fatídicos trinta anos na cara e, ainda assim, eu não consigo olhar-me no espelho e dizer, "Você é um homem maduro, Jungkook." Porque eu ainda não tenho coragem para encará-lo na cara e dizer tudo o que eu quero.  

As minhas palavras ainda nem chegaram na garganta.  

É por isso que estou sentado no banco da estação ferroviária. É por isso que estou olhando para a frente e esperando um trem que já era para estar aqui. 

É por isso que eu estou fugindo. 

"Jungkook!", alguém me gritou. 

Céus, e lá vem o Kim Taehyung com o seu desespero atrás de mim. Desesperei-me. Ele havia descoberto a minha fuga. 

Maldito homem que parece mais um lobo faminto atrás da presa. Como conseguira me encontrar é apenas o que me vem na cabeça — Meus movimentos sutis, maneando a cabeça de um lado a outro em negativa enquanto continuo a observá-lo ainda longe. E, tudo o que eu quero é levantar-me do banco e fugir deixando a mala para trás. Quem sabe assim eu conseguiria livrar-me de todo o passado turbulento? 

A saída milagrosa que aparece vem em forma de trem. O trem atrasado quarenta minutos e que eu achei que não chegaria naquela tarde de domingo. A máquina parou em minha frente e tudo o que eu poderia fazer é fingir-me de surdo e entrar sem olhar para trás.  

Provavelmente, a chegada do trem trouxe um desespero ainda mais forte em Taehyung, e, o medo falso, um sentimento passageiro, de perder-me, fez com ele me gritasse e pedisse: "Não se vá, Jungkook! Eu te amo!" Os meus olhos fecharam-se ao ouvir aquilo. 

Que se dane. Eu me cansei.  

Que se dane tudo e o meu coração. 

Eu mereço ser feliz. 

Os meus pés me levaram e o trem partiu. O meu sorriso aumentou e... Mesmo que doesse um pouco mais, eu sabia que aquilo era o meu recomeço. O recomeço de uma vida completamente diferente.  

Minha mala foi ao chão e eu corri. Para bem longe dele. O quanto os meus passos conseguiram para longe dele. 

Para bem longe do trem. Porque, embora Kim Taehyung me machuque, eu não posso deixá-lo. Assistindo-o correr tão desesperadamente, céus, eu só tenho que dar mais uma chance. 

E, com os meus braços abertos, esperei-o chegar até a mim: 

"Corra, Taehyung! Apresse-se! Traga os seus beijos, eu estou esperando!" 

 


Notas Finais




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