História Dad - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Noiz-chan

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Suga
Tags Baby, Daddy, Daddy Kink, Incesto, Pwp, Sugakook, Yoonkook
Visualizações 421
Palavras 10.504
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Fanfic antiga, com um tema meio "tenso" por ser pwp e envolver incesto de pai e filho. Mas a sinopse já dá pra ter noção do que se trata então nada de mimi nos comentários ok?

Enfim, desejo boa leitura ^^

Capítulo 1 - Capítulo único


Ser um pai aos quatorze anos nunca foi a minha meta de vida, mas eu tive sorte, tanto a minha família como a minha namorada da época  tinha uma boa situação financeira, sem falar que ela já tinha dezessete anos quando isso ocorreu, não era tão nova quanto eu.  Não nos casamos, mas passamos a morar juntos na casa dos pais dela, eu tive que deixar de pensar em video-games, para pensar no nosso bebê que nasceria.

 

Eu queria fugir diversas vezes, porém mesmo infantil e imaturo, eu sabia que não podia deixá-la sozinha, Soomin  não havia feito o filho sozinha. Mas eu não podia esperar que a gravidez fosse tão complicada, menos ainda que ela fosse morrer no parto dando à luz ao nosso filho. Naquele dia eu nem consegui pegar o meu garoto, eu só sabia chorar em desespero, eu gostava muito dela, achava que a amava, mas o desespero era por ela ter me deixado  sozinho com aquela criança. Eu nem sabia cuidar de mim, como iria cuidar de um outro ser?

 

No dia seguinte tive uma conversa com o médico aprendendo o que teria que fazer, comprar leite especial para a sua alimentação. Naquele dia eu fui para a casa da família da mãe do meu filho. Todo mundo estava um caos. Eles não falaram nada, mas culpavam a mim. Ao menos eles amavam o pequeno Jungkook. Pequeno esse que eu abandonei. Eu cuidei dele até terminar o colegial, ele tinha uns quatro anos quando eu fui embora cursar  a minha faculdade em outro país. Os avós maternos quiseram ficar com ele, eu pretendia levar Jungkook comigo, mas realmente ele receberia um maior cuidado com os avós.

 

Todo mês eu depositava uma grande quantidade de dinheiro para Jungkook, quase metade do meu salário.  Já havia se passado doze anos,  ele já tinha 17 anos, eu recebia fotos dele mensalmente, as vezes conversava com ele pelo telefone. Ele sabia da minha existência, mas ainda sim eu sei que fui um péssimo pai. Eu queria voltar no tempo, mas quando acabei a faculdade  tive mais e mais responsabilidades e perdi toda a infância de meu filho.

 

Quase todos os dias eu sonhava em tudo que eu e ele poderíamos ter feitos juntos, meus olhos se enchiam de lágrimas por imaginar que ele nem iria querer me conhecer já que o deixei sozinho por toda a sua infância e adolescência. Quando voltei para a Coréia, não tive coragem de ir atrás dele. Apenas liguei para os seus avós dizendo para perguntar para ele se queria sair comigo ou algo assim. Eu não ia o obrigar. Deixei claro que deixasse o garoto escolher o que queria.

 

Eu me surpreendi muito quando recebi uma resposta positiva, mas também fiquei com muito medo de ele simplesmente dizer "Apenas agora veio me ver", qualquer comentário parecido com esse iria me fazer chorar mesmo que eu não quisesse.

 

Depois de terminar de me arrumar em frente ao espelho, suspirei pesadamente olhando para os meus cabelos descoloridos, ele acharia que o pai dele é um velho bizarro, pior seria se me visse quando eu pintei de verde. Respirei fundo e saí do hotel que estava, este que por sorte era perto da casa de Jungkook. O táxi que eu havia chamado já estava na porta e eu apenas entrei dentro dele dando o endereço.  

 

Em menos de dez minutos chegamos ao destino.  Eu pedi para o motorista esperar e sai do carro indo até a porta tocando a campainha. Eu estava tremendo e suando frio, por que eu estava tão nervoso assim!?

 

Poderia até gaguejar a hora que eu fosse falar com ele do jeito que eu estava. Que droga eu estava nervoso demais! Quando a porta se abriu mesmo que eu já tivesse o visto em fotos, não deixei de me assustar com a sua mudança. Ele não era mais aquele garotinho pequeno que dormia comigo na cama por pura manha, ele não mais me chamaria de papai como quando aprendeu a falar e porra ele estava mais alto do que eu. Eu estava até com vergonha  de ser menor que ele!

 

Jungkook sorriu abertamente pulando em cima de mim me abraçando com força, eu não esperava um abraço e sim ele me cumprimentando todo arrogante.

Não consegui evitar de sorrir o apertando contra mim. Era tão sufocante saber quantos anos eu fiquei longe de  Jungkook, nenhum telefonema que eu dava para ele conseguia ser igual a sensação de poder estar ali com ele o abraçando.

 

— Você cresceu... — Comentei afagando seus cabelos.

 

— Você que encolheu. — respondeu  rindo me apertando ainda mais escondendo seu rosto contra meu ombro.

 

— Eu estava com saudade. — sussurrei apertando-o ainda mais.

 

— Eu também, ainda mais que a minha última lembrava que tenho de você é  quando nos despedimos. — Comentou.

 

— Eu sou um péssimo pai não é?  — O apertei contra mim não querendo o soltar.

 

— Não, tem pais piores, você sempre me liga no meu aniversário, no natal, ainda liga nos dias das crianças e eu nem sou mais uma. Também me manda muito dinheiro, não tem nem como eu gastar tudo. — Comentou.

 

— Eu ligaria mais vezes mas sou um cara sem assunto. Me desculpa só voltar agora , mas pensando pelo lado bom, quando eu morrer você vai ter uma boa herança — brinquei rindo.

 

— Isso não é bom. — murmurou.

 

— Por que não seria bom? — perguntei confuso.

 

— Eu não quero te perder. — sussurrou escondendo seu rosto na curva do meu pescoço.

 

Aquilo me pegou completamente desprevenido,  só não chorei de alívio porque aquilo iria estragar o momento  e ele poderia me achar um idiota.

 

— Eu te amo. —  Me separei de seu abraço apenas para segurar em seu rosto e lhe dar um beijo na bochecha demorado  — E se você aceitar, agora passaremos todo o tempo que quiser juntos. — Sorriu para si acariciando seu rosto.

 

— Vamos morar juntos? — perguntou mordendo o lábio fortemente me olhando nos olhos.

 

— Se você quiser sim. — falei sorrindo meio nervoso não sabendo se ele iria querer aquilo.

 

— Eu quero sim. — Afirmou assentindo com a cabeça.

 

— Quer me ajudar a escolher o lugar que vamos morar então? Porque eu acabei de voltar, ainda estou no hotel. — Comentei.

 

— Podemos morar na cobertura? — Perguntou com os olhos brilhantes.

 

— Claro que podemos, a vista deve ser linda. — Sorri bagunçando seus cabelos. — Mas agora me diz, onde você quer ir agora? porque o taxista já deve está impaciente nos esperando. — Falei coçando a nuca, me sentia muito feliz, pelo jeito os telefonemas, o meu interesse de ver as suas fotos e mesmo que longe tentando me manter perto, fez com o que o meu filho não me odiasse e isso é muito importante para mim. .

 

— Ah eu não sei bem, mas eu queria um lugar que pudéssemos conversar e comer alguma coisa. — falou rindo.

 

— Uma lanchonete? — arqueei a sobrancelha e ele acenou sorrindo.

— Eu não conheço mais nada daqui, então você dá o endereço de algum lugar que goste. — Avisei e ele concordou com a cabeça.

 

Andamos em direção ao táxi, entramos dentro do mesmo, Jungkook disse o lugar e após isso voltamos a conversar, ele me contava sobre sua escola, os seus amigos, de suas aventuras, das suas artes, como se não temesse uma bronca vinda de mim ao comentar que matou aula e quase foi pego. Eu ria, não me via no direito de dar bronca e para mim aquilo fazia parte de ser um adolescente. Ao menos meu filho não arrumou um bebê como eu fiz, então ele já era bem responsável ao meu ver.

 

De qualquer forma eu não mudaria nada, eu amo o Jungkook demais pra me arrepender de qualquer coisa envolvendo o seu nascimento, talvez eu me arrependa de ter me ausentado tanto, ou de  não ter o levado, mas eu sei que eu não teria sido capaz de educá-lo e dar amor que ele merecia quando morava no japão, eu a princípio estudava e trabalhava, só parava em casa pra desmaiar, vulgo dormir umas quatro horas, e depois disso, a minha vida foi só trabalhar e mais trabalhar sem descanso, mal parava em casa por oito horas. Melhor ele ter sido criado pelos avós do que por uma babá.

 

Porém nunca é tarde pra tentar arrumar as coisas, eu vou me esforçar todo meu tempo agora pra ao menos ser digno de receber o seu amor novamente, já é muito ele ainda querer me ter como um pai e morar comigo, eu não esperava nada disso. Eu tenho um filho perfeito ao meu ver. Não podia pedir por nada melhor.

 

[...]

 

Acabamos indo ao shopping, comemos em uma lanchonete, depois fomos a uma sorveteria, depois para algumas lojas e eu lhe comprei algumas coisas mesmo que ele dissesse que não precisava. Mas quem negaria comprar algo que aquele garoto olhava com aqueles olhinhos brilhantes?

 

De qualquer maneira foram apenas um tênis, um urso de pelúcia e alguns jogos de video-game. Eu achei meio inusitado ele gostar de urso de pelúcia, mas era algo fofo, isso era inegável. Eu acho que conheci mais o meu filho nesse único dia do que em todos os telefonemas que trocamos. Eu sinto que deveria ter ligado mais, porém tempo não volta e não vou desperdiçar o que temos agora.

 

— Pai eu posso passar a noite com você no hotel? — perguntou enquanto esperávamos o táxi na frente do shopping.

 

— Pode, mas antes passamos na sua casa para guardar os presentes certo? — sorri abertamente o abraçando com certa força quando ele sorriu e me abraçou antes de eu terminar de falar.

 

— Você vai voltar a trabalhar, não vai? — perguntou curioso.

 

— Vou, mas será mais em casa, e ir em algumas reuniões, nada demais, eu fiz uma sociedade na empresa e ele vai cuidar da parte mais exaustiva. Eu terei muito tempo para passar com você se quiser. — Expliquei. Estaria a sua disposição.

 

— Claro que eu quero! — quase gritou estando muito mais animado do que eu esperava.

 

Sorri abertamente para si me sentindo com muita sorte por ele ainda querer ter esse contato comigo.

 

[...]

 

Jungkook tinha fuçado em minhas malas, em meu celular, tomado um banho no banheiro do hotel, vestido uma roupa minha que servia perfeitamente nele por eu comprar roupas um pouco largas geralmente. Estavamos deitado na minha cama vendo um filme na televisão do quarto, era algo de comédia, as vezes eu sorria por achar a cena engraçada, mas a melhor parte era ouvir a sua risada.Era meio contagiante o que me fazia sorrir e quase rir inúmeras vezes, eu sentia muita falta de ouvir a sua voz durante todo o tempo que fiquei sem o ver

 

— Então, Jungkook, tem alguma coisa que queira ganhar no seu aniversário? Ele já está próximo. —  Comentei quando o filme acabou pegando o controle procurando por outro.

 

— Eu já ganhei o meu presente. — falou deixando-me todo perdido.

 

— Como assim já ganhou o seu presente? — perguntei tentando entender o que ele queria dizer com aquilo.

 

— Eu queria você de volta e agora eu tenho você de volta. —  Explicou com um sorriso enorme me deixando até constrangido com isso, meu rosto esquentou e provavelmente ficou um pouco vermelho.

 

—  Eu realmente tenho o melhor filho do mundo. —  O abracei o puxando para mim beijando o seu rosto e bagunçando seu cabelo mais do que já estava.

 

— E eu o melhor pai mesmo que ele não concorde. — falou me deixando surpreso mais uma vez.

 

— Como pode achar isso sendo que eu fui embora? — Perguntei.

 

— Foi ganhar dinheiro e mesmo longe não me abandonou, você se lembrava de mim nos dias importantes e mostrava interesse pedindo minhas fotos, os meus desenhos para a minha  vó, ela me contava, por isso nunca sentia raiva e fiquei ansioso para quando voltasse. E agora você voltou. — Disse animado.

 

— Voltei e sim você tem razão. Agora temos  muito dinheiro para nos divertir. — Sorri acariciando seus cabelos.

 

— Mesmo que não tivesse dinheiro, eu apenas me importo com o fato de que mesmo longe você tentou estar próximo de mim. — falou abraçando-me com força.

 

— Claro que sim, eu queria ter te levado junto mas eu fiquei tão ocupado que acho que seria pior,você teria vivido com uma babá e isso não seria bom. — Expliquei o puxando para mais perto de mim o abraçando  beijando seu rosto novamente. Pelo que eu sabia de adolescente era que a maioria não suportava que os pais os beijassem, abraçassem ou dessem apelidos. Logo logo ele ficaria assim também por isso tinha que aproveitar a chance dele sentir saudade de mim para dar carinho a ele.

 

Jungkook sorriu se levantando para deitar em cima de mim me abraçando deixando-me extremamente surpreso.

Beijei a sua testa, afagando seus cabelos negros que puxou a cor do meu já que o cabelo de sua mãe era um castanho claro. Sua pele era branca, não como a minha, mas era bem mais clara do que a de sua mãe também.

 

— Eu não quero mais te largar. — falou rindo erguendo o rosto para me olhar nos olhos.

 

— Você não precisa. — Segurei o seu rosto o acariciando me aproximando de si beijando o seu nariz.

 

— Podemos ser sincero um com o outro não é? — perguntou.

 

— Claro que sim. Pode falar o que quiser comigo, o que foi? — Questionei.

 

— Bom... eu sou gay. — falou desviando o olhar ficando vermelho.

 

— Eu não tenho problemas com isso. — falei sorrindo, eu não estava mentindo.

 

— A vó tinha dito pra mim não te contar isso. Mas eu fico feliz de não ter seguido o conselho dela dessa vez. — Falou sorrindo abertamente.

 

— Sua vó deve ter falado isso por conta dos meus pais serem um tanto preconceituosos. — Expliquei.  

 

— Eu sei que eles são e eles não sabem da minha opção sexual, nem meu avô por parte de mãe.  

 

— entendi e você por um acaso tem um namorado? — Perguntei curioso.

 

— Não tenho. — negou parecendo meio envergonhado.

 

— Um ficante? — perguntei sorrindo.

 

— Queria ter. — falou mordendo o lábio.

 

— Logo você vai ter, você é  muito bonito, queria dizer que puxou a mim mas você é  mais parecido com a sua mãe. Não me admira ser tão lindo teve dois pais  bonitos. — comentei.

 

— Eu não sou mais bonito que você. — Negou.

 

— É  sim.  Eu tô velho. — Rebati.

 

— Trinta  e um não é  tanto...

 

— É sim, mais nove e eu tenho quarenta... isso é  assustador. — Ri. O tempo passava rápido demais.

 

— É mas vai ser um velho bonito  — Riu — Você nem parece que tem trinta. Mas me diga, eu tenho madrasta?

 

— Não, eu não tive teve para ter relacionamento, se eu tivesse tempo pra isso teria te levado comigo. Mas quem sabe agora você não ganhe uma? — Brinquei vendo ele fazer careta. — Oh que bonitinho quer o papai só pra você — ri vendo ele fazer bico. Era como se ele ainda fosse a minha criancinha linda.

 

— Claro que eu quero você só para mim ainda mais agora. — falou emburrado.

 

— Você sempre vai ser meu bebê fofo desse jeito. — falei sorrindo abertamente.

 

— Tenho que ser mesmo  — Se aproximou do meu rosto beijando a minha bochecha me fazendo sorrir.

 

— Eu te amo muito. — falei o abraçando com força.

 

— Eu também te amo pai. — falou sorrindo me abraçando da mesma forma.

Eu não podia me sentir mais Feliz do que já estava. Finalmente as coisa pareciam ter entrado nos eixos e eu podia finalmente  relaxar.

 

[...]

 

Fazia quase um ano que eu e Jungkook morávamos juntos. Ele havia se formado recentemente. O apartamento que eu comprei ficava afastado do centro e por isso era silencioso e com uma boa vista da cidade. O meu convívio com Jungkook era perfeito e diferente do que eu pensei ele não deixou de ser carinhoso comigo.

 

Ele parecia ainda mais grudento e carinhoso, eu não esperava esse comportamento vindo de um adolescente para ser sincero.

Escutava um pouco de barulho do videogame. Os amigos dele estavam aqui hoje novamente. Eu ainda não os conhecia porque Jungkook costumava os chamar quando eu estava ocupado dentro do escritório em casa.

 

Normalmente eu levava muitas horas, mas hoje terminei cedo e estava com fome por isso fui até o quarto dele e bati na porta para não correr o risco de o atrapalhar. Para a minha alegria quem abriu a porta foi Jungkook e ele estava com um enorme sorriso.

 

— Quer comer algo com os seus amigos? — perguntei sorrindo.

 

— Pizza? — Sugeriu.

 

—  Ok, vou ligar, você não está aprontando nada não é? — Perguntei desconfiado sentindo cheiro de bebida.

 

— Não. — negou com a cabeça.

 

— Jungkook. — falei mais sério cruzando os braços frente ao corpo.

 

— Peguei uma garrafa de whisky no armário... quem perde no jogo bebe... — Explicou.

 

— Eu não queria fazer isso, mas eu não posso permitir que seus amigos bebam estando na minha casa tecnicamente em minha responsabilidade Jungkook. Ache outro modo de ter punição que não envolva bebida ao algo do gênero.  — Adverti abrindo a porta vendo os dois amigos dele segurando os controle do videogame. — Onde está a garrafa? — Perguntei.

 

— Tem apenas um gole. — Jungkook falou coçando a nuca. — Não fica bravo pai. — pediu em um sussurro e eu notei que seus amigos estavam me olhando meio assustados.

 

— Eu não estou, mas se algum dia for beber ou qualquer coisa do tipo com seus amigos em casa ao menos me avise. — pedi suspirando o olhando.

 

— Certo, você não vai querer contar para os pais dos meus amigos sobre isso neh? — perguntou.

 

— Você sabe que eu não faria isso. — Peguei a garrafa sobre a cômoda e percebi que os amigos de Jungkook me olhavam curiosos Agora. Provavelmente por eu não ser o típico pai que sempre impõe sua autoridade através do medo. — Ah Jungkook pegou a que eu mais gosto, agora vou ter que comprar outra  — Reclamei pegando a garrafa terminando de beber o que havia ali dentro direto no gargalo.

 

— Achei que essa era a que você menos gostava. — falou com um enorme bico.

 

— Você esqueceu do que eu gosto, estou magoado Jungkook. — falei fazendo drama como eu e ele fazíamos às vezes.

 

— Ah as bebidas são quase tudo igual, e como essa estava cheia achei que não gostasse. — Fez bico.

 

— Vou perdoar dessa vez só porque você não entende de bebidas.  — Avisei.

 

— Senhor Min, podemos te perguntar uma coisa? — Um dos amigos do meu filho perguntou.

 

— Pode claro, mas antes disso como vocês se chamam? — Perguntei afinal precisava conhecer os amigos do meu filho também.

 

— Taehyung. — o que havia pedido para perguntar algo falou.

 

— Jimin. — o outro ao seu lado falou e eu sorri para eles.

 

— Pode perguntar agora. — falei sorrindo.

 

— Ele só fala idiotice ignora ele. — Jungkook pediu.

 

— Mas agora eu quero saber o que ele quer me perguntar.  — Rebati o puxando para perto de mim  passando meu braço por cima de seus ombros.

 

— Quantos anos você tem? — perguntou me encarando.

 

— Responde isso e saí porque as perguntas vão piorar. — Jungkook falou emburrado.

 

— Trinta e dois. — Respondi vendo eles parecerem ainda mais curiosos. — Mais alguma pergunta?

 

— Você namora? — Quem perguntou dessa vez foi o Jimin.

 

— Não.  Eu pensei que iria fazer perguntas piores pelo jeito que Jungkook reagiu. — comentei não vendo nada demais nas perguntas dos garotos.

 

— Você ficaria com homens? — Taehyung perguntou.

 

— Admito que talvez sim. — falei pensativo.

 

— Muito mais novo? — Jimin perguntou sorrindo.

 

— Acho que sim, pessoas da minha idade muitas das vezes já estão meio acabadas. — Comentei pensativo. Se fosse para ficar com alguém preferia uma pessoa mais jovem, talvez com uns vinte e cinco anos.

 

— Qual seu tipo ? — Taehyung perguntou mordendo o lábio deixando-me confuso pela forma que ele me olhava.

 

— Pai vai ligar pra pizzaria — Jungkook mandou me empurrando para fora do quarto me fazendo rir já que era a primeira vez que ele agia como um adolescente normal.

 

— Que sabor você e seus amigo preferem? — perguntei me virando o puxando abraçando-o com força apenas para o irritar mais.

 

— qualquer coisa, vai logo. — Reclamou me empurrando me fazendo rir.

 

— Tá bom bebê tô indo.  — O chamei daquela forma só pra fazer ele passar uma vergonha antes de eu sair do quarto e ele fechou a porta. Era errado mas colei meu ouvido a porta para escutar eles conversando só um pouco.

 

— Taehyung para de graça. — Jungkook falou sério parecendo irritado.

 

— Mas eu ainda não fiz nada demais. — falou rindo.

 

— A culpa não é  dele você já olhou pro seu pai? — Escutei a voz do garoto Jimin e fiquei confuso com o que ele falou. O que tinha eu?

 

— Já olhei e agora calem a boca. — Jungkook mandou.

 

— Ah qual é Kook chama ele pra cá. — Taehyung pediu.

 

— Deixem o meu pai em paz, pelo amor de Deus. — Mandou sério.

 

— Não dá não, você tem que dividir seu pai com a gente, somos melhores amigos, lembra? — Jimin perguntou.

 

— Cara vocês vão se passar por ridículos. — Jungkook avisou.

 

— Ele é  gostoso demais deixa a  gente o menos olhar. — Taehyung pediu.

 

Tive que tampar a minha boca para não rir e sair dali de perto. Agora eu entendi o que estava acontecendo. Fui até a sala e peguei o telefone ligando pra pizzaria. Pedi duas pizza, alguns refrigerantes e tudo chegaria em trinta minutos.  Uma vontade em mim de ser maldoso com os garotos foi inevitável.  Era normal crianças acabar tendo interesse em pessoas impossíveis e mais velhas. E como eu era maldoso demais não resistiria em brincar com a mente deles, seria Hilário. Eu sou o pior adulto da história.

 

Mordi o lábio andando a passos rápidos até o quarto, eu iria ficar apenas sem camisa apenas para saber a reação deles quanto a isso e eu estava quase rindo imaginando Jungkook surtar com aqueles dois.

 

Eu sou o pai mais idiota da história, mas o meu divertimento é importante. Assim que eu tirei a minha blusa me olhei no espelho, até que eu não estava nada mal pra minha idade, na verdade eu gostava de parecer bem mais jovem do que sou agora, mesmo que antes eu detestasse isso.

 

[...]

 

Escutei a campainha e fui atender a porta do jeito que estava mesmo, calça moletom e sem camisa.  Peguei as pizzas e os refrigerantes e paguei ao entregador sem problemas, então chamei os garotos após trancar a porta. Não demorou para que eu escutasse risadas deles. Peguei o cortador cortando duas fatias para mim colocando no prato ficando de costas, as risadas pararam e eu soube que eles tinham chegado onde eu estava e sentia seus olhares. Segurei a vontade de rir, eu era um péssimo adulto realmente.

 

— Pai cadê a sua camisa? — Jungkook perguntou sério.

 

— Eu não posso ficar a vontade na minha própria casa? — perguntei incrédulo me virando de frente para eles.

 

—  Você nunca anda assim. —  Rebateu.

 

—  Eu fico desse jeito quando to sozinho no quarto e eu já vou voltar pra lá, pelo amor de deus, você ja me viu só de toalha pela casa e nunca reclamou. — Falei como se não soubesse do interesse dos dois pirralhos com ele, e ver como eles me olhavam descaradamente era bem engraçado.

 

—  É diferente não estamos sozinhos aqui. — Rebateu.

 

—  E? Seus amigos são do sexo masculino também sabia? Não tem nada em mim que eles não tem. — Rebati vendo meu bebê inflar as bochechas em raiva, como ele era fofinho irritadinho.  Se os amigos dele não tivessem aqui eu já tinha apertado aquelas bochechas, além de mordê-las.

 

— Apenas não anda assim pela casa. — pediu.

 

— Eles não são garotinhas para eu ter que andar todo vestido e eu iria estar de cueca agora então não reclame. — falei sorrindo.

 

— Ah pode ficar de cueca. — Jimin e Taehyung falaram juntos e eu os olhei com a minha melhor expressão de "que porra você disse?" mesmo que eu tivesse vontade de rir.

 

— Calem a boca os dois. — Jungkook mandou me encarando como se fosse me matar por ter falado aquilo.

 

— To indo pro meu quarto, se o Namjoon chegar abra a porta pra ele Jungkook. — Mandei abrindo a garrafa de refrigerante enchendo um copo grande.

 

— Aquele cara vai vir aqui de novo? — Protestou.

 

— Talvez, ele disse que hoje ou amanhã vai vir aqui pra conversar algo comigo. — Respondi. Namjoon era um amigo mais novo meu, ele tinha vinte e oito anos e a gente se conheceu quando fui fazer uma viagem nos EUA a vários anos atrás, ele tinha voltado para Coreia fazia umas duas semanas e meio que Jungkook parecia ter algo contra ele.

 

— Ele nunca mais deveria vir. — falou irritado.

 

— Por que tanta raiva dele? — perguntei confuso o olhando.

 

— Por nada. — bufou revirando os olhos.

 

— Ah o Namjoon é tão legal, você deveria dar uma chance a ele, ele é o único amigo que tenho desde que os outros estão tendo seus primeiros filhos agora, se casando e essas coisas. — Comentei.

 

— Ele é um idiota igual esses dois. — apontou para os próprios amigos.

 

— Quanto ciúmes e possessividade Hein?  — Taehyung comentou rindo.

 

— Você não precisa ter ciúmes de mim, vem cá. —  Brinquei indo até ele o puxando e lhe dando um beijo molhado em sua bochecha apenas para envergonhá-lo na frente dos amigos, agora eu entendo os pais fazer essas coisas, é deveras engraçado.

 

—  Só vai pro quarto. —  Jungkook mandou emburrado.

 

— Estou sendo expulso da minha cozinha que injusto. — murmurei pegando meu copo de refrigerante e o prata com as fatias de pizza.

 

— Posso ir junto ? — Taehyung perguntou sorrindo de lado me encarando.

 

—  Se o Jungkook deixar. —  Dei de ombros saindo da cozinha.

 

Eu sou um péssimo exemplo de como um adulto deveria ser, mas eu não dou a mínima, na minha maneira eu acho que sou um bom pai pro Jungkook agora, eu não sei proibir, eu prefiro conversar e explicar como as coisas funcionam, e ele com dezoito anos até agora não aprontou nada, isso me faz crer que estou fazendo um bom trabalho.

 

— Eu volto logo Kook. — ouvi Taehyung falar enquanto eu começava a subir as escadas.

 

— Mais um passo e eu juro que te mato Taehyung. — Jungkook falou sério me fazendo rir.

 

Eu tinha um bebê muito ciumento, provavelmente por conta de todo o tempo que ficamos longe um do outro o fizesse ter medo de me perder novamente. Eu achava fofo e bonitinho o seu jeito ciumento então não faria nada pra mudar isso ou reclamar do seu jeitinho.

 

[...]

 

Lá pelas onze da noite os amigos do Jungkook foi embora e como Jungkook estava meio emburrado ficou em seu quarto. Estava prestes a ir lá fazer ele desmanchar o provável bico que estivesse fazendo quando a campainha tocou. Vesti a minha camisa por não saber quem era e abri a porta vendo que era Namjoon, eu até tinha me esquecido que ele viria.

 

— Desculpa ter vindo tão tarde. — Namjoon falou coçando a nuca.

 

— O que houve dessa vez? — perguntei sorrindo lhe dando passagem para entrar.

 

— Se eu disser que apenas queria vim aqui passar um tempo com você iria ficar irritado? — perguntou.

 

— Não, somos amigos. — Respondi

 

— Ah claro. — murmurou coçando a nuca me deixando confuso.

 

— Pretende dormir aqui então ? — perguntei sorrindo.

 

— Se não tiver problema. — Sorriu.

 

— Problema algum. Meu filho tá trancado no quarto, meio emburrado porque envergonhei perto dos amigos, então eu não vou obrigar ele a vir aqui dar Oi.  - Expliquei o puxando para dentro de casa fechando a porta.

 

— Ainda é difícil de acreditar que você tem um filho daquela idade. Você foi pai com quinze anos ou quatorze? — perguntou.

 

— Quatorze. — Respondi. — Mas é  óbvio que eu já estou velho, o tempo passou rápido demais. Eu já tenho trinta e dois anos. — Neguei com a cabeça estava passando pela crise dos trinta anos.

 

— É difícil de acreditar ainda que você tem essa idade também. — falou sorrindo.

 

— Por que é tão difícil? — perguntei confuso.

 

— Você é muito bonito. — falou me olhando nos olhos.

 

— Ah é muito bom ainda ouvir isso. — Sorri abertamente.

 

— Você deve ouvir isso sempre — rebateu.

 

— Sempre não, mas um amigo do meu filho me chamou de gostoso.  Essas crianças de hoje em dia. — Falei rindo.

 

— Sério que ele disse isso? — perguntou surpreso.

 

— Sim e o Jungkook não gostou. — comentei rindo.

 

— Ele anda meio ciumento né? — perguntou negando com a cabeça.

 

— Tá com medo de eu me envolver com alguém e o abandonar de novo. — Expliquei. — Mas isso não vai acontecer.  Agora me diga. Você disse na mensagem que tinha algo pra falar comigo, você tem ou era desculpa pra vir aqui só?  — Perguntei.

 

— E eu achando que tinha se esquecido. — murmurou mordendo o próprio lábio fortemente.

 

— Então tem algo, vamos lá para o meu quarto e aí você fala. — Avisei andando em sua frente.

 

Namjoon me seguiu até o meu quarto, assim que entramos nele me sentei nos pés da cama e estranhamente Namjoon sentou ao meu lado, normalmente ele sentaria na cadeira que havia ali.


 

— Eu não sei como começar...

 

— Só me fala o que é  diretamente — Pedi o olhando.

 

— Eu não vou conseguir falar. — suspirou alto.

 

— Então demonstre se conseguir. — falei coçando a nuca.

 

Namjoon me olhou nos olhos segurando meu rosto deixando-me confuso e curioso.

 

— Fecha os olhos. — pediu mordendo o próprio lábio.

 

Suspirei fazendo o que ele pediu não entendo o motivo disso.

 

Logo senti algo úmido contra meus lábios o que me deixou curioso e por conta disso movi meus lábios contra para saber o que era.

Senti a respiração de Namjoon contra a minha e me dei conta do que ele estava fazendo. Eu poderia esperar tudo menos um beijo, afinal somos amigos,  Namjoon até algumas semanas atrás namorava alguém e  agora aquilo acontecia. Não sabia o que pensar, porém levei um susto com o barulho da porta do meu quarto batendo o que me fez afastar de Namjoon olhando para a porta fechada

 

Namjoon segurou meu rosto obrigando -me a o olhar mais uma vez e voltou a colar nossas bocas dessa vez invadindo a minha com sua língua.

 

Correspondi o beijo um pouco curioso já que nunca havia ficado com um homem antes, porém escutei mais barulho agora parecendo de vidro se quebrando e me afastei de Namjoon me levantando para ver o que era

 

Desci as escadas o mais rápido que pude ao ver que a luz na cozinha estava acesa, meu corpo congelou ao ver a cena de Jungkook chorando enquanto pegava os cacos de vidro do copo no chão.

 

Me aproximei dele na mesma hora me ajoelhando no chão afastando suas mãos dos cacos para que ele não se cortasse e então ele se levantou e saiu correndo de volta para o seu quarto batendo a porta com força me assustando. O que havia acontecido?

 

Suspirei deixando os cacos ali correndo em direção do seu quarto, eu precisava falar com ele para tentar entender o que estava acontecendo.

— O que aconteceu? — Namjoon apareceu no corredor perguntando.

 

— Não sei, Namjoon acho melhor você ir embora, depois nos vemos sobre o que aconteceu entre nós tudo bem? — Perguntei.

 

— Ta bom. — murmurou mordendo o próprio lábio fortemente andando em direção das escadas.

 

Suspirei parando em frente a porta do quarto de Jungkook batendo na mesma.

 

— Me deixa entrar Jungkook, me diga o que aconteceu. — Pedi e escutei o barulho da porta de entrada ser fechada anunciando que Namjoon havia ido embora.

 

Jungkook não me respondeu e eu já estava começando a ficar cada vez mais preocupado.

 

— Jungkook abre, por favor. — pedi mordendo o lábio fortemente.

 

— Eu não quero falar com você, eu te odeio. — Acusou com a voz de choro.

 

— Você me odeia porque eu deixei Namjoon me beijar? — Tentei adivinhar, sentindo um aperto ruim se formar em meu peito esquerdo não querendo acreditar que ele me odiasse de verdade e sim que fosse apenas um ciúmes, medo de perder o pai novamente.

 

— Sai da porta do meu quarto. — mandou em meio ao choro.

 

Mordi meu lábio me sentindo extremamente mal por saber que ele estava ali chorando.

 

— Se foi isso prometo não deixar mais se me deixar entrar Jungkook. Por favor. — Insisti.

 

Ele não me respondeu e quando eu tentei abrir a porta notei que ela não estava trancada.

Porém antes eu tinha tentado abrir e ela estava sim trancada, o que indica que ele só se levantou, destrancou e deitou de novo.  

 

Andei até a sua cama subindo em cima dela me deitando ao seu lado, Jungkook ficou de costas para mim e eu o abracei daquela forma o apertando com medo de soltá-lo e ele realmente me odiar como havia dito.

 

— Conversa comigo Jungkook. — pedi o apertando fortemente contra o meu corpo.

 

— Eu não quero. — murmurou se encolhendo.

 

— Eu não quero ver você chorando bebê. — Falei preocupado beijando seu ombro exposto por ele usar uma regata.

 

— Você prometeu que não iria me deixar. — sussurrou puxando a coberta que estava perto de si cobrindo sua cabeça e parte do seu corpo.

— Mas eu não vou, nada vai fazer eu deixei de ser o seu pai e você sabe disso. — Falei beijando seu ombro novamente.

 

Jungkook não me respondeu deixando-me meio em pânico por eu não saber o que fazer.

 

— Olha para mim Jungkook. — pedi com receio de ele negar.

 

— Por que você deixou ele te beijar? — perguntou virando de frente para mim.

 

— Eu não sei, eu fiquei sem reação quando ele me beijou. — Expliquei.

 

— Está falando a verdade? — perguntou.

 

— Sim, Namjoon me disse que queria conversar comigo hoje e eu não esperava que era algo daquele tipo. — falei olhando-o nos olhos.

 

— Então você não vai ter nada com ele, certo? — perguntou.  

 

— Não. Mas Jungkook eu ficar com alguém não vai me tirar de você. — Expliquei.

 

— Vai e eu não quero que fique com alguém. — falou sério.

 

— Mas por que? — perguntei confuso.

 

— Porque eu não quero dividir você com ninguém e ponto final. — Respondeu me fazendo sorrir, aquele seu ciúmes era algo que eu achava extremamente fofo.

 

— Eu te amo. — beijei a sua testa lhe abraçando.

 

— Se me ama não fica com ninguém. — falou me abraçando com força escondendo seu rosto contra meu peito.

 

— Não vou, mas se um dia você me colocar em um asilo eu te deserdo  — Ameacei.

 

— Eu nunca faria isso com você. — falou erguendo o olhar o que fez nossos rostos ficarem próximos.

 

Sorri abertamente alisando a sua bochecha que estava um pouco úmida por conta do choro. Me aproximei mais de seu rosto beijando sua bochecha lentamente, assim que eu me afastei um pouco percebi que ele estava de olhos fechados e com o rosto meio avermelhado. Meu filho é  tão fofo que é difícil acreditar que ele não é  mais uma criança.  O abracei com certa força beijando sua bochecha novamente porém desta vez fechando meus olhos também.

 

— Eu te amo muito . — murmurou escondendo seu rosto contra meu peito puxando a coberta para nos cobrir.

 

— Não mais do que eu. — O apertei um pouco mais me aconchegando, hoje dormiremos juntos.

 

Fechei os meus olhos e mesmo que sentisse sono conforme o tempo passava anda continuava acordado. -Jungkook cutucou a minha bochecha, mas eu ignorei estava naquele prazer de estar quase dormindo.

 

Ele me cutucou mais uma vez e eu o ignorei de novo, não iria perder meu sono por algo assim.

Jungkook subiu em cima de mim provavelmente para me acorda, ele estava sentado em meu colo e um já estava prevendo ele me sacudir. Só porque eu estava com sono.

 

Mas ao invés disso ele ficou quietinho em cima de mim deixando-me surpreso, mas não demonstrei nenhuma reação quando senti suas mãos em meu peito parecendo se apoiar.

Talvez ele fosse apenas querer dormir em cima de mim e isso não importava. Eu já estava quase dormindo quando senti uma pressão contra meus lábios me deixando extremamente confuso.

 

Será que ele estava passando algum batom em minha boca para me zoar amanhã quando eu acordasse?

 

Pensando em algo como aquilo preferi até ignorar e mesmo sentindo aquela pressão em meus lábios eu adormeci.


 

[...]

 

Todo meu corpo estava meio dormente por Jungkook ter dormido em cima de mim, ele parecia tão confortável que eu não tive coragem de me mover já que poderia o acordar.

Levei a minha mão a minha boca para ver qual havia sido o estrago que ele poderia ter feito com maquiagem. Esfreguei minha palma contra meus lábios e em seguida olhei para a minha mão esperando estar suja de batom mas não havia nada.

 

Franzi a testa confuso esfregando com mais força dessa vez e novamente não havia nada.

 

Será que ele se arrependeu e depois limpou porque ficou com medo que eu  fosse brigar com ele? Provavelmente  sim. Era a única coisa que fazia sentido.

 

Neguei com a cabeça sorrindo abertamente o abraçando, mesmo que ele ficasse mais velho a cada dia ele sempre seria a minha criança.

O único problema era que meu bebê era muito pesado,  meu corpo já estava formigando.

 

Sorri de forma maldosa bolando na cama o deixando por baixo enquanto me ajeitava em cima de si já imaginando que ele iria reclamar e muito.

 

—  Papai... —  Gemeu em desconforto me puxando e me apertando contra seu corpo abrindo os olhos me olhando diretamente e como ele me puxava demais, meu quadril ficou pressionado ao seu e era um tanto quanto constrangedor já que Jungkook parecia ter acordado com uma ereção.

 

— Te acordei? — perguntei sorrindo acariciando seu rosto de forma lenta, ele ficava todo manhoso quando acordava.

 

— Acordou e eu estava tendo um sonho tão bom. — Reclamou com um biquinho.

 

— Eu estou sentindo o quanto seu sonho foi bom. — Brinquei consigo e o fato dele estar  visivelmente excitado, vermelho e duro.

 

— Foi mais do que bom. — falou me abraçando com força.

 

— Com o que sonhou? — perguntei imaginando que ele iria ficar todo envergonhado.

 

— Se eu falasse você até me batia. — Respondeu apertando minhas costas com certa força suspirando me fazendo sentir ainda mais sua ereção contra a minha coxa.

 

— Prometo que não. — Neguei.

 

— No sonho uma certa pessoa me tocava de uma maneira muito interessante, paizinho. — Respondeu próximo do meu ouvido e de um jeito estranho, senti um arrepio na coluna por conta do seu tom de voz, eu não deveria ter tais reações, mas tentei não pensar nisso.

 

— De que maneira? — perguntei curioso mesmo que eu já imaginasse.

 

— Quer mesmo saber? — perguntou se remexendo me dando ainda mais arrepios que eu tentava ignorar.

 

— Quero, vai fala. — Pedi o olhando nos olhos.

 

— Ele estava sobre mim assim como você, mas sem roupas... — Explicou puxando minha blusa um pouco para cima como se estivesse demonstrando.

 

— Continue. — pedi sentindo ele puxar minha blusa ainda mais até a tirar.

 

Jungkook sorriu se remexendo mais uma vez me fazendo voltar a ficar realmente entre suas pernas e ele me abraçou com elas prendendo-me.

 

— Estávamos assim. — falou me olhando nos olhos.

 

— Que sonho pervertido você teve, bebê. — Comentei pensando que ele pararia por ali mesmo.

 

— Eu mal comecei a contar papai. — sussurrou próximo do meu ouvido mais uma vez.

 

— O que mais aconteceu? — Perguntei  me sentindo arrepiado quando suas unhas deslizaram por minhas costas, mas não liguei para isso já que era sensível naquela região.

 

— Ele me penetrou de forma lenta me fazendo gemer e eu o senti ir bem fundo dentro de mim. — sussurrou e de uma forma estranha a sua voz estava muito sexy.

 

— E  depois? — Perguntei  me sentindo estranhamente curioso.

 

— Ele começou a se mover contra mim e eu a rebolar em sua direção. — Jungkook ondulou  o quadril se esfregando em mim. Mordi o lábio me sentindo arrepiado e meu corpo pareceu esquentar.

 

— E parecia gostoso? — perguntei mordendo meu lábio com mais força.

 

— Muito gostoso mesmo  — Respondeu me apertando contra si.

 

— Aconteceu mais alguma coisa? — Perguntei.

 

— Depois invertemos as posições. — falou rolando na cama ficando por cima de mim sentado sobre o meu colo me olhando nos olhos de uma forma intensa.

 

— E  depois?  — Perguntei  e Jungkook sorriu rebolando em meu colo e em seguida elevou o quadril praticamente pulando me fazendo gemer em surpresa e a situação já estava muito tensa pra eu deixar ele continuar com isso. — Acho que já entendi o seu sonho — Falei o derrubando na cama fazendo ele ficar deitado quieto de costas para mim e o abracei.

 

— Nós também fizemos assim papai. — falou rebolando na minha direção pressionando seu quadril para trás.

 

— Fizeram até de lado? — Perguntei surpreso com o tamanho das posições que ele tinha feito com a pessoa do seu sonho, os sonhos que eu tinha nunca eram tão longos.

 

— Sim e parecia tão gostoso. — falou e eu jurava que ele tinha soltado um baixo gemido enquanto continuava a rebolar na minha direção.

 

Me senti um monstro quando meu corpo começou a se esquentar dando índice que eu me excitaria.  Não sabia explicar se era a situação ou o fato de eu estar a quase dois anos sem transar, mas nada disso justificava.

 

— Eu vou tomar um banho.  — Avisei me levantando querendo ir me acalmar.

 

— Ah não fica papai. — pediu me olhando com um bico.

 

— Eu juro que fico deitado com você depois que eu tomar banho. — falei engolindo em seco.

 

— Ah não, fica aqui  — Se sentou na cama pegando em minha mão me puxando de volta para a cama enquanto eu negava com a cabeça e ele me puxava mais praticamente me jogando sobre o colchão voltando a ficar sobre mim.

 

— Jungkook para de ser uma criança mimada e me deixa levantar. — Pedi segurando sua cintura com ambas as mãos pronto para tirá-lo de cima de mim novamente.

 

— Você me mima e agora quer que eu mude. — comentou emburrado deixando uma perna de cada lado da minha cintura.

 

— não é  isso, mas  você tem que deixar seu pai ir tomar banho. — Respondi tentando o tirar de cima, mas desistindo pelo simples fato dele ser bem mais pesado que eu  e dele ser mais forte também.  Ótimo Yoongi olha a vergonha, um garoto de dezoito anos é  mais forte que você. — Jungkook. — Reclamei me sentando na cama e ele continuou em meu colo abraçando meu pescoço.

 

— Não custa nada você me dar carinho sabia? — perguntou aumentando o bico me olhando nos olhos.

 

— Eu te dou o tanto de carinho que você quiser depois e olha você tá com um probleminha aqui — comentei descendo minha mão passando de leve entre suas pernas evidenciando o fato dele ainda estar excitado.

 

— Você poderia me ajudar com isso papai. — comentou se remexendo em cima de mim.

 

— Não posso te ajudar com isso. — neguei engolindo em seco.

 

— pode sim, um bom pai deveria ajudar seu filho quando ele está com problemas não é?  — perguntou.

 

— Mas esse não é um problema que eu possa ajudar. — falei engolindo em seco.

 

— Você pode sim. — falou mordendo o lábio fortemente.

 

— Tudo bem Jungkook,  mas isso não iria te traumatizar? — Perguntei  pensando que ele queria  que eu o masturbasse, algo que se fosse um amigo até seria normal, mas como eu sou o seu pai é bizarro.

 

— Se fosse um amigo eu ficaria traumatizado. — comentou mordendo o lábio. — Então vai me ajudar papai?

 

— Mas se com um amigo já seria então imagina eu que sou seu pai! — Disse incrédulo. Tudo bem que não fui eu que criei o Jungkook, mas mesmo assim,a gente sempre teve um contato de pai e filho mesmo que distante por um longo tempo.

 

— Isso não importa agora papai. — falou de forma manhosa me olhando nos olhos.

 

— Depois não quero ver você reclamando. — Avisei colocando a mão sobre sua intimidade apertando escutando ele gemer.

 

— Eu não irei reclamar. — falou fechando os olhos e eu suspirei sentindo suas unhas curtas me arranharem de forma lenta.

 

Engoli a seco puxando o short que ele usava junto da cueca um pouco para baixo segurando em seu pênis o tocando com hesitação afinal aquilo não era nem um pouco certo. Jungkook gemeu meu nome deixando-me todo inquieto, apertei a sua ereção fazendo-o gemer novamente de uma forma manhosa.

 

Me senti ainda mais desconfortável ao senti suas unhas encravarem em minhas costas arranhando-me, odiava ser tão sensível nas costas e por estar começando a me sentir excitado com tudo aquilo. Era completamente doentio, eu não podia ficar daquela forma de jeito nenhum. Tratei de masturbar Jungkook direito para que acabasse logo.

 

— Você está se excitando também. — murmurou e sua mão tocou minha intimidade sobre a minha roupa.

 

— Me desculpa... — Pedi. O que eu mais poderia fazer? Ele deveria sentir nojo de mim por estar me excitando com aquilo.

 

— Eu posso te tocar também? — murmurou esfregado sua palma contra a minha ereção de forma lenta.

 

—  Isso é errado, Jungkook. —  Neguei parando de tocá-lo e segurando a sua mão, não podia deixar as coisas irem tão longe.

 

— É errado eu te ajudar papai? — perguntou confuso me encarando.

 

— Nesse caso é. — falei engolindo em seco.

 

—  Eu não acho papai. —  negou mordendo o lábio inferior. Ele parecia estar sendo infantil de propósito como se de fato fosse um bebê e isso era tão errado e erótico ao mesmo tempo, eu estava começando a ficar literalmente louco. — Deixa eu te ajudar. — pediu de novo voltando a esfregar sua mão contra a minha semi-ereção.

 

—  Jungkook... Deixa eu ir tomar banho. —  Pedi tentando o tirar de cima de mim.

 

—  Para de protestar. —  Mandou aproximando seu rosto do meu selando nossos lábios me deixando de olhos arregalados.

 

Seus lábios se moviam contra os meus de forma lenta e eu estava tão em choque que não conseguia me afastar ou fazer qualquer coisa do tipo. Quando senti sua língua pedir passagem abri a minha boca só pra falar que era errado, mas ele aproveitou-se para invadir a minha boca e eu não fui capaz de detê-lo.

 

Sua língua vasculhava cada canto de minha boca  enquanto sua mão invadia a minha roupa tocando minha ereção diretamente. Aquilo me fez gemer contra a sua boca e fiquei assustado quando ele sorriu se afastando um pouco começando a beijar, chupar e a morder toda a pele de meu pescoço me deixando todo arrepiado e ainda mais excitado por ser bastante sensível naquela região igualmente, senão mais, que nas costas.

 

Eu estava tão em choque e imerso ao prazer que não conseguia negar o que ele estava fazendo ainda mais por estar sendo gostoso. As mãos de Jungkook foram até as minhas que estavam em sua cintura e ele as abaixou me fazendo ficar com as palmas sobre suas nádegas me deixando ainda mais incrédulo com o que estávamos fazendo.

 

Não demorou para ele passar a rebolar e pressionar seu quadril para baixo lentamente conforme me beijava de uma forma tão intensa que me deixava perdido. Onde meu filho aprendeu tudo aquilo? Por que ele estava fazendo isso justo comigo? Por que eu estou tão excitado com meu próprio filho?

 

Jungkook gemeu contra a minha boca erguendo o quadril o soltando em seguida quase quicando o que me fez gemer contra a minha vontade.Quando Jungkook me deitou na cama não  consegui reagir, fiquei realmente tenso quando ele puxou a calça que eu usava a retirando, mas era tão gostoso senti sua boca em meu pescoço que eu não conseguia me concentrar em mais nada.

 

Resmunguei em protesto quando sua boca desceu para meu peitoral e eu senti sua língua pressionar meu mamilo me fazendo gemer baixo. Minha mão foi para a sua cabeça em busca de pará-lo, porém Jungkook começou a descer a sua boca chegando ao meu abdômen  que se contraiu com o arrepio que senti.

 

Tampei meu rosto com ambas as mãos não acreditando que estava gostando de sentir suas mãos e boca em meu corpo me tocando. Jungkook apertou a minha ereção por cima da cueca me fazendo gemer mais uma vez e eu tive certeza que se o inferno existia eu iria queimar por  lá quando morresse.

 

Eu não sei o que estava acontecendo comigo, mas eu não conseguia resistir e negar que queria que ele abaixasse logo a cabeça e me colocasse na boca de uma vez. Quase choraminguei quando senti sua boca envolver minha glande ainda coberta pelo tecido.

 

Destampei o meu rosto e me apoiei pelos cotovelos ficando com o tronco um pouco elevado para ver o que ele iria fazer e me senti ainda mais como um ser desprezível por ficar ainda mais excitado o olhando.

 

— Me fala o que você quer papai. — pediu me olhando nos olhos lambendo minha ereção lentamente sem deixar de me olhar.

 

— Que tire logo a minha cueca e que me chupe. — Respondi sentindo um calor tomar as minhas bochechas, não conseguia falar uma coisa dessa para o meu próprio filho e não ficar envergonhado.

 

Jungkook sorriu de uma forma travessa puxando a minha cueca para baixo expondo a minha ereção.Sua mão agarrou meu pênis o masturbando me fazendo gemer e ficar ainda mais duro em sua mão.

 

— Me chupa. — mandei impaciente querendo sentir a sua boca logo.

 

Escutei uma risada baixa de Jungkook e não tive tempo de pensar sobre isso, logo senti sua boca diretamente em meu pênis, sugando a minha glande me fazendo quase virar os olhos com as sensações que estava sentindo.

 

Não resisti em agarrar seu cabelo puxando-os com força para baixo querendo sentir mais da sua boquinha. Jungkook começou abaixar a cabeça me colocando mais em sua boca me sugando fazendo-me gemer de forma arrastada. Gemi seu nome esquecendo-me de qualquer constrangimento de estar fazendo aquilo. As mãos de Jungkook fazia questão de apertar as minhas coxas, as alisando e raspando senhas unhas curtas me deixando ainda mais arrepiado.

 

— Porra Jungkook. — gemi apertando seu cabelo com ainda mais força.

 

Jungkook moveu sua cabeça para baixo e para cima pondo o máximo que cabia de minha ereção em sua boca.

 

— Ah Jungkook eu vou acabar gozando. — falei em meio a um alto gemido.

 

E então ele parou me deixando completamente confuso.

 

— Ainda não papai. — Negou com a cabeça subindo em cima de mim novamente, sentando-se em meu colo me fazendo gemer dolorosamente de tão excitado que estava.

 

— O que você quer? — perguntei confuso.

 

— Quero realizar o meu sonho. — falou mordendo o lábio fortemente.

 

— Isso é  ir longe demais, deixa pra você fazer isso com quem você sonhou. — Disse, era melhor ele fazer sexo com a pessoa que ele tivesse sonhado até porque qualquer pessoa era melhor que eu, visto que eu sou o pai dele, eu não posso fazer algo tão bárbaro com meu bebê.

 

— Mas eu sonhei com você papai. — suspirou ficando com um bico nos lábios.

 

— Você sonhou comigo? — Perguntei lerdo segurando em seu quadril tentando o manter quieto.

 

— Eu sempre sonho com você, já não aguento mais isso, eu pensei que ia passar, mas só aumenta, não me odeie por te amar demais. — Falou mordendo meu lábio inferior o puxando.

 

Foi então que todo os ciúmes excessivos e carência de Jungkook começou a fazer sentido. Eu não sei quando isso começou, se ele passou a ter esse sentimento em si quando eu voltei ou se já existia enquanto ainda somente nos falávamos por telefone e trocávamos fotos, apenas sei que me sentia perdido. Eu não odiava o Jungkook por me amar, mas me odiava por fazê-lo ter tais sentimentos por mim. Eu não queria corromper o Jungkook.  Ele é  a minha criança, o meu bebê, não importa qual é  a sua real idade.

 

— Jungkook...

 

— Eu não consigo me controlar mais Yoongi, por favor, não negue. — pediu me olhando nos olhos segurando meu rosto.

 

Era a primeira vez que ele me chamava pelo nome e isso soou completamente diferente, como se por um momento ele não fosse mais somente o meu filho. Eu não sabia o que fazer, porém a excitação não me ajudou e quando Jungkook me beijou eu apenas soube o corresponder.

 

Não conseguia mais me segurar, bolei na cama ficando por cima dele assim como ele havia me contado sobre o sonho.Alisei suas coxas as apertando, descendo  a minha boca para o seu pescoço dando alguns chupões o escutando gemer e eu estava cada vez mais excitado, meu pau pulsava implorando alívio, eu nunca tinha ficado com tanto tesão em minha vida.

 

Mas que porra, não é que o errado é mais gostoso mesmo?

 

— Yoongi, vamos foder. — pediu abraçando minha cintura com suas pernas rebolando contra minha ereção.

 

—Antes você tem que ser um bom menino e chupar meus dedos. — Falei roçando três de meus dedos sobre seus lábios, mesmo errando em continuar com aquilo, eu não podia machucá-lo de forma alguma.

 

Jungkook sorriu abrigando meus dedos em sua boca sugando-os lentamente deixando-me todo arrepiado. Jungkook ainda teve a ousadia de segurar em meu pulso simulando um boquete em meus dedos me deixando ainda mais louco para o foder. Mordi meu lábio fortemente olhando-o nos olhos e ele me encarava de uma forma intensa e muito excitante.  Tirei meus dedos de sua boca, com  a ajuda dele tiramos todas suas roupas e por fim levei meus dedos em direção a sua cavidade, roçando meus dedos sentindo ele pulsar.

 

— Ah vai logo. — pediu rebolando contra meus dedos lambendo o próprio lábio.

 

— Está com pressa, bebê? — Perguntei  pressionando dois de meus dedos dentro da sua cavidade sem o penetrar de fato o sentindo pulsar ainda mais.

 

— Sim, por favor, me fode logo. — pediu me olhando parecendo extremamente inquieto.

 

Mordi meu lábio com força não aguentando esperar muito tempo. Forcei meus dedos devagar sentindo certa resistência

 

— Não se tocou aqui pensando em mim? — perguntei surpreso.

 

— Eu deveria? — arqueou a sobrancelha sorrindo.

 

— Não sei nem o que pensar mais... — Murmurei me sentindo perdido empurrando meus dedos para dentro de si com calma tentando não o machucar, sorte que havia cortado as minhas unhas ontem mesmo.

 

— Hm isso é gostoso demais Yoongi. — gemeu deixando-me ainda mais inquieto.

 

Mordi meu lábio invadindo-o lentamente com o terceiro dígito. Jungkook gemeu mais alto e arranhou minhas costas com certa força me deixando ainda mais ansioso.

 

— Chega Yoongi. — pediu olhando-me nos olhos.

 

— Eu preciso te preparar direito. — falei suspirando alto.

 

— Eu já estou mais do que preparado. — falou sério.

 

— Eu não quero te machucar...

 

— Eu quero você agora, eu não sou mais criança, por favor. — Insistiu.

 

— Teimoso. — Reclamei retirando meus dedos de dentro de si, me ajustando melhor entre suas pernas.

 

— Eu sei o que estou pedindo não se preocupe quanto a isso. — pediu impaciente.

 

— Já entendi Jungkook. — falei segurando a minha ereção começando a me forçar contra a sua entrada.

 

—  Se eu te chamar de papai vai ser brochante? —  Perguntou encravando as unhas em meu dorso gemendo meio dolorido conforme eu me enterrava dentro de si. Eu não sabia dizer se era brochante ou se era excitante, eu estava com tantas dúvidas agora.

 

— Eu não sei. — falei sendo sincero fechando os olhos sentindo ainda mais prazer conforme me enterrava dentro de si.

 

— Eu gosto de te chamar de Yoongi, mas gosto de te chamar de papai também. — Comentou apertando minhas costas com força abraçando minha cintura com as pernas me puxando. Gemi em prazer quando eu o penetrei por completo fazendo-o gemer em dor.

 

— Droga eu não queria que sentisse dor. — falei suspirando abraçando-o com força.

 

— Eu não ligo pra dor, eu quero muito isso.  — Afirmou mordendo o meu ombro com certa força o que foi bem doloroso. Será que essa era uma forma de ele descontar o que estava sentindo? — Você é maior, mais grosso e gostoso do que no meu sonho. — comentou rebolando lentamente contra meu quadril.

 

Eu sempre tive um fraco por falar obscenidade durando o sexo e o fato de ser o Jungkook me dizendo aquelas coisa me dava mais desejo de fode-lo com força. Usei tudo que sobrava da minha sanidade para me manter imóvel enquanto ele se acostumava. Eu já estava fazendo algo muito errado em foder com meu próprio filho e o machucar não estava nos meus planos.

 

Beijei seus lábios tentando o distrair enquanto minha mão o masturbando com calma. Jungkook gemeu de uma forma manhosa deixando-me todo atiçado com esse seu jeitinho. Quando achei seguro comecei a me mexer, a princípio rebolando em sua direção querendo o alargar mais

 

— Yoongi é tão gostoso. — falou em meio a um alto gemido se remexendo rebolando em minha direção também.

 

— Assim fica difícil me segurar. — falei gemendo em prazer por sentir o quanto ele era apertado.

 

— Então não se segura, eu quero que você me foda. — Disse e essa foi a gota d'água.

 

Agarrei sua cintura com mais força começando a me mover em um vai vem primeiramente lento, escutando Jungkook gemer o que me deixava com ainda mais tesão. A ficção dos nossos corpos juntos era uma sensação extremamente gostosa.

 

— Papai mais forte. — pediu cravando suas unhas em minhas costas arranhando com força me causando uma ardência extremamente excitante.

 

Apertei o seu quadril desta vez, movendo-me com mais força, indo ainda mais fundo em seu interior quente e apertado, escutando um quase grito de prazer quando aceitei um determinado local, ele ficou tão mais apertado que eu gemi mais alto que o normal.

 

Encontrando a sua próstata agora eu tinha um lugar para mirar. Praticamente surrei aquela área com o meu pênis. Pensei que ia ficar surdo com os gritos de Jungkook, que apesar de altos eram extremamente excitantes. Eu nunca pensei que  poderia sentir tanto prazer na minha vida, Jungkook estava me enlouquecendo com a sua voz e principalmente com o seu corpo.

 

— Deixa eu cavalgar em você. — Jungkook pediu olhando-me nos olhos chamado a minha atenção.

 

— Você só pode estar querendo me matar. — Falei quase sem fôlego  saindo de dentro de Jungkook me sentando na cama encostando na cabeceira.

 

— De prazer sim, papai. —Falou o final com um sorrisinho sapeca que me tirou todo o restante de ar que eu tinha me fazendo respirar fundo tentando não o atacar e deixar ele fazer o que queria.

 

— Vem aqui bebê, vem brincar com o seu papai. — O chamei perdendo toda a sanidade e a consciência do que era ou não era certo. Foda-se, se vou para o inferno que eu começasse a queimar desde agora.

 

Jungkook mordeu o lábio subindo em cima do meu corpo segurando meu pênis enquanto se empinava sem deixar de me olhar nos olhos, porra ele iria me matar hoje. Ele riu descendo o seu quadril para baixo, me fazendo sentir o seu interior gostoso e quente novamente. Fechei meus olhos sentindo ele rebolando lentamente em meu colo assim que ele se sentou.

 

— É tão gostoso. — gemeu arranhando meu peito com força deixando-me todo inquieto.

 

Apertei as nádegas de Jungkook as separando para facilitar que ele se movesse. Logo ele começou a subir e descer devagar, arrancando gemidos de nós dois.

 

— É mais gostoso do que no seu sonho? — perguntei não resistindo em dar um forte tapa em sua bunda.

 

— Muito mais gostoso. — respondeu em meio a um quase grito de prazer.

 

O beijei com vontade, gemendo contra a sua boca por conta dele rebolar e cavalgar com ainda mais vontade em meu colo. Não consegui me segurar por muito tempo o empurrei derrubando-o na cama saindo de dentro de si o virando de lado como ele havia dito que fizemos no sonho. O abracei pelas costas o apertando contra o meu corpo me enterrando dentro de si novamente começando a me mover contra si assim como Jungkook rebolava em minha direção.

 

— Ah papai me fode bem gostoso. — pediu empurrando o seu quadril para trás.

 

— Você sonhou comigo te fodendo de quatro? — perguntei mordendo a sua nuca notando que ele havia se arrepiado.

 

— Não nesse sonho, mas em outros sim. — Respondeu rebolando ainda mais em minha direção e naquela posição era um pouco difícil.

 

— Fica de quatro pro papai. — mandei parando de me mover saindo de dentro de si dando um forte tapa em sua coxa.

 

Jungkook não demorou em se ajeitar na cama, ficando de quatro, olhando para mim sobre o ombro. Logo me ajoelhei atrás de si.

 

— Você me quer dentro de você de novo? — perguntei esfregando minha glande em sua entrada querendo que ele implorasse para sentir prazer.

 

— Ah Yoongi para de ser malvado, me fode logo — Exigiu empurrando seu quadril para trás.

 

— Você está com muita pressa, não acha? — sorri de lado o penetrando apenas com minha glande fazendo-o gemer.

 

Jungkook negou com a cabeça empurrando seu quadril pra trás me fazendo o penetrar por sua causa.

 

— Que apressado. — falei  rebolando na sua direção apertando a sua cintura com força vendo-a ficar marcada com meus dedos.

 

Passei a me mover com mais força, conseguindo o atingir bem fundo naquela posição, Jungkook gemia palavras desconexas, movendo seu quadril contra o meu buscando por mais contato. A cama passou a fazer alguns rangido por conta da nossa movimentação sobre ela.

 

— Você vai gozar dentro de mim papai? — perguntou me olhando sobre o ombro.

 

— Você quer isso? — perguntei chocando meu quadril contra o seu com mais força.

 

—  Eu quero muito. —  Disse em meio aos gemidos e notei ele se abaixar, deixando de segurar o seu peso com os braços deitando o seu tronco ficando ainda mais empinado para mim, aquela era a visão do paraíso.

 

—  Eu vou dar o que o meu bebê quer. —  Falei me movendo mais rápido sentindo ainda mais tesão ao ver meu pênis aparecer e sumir para dentro de si, a cavidade de Jungkook me engolia, se contraia me dando ainda mais prazer, eu estava tão miseravelmente próximo ao meu limite e mesmo assim ainda queria me mover mais e mais, como se uma única vez não fosse o suficiente para matar o meu desejo. Com o passar do tempo não demorou muito para eu me desfazer dentro dele o preenchendo por completo acabei quase caindo sobre o seu corpo.

 

— Ah Yoongi me faz gozar agora. — pediu rebolando lentamente contra mim.

 

Sai de dentro dele o virando de barriga para cima me abaixando, segurando em seu pênis o colocando em minha boca por completo, mesmo que fosse sufocante, passando a chupá-lo com vontade. Jungkook gemeu meu nome quase gritando enroscando seus dedos em meu cabelo. Ele empurrava seu quadril e puxava minha cabeça ao mesmo tempo me deixando sem ar quando ele se desfez em minha boca.

 

Engoli todo seu gozo com certa sacrifício já que eu não conseguia respirar direito e por conta disso quase agradeci quando ele soltou o meu cabelo. Respirei fundo sentindo o que restou de seu gozo escorrer pelos cantos da minha boca. Foi aí então que a culpa se fez presente. O que eu  havia deixado acontecer com o meu próprio filho? Eu era o pior pai da história do mundo.

 

— Ah eu te amo muito pai. — falou me puxando fazendo-me deitar sobre si enquanto ele me abraçava com força.

 

— Jungkook me perdoa... — Pedi sentindo vontade de chorar por saber que toquei em meu próprio filho daquela maneira. Ele deveria sentir nojo de mim e não dizer que me ama.

 

— Pelo que papai? — perguntou confuso segurando meu rosto me olhando nos olhos.

 

— Eu nunca devia ter feito isso. — falei engolindo em seco o olhando nos olhos.

 

— Deveria sim, porque eu quis e eu quero. — Rebateu me abraçando com força.

 

— Mas isso é errado. — sussurrei.

 

— Não é errado porque eu queria isso e muito. — falou sério.

 

Suspirei não sabendo o que dizer ou o que fazer, eu não podia ficar negando ainda mais que eu queria. Jungkook segurou meu rosto e me beijou. Não podia deixar de corresponder. Mesmo que fosse errado estar com ele, seria ainda mais errado se eu o magoasse.

 


Notas Finais


Eu particularmente nao gosto mais de incesto como antes porque eu gosto na ficção, mas na vida real é um tema muito polemico e eu não tenho propriedade pra falar de um assunto assim. Então incestos meu solo no máximo que terão será entre primos e irmãos.

Enfim, gostaram?

Até uma próxima YoonKook?


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