História D A D D Y - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, Suga, V
Tags Babyboy, Daddy, Daddykink, Pwp, Sugarbaby, Taekook, Texting, Yoonmin
Exibições 857
Palavras 4.200
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drabble, Droubble, Escolar, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura ^^

Capítulo 13 - The End


 

 The End

Já fazia três meses que me relacionava com meu Daddy, nestes meses sempre íamos a restaurantes extremamente chiques, a passeios divertidos, como exemplo semana passada fomos a um parque de diversão, e no final de nosso encontro, fazemos sexo. Mas acho que isso já era esperado. Entretanto não era só sexo, Daddy sempre me mostrava novos brinquedinhos que me traziam muito prazer. E hoje completa exatamente dois meses que moro com ele, o porquê? Bem, e uma historia um tanto quanto grande, mas de inicio.

 

Flashback On

 

 Já fazia alguns dias que não via Daddy pessoalmente o motivo e porque ele anda muito ocupado com o trabalho e assim não tem tempo para sairmos juntos. Mas isso não significa que não nos vemos, sempre conversamos através de mensagens e algumas vezes fazemos sextings ou mando vídeos para ele.

 

 Neste meio tempo meus pais começaram a ter um “Tic”, eles basicamente começaram a querer ver meu celular o histórico de meu computador, estavam a falar mais comigo e falavam simplesmente sobre namoradas e amigos. O mais estranho foi quando meu pai citou “namorado” em um de nossos almoços em família, isso foi totalmente estranho da parte dele, já que para o mais velho eu era hetéro e coisas do tipo, ele falar que eu tinha um namorado foi extremamente estranho.

 

 Mas então eu percebi que meus pais estavam desconfiados de algo, sempre estavam a me observar mais atentamente não me deixavam mais eu ficar horas em meu quarto e de meia em meia hora perguntava oque eu estava a fazer. Eu tinha pedido concelhos para meu Daddy e segundo ele meus pais desconfiavam que eu estava a sair com algum estranho e que este estranho era um homem. Se essa era a razão de estarem tão preocupados comigo tenho que dizer que ambos são bons detetives ou algo do tipo.

 

 Passado alguns dias Daddy voltou a se encontrar comigo pessoalmente, fiquei extremamente feliz, pois cada passeio era diferentemente excitante, e não estou falando da parte sexual do nosso encontro. Muitas vezes tivemos encontros duplos, como da primeira vez, mas preferia quando era somente eu e Daddy.

 

 Chegava de mais encontro, e tenho que admitir que este foi ótimo, Daddy estava um pouco estressado e isso significa que ele foi bem bruto hoje se e que me entende. Como de costume Daddy estaciona em frente a minha casa e antes de descer dou um beijinho e o desejo boa noite.

 

 A casa não estava escura como de costume, e meus pais não estavam a dormir como de costume, Quando adentrei em casa vi tanto minha mãe quanto meu pai ali sentado no sofá a minha espera, um desespero bateu, eu estava usando uma saia preta e um moletom branco da qual era de Daddy, mas essa não foi a pior parte. Ver que meu pai estava segurando uma de minha calcinha em sua mão fez com que me apavorasse ainda mais.

 

 - Me pergunto que tipo de pecado eu fiz para ter tido como filho isso – A voz de nojo e raiva era perceptível meus olhos já estavam se enchendo de lagrimas sem ele ao menos ter falados as palavras horríveis que diria – Há dias atrás eu e sua mãe achamos estas calcinhas em seu closet, pensávamos que pertencia a uma garota mas eu vejo que você que usa está porcaria!

 

 - pai eu...Eu posso explicar eu juro, e que...

 

 - Primeiramente, eu não sou seu pai, eu nunca seria pai de uma coisa horrorosa como você – O homem começou a caminhar em minha direção enquanto fiquei parado deixando minhas lagrimas rolarem em meu rosto – Segundamente, não precisa explicar nada sua bixinha’ eu só quero que saia de minha casa pois para mim você não e meu filho.

 

 - Pai, por favor, eu. – Palavras que deviam sair não saiam e um forte desespero bateu – Mãe... Eu ainda sou o filho de vocês, a ‘diferença’ e a minha sexualidade que não é bem oque esperavam, gosto de me vestir assim só para meu Daddy eu posso me vestir “normalmente” para vocês, ninguém precisa saber disso não é? Só me deixem morar aqui, por favor, não tenho outro lugar para ir. Eu só

 

 - Daddy? – A voz grossa de meu pai me cortou – Daddy Jimin?

 

 - É... Ele é legal, me leva a lugares interessantes e...

 

 - Ótimo além de ser uma bixinha’ e uma vadia.

 

 - Não é bem assim pai ele só...

 

 Acabei sentindo uma dor horrível em minha bochecha direita, eu não acreditava meu pai, aquele quem me criou e me deu amor acabara de dar um soco em mim, eu não tinha força para levantar do chão, ficava ali chorando encolhido ouvindo suas palavras frias que diziam para sair dali, eu não queria acreditar que minha noite estava terminando deste jeito.

 

 - Sai Jimin, saia e nunca mais me olho nos olhos sua coisa nojenta.

 

 Estas palavras foram como um tiro que foi direto para meu coração, me levanta do chão e meu olhar foi direto para o lugar onde estava há pouco tempo, não tinha coragem para olha-lo e muito menos falar. Estava paralisado.

 

 - Vamos oque esta a esperar? Saia de minha propriedade! – Sinto suas mão apertar meu braço com certa brutalidade me levando até a entrada – nunca mais volte aqui seu pedaço de merda – E colo lixo fui jogado da porta da onde um dia chamei de lar.

 

 Peguei meu aparelho celular procurando o contato da única pessoa que veio em minha mente.

 

 - Daddy..

 

Flashback

 

 

Nestes dois meses que vivi na casa de Daddy foi bem melhor do que os anos que morei em minha casa, que hoje não posso mais chamar de minha; Daddy me dava tudo do melhor, desde comida e abrigo a mimos e carinhos, tenho que admitir que as vezes ele e chato como quando ele teve que ficar fora por um dia inteiro e quando voltou digamos que a casa estava um pouco...bagunçada, naquele dia ele se estressou um pouco comigo e me castigou.

 

 Mas mudando totalmente de assunto, e virando o lado da historia para Kim Taehyung, parece que ele se deu muito bem, se eu Park Jimin vivo cheio dos mimos TaeTae vive em uma mordomia, tudo oque ele queria ele tinha desde roupas, carinho, mimos, “Brinquedos”, eu até acho que se ele pedisse um helicóptero Kook, seu Daddy o daria ele até se mudou pro apartamento do mais velho para receber mais coisa . Eu ainda tenho inveja dele, seus pais aceitam tanto sua sexualidade quanto seu relacionamento numa boa, parece que a vida de algum modo foi mais justa com ele.

 

Kim Taehyung

 

 Eu odeio meu Daddy, ou melhor, Jeon Jungkook. Ele é tão... Tão... Tão estupido, ele acha que eu sou um tipo de prostituta ou algo assim? Pois ele tem que entender que eu não sou isso, e sou muito menos um objeto ou um boneco sexual, que ele pode-me foder quantas vezes quiser e ainda foder outras pessoas. Eu tenho, ou tinha, sentimentos por ele, sentimentos que vão além de uma boa transa! Talvez eu até esteja o amando, ou estava pois vê-lo transar com uma garota qualquer, que suspeito ter vindo de um bordel, fez com que todo o amor vira-se ódio. Como odeio Jeon Jungkook.

 

 Também odeio Park Jimin, o garoto que se dizia ser meu melhor amigo, e que morreria por mim não atende as ligações, quer dizer, atender ele atendeu, entretanto, acho que ficar ouvindo gemidos de “Ahhh Dady” “Mas rápido Daddy” “Me foda Daddy~” não é uma boa forma de ser atendido, então vamos fingir que ele não chegou a atender nenhuma de minhas diversas ligações.

 

 Eu poderia voltar pra casa e fingir que todos os meses que passei com aquele ser desgraçado nunca existiu, mas não era algo tão fácil, não iria ser fácil esquecer nossos encontros, seus toques, seus beijos, não iria ser fácil esquecer que algum dia existiu “nós”. Bem, pelo menos para mim existiu um “nós”, mas acho que para ele tudo não passou de momentos divertidos.

 

 O clima está frio, a calçada aonde me encontrava sentado estava fria, eu estou frio, mas no meio de todo este clima gélido tem minhas lagrimas que caem pela minha face, elas sim são quentes. Sinto-me como se estivesse em um clip de musica triste, aonde seria tudo preto e branco e eu seria o personagem principal de toda a dramaturgia do clip musical.

 

 Eu to uma porcaria.

 

 - Kim Taehyung! – Maldita voz, maldito ser que tem aquela voz. Sinto algo apertar meus braços de forma possesiva, serio que ele acha que eu ainda sou a droga do Baby dele? – Da próxima vez que você sair correndo daquele jeito eu-

 

 - Vai fazer oque? Ne dar palmadas? Enfiar a porra de um vibrador no meu cu? Vai me foder como estava fodendo aquele vadia? – O corto antes de dizer algum tipo de punição que aplicaria em mim – Eu não sou mais a merda do seu baby, não sou mais!

 

 - Como não? Tae, eu te dou tudo tudo oque você quer.

 

 - Você não me da amor, você não me da carinho igual o Daddy do Jimin da pra ele, eu só sirvo pra ficar de quatro pra você Jungkook? Só sirvo para isso? – Mais e mais lagrimas deslizavam por minhas bochechas – Você, você nem liga pra mim.

 

 - Claro que eu ligo Baby.

 

 - Se ligasse não teria fodido aquele ser!

 

 - Taehyung, entenda eu gosto muito de você, aquilo só foi um deslize, agora vamos voltar para casa ok?

 

 - Essa é a diferença, eu te amo e você só gosta do meu corpo – O empurro para que retirasse suas mãos de mim – Desculpa Jungkook, mas não vou voltar a conviver com você sabendo que você só gosta do meu corpo.

 

 

 E como uma criança que sai correndo de sua mãe com medo de apanhar, eu saio de lá, eu só quero ficar sozinho mas ele não deixa, eu sei que ele deve estar correndo atrás de mim pois não para de gritar meu nome, porque ele não deixa eu ter a minha cena solo de drama? Aish, odeio essa pessoas que tentam roubar minha cena.

 

 - Kim Taehyung! – Okay, fiquei com medo, o modo com que ele me chamou foi um pouco assustador com uma mistura de raiva – Vamos pra casa agora, e não de um pio muito menos tente me empurrar ou algo do tipo! – Minha visão vai diretamente para o chão e aceno a cabeça positivamente.

 Se tem uma coisa que eu odeio e ser totalmente submisso, eu pareço a merda de um cachorrinho, olhe minha situação sendo arrastado para casa como se Jungkook fosse meu dono e ele estivesse me arrastando pela coleira, ótimo, aposto também que ele vaiu me colocar de quatro e abusar a noite inteira do meu corpo, já que ele ama somente meu corpo.

 

 - Tae...

 

 - Oque foi? – Minha voz acaba sendo um tanto quanto baixa, talvez pelo fato de estar chorando muito.

 

 - Não chore Tae, me dói ver meu Baby aos prantos. – Ele começa a fazer um carinho em minha bochecha limpando os rastros de lagrimas.

 

 - Me dói saber que não me ama, e que ainda fica com outras pessoas – Retiro seus dedos de minha face dando-lhe um sorriso extremamente falso.

 

 E diferente do que pensava que viria, como palavras de ordem me falando para parar de ser dramático ou algo do tipo, eu sinto seus lábios aos meus, e suas mãos faziam um leve carinho em meu rosto enquanto limpava minhas lagrimas. Ele não estava com desejo carnal.

 

 - Não fale isso Baby, mesmo não parecendo isso me afeta, eu convivo com você a meses, eu te dou tudo e por favor não me corte dizendo que não te dou amor. Pois te dou! Está cego? Se eu não te amasse Tae... – Ele acaba dando uma pausa pois algumas lagrimas já caiam de sua face – Se não te amasse eu te trocaria por outra pessoa daquele site! Eu só... Eu só não demonstro meu amor por você! E eu sei, eu sei que transei com aquela garota e não foi u m deslize! Eu queria mas me desculpe Tae, por favor eu juro não fazer mais isso, por favor vamos pra casa.

 

 - Não! Se eu for pra casa vamos transar e tudo vai voltar como antes, você vai me tratar como um Baby e eu vou te tratar como Daddy!

 

 - E não isso que quer baby?

 

 - Será que ainda não percebeu? Eu te amo! Eu não quero só transar com você! Eu quero um compromisso. Mas parece que você não entende isso! – Sai correndo de lá ido até meu apartamento, sim eu tomei posse daquele lugar. Quando chego ao local eu tranco a casa para que o filho da puta não entrasse, já que queria passar um tempo só.

 

 

Jeon Jungkook

 

“Eu quero um compromisso”

 

 Está frase vagava em minha cabeça, por um momento até achei que ele estava brincando mas depois de vê-lo ir embora com lagrimas caindo de seus olhos e pisando forte eu percebi que ele me amava de verdade e que realmente queria algo mais serio, como um namoro.

 

 Eu não sei se isso iria dar certo, o namoro, não que eu não gosta-se do Tae mas e que namoro e algo muito serio, e eu não tenho certeza de meus sentimentos para ele, não que não goste dele, pois gosto muito dele a ponto de convida-lo para morar comigo, mas amor e algo muito forte.

 

 Sem contar que eu o trai, tive relações com outra pessoas e foi intencional, não pensei que ele ficaria tão sensibilizado até porque naquele momento eu não sabia de seus sentimentos, isso é tão estressante !

 

 Enquanto estava imerso em meus pensamentos me culpando e ao mesmo tempo perguntando para mim mesmo, sinto uma espécie de carrinho me atropelar, mas não de um jeito intenso que me deixaria ferido, foi só um tombo. Mas acho que pelo ponto de vista da dona do carrinho ela me atropelo passou por cima e ainda me deixou com ossos quebrados.

 

 - Oh, me perdoe rapaz, estava distraída nem o vi ai parado, me perdoe – A senhorinha se desculpa varias e varias vezes, mesmo eu dizendo que estava tudo bem e que não tinha me machucado ela continuava com suas desculpas. Vi que o único modo de que ela percebesse que aceitei suas sinceras desculpas foi eu ter aceitado uma troca. A troca era basicamente que eu pegasse algumas rosas que a senhora vendia como pedido de desculpas dela.

 

 No momento eu não sabia oque fazer com as rosas, mas então em minha mente se passou um garoto choroso que se declarou para mim há pouco tempo atrás, parece que o destino estava a favor de que Tae e eu ficássemos juntos. Sigo para meu apartamento as pressas pensando no sorriso que Taehyung daria ao ver aquelas rosas, claro, se ele me perdoasse.

 

[...]

 

  - Kim Taehyung abra a porta, por favor, acho que temos que conversar abra a porta TaeTae por favor – grito e bato freneticamente na porta, entretanto não obtinha nenhuma resposta do garoto que devia estar do lado de dentro do apartamento – Kim Taehyung vamos conversar, fazer birra não vai adiantar. Por favor...

 

 - Oque quer? – Quando ele fala aquilo de forma acida eu me surpreendo, TaeTae nunca foi de dar estes tipos de respostas a mim, deve estar realmente nervoso/bravo. Entretanto não podia me deixar abalar por aquilo, estava ali para conversar e me resolver com ele e é isso que vou fazer.

 

 - Olha... Eu fui um idiota, retardado, vacilão, um filho da puta dentre outras coisas, sei que naquele momento parecia insensível por não corresponder seus sentimentos, mas e que foi uma grande surpresa para mim já que...

 

 - Nossa relação era só mimos e sexo.

 

 - Tae, me deixe terminar, ok? – Respiro fundo para que continuasse – Bom, eu entendo que queria algo mais que isso, entretanto um relacionamento do nada também não seria uma boa opção, você tem que ter na cabeça que meus sentimentos estão confusos, não sei oque sinto por você mas posso dizer que é algo grande, eu me apeguei muito a você, só para ter ideia eu não tenho vontade de te repartir com ninguém, nem com o seu amigo Jimin,. Sei que a traição foi algo bem idiota de minha parte,  e não posso mentir para você, mas a traição foi de um modo proposital, eu não sabia que me amava Tae, se soubesse eu não teria nem olhado para aquela mulher. Sei que está desculpa não é valida, na verdade acho que nenhuma e valida, mas era só isso que queria falar, eu... eu vou dormir em um hotel então fique à-vontade – Ao terminar meu pedido de perdão eu vou me dirigindo até o elevador porém algo me impede de ir, Taehyung.

 

 - São pra mim? – O menor aponta para as rosas que estavam em minha mão de forma curiosa.

 

 - Sim, pra você TaeTae – Entrego as flores pro menor que da um sorriso enquanto as cheira – Gostou?

 

 - Obvio que sim, isso é tão romântico de sua parte Jeon Jungkook.

 

 - Então... Podemos ir para casa?

 

 Ele não precisou responder ou dizer algo, já que saiu me arrastando para dentro do apartamento.

 

Park Jimin

 

Roupas e mais roupas espalhadas no chão, era assim que se encontrava meu quarto, não que estava a fazer uma limpeza geral ou algo do estilo, mas sim porque eu teria um encontro hoje, e do que meu Daddy disse no telefone seria um encontro grandioso já que o mesmo pediu para que me arrumasse e ficasse extremamente bonito. Bom, este está sendo o problema, acho que a frase “Fique bem bonito” fez com que eu colocasse preção em mim mesmo.

 

 Todas aquelas peças de roupas pareciam não combinar ou ficar boas em mim, e olha que roupa é oque não me falta, eu tentei visuais do mais simples ao mais ‘descolado, do mais despojado ao mais elegante. Entretanto, no fim eu estou com um vestido preto simples de renda nas mangas e um salto alto, nada impressionante.

 

 Bom o meu cabelo e maquiagem tiveram o mesmo fim, tentei varias e varias coisas, cheguei a procurar no google para que no fim terminasse com um penteado que usava normalmente, e um maquiagem tão simples que aposto que uma criança saberia fazer.

 

 - Minnie, cheguei – Quando escutei a voz de meu Daddy eu vou correndo até uma pilha de roupas me escondendo ali. Eu não quero que ele me veja assim, simples, ele me disse para ficar bonito e bom, foi uma ordem desobedecida, ou seja castigo,  e não estou muito no clima pra isso. Se é que tem clima pra aceitar umas palmadas – Puta merda, que bagunça é está Minnie? – No momento me encontro na posição caramujo escondido em sua casinha, entretanto não deu muitro certo já que Daddy acabou pisando em mim sem querer me achando, nunca fui bom em esconde-esconde.

 

 - Oi Daddy – Digo pulando nele dando vários selinhos, vai que ele acaba não se estressando.

 

 - Que bagunça é essa Park Jimin? Disse para se arrumar e não bagunçar o quarto! – Ele me deixa na cama recolhendo minhas roupas, e algumas dele.

 

 - E que... Eu tentei ficar bonito pro Daddy, mas como vê não consegui, eu não baguncei por querer e que tive que procurar uma roupa bonita, mas não achei... Desculpa Daddy.

 

 - Não precisa se desculpar só que da próxima vez tente recolher suas roupas, ok? – Aceno positivamente – Bom você está bonito assim, simples e bonito – Sou um sorriso ao receber tal elogio, bem ele gostou de como estava então não tinha problema, até porque eu só queria agradar somente a ele ninguém mais – Bom, que tal arrumarmos está bagunça primeiro e depois sair?

 

  E foi oque fizemos, arrumamos toda a bagunça que fiz no quarto e logo depois saímos, bom a gente se encontrava no carro no momento, não sei onde exatamente estávamos indo mas tinha certeza que não era para aqueles restaurantes chiques ou algo do tipo, já que ele tinha ido em um caminho diferenciado dos bairros chiques que íamos frequentemente.

 

 - Daddy, você não vai me dizer aonde vamos? – Digo com a voz mais manhosa que conseguia fazer enquanto beliscava sua bochecha.

 

 - Não.

 

 - Chato – Talvez tivesse sido muito infantil de minha parte, mas eu mostrei a língua pra ele.

 

[...]

 

 - Feche os olhos.

 

 - Não! – Meus braços se encontravam cruzados e minha cara estava virada pro lado contrario de onde Daddy se encontrava, estava de birra? Acho que isso é obvio.

 

 - Por favor, Minnie, se não fechar os olhos não vai ter surpresa! Criança birrenta! – Não gostei de ser chamada de criança birrenta, eu só fiquei chateado por ele não me falar aonde íamos, mas já que é surpresa...

 

 Fecho meus olhos, mas acho que Daddy não confiava muito em mim então colocou um lenço para tampar meus olhos. Como aqueles filmes de romance a dama, no caso eu, fica vendada e vai andando sem enxergar nada confiando no parceiro. Não vou mentir, eu estou com certo medinho de cair em algo.

 

 - Alembra quando me disse que gostaria de ter um jantar romântico a luz de velas na praia? – Ele pergunta próximo ao meu ouvido me fazendo arrepiar.

 

 - Você disse que nunca faria nada do tipo.

 

 - Você é um pouco lerdo não é? Sente a brisa Jimin, o cheiro salgado – Talvez eu seja mesmo um pouco lerdo mais com as palavras de Daddy eu percebi o ar refrescante e o cheiro salgado do mar.

 

 Ele retira minha venda com cuidado me dando visão da praia totalmente escura a única coisa que iluminava eram duas velas que estavam em cima da mesa aonde supostamente jantaríamos, também tinha duas cadeiras e uma pessoa que chutei ser um garçom já que o mesmo segurava alguma bebida.

 

 Daddy me levou até a mesa puxando uma das cederias para que me senta-se, quando ficamos confortáveis em nossos lugares o garçom nos serviu com vinho, logo após colocando nosso prato de comida, que não sei de onde surgiu. Tudo estava perfeito, eu estava surpreso, pois sempre que falava algo como um jantar romântico Daddy falava que estas coisas são chatas e melosas. Mas agora ele está aqui tendo um jantar romântico e meloso comigo.

 

 - Você fez tudo isso para mim Daddy? – Digo ainda surpreso, já que como dito antes ele não é de fazer coisas românticas.

 

 - Sim, fiz tudo isso para meu Baby – Ele acaricia minha Buchecha – Mas é melhor comer rápido, tenho outras coisas para te mostrar que tenho certeza que vai gostar.

 

 O nosso jantar foi calmo, apaixonante, fofo, dentre outras adjetivos, ambos transmitíamos olhares apaixonados, bom pelo menos eu acho que era um olhar apaixonado, a comida estava ótima com certeza foi preparada em algum daqueles restaurantes chiques de cinco estrelas e o vinho era um vinho, Daddy pediu para que não bebesse tanto então acabei dando somente alguns goles na bebida alcoólica.

 

 Quando terminamos de comer Daddy diz para passearmos um pouco na praia, e obviamente eu aceitei. Acabei retirando meus sapatos para sentir a areia em meus pés, que incomodava um pouco. Andamos bastante e a melhor parte e que estávamos de mãos dadas, e isso tornou nosso passeio fofo parecíamos um casalzinho, não que nãos somos um casal, mas é que ali parecíamos namorados e não baby e Daddy. Quando a gente se cansou de tanto andar pela aquela praia que parecia não ter fim, decidimos nos sentar ali na areia mesmo. Eu fiquei observando o mar que vinha e ia conforme o vento, era legal quando fazia ondinhas que quase batiam em meu pé.

 

 - Está gostando do encontro? – Daddy perguntou com o olhar fixo no mar.

 

 - Obvio que estou Daddy! Estamos parecendo até namorados!

 

 - Gostaria que fossemos namorados? – Quando ele fez está pergunta eu me estremeci, será que brigaria caso falace sim? – Vai responder ainda hoje?

 

 - É, sim eu gostaria de ser seu namorado Daddy.

 

 Daddy Chegou perto de minha orelha dando algumas mordidinhas em meu lóbulo, que me fez arrepiar, suas mão foram até minha cintura e seus beijos foram descendo da minha orelha pare meu maxilar até chegar a meu pescoço aonde começou o trabalho de me marca todo  com seus chupões e mordidas, enquanto eu só gemia baixo.

 

 - Tão bobinho – Ele para com chupões me encarando e logo após me empurra para que deitasse na areia, ele fica por cima de mim e eu enrolo minhas pernas em sua cintura – Já somos namorados, mas como posso dizer, só não ouve o pedido. Entende? – Balanço minha cabeça positivamente e ele começa a dar alguns selinhos em meus lábios, mas logo para me dando uma brecha pra falar.

 

 - Então somos namorados? Tipo de verdade?

 

 - Sim Minnie. Somos namorados de verdade – Ele faz algumas caricias em meu corpo me trazendo alguns arrepios e boas sensações.

 

 - E... Oque vamos fazer agora?

 

 - Oque sempre fazemos no fim de nossos encontros baby; Entretanto em um ligar diferente.

 

Fim.


Notas Finais


CADE O LEMON?
E O LEMON?
DEMORA 100 ANOS E QUANDO VOLTA TA SEM LEMON

E talvez tenha comentários do tipo, mas é que eu quis fazer coisas fofas ;^; Desculpe se não foi muito do agrado e se ficou uma merda ^^

O capitulo ficou grande porque eu juntei o final do Tae com o do Jimiin então ficou grandinho. E sim este é o final, mas já estou com projetos para novas fanfics ^^

Quer agradecer a todos favoritos comentários e visualizações, nunca esperei que D A D D Y iria ter tantos números de visualização, favoritos e comentários, pelo contrario achei que ia flopar. E a cada favorito eu fico mega feliz por saber que agradei diversas pessoas, que não foram dez vinte ou trinta mais sim +700 !

Eu gostei bastante de escrever a fanfic, e espero que tenham gostado de ler! como disse antes este é o fim, mas tenho projetos e mais projetos, não são do mesmo tema ou do mesmo ship, mas vou tentar voltar com uma escrita melhor, uma historia melhor ou seja vou tentar melhorar.

Muito obrigado por tudo pessoal, e até ^^


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