História Cute Boss (Imagine Jimin - BTS) - Capítulo 2


Escrita por: ~

Visualizações 2.228
Palavras 1.308
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OOOOOOOOOI AMORES! <3

Voltei com o segundo capítulo. O/ Tô passada com os 800 favoritos e 100 comentários. Vocês sempre me arrasando! :') Não tenho estruturas para isso, sério!

Vi que muitas se identificaram com a personagem KKKKKKK, pois é né! :P

Boa leitura, anjos.

Capítulo 2 - II


Fanfic / Fanfiction Cute Boss (Imagine Jimin - BTS) - Capítulo 2 - II

Sexta-feira, 07h21min.

Acordo atrasada e arrumo a minha cama rapidamente. Yeri está dormindo feito uma pedra, ela está até babando. Faço uma careta de nojo e rio baixo, para que a ruiva não acorde. Checo a hora em meu celular e abro o guarda roupa rapidamente, à procura de meu vestido novo.

Não é lá essas coisas, mas é comportado e bonito aos meus olhos. Separo um conjunto de roupas íntimas e tomo um delicioso banho quente. Passo bastante hidratante em meu corpo e visto-me adequadamente para o café da manhã com o Jimin.

Quando entro na cozinha, procuro por uma caneta e deixo um recado na porta da geladeira para a minha amiga. Avisando que saí e que talvez, eu demorasse algumas horas para voltar. Já que depois de me encontrar com o loiro gentil, eu iria procurar um emprego.

Tranco a porta e saio do apartamento caminhando para a calçada. Ao rolar os olhos pela rua, vejo Jimin escorado em seu carro. Quando me vê, o loiro sorri de forma doce e eu faço o mesmo, me aproximando dele. Ele está muito bonito.

— Bom dia, bela dama. — Diz sorrindo e acaricia a minha bochecha.

— Bom dia. — Digo um tanto envergonhada. Ele é mais bonito ainda à luz do sol.

— Huh, podemos ir?

— Sim. — Respondo e o engravatado abre a porta do veículo para que eu entre.

Jimin dá a volta e ao entrar no carro, coloca o cinto de segurança. Imito o seu ato. Trocamos poucas palavras durante o trajeto para a cafeteria. O dia está bonito, o céu parece estar mais azul e tudo em minha volta parece calmo demais para uma sexta-feira.

— Você prefere café amargo ou doce?

— Nem um, nem outro. — Solto um riso. — Digamos que, um pouco de cada.

— Parece que temos muito em comum, dama.

Coro fortemente. Ele é sempre assim?

— Venha. — Diz rouco, ao abrir a porta.

Entramos no local e suspiro aliviada ao perceber que não existem muitas pessoas ali. Fazemos nosso pedido, e nos sentamos no fundo da cafeteria. Jimin tira o seu iPhone do bolso e sorri para mim.

— Sonhou comigo, ________? — Questiona divertido.

— Não. — Rio. O maior faz um biquinho fofo. — E você, sonhou comigo?

— Bem que eu gostaria, dama. — Sorri ladino. — Mas alguns parentes chegaram, e bom, eu não dormi quase nada. — Confessa afrouxando a sua gravata.

— Nossa, sinto muito.

— Que nada, dama. Eu tenho um sobrinho que é um fogo! — Diz empolgado.

— Quantos aninhos? Adoro crianças.

— Três. — Assenti abobada.

— Eu tenho duas irmãs, mas moram no Brasil.

— Huh, fale mais do Brasil. Já ouvi falarem muito de lá. — Jimin apóia os cotovelos na mesa e me encara.

— Bom, a cidade que eu morava é bem movimentada. Mortes, roubos. Era praticamente um inferno. — Mordo o lábio. Ele parece interessado. — As mulheres são bonitas, as praias. É um País bonito, mas tem aquelas partes ruins.

— É, entendo. — Solta um risinho.

— E você, mora com os seus pais? 

— Não. Moro sozinho mesmo. — Sorrio. — Meus pais não moram em Seul.

— Ah sim.

— Eles vieram me visitar, meus tios, primos, avós e uma cambada toda. — Ele ri fofo.

— Aqui estão os pedidos, desculpem a demora. — A garçonete coloca os nossos pedidos na mesa.

— Obrigada. — Agradeço baixinho.

Provo do café e me surpreendo, o gosto é muito bom. O melhor que já tomei nos dois anos em Seul.

— Gostou? — Pergunta sorrindo.

— Oh sim, muito bom. — Pego um biscoito, molhando-o no líquido de cor escura.

— Ah, que fofa. — Jimin aponta para a minha xícara e ri alto, tampando os lábios.

— É tão bom molhar o biscoito, você deveria experimentar. — Digo de boca cheia.

Nós dois desviamos os olhares.

— E seus pais, ________? O que eles fazem? — O loiro quebra o pequeno clima que havia se formado.

— Bom, meu pai é policial e minha mãe trabalha de empregada para um casal.

— Tem foto deles?

— Tenho sim.

Pego o meu celular e abro a galeria. Estendo o aparelho, mostrando uma foto de meus pais.

— Sua mãe é bonita. — Comenta surpreso.

— Ela é linda. — Sorrio.

— Posso te contar um segredo, dama?

— Pode. — Afirmo curiosa.

— Você é mais bonita.

Minhas bochechas ganham uma coloração vermelha.

— Jimin, não diga essas coisas. — O repreendo em um sussurro. — Você nem deveria estar perdendo o seu tempo comigo.

— E porquê não? — Fita todo o meu rosto, desconfiado.

— Porque eu não sei como reagir, e porque não sou nada nessa vida. Apenas uma desempregada, desastrada e que queima as roscas dos outros. — Faço um biquinho.

— Querida, pare de drama.

Nós dois rimos.

— Você é uma bela dama. Isso que importa. — Sua mão toca a minha gentilmente.

— Jimin, de onde você conhece o Senhor Malvado Jung?

— Conhecido da minha vózinha.

— Entendi.

Passamos algumas horas conversando. Ele sempre fazia uma piada, e que deixava-me envergonhada. Ou às vezes, me encarava fixamente e umedecia os lábios grossos.

— Qual o sabor do seu beijo, _______?

O encaro incrédula, e o seu sorriso só aumenta.

— E-Eu não sei. — Rio sem graça.

— O meu é amentolado. — Dá de ombros. — E é viciante, como café.

— Jimin...

— O que foi, anjo? — Indaga sorrindo.

— Eu tenho que ir. — Bebo o restante do meu café. — Tenho que procurar um emprego.

— Ah não, _______. Fique aqui e vamos conversar, hm? — Dita de forma dengosa. Ele é adorável.

— Não posso. — Levanto, o loiro faz o mesmo.

— Vou te levar para o seu novo emprego.

Franzo o cenho e lhe observo atenta.

— Na minha empresa. — Nos guia até a saída do estabelecimento. Já que nossos pedidos já estavam pagos. — Como minha assistente. O que acha, bela?

— Endoidou, foi? — Balanço a cabeça negativamente. — Não posso aceitar, Jimin.

— E porquê não? — Seus olhos pidões amolecem o meu coraçãozinho. — Vamos, dama aceite.

— Não sei.

— O que eu faço para você aceitar? — Me olha esperançoso. — Sei que precisa.

— Tudo bem, chato. — Resmungo.

— Chato não, fofo. — Me corrige e abre a porta do carro. — Vamos, quero que conheça a empresa.

— Jimin-Ah, o que devo fazer exatamente?

— Trazer o meu café, conversar comigo. Isso. — Diz rindo.

— O quê?! — Arregalo os olhos. — Só isso?

— É.

Por Deus.

(...)

Chegamos na empresa — e que por acaso é enorme —, sendo recebidos por uma mulher muito bonita. Ela quase sobe no colo do Jimin, muito assanhada. Ele apenas sorri, gentil e fofo. Passamos por diversos corredores. O loiro sempre sendo cumprimentado e sempre agindo carinhosamente com os funcionários.

— Essa é a minha sala. — Diz ao abrir uma porta.

— Uau, muito grande.

Falo boquiaberta, observando cada detalhe. As janelas são lindas e de vidro, fazendo com que os raios solares adentre a sala. Tudo é muito organizado e bem planejado.

— Gostou? — Pergunta. Sorrio, assentindo. — Irei pedir que coloquem uma mesa aqui.

— Jimin... — O olho acanhada. — Não sei se mereço.

— Uma bela dama merece tudo, _______. E você merece.

Se antes eu estava com vergonha, agora perdi todo o ar.

— Você é misteriosa e ao mesmo tempo engraçada, dama. — O maior se aproxima. Engulo em seco.

— Engraçada? — Rio negando. — Sou um desastre, Jiminnie.

— Jiminnie? Own. — Aperta minhas bochechas.

Ouvimos batidas na porta e nos separamos.

— Jimin querido, porquê não atende o celular? — Era uma Senhora.

— Ah, Omma. Eu estava... ocupado.

— Você deve ser a _______, certo?

— Sim. — Digo surpresa.

— Jimin não parou de falar de você.

Oh Deus! Ela é espontânea como o filho.

— Meu bebê é tão fofo, não é? — Beijou as bochechas cheinhas dele.

— Omma, por favor... — Dita envergonhado. Seguro o riso.

— Convide a _______, para almoçar em nossa casa.

— Senhora não-

— Tenho que conhecer minha nora, não é filho?

Jimin escondeu o rosto entre as mãos e eu fiz o mesmo.


Notas Finais


Senhora Park já está shippando os dois KKKKKKK, berro.

Até mais. s2


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