História Dad? - Capítulo 48


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Personagens Originais
Tags Larry, Louis, One Direction, Revelaçoes
Visualizações 117
Palavras 1.237
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OIEEEEEEEE PESSOAS! Podem me bater (mas fraquinho, pq né ahsuha) pela demora. Nem vou me explicar pq o motivo é o de sempre. MASS, espero que não tenham abandonado a fic e me desculpem.
BOA LEITURA MEUS CHEIROSOS ❤️
P.S: Muito obrigada pelos favs e coments ❤️❤️❤️
*SWAT é um acrônimo em inglês para Special Weapons And Tactics. Nos Estados Unidos, SWAT é o nome dada a uma unidade de polícia altamente especializada nos departamentos das grandes cidades.*

Capítulo 48 - Capítulo 47 - Resgate - Parte 1


Fanfic / Fanfiction Dad? - Capítulo 48 - Capítulo 47 - Resgate - Parte 1

Lucy

Eu não sei quanto tempo já passou desde que voltamos ao orfanato. O tempo aqui passa muito devagar. Eu só queria cavar um buraco no chão e me esconder nele.

-Lucy você tem que parar de chorar. –Kelsey, uma garota que estava na cela com nós três, me disse pela milésima vez.

Uma cela, no porão. Era onde estávamos.

Além da Kelsey, tinha mais duas crianças: Mattew e Jeremy.

Jeremy era “novato”. Os outros sempre estavam com nós nos castigos.

-Só vou parar quando a Anny voltar! –Eu disse, berrando ainda mais.

Simplesmente não conseguia parar de chorar, porque a Anny tinha sido levada para a sala da tortura.

Eu não conseguia entender por que eles levaram só a Anny para sofrer, quando a ideia de fugir foi de nós três. Não entrava na minha cabeça. Não dava para aceitar.

-Ela vai voltar bem, não se preocupa. –Noah tentou me consolar, mas ele estava quase chorando.

Depois de algum tempo a cela foi aberta e jogaram a Anny dentro dela. Ela estava desmaiada e cheia de ferimentos.

Só não pulei no pescoço da criatura, porque ele foi mais rápido e me puxou pelos cabelos para fora da cela.

Foi aí que eu entendi. O castigo é para todos nós. Me senti mais aliviada, porque a Anny não vai sofrer sozinha.

Quase tive vontade de rir, mas acabei chorando em silêncio. Me deixei ser arrastada porque não tinha forças para andar.

Quando vi aquela porta sendo aberta, quase desmaiei. Mas vou ser forte, assim como a Anny foi.

-Papai. Tios. Quando vocês vão vir? –Sussurrei para mim mesma antes de ser amarrada naquela cadeira.

O diretor veio na minha direção com um bastão de metal. Entrei em pânico internamente.

Quando ele bateu em mim pela primeira vez, a única coisa que eu pude ver foi o escuro.

Naquele momento, só queria sumir. Quando acordar vai doer mais. É egoísmo desejar ficar dormindo?

Papai, por favor venha rápido. Está um inferno.

No outro lado de Londres:

Louis

Ficar sentado no sofá da nossa casa, não parecia certo. Eu deveria estar procurando pelas crianças desesperadamente.

Mas ao invés disso, tínhamos que ficar sentados esperando a merda de um anuncio dos policiais para a mídia.

-Louis quer parar quieto?! Parece que tem uma formiga nas calças! –Diana, a quase namorada do Niall, disse.

-É errado ficarmos aqui sentados! Temos que ir atrás das crianças! –Eu estava ficando irritado.

-Acredite Lou, todos estamos nos segurando. Vamos aguentar só mais um pouquinho. –Harry disse passando a mão nos meus cabelos. Aquilo sempre me acalmava.

Nós já tínhamos feito o “choro dos pais” perante as câmeras, só estávamos esperando a vez dos policiais entrarem em cena.

Foi então que o programa começou. Seria transmitido através de um jornal. Os apresentadores fizeram a introdução e logo a câmera começou a transmitir o anuncio dos policiais.

Eles começaram falando que o caso estava resolvido e depois fizeram um relatório extremamente detalhado. Agora é só esperar o erro daqueles monstros.

-Quanto tempo vai demorar para a delegacia entrar em contato? –Niall perguntou, para o tio Simon.

-Não sei, talvez só façam contato quando encontrarem o lugar que as crianças estão. –Tio Simon disse. –Vamos colocar nossas esperanças em primeiro lugar e esperar.

-Já esperamos demais! Temos que fazer alguma coisa! –Liam disse se levantando.

-Fazer o que? Atrapalhar o trabalho dos policiais? Senta essa bunda no sofá e vai esperar. –Tio Simon disse.

Eu quase senti vontade de rir. Mas a situação não me permitia rir. Não com a preocupação e raiva que estava sentindo.

Eu me levantei e fui para o quarto da Lucy e da Anny.

Fiquei lá olhando a nossa foto em família que tinha pendurado na parede.

Tiramos a foto no acampamento, por isso os amigos das crianças estavam também.

Eu amo ver como a Lucy estava feliz naquele dia. Estava tão radiante, assim como a mãe dela sempre foi.

Na noite passada, me peguei rezando para Katherine. Pedi para que ela nos ajudasse. Não sei se deu certo.

-O que você está fazendo? –Harry perguntou, se sentando ao meu lado na cama.

-Só vendo a nossa foto de família. –Sorri olhando. –Não posso perder a Lucy e nem as crianças. Como poderia olhar para Katherine depois?

-Você acredita que vai ver a Katherine algum dia? –Ele me perguntou.

-Não sei. Mas eu gostaria. Queria agradecer por ter me dado o melhor presente do mundo.

-Então eu também quero estar com você nesse dia. Gostaria de ter conhecido ela... –Harry disse sorrindo.

-Katherine era tão boa com todos, era radiante e cheia de vida. Foi a minha primeira amiga. Minha melhor amiga para a vida toda. –Sorri me lembrando.

-Ela fez você ser alguém melhor? –Ele perguntou.

-Sim. Ainda mais depois que a Lucy apareceu. Se isso não tivesse acontecido, acho que nunca falaria dos meus sentimentos para você...

-Então eu falaria dos meus milhares de vezes até você parar de ser lerdo. –Ele disse sorrindo.

Íamos nos beijar, quando a porta abriu.

-Eles encontraram! Encontraram as crianças! Rápido, vamos! –Niall disse com um sorriso de orelha a orelha.

Nós nos levantamos e saímos correndo. Entramos no carro e fomos até a delegacia.

Quando chegamos lá estava uma correria.

Logo encontramos o policial encarregado.

-Aí estão vocês! Estamos indo agora encontrar as crianças antes que fujam. Vão querer ir junto? –Ele perguntou.

-Claro que sim! –Respondemos em coro. A minha resposta foi automática e acredito que a dos meninos também foi.

Fomos indo com ele em direção da van da polícia.

-Mas por que a *SWAT também está indo? –Tio Simon perguntou.

-Suspeitamos ter uma bomba lá dentro. Conseguimos invadir o sistema deles e encontramos alguém falando sobre bomba. Então é possível que tenha. –O policial disse ligando a van.

Todos os carros e vans estavam indo na velocidade da luz. Me senti dentro de Velozes e Furiosos.

Estávamos perto, já dava para ver uma... Mansão? Algo assim. Parecia mais uma casa mal-assombrada.

Todos os veículos estacionaram com uma certa distância da casa.

Os policiais e membros da SWAT estavam posicionados. Um megafone foi entregue para o policial encarregado.

-Acabou para vocês! Entreguem as crianças e saiam imediatamente! Não precisam fazer mais coisas ruins! Saiam e vamos fazer um acordo! As crianças são inocentes, deixem elas fora disso!

Acordo? Eles não merecem nenhum. Mas temos que fazê-los sair então...

Um policial nos entregou coletes a prova de balas. Parece que a coisa vai ficar feia.

O policial encarregado fez um sinal para que invadissem. A SWAT entrou primeiro e logo depois os policiais.

Ouvimos tiros lá dentro e logo vieram policiais correndo com crianças no colo. Eles entravam e saiam. Cada vez mais crianças estavam fora do local.

Mas nenhuma delas era nossas crianças.

-Seus filhos provavelmente estão no porão. Estamos indo para lá agora. Só sairemos de lá com eles! –O policial nos garantiu e saiu correndo.

Na nossa volta tinha muitas crianças de todas as idades. Até mesmo adolescentes.

Ambulâncias chegavam a cada minuto. Meu coração estava acelerado, e a cada momento que os policiais saiam do orfanato, meu coração pulava do peito.

Mas foi então que aconteceu o pior. Explodiu.

A bomba explodiu. E nossas crianças estavam lá dentro. Policiais estavam lá dentro. Outras crianças estavam lá dentro.

Eu saí correndo dali e tentei entrar, mas me impediram.

-Lucy, crianças. Todos. Estejam bem, por favor. –Sussurrei para mim mesmo.


Notas Finais


Então espero que tenham gostado e acho que vamos ter mais uns três capítulos e acabou (ainda não sei o certo, então pode haver mais ou menos). Mas enfim, até o próximo capítulo (e não posso prometer que vai sair rápido, pq estudar não tá fácil ahusha). Beijos de unicórnio :* <33


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