História Daddy - Kim Namjoon - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Rap Monster
Tags Bts, Drama, Drogas, Hentai, Rap Monster Kim Namjoon, Sexo
Visualizações 248
Palavras 878
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sorry pela demora, como disse antes estou meio sem tempo de postar todos os dias e tal mas espero que gostem do capitulo de hoje e não me matem ;3 kkkk

Capítulo 8 - Nobody's Home


Fanfic / Fanfiction Daddy - Kim Namjoon - Capítulo 8 - Nobody's Home

Os dias iam passando e Namjoon procurava cada vez mais melhorar, algumas vezes parecia ter algumas recaídas, ele e a enfermeira pareciam ter uma relação boa, sempre que conversavam estavam rindo e brincando um com o outro, enquanto minha relação com ele estava muito abalada, ele dizia estar assim por conta do que ocorreu, diz estar com muita vergonha e sem graça comigo, eu mal ficava em casa, todos os dias era um silencio e aquilo me matava então procurei um emprego para ocupar minha cabeça, saia de casa cedo e só voltando quando estava quase amanhecendo. Os garotos iam quase todos os dias o visitar dando o maior apoio no tratamento.

Dirigia devagar pelas ruas ouvindo alguma musica calma no rádio, parei o carro na porta de casa pois logo iria sair com Nam pra casa do Jimin, desci do carro peguei minha bolsa no banco de trás e entrei em casa.

- Nam cheguei ! -olhei em volta e a casa estava em silêncio, com várias luzes apagadas. - Namjoon ? - ouvi uma risada no andar de cima, parecia ser a dele, subi as escadas devagar parando em frente a porta do meu quarto abri a porta devagar.

- MAIS QUE MERDA É ESSA ? - disse encarando a enfermeira sentada no colo do Namjoon em beira a cama. Os dois se assustaram e ela logo se levantou. 

- Anne n-não é nada disso que você está pensando. Por favor me deixa explicar. - ela disse apontando as mãos com medo.

-Anne, amor calma por favor. -Namjoon disse vindo em minha direção com a boca borrada de batom. - Eu posso explicar. -ele segurou em meus ombros.

- Sai de perto de mim. - empurrei ele.- EXPLICAÇÃO ? VOCÊ TÁ ME TRAINDO COM ESSA VAGABUNDA E AINDA QUER ME EXPLICAR ? -o encarei.- AGORA ENTENDI O PORQUE VIVIAM RINDO E QUANDO EU ESTAVA PERTO FICAVAM CALADOS. SEU IDIOTA. - disse jogando o vazo de flor que estava em do criado mudo na parede do lado do Nam.

- Senhora Anne por favor se acalme. - a garota veio andando pro meu lado tentando me segurar. - Vou te dar alguns calmantes.

-Calmantes o caralho. - disse dando um tapa na cara dela.- Vagabunda. -encarei Nam. - Acabou.

Fui em direção ao closet puxando a porta comecei a jogar minhas roupas em uma mala qualquer de qualquer jeito enquanto Namjoon tentava me segurar.

-Por favor Anne, não faz isso, eu sei que errei. Foi só um beijo, não aconteceu mais nada entre eu e ela, por favor. - ele me puxo pelo braço e segurou na minha cintura colando sua testa na minha.- Eu te amo minha pequena. - ele tentou me beijar.

Empurrei ele com força chorando. - ME AMA ? ME AMA DESSE JEITO ? IDIOTA OLHA TUDO O QUE EU FIZ POR VOCÊ, FIQUEI DO SEU LADO NO PIOR MOMENTO DA SUA VIDA, TE APOIEI EM TODOS SEUS ERROS E OLHA BEM O QUE VOCÊ FEZ ? - fechei a mala e sequei minhas lágrimas. - Seu tormento acabou Kim Namjoon, seja feliz sozinho, aliás um drogado feliz sozinho. -sorri sem vida.

Ao ouvir minhas ultimas palavras a fúria tomou conta de Namjoon e o vi tornar o monstro que por muitos dias não via, ele me deu um soco na boca me fazendo cair no chão sentindo o gosto de sangue tomar conta de mim. - OLHA COMO VOCÊ FALA  VAGABUNDA. EU TE DEI ISSO TUDO, VOCÊ NÃO ERA NADA SUA INGRATA. -ele desferiu outro soco no meu rosto acertando em cheio meu nariz.- EU TE FIZ MULHER, EU TE DEI UMA VIDA, TE DEI LUXO, DINHEIRO, TE DEI TUDO. - ele desferiu vários outros socos em meu rosto e quando parou de falar segurou meu cabelo e me levantou até perto de seu rosto. - Você mereceu ser traída. Você me abandonou nessa casa sozinho em tratamento e foi ser piranha na rua. - ele me soltou e desferiu um chute na minha barriga me largando sozinha no quarto com aquela piranha que nem se importou com a cena, me encarou sangrando no chão com uma cara de vitória e saiu do quarto rindo. 

Fiquei deitada no chão por alguns minutos até recuperar minhas forças e levantar do chão, passei a mão no meu nariz o senti o quanto estava inchado, sai devagar, mancada e arrastando minha mala até o carro, fechei a porta e me tranquei dentro, liguei a rádio e tocava uma música triste... 

''Ela quer ir pra casa, mas não há ninguém em casa

É aí que ela se encontra, destroçada por dentro

Sem ter para onde ir, sem ter onde ir

Para secar suas lágrimas, destroçada por dentro

 

Os sentimentos ela esconde

Os sonhos ela não consegue achar

Ela está perdendo a cabeça

Ela ficou pra trás

Ela não consegue achar seu lugar

Ela está perdendo a sua fé

Ela caiu em desgraça

Ela está despedaçada''

Prestei atenção na letra e cai em prantos, minhas lágrimas desciam por meus machucados causados pela surra que levei e ardiam me fazendo chorar mais, me encarava no espelho do carro e não conseguia pensar em nada ah não ser pra onde eu iria, o que eu faria e como faria.


Notas Finais


Espero que gostem meus chuchus


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