História Cyber Problem. - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, hacker, Hot, Namjoon, Watch Dogs 2
Visualizações 11
Palavras 627
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 3 - Asylum.


Fanfic / Fanfiction Cyber Problem. - Capítulo 3 - Asylum.

"Eu sentia o medo em seus olhares, mas a normalidade deles me irrita. O mundo não segue em frente se todos pensarmos igualmente. "




Senhor Kim me olhou com doçura, mesmo que eu sentisse que seu olhar não fosse verdadeiro. Seus filhos me olhavam de lado, menos NamJoon, que me olhava preocupado.

Yoongi, mesmo que não demostrasse, tremia por dentro. 

- Entre.

Senhora Jeon disse, com a porta do carro entre aberta, seu filho me encarou. 

Parei diante a porta, sentindo os olhares pesarem sobre mim.

Ela suspirou, segurando meu pulso, tentando me puxar para dentro de seu carro.

- Vocês não podem levar ela. Meus pais não vão deixar. 

Yoonie disse, segurando a ponta do meu casaco. 

- Seus pais não estão aqui, Min. 

Rebateu Senhora Jeon. 

- Podemos ir?

Entrando no carro branco, pronunciei essas palavras, vendo Yoongi me xingar e pestanejar, se virando e indo para sua casa, empurrando todos que estavam em sua frente. 

Os três dentro do carro me encararam assim que eu bati a porta do mesmo. Cruzei as pernas, esperando até que esse inferno tivesse fim. 

Eu imaginei que Yoongi nunca me perdoasse de verdade por abandona-lo naquele buraco negro que chamam de cidade. O pequeno animal se mexia preguiçosamente em meu colo. Eu queria saber se a pequena coelhinha também odiava esse lugar. Meus pais sabiam que eu não ligava para onde estivéssemos, desde que ficássemos juntos. Mas eu estava sozinha depois daquela explosão. Yoongi me entendia, mas nunca aceitou o fato de que todos as famílias ricas quererem me levar para Sunshine Sisters Asylum, o hospício desse fim de mundo. 

Os motivos? Além dos meus gritos de pavor todas as noites, tinham as minhas conversas com a pequena coelha. Mas eu tenho a plena certeza que eles já queriam me internar antes mesmo de meus pais morrerem. Eu sempre assustei seus filhos. Mesmo que alguns deles fossem mais velhos que eu. 

Mas a culpa não é minha. Não sou culpada se eles estão em retrocesso. Se têm medo do novo. Eles acham que eu sou um robô. Mas eu não sou tão mecânica assim. Eu adoraria ser um robô, na verdade. Sem esses óculos me atrapalhando/ajudando a enxergar eu sentiria livre. 

O problema é que meus olhos são sensíveis -Além de quase cegos-. Muito mesmo. Não posso ficar muito tempo em luzes muito fortes sem alguma proteção neles. Mais pela cor deles, um lilás acinzentado muito claro. 

Meu cabelos são como os meus olhos. Diferentes, digamos. Brancos, completamente. Mas são "naturais". 

Claro, quando digo naturais, quero dizer algo como "naturalmente criados pelos meus pais".

Experiências falhas dos meus pais resultaram nisso. Não que eles tenham me dito quais foram essas experiências. Mas eu tenho quase certeza que mexiam com meu inconsciente. Apenas isso mudaria tão drástica e rapidamente minha aparência. 



Com os olhos fechados, ouvi a porta branca se fechada e trancada. Eu tinha coisas a fazer. Odeio ficar entediada. 

Primeiro, verificar se haviam câmeras no quarto. 

Minha mão procurou o pequeno objeto de metal na mochila, achando o mesmo, que me atraiu para o canto do local.

Coloquei uma cadeira de madeira embaixo da câmera, subindo na mesma. Coloquei o pequeno objeto de metal colado na parte inferior da câmera. Me virei para o outro lado, vendo que essa câmera capturava todo o quarto. Era um ótimo local. Desci da cadeira, que rangeu. Me sentei na cama novamente, pegando algumas ferramentas e me sentando em frente ao espelho, tirando o óculos, sem enxergar nada. Bufei colocando os óculos novamente. 

Eu precisava de outro óculos ou faria aquilo sem enxergar.

A segunda opção me pareceu plausível. 

Tirei-o novamente, com a visão borrada desparafusei os cantos do mesmo. Peguei alguns fios de conexão e comecei o que queria fazer.


Afinal eu tinha tempo. Não sairia daquele local tão cedo. 




Notas Finais


Obrigada por ler.


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