História Cybernetic Love - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~AceRed

Postado
Categorias Undertale
Tags Asgoriel, Chara X Frisk, Charisk, Papyton
Exibições 142
Palavras 1.461
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drabble, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mecha, Mistério, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Sci-Fi, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Sobrenatural, Steampunk, Super Power, Super Sentai, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá =3

Sou o Ace Red de novo, a Evil teve um probleminha então não pode postar este capitulo, então fui eu que fiz =3

Espero que gostem =3

Capítulo 3 - Capitulo 2 - Sentimentos Estranhos


Eu consigo sentir a luz do sol descender da janela até o meu rosto, fazendo com que meus  bagunçados cabelos castanhos claros reluzissem em contato com a luz morna produzida pelo sol.


Eu viro minha cabeça para o lado direito, onde havia um passarinho-robô fazendo um barulhinho de fala robótica e irritante que dizia coisas como: “Hora de acordar” e “Hora do café da manhã”, eu estava ficando um pouco irritada com este barulho chato, então eu apenas dei um soco nele para ele ficar quieto enquanto eu despertava.


- CHARA! PARE DE BATER NAS COISAS! – Eu ouvi a voz da minha mãe gritando bem alto enquanto sentia um choque advindo de minha pulseira, aquilo me fez pular da cama e cair com a cara no chão, aquilo doeu tanto que eu gritei bem alto.


- AAAAH, MAS QUE PO... – Eu estava tão irritada por causa do susto e da dor repentina que eu gritei e quase falei um palavrão, mas fui interrompida por um choque ainda mais forte de minha pulseira e outra bronca da voz de minha mãe.


- NADA DE PALAVRAS CHULAS, MOCINHA! – Diz a voz de minha mãe novamente, eu apenas me calei por um momento, levantei do chão e encarei de onde vinha a voz, era uma voz gravada que vinha do pássaro-despertador, que por acaso minha mãe havia criado. Valeu Mamãe.


- Agora peça desculpas – Diz a voz de minha mãe, eu apenas encaro para ela com uma cara de “Como assim”, até que decido me manifestar.


- Eu não irei pedir desculpas para uma maquina sem vida! – Digo, ficou por um tempo um silencio, até que a voz da minha mãe resolveu se manifestar de dentro do robô.


- PEÇA. DESCULPAS. – Diz a voz gravada de minha mãe novamente, com uma voz grave e amedrontadora, eu apenas obedeci, abaixando a cabeça.


- ...desculpa – Digo, o passarinho robô começou a voar pelo meu quarto alegremente.


- Isso mesmo minha criança, mamãe te ama – Diz a voz da minha mãe vinda do passarinho, eu apenas olho para ele um pouco brava, mas ele não liga e vai embora, possivelmente para acordar Asriel.


Eu desço as escadas para a cozinha, encontrando Frisk sentada na cadeira da cozinha e comendo o café da manhã, que consistia em café e panquecas, aquele café parecia delicioso.


Eu andei até ela e dei um bom dia, ela deu um sorriso doce para mim e agradeceu, eu sorri de volta para ela e peguei algumas panquecas ainda quentes que provavelmente foi feitas por outro robô criado pela nossa mãe, essa era realmente a era dos preguiçosos.


Eu me juntei à Frisk na mesa e comecei a comer as panquecas, eu não pude parar de reparar em Frisk que parecia bem arrumada e bonita, com um tipo de laço vermelho amarrado a seus lindos cabelos chocolate.


Algo nela era tão... lindo e agradável de se ver, como se tudo fosse embora e o que restava era ela, eu e sentimentos bons e que agradavam a minha mente e alma, eu não sabia o que era isso, este sentimento...


- Hey Chara, você esta bem? – Perguntou Frisk me tirando de meus pensamentos, eu estava realmente distraída, tanto que eu já havia terminado de comer minhas panquecas há vários minutos atrás e estava observando Frisk este tempo todo.


- Estou bem sim irmãzinha, não se preocupe – Digo enquanto dou o meu melhor sorriso para ela, parece ter funcionado, pois ela sorriu para mim novamente, tirando toda a preocupação que uma vez tinha em sua expressão.


Eu me levantei e peguei as chaves de meu carro, Frisk parecia um pouco confusa pela minha ação, mas eu tinha uma surpresa para ela.


- Frisk, vai se arrumando que nós vamos sair – Eu digo, ela logo se espanta e fica com uma cara de duvida, uma expressão bem fofa para ser honesta.


- Aonde vamos? – Frisk perguntou para mim.


- Vamos ao Shopping! Tenho certeza que você irá adorar, afinal, você merece se divertir depois de ter passado no... – Digo, mas sou surpreendida por um abraço repentino e caloroso vindo de minha irmãzinha, ela me abraçava fortemente.


- Obrigada, obrigada, obrigada, muito obrigada! Você é a melhor irmã do mundo! – Diz Frisk enquanto me abraçava ainda mais forte, eu retribui o abraço e acariciei sua cabeça, aquilo trazia a dor prazerosa no meu coração de novo, mas resolvi não ligar.


- Hahah, eu não sou a melhor irmã do mundo, você que é! – Digo, Frisk pareceu corar um pouco, tão fofinha!


Nós nos soltamos do abraço e fomos direto ao meu carro, nós fomos até o shopping com meu carro, ele era imenso e cheio de coisas, tanto tecnológicas quanto de lazer que já existem a muito tempo, e que não saíram do uso das pessoas.


Uma coisa que não mudou com o tempo são as cores e a felicidade das pessoas às quais visitavam aquele lugar, pessoas felizes andando por aquele lugar colorido e cheio de cores eram encontradas aos montes, nessa época que vivemos o shopping é muito movimentado, sendo usado por um numero gigante de pessoas.


É claro, com todas estas mudanças o shopping aumentou e muito, ele ocupa uma quantidade enorme de espaço, espaço que poderia ser usado para construir hospitais, casas para os desabrigados e coisas que poderiam ajudar aos outros. Mas parece que este novo governo apenas se preocupa com a sexualidade e religião alheia, é por isso que eu odeio as pessoas.


 - Hey Chara, olha aquilo! – Diz Frisk segurando meu braço com a mão esquerda e apontando para algo com a mão direita, era um lindo vestido azul com listras rosas, seu bordado era divino e delicado como uma pena. Aquele vestido combinava com a Frisk, e por sorte era do mesmo tamanho que ela. Aquele era o presente perfeito para ela.


Eu levo ela até a loja e pego o vestido para ela provar no provador, quando ela percebeu que eu tinha intensão de comprar o vestido para ela seus olhos começaram a brilhar como varias estrelas no céu escuro. Era algo lindo de se ver, eu não conseguia tirar meu olhar dos lindos olhos dourados dela, mas tive que parar pois ela correu até o provador e fechou a porta.


Eu esperei por um tempo, até que eu ouvi a porta do provador sendo aberta, com um grande brilho eu vi Frisk saindo de lá e entrando em minha vista, ela estava maravilhosa, o vestido caiu muito bem nela.


Aquela sensação de dor prazerosa voltou mais forte que antes, só de olhar para ela aquilo já aumentava, o que será que esta acontecendo comigo? Sera que tenho algum tipo de doença ou algo do tipo? Ou será que é...


- Chara, o que achou? – Pergunta docemente minha irmãzinha enquanto fazia uma pose.


- Você esta linda Frisk – Digo simplesmente enquanto sorrio para ela – Agora vamos compra-lo, este será seu presente por ter passado no curso de criação de robôs.


Dito e feito, fomos para o caixa e compramos o vestido, saiu um pouco caro, mas eu faço qualquer coisa por ela, eu a amo, afinal.


Depois de comprar o vestido, eu e a Frisk andamos pelo shopping novamente, a multidão de pessoas andavam por ele, e nós tentávamos não nos perder no meio daquela confusão. Depois de uma caminhada, eu e Frisk chegamos num ponto de alimentação, nós decidimos comer lá já que estávamos com fome na hora.


Nós pedimos a mesma coisa, Burger com fritas, estávamos sentadas numa única mesa enquanto comíamos nossos lanches, o clima estava silencioso por nossa parte, então eu decidi me manifestar, já que havia algo que eu estava com duvida.


- Irmã, sobre a festa, com que parceiro você vai acompanhada? – Pergunto, Frisk pareceu surpresa com a pergunta repentina, mas respondeu mesmo assim.


- Ah, eu estava pensando em ir com meu amigo, o Sans – Ela disse, algo em meu coração começou a doer bastante, o que era aquilo? Eu nunca havia sentido algo assim na vida, mas decidi continuar falando com Frisk mesmo com aquela dor, eu não queria preocupar ela.


- Sans? O saco de ossos? Porque você vai logo com ele? – Pergunto, a pergunta pareceu ter saído um pouco grossa, mais do que imaginei que sairia.


- ...P-porque... porque ele é meu melhor amigo, ele me entende e sempre me ajudou durante minha vida, tenho certeza que ele vai entender – Ela diz, eu deveria estar feliz, não? Ela vai ficar com alguém que ela confia, afinal. Mas algo não estava certo, algo no meu coração gritava para estar no lugar do Sans.


Estes sentimentos, eles embrulham minha cabeça, eu não entendo o porque eu sinto isso.

 

Estes sentimentos estranhos que nunca senti antes... Isto me enche de determinação.

 

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Notas Finais


Espero que tenham gostado =3


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