História DADDY - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Tags Daddy
Exibições 125
Palavras 1.974
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ai está mais um capitulo, espero que gostem 😚

Capítulo 3 - Because I'm your teacher, Kelsey


Fanfic / Fanfiction DADDY - Capítulo 3 - Because I'm your teacher, Kelsey

Kelsey Young P.O.V

Nervosismo

Essa palavra me define nesse momento, já estou a caminho da festa. A cada segundo me pergunto se deveria mesmo ter vindo. faz anos que não vou a uma festa, assim cheia de adolescentes da mesma idade que eu, faz anos que eu não sei oque é  me divertir.

Chega bateu uma saudade de quando eu tinha 13 anos de idade.

Quando eu era mais nova eu tinha um fogo na tcheca, que nem mesmo eu sei da onde que vinha. Porém tudo isso acabou quando eu completei 16 anos, e no lugar de todo aquele fogo que eu sentia veio a vergonha.

Outra palavra que me define nesse momento é curiosidade, você não tem noção de como eu estou curiosa pra saber qual foi o ser que comprou a minha fantasia.

Vou sair por ai como uma louca procurando por um batman.

— chegamos - Stephanie disse ao estacionar —  está nervosa ?

Ste estava linda, a fantasia caiu super bem nela, até a cor do seu cabelo a ajudaram a ficar mais linda.

— muito - respirei fundo — você tem alguma ideia de quem comprou a minha fantasia ?

— não - ela negou com a cabeça —  só é chegar e procurar por um batman.

—  eu sei - sorri — estou bonita ? - abri os braços apontando para mim.

— você está gostosa - ela riu.

— você também está - ri junto com ela.

Eu posso ser super envergonhada com todos, menos com a Ste, ela pode até ser uma patricinha, mas ela é uma das poucas pessoas que eu realmente confio.

— vamos ? - ela olhou pra mim com um sorrisinho.

— vamos - disse mais para mim mesma do que pra responde-la.

Saímos do carro, o som estava um pouco abafado, havia algumas pessoas no jardin bebendo, e algumas já estavam até se pegando. Quando perceberam a nossa presença, eles nos olhavam como se quisessem nos engolir.

— relaxa - Ste disse quando percebeu que eu estava muito nervosa — eles estam te achando linda.

— tem certeza ?

Apesar de muitos me disserem que eu sou linda, eu não consigo acreditar. Uma vez já me falaram o contrário, e eu realmente me importava com oque a tal pessoa achava de mim.

— tenho - ela balançou a cabeça positivamente — agora vamos entrar, e conhecer o dono da festa. Me disseram que ele é mais velho - Ste sorriu maliciosa.

Quando eu tinha 13/14 anos tinha uma queda por homens mais velhos, não digo adolescentes de 16 anos, digo realmente homens mais velhos, com 26 anos de idade.

— pare com isso, Ste - ri. Caminhamos até a entrada da casa.

Entramos, e o som chegava a ser quase insuportável. Também havia varias pessoas sentadas nos sofás, - sim, havia mais de um sofá - havia outras pessoas que estavam quase...

— olá, você deve ser o Ryan - Ste sorriu para um homem loiro que estava conversando com mais outros dois.

Sim! Ele era um pouco mais velho.

— sim, sou - ele se levantou e cumprimentou Ste.

— eu me chamo Stephanie, e essa daqui é a minha amiga, Kelsey - ela apontou pra mim.

— oi gatinha - ele sorriu.

— oi - senti minhas bochechas esquentarem por causa do apelido.

— o seu batman está na cozinha - o tal Ryan sussurrou em meu ouvido quando estava me abraçando — esses são Chaz e Chris - apontou para os outros dois - falou em voz alta como se não tivesse me falaro nada.

— foi um prazer conhecer vocês - Ste disse sem tirar o sorriso do rosto.

— o prazer foi todo meu - os três disseram em uníssono.

— Ste, vamos pra cozinha ? - meio que implorei.

Ryan riu do meu desespero.

— claro - Ste me olhou sem entender — tchau meninos.

Andamos um pouco pela casa, até que finalmente encontramos a cozinha.

— porquê queria vir a... safada - ela bateu de leve em meu ombro.

Ele estava lá, apoiado no balcão com os braços cruzados, havia outras pessoas na cozinha, mas eles era quem mais se destacava.

—  eu precisava descobrir - sorri boba.

— vai lá - ela praticamente me empurrou — vou procurar o Richard - ela disse e saiu da cozinha.

Algumas pessoas me olhavam enquanto eu andava até ele, que estava com o celular na mão, dava pra ouvir as pessoas cochichando: "são um casal", "será que eles combinaram ?"

— oi - disse quando me aproximei dele.

Ele desviou a atenção do celular, e direcionou seu olhar a mim. Ele mordeu o lábio ao ver que estava usando a fantasia que ele escolheu.

— você está gos... está linda Kelsey - ele colocou o celular no balcão atrás dele.

Sua voz era rouca, eu posso jurar que já ouvi ela antes, em algum lugar, só não me lembro aonde exatamente.

— obrigada - sorri — obrigada também pela fantasia.

— que isso, Kelsey - ele molhou os lábios com a língua.

Infelizmente ele estava usando uma máscara, oque dificultou eu reconhece-lo.

— me desculpe, mas não te reconheci. Quem é vc ?- olhei em seus olhos, que só agora pude ver que é um castanho claro.

— eu não vou dizer - ele trocou as posições, me fazendo ficar encostada no balcão.

Ficamos um tempo nos encarando, sem dizer uma palavra. Ele começou a aproximar seu rosto do meu cada vez mais.

— tem vodca ? - sorri sem graça.

— tem - ele colocou suas mãos em minha cintura e me pressionou contra o balcão.

Na verdade eu não estava ligando pra vodca nenhuma, e nem nunca bebi, mas precisava pensar em uma coisa rapida, então, a primeira coisa que me veio na cabeça foi isso.

Eu estou muito, muito nervosa. Não sei nem oque está me acontecendo, e o porquê de todo esse nervosismo.

— vai querer ?

— oque ? - cruzei o cenho.

— vodca - ele riu.

— sim - sorri sem graça.

— fica ai - ele apertou mais a minha cintura, e me levantou, fazendo eu ficar sentada no balcão.

O cara que eu ainda não sei o nome foi até a mesa, pegou um copo vermelho de plástico, e trouxe pra mim.

— não sabia que bebia - ele me entregou o copo, ficando no meio das minhas pernas.

— na verdade, eu nunca bebi - olhei o conteúdo dentro do copo.

— ah, então bebe ai, você vai gostar - ele mordeu o lábio.

— ok - disse colocando o copo na boca, depois inclinei a cabeça pra trás bebendo todo o líquido de vez, oque me fez apertar os olhos com força.

É bom, mas isso é como se estivesse rasgando a minha garganta.

— acho que pra você é melhor uma cerveja - ele riu.

— também acho - ri junto com ele.

Ficamos um tempo nos encarando, e aquele silêncio - chato que a gente sabe oque vem depois - tomou conta do ambiente. Como previ, ele foi se aproximando o rosto do meu.

Eu quero, mas agora não é a hora.

— você é amigo do Ryan ? - foi a primeira coisa que me veio na cabeça.

Vi ele apertar o punho com força, e me olhar bravo.

— sou - ele disse seco.

— me desculpe, é que... - me interrompeu.

— de boa, é só que não é legal levar dois foras da mesma garota - ele riu sem graça.

— eu sei, mais vai com calma ta ? É só isso que eu te peço - sorri sem jeito — que tal se a gente fosse curtir a festa ?

Nem tinha reparado, mas não tinha mais ninguém ali naquela cozinha, apenas eu e ele.

— pode ser - ele pegou em minha cintura, e me arrastou até eu estar com os pés no chão.

— não fica bravo - disse quando eu percebi que ele evitava me olhar.

— eu não estou.

— está.

— é só que... - aproximei minha boca da sua, fazendo ele me olhar confuso.

Ficamos um tempo apenas curtindo os lábios um do outro ainda sem línguas, mas ai ele pediu passagem e eu cedi de boa vontade. Ele me pressionou mais contra o balcão, e apertou minha cintura, me fazendo arfar entre o beijo. Estava maravilhoso, mas precisávamos de ar e acabamos nos afastando.

— uou - escutamos alguem dizer.

Olhamos na direção da entrada da cozinha, e Ste estava lá encarando tudo aquilo com  uma certa admiração no rosto.

— me desculpa,  ela é sempre chata assim - eu sussurei ainda com a respiração acelerada apenas para o batman ouvir.

— tudo bem - ele riu fraco — conheço pessoas iguais a ela.

—  atrapalho ? - a ruiva perguntou com puro sarcasmo em sua voz.

— de forma alguma - Batman disse no mesmo tom.

—  ótimo, porquê eu vim chamar vocês pra curtirem a festa - a ruiva colocou as mãos na cintura.

— ja chamou ? Agora vaza - agora foi a minha vez de se pronunciar.

(...)

Já não estava mim sentindo nada sóbria, já havia perdido as contas de quantos copos de vodca já tinha bebido, e me encontrava no mesmo lugar.

Na cozinha.

Eu e o Batman, resolvemos continuar-mos aqui, e imagina oque ficamos fazendo ? Exatamente, nós ficamos nos engolindo - essa foi a forma que Ste denominou oque estávamos fazendo.

Senti ele descer os beijos para o meu pescoço, me fazendo arrepiar.

Seni-lo dentro de mim, isso que eu quero, e eu quero agora.

— Kelsey ? - ouvi a voz de Stephanie.

— fala - revirei os olhos, ainda sem lhe dar atenção.

— precisamos ir pra casa - lhe encarei com os olhos arregalados.

— porquê ?

— vamos Kelsey, não discuta comigo - a ruiva bateu o pé no chão, mostrando que estava muito irritada.

Eu não queria ir, mas se tivesse acontecido alguma coisa com a Ste eu precisava ir embora.

Droga, Ste estragando os meus planos

— tudo bem se eu for ?- desviei meu olhar para batman, que apenas observava a nossa pequena conversinha.

— sim, já passou da sua hora - ele apertou mais a minha cintura, e me arrastou até que eu estivesse com o pé no chão.

— ok - molhei os lábios — não vai mesmo me dizer seu nome ? - Pedi pela milésima vez nesta noite.

— se eu dizer, promete não ficar brava ? - ele tinha uma certa preocupação em sua voz.

— porquê eu ficaria brava ? - mordi o lábio inferior, totalmente sem entender porquê ficaria brava por esse motivo.

— só promete - ele olhava em meus olhos, sem desviar para nenhum outro lugar.

— ta, eu prometo - balancei a cabeça — só não entendo porquê ficaria brava.

— porquê eu sou seu professor, Kelsey - sua voz tinha tristeza, e ele tirou a máscara quando terminou de falar.

Meus olhos se arregalaram ao ver quem ele realmente era, levei minha mão a boca em descrença.

O professor de ciências, ele era o Justin esse tempo todo.

— eu não acredito - murmurei sentindo meus olhos marejarem.

—  me desculpa, Kelsey. Me deixa explicar - em sua voz tinha desespero.

— não - empurrei ele de leve — vamos Ste.

— por favor, Kelsey - ouvi ele dizer, mas eu não conseguia encara-lo. Nesse momento eu estava tomada pela raiva, pela vergonha, e pela tristeza.

— não - disse seca — eu sei que eu prometi não ficar com raiva, mas me deixa ter um tempo pra pensar, tudo bem ?

Fui até Ste que encarava aquilo sem expressão alguma no rosto, provavelmente ela já sabia, só estava tentando me dizer.

— vamos Ste.

(...)

— quer que eu entre com você ? - Ste disse ao estacionar na frente da minha casa.

— não precisa, eu quero ficar sozinha - dei  a ela um olhar desesperado pra que ela entendesse que eu realmente queria aquilo.

— tudo bem, amanhã conversamos. Ok ?

— ok.

Sai do carro, e abri a porta da minha casa. Graças a Deus meus pais a essa hora já estão dormindo, e não vão me ver neste estado.

Entrei no meu quarto, e quando vi que estava realmente sozinha, eu desabei em lágrimas.

E tudo que passava em minha cabeça era: "tudo que ele queria era mais uma na cama dele"


Notas Finais


Desculpem pela imagem safada 😂😂


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