História Daddy and Me - Capítulo 32


Escrita por: ~

Postado
Categorias Sasha Pieterse, Shay Mitchell
Personagens Sasha Pieterse, Shay Mitchell
Tags Ashley Benson, Babies, Camren G!p, Emison, Sashay, Sashay G!p, Sparia, Tyler Blackburn
Visualizações 95
Palavras 2.415
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Fluffy, Hentai, Luta, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


...

Capítulo 32 - Under You


Fanfic / Fanfiction Daddy and Me - Capítulo 32 - Under You

Já em Coconut Grove, Miami, mas especificamente na mansão Edwards, no quarto da proprietária, uma castanha se levantava aos poucos, pois não queria acordar a namorada. Ela sentia sua visão ficar embaçada e sua cabeça girando.
Havia algumas semanas que ela estava sentindo tais sintomas esquisitos, mas nada comentara com Perrie, pois sabia que levaria uma senhora bronca da mais velha. E também por ter um leve receio em comprovar suas suspeitas do que poderia ser.

- Jade, o que houve?
- não é nada, só preciso ir ao banheiro.
- hm...

Gemeu a loira ainda sonolenta, mas logo se sentou na cama. Em seguida Jade se levantou de uma única vez, porém retorna assim que senti sua vista embaçar novamente, impossibilitando-a de sair dali. No entanto, aquele movimento brusco foi o suficiente para que deixasse uma britânica de olhos verdes, desconfiada com a saúde de sua namorada.

- Jade, aconteceu algo que não quer me contar?

Inquiriu a Edwards enquanto abraçava Jade por trás, e esta lhe fitou de maneira assustada.

- sim, mas não tenho certeza.
- como assim?
- já tem algumas semanas que eu já venho sentindo tonturas e enjoos frequentes.
- você sabe que eu amo crianças, né?
- sei, amor.
- e se você estiver realmente grávida, eu vou amar cuidar deste bebê.
- e de mim?
- de você, eu já cuido, princesa.

Falou Perrie sorrindo para sua amada, que logo capturou seus lábios contra os dela.









(...)









Enquanto isso em Upper West Side, mas necessariamente na mansão Sashay. Naquele inicio de tarde, a temperatura de New York subiu todos os termômetros climáticos, fazendo Manhattan ultrapassar de Los Angeles, que estava sendo comparado à um cubo de gelo em comparação a outra cidade.


Ainda na mansão Sashay, ambas estavam dentro do elevador, conversando sobre qualquer assunto aleatório enquanto aguardavam o elevador levarem-nas até a ala de esportes da mansão. A dupla estava sozinha na propriedade, já que os gêmeos haviam ido passear com os avós maternos biológicos, os Canning Davis.

- misericórdia!
- o que foi, Shay?
- Manhattan ficou mais quente que L.A., ou é apenas impressão minha?
- agora que você falou...

Disse Sasha notando o quão quente aquele ambiente estava.

- espero que esse elevador chegue logo.
- elevadores me trazem boas lembranças..
- o que você quer dizer com isso?
- se você calar essa boca, e usá-la para me beijar, eu agradeço.
- só se for agora!




Sasha Pov. On.:





Shay largou a mochila no chão do elevador e se ocupou da tarefa de tirar meu top. Eu estava batendo nas  mãos  dela quando  a porta  se abriu  e ela apanhou de volta a sacola. Mas em vez de irmos para a ala da academia, fomos para uma sala de descanço que havia do lado. Então Shannon sacou a chave daquela sala de algum lugar e, um instante depois, estávamos dentro do cômodo.
Não  perdi  tempo:  enfiei  as  mãos  sob  sua  camiseta  para  sentir  sua  pele  úmida  e  a rigidez dos músculos por baixo dela.

- Tire a roupa. Agora.

A diaba deu uma risada ao tirar os tênis com os pés e arrancar a camiseta. Meu Deus... a visão do corpo dela daquela maneira, depois que  sua bermuda foi ao chão — era de derreter os neurônios. O tempo foi generoso com Shay, não que na época que nos conhecemos ela não era gostosa, porém nos dias atuais... Ela estava uma deusa grega, a minha deusa grega. Só minha e de ninguém mais.
Agora voltando para seu corpo...  Não havia o mínimo excesso em parte nenhuma, apenas massas compactas de músculos. Ela tinha barriga de tanquinho e aquele V sexy apontando para a pélvis que se chamava de Quadril de Apolo. Shay era  uma  espécime feminina em estado bruto, a encarnação de tudo o que eu cobiçava, fantasiava e desejava.

- Acho que morri e fui pro céu
- Você ainda está vestida.

Retrucou ela quando atacou  minha  roupa, arrancando  meu  top  antes  que eu pudesse respirar. Minha calça foi abaixada com força, e eu tirei os tênis com tanta pressa que perdi o equilíbrio e caí na cama. Mal havia recuperado o fôlego e ela já estava em cima de mim.
Rolamos  engalfinhados  na  cama.  Em  todo  lugar  que  ela  me  tocava,  deixava  um rastro  de  calor.  O  cheiro  límpido  da  sua  pele  depois  da  malhação  era  um  afrodisíaco intoxicante por si só, incitando meu desejo por ela até as raias da loucura.

- você é tão linda, Sash.

Ela apertou  um  dos  meus  seios  antes  de  abocanhar  o mamilo. Soltei  um  gemido  bem  alto  ao  sentir  a  onda  de  calor  e  o  toque  de  sua  língua, derretendo a cada movimento leve de sucção. Minhas mãos percorriam avidamente sua pele úmida,  apalpando  e  apertando,  procurando  pelas  partes  que  a  fariam  urrar  e  gemer. Entrelacei minhas pernas na dela e tentei fazê-la rolar para que eu ficasse por cima, mas ela era pesada e forte demais. Logo ela levantou a cabeça e sorriu para mim.

- Agora é a minha vez.

O  que  eu  senti  naquele  momento,  vendo  seu  sorriso e  o  afeto  nos  seus  olhos,  foi quase  doloroso  de  tão  intenso.

- Shan...

Ela me  deu  um  beijo  profundo,  passando  a  língua  pela  minha  boca  bem  à  sua maneira.  Imaginei  que  ela  seria  capaz  de  me  fazer  gozar  apenas  me  beijando,  caso  aquilo continuasse  por  mais  tempo.  Tudo  nela me  deixava  com  tesão,  desde  sua  aparência  e  o toque do seu corpo sob minhas mãos até o modo como ela me olhava e encostava em mim. Sua  avidez  e  os  sinais  silenciosos  que  ela  emitia  em  seu  desejo  de  possuir  meu  corpo,  a impetuosidade  com  que  ela  me  dava  prazer  e  extraía de  mim  seu  prazer,  tudo  isso  me deixava nas nuvens.
Percorri com as mãos seus cabelos sedosos. Os nossos mamilos se chocando um contra o outro e o  toque  do seu  corpo  rígido  era  mais  que suficiente para me deixar molhada e louca para dar.

- adoro seu corpo.

Sussurrou Mitchell, passeando com  sua  boca  do  meu  rosto  para  a minha  garganta.  Sua  mão  acariciava  meu  corpo,  alternando-se  entre  os  seios  e  os  quadris.

- Não me canso de admirá-lo
- Você ainda não desfrutou dele o bastante
- acho que nunca vou me fartar dele.

Mordendo  e  lambendo  meu  ombro,  ela foi um  pouquinho  mais  para  baixo  e  agarrou  um  dos  meus mamilos  com  os  dentes.  Ela  o apertou,  e  a  leve  pontada  de  dor  me  fez  arquear  as costas  e  gemer  alto.  Ela  compensou  a mordida  com  uma  leve  sucção,  depois  foi  abrindo  caminho  aos  beijos  mais  para  baixo.

- Então me fode
- ainda não.

Ela murmurou, indo mais para baixo, circundando meu umbigo com a ponta da língua.

- Você não está pronta.
- Quê?  Meu  Deus...  não  dá  pra  ficar  mais  pronta  que isso.

Eu  puxei  seus  cabelos, numa tentativa de trazê-la de volta para cima. Mas Shay agarrou  meus  pulsos  e  os  apertou  contra  o  colchão.

- Você  tem  uma bocetinha  apertadinha, Sasha, principalmente depois de 5 anos. Se  não  estiver  totalmente  molhada  e  relaxada,  vou  machucar você.

Um  violento  tremor  de  excitação  atravessou  meu  corpo. Shay me  deixava  louca de  tesão  quando  falava  daquele  jeito.  Ela voltou  a deslizar  lá  para  baixo,  e  eu  fiquei  toda tensa.

- Shan, não. Nem tomei banho.

Ela enfiou  o  rosto  entre  as  minhas  pernas,  e  eu  me  contorci  contra  seu  toque, repentinamente  vermelha  de  vergonha  enquanto  ela  mordia  de  leve  minhas  coxas.

- Não. Por favor. Você não precisa fazer isso.

Seu olhar paralisou meus movimentos frenéticos.

- I want you, Sash!

Passei   a   língua   pelos   meus   lábios   ressecados,   tão excitada   por   sua   volúpia animalesca  que  não  consegui  dizer  uma  única  palavra.  Ela soltou  um  gemido  suave  e mergulhou  de  cabeça  na  umidade  do  meio  das  minhas  pernas.  Sua  língua  abriu  caminho para dentro de mim, lambendo e separando os tecidos sensíveis. Meus quadris se remexiam sem parar, meu corpo implorava silenciosamente por mais. A sensação era tão boa que tive vontade de chorar. O  toque  aveludado  de  sua  língua  chacoalhava  meu  clitóris  excitado,  e  eu  enterrei minha cabeça no travesseiro.

- Isso. Assim mesmo. Me faz gozar..

Foi o que ela fez, alternando entre leves sucções e lambidas com a língua enrijecida. Tremi  toda  quando  o  orgasmo  invadiu  meu  corpo,  sentindo  espasmos  violentos,  com  os membros fora de controle. Sua língua entrava no meu sexo em meio às minhas convulsões, gemendo ao ritmo daquela penetração rasa, tentando entrar ainda mais fundo. Seus gemidos reverberavam  na  minha  pele  sensível,  prolongando  ainda  mais  o  clímax.  Lágrimas  caíram dos meus olhos e escorreram pelas têmporas. O prazer físico destruiu todas as barreiras que mantinham meus sentimentos sob controle.
E Shay não  parava.  Continuava  a  circundar  com  a língua  a  trêmula  porta  de entrada  para  meu  corpo,  lambendo  meu  clitóris  super estimulado  até  que  eu  esquentasse novamente. Dois dedos seus entraram em mim, curvados e inquietos. Eu estava tão sensível que me contorci diante da nova investida. Quando ela avançou sobre meu clitóris com um movimento contínuo e ritmado, eu gozei de novo, soltando gritos e gemidos roucos. Depois disso ela enfiou três dedos em mim, remexendo-os e me abrindo inteirinha.

- don't!

Sacudi a cabeça de um lado para o outro, sentindo cada canto do meu corpo queimar.

- já chega.
- Mais uma vez. Mais uma vez e depois eu te como.
- Eu não aguento..
- Aguenta, sim.

Aquela Demônia soprou  um  jato  de  ar  frio  sobre  minha  pele  molhada,  o  que reacendeu  minhas  terminações  nervosas.

- Adoro  ver  você  gozar, Sash. Adoro  ouvir  seus gemidos, sentir seu corpo se contorcer...

Ela massageou  um  ponto  sensível  dentro  de  mim,  e  um  orgasmo  me  invadiu  na forma  de  uma  lenta  e  morna  onda  de  prazer,  não  menos  devastadora  por  não  ser  tão violenta como nas duas vezes anteriores. O peso e o calor de seu corpo se afastaram de mim. Em um ponto distante da minha mente  entorpecida,  registrei  o  ruído  de  uma  gaveta se  abrindo,  seguido  pelo  som  de  uma embalagem  sendo  rasgada.  O  colchão  afundou  no  seu  retorno,  com  suas  mãos  fortes  me puxando para o centro da cama. Ela se deitou sobre mim, prendendo-me, cercando-me com seus antebraços e os apertando contra mim, capturando-me.
Meus  olhos  estavam  vidrados  em  seu  rosto  bonito  e austero.  Suas  feições  estavam tensas  de  luxúria,  a  pele  bem  esticada  sobre  a  mandíbula  e  as  maçãs  do  rosto.  Seus  olhos escuros  estavam  bem  dilatados,  e  eu  sabia  que  estava  vendo  o  rosto  de  uma mulher que  já havia  perdido  o  controle  sobre  si  mesma.  Gostei  do fato  de  ela  ter  feito  tudo  aquilo  por mim,  de  ter  me  dado  tanto  prazer  e  me  preparado  para  o  que  parecia  ser  uma  jornada inesquecível.
Minhas  mãos  agarraram  os  lençóis,  e  a  ansiedade  só  crescia.  Ela  tinha  me  feito gozar, de novo e de novo. Agora seria a vez dela.

- fuck me.
- Sash...

Gemeu ela falando meu nome ao entrar em  mim, enfiando até bater com as bolas em mim, em uma estocada furiosa. Fiquei sem fôlego. Ela estava mais grande, duro como pedra, e tinha entrado bem fundo. A ligação entre nós era absurdamente intensa. Emocional. Mental. Nunca tinha sentido tanto tesão na minha vida, o que parecia impossível depois de tudo o que já havia experimentado com ela.
Eu a apertei toda, deliciando-me com a sensação dela dentro de mim, preenchendo-me. Seus  quadris  investiram  contra  mim,  como  se  dissessem: Está  sentindo?  Estou dentro de você. Você é minha.
Seu  corpo  inteiro  enrijeceu.  Seus  músculos  peitorais  se  distenderam  por  completo enquanto ela tirava quase tudo. A contração do seu abdome foi o único  aviso que eu pude notar antes que ela voltasse a entrar com tudo. Todo duro. Dei um  grito,  e  o peito dela ressoou com  um  grunhido grave e primitivo.  

- Meu deus, Sasha!

Apertando-me mais forte, ela começou a me foder com força, fazendo meus quadris afundarem  no  colchão  com  estocadas  violentas  e  ferozes.  Uma  onda  de  prazer  percorreu meu corpo de novo, intensificando-se  a cada investida do corpo dela contra o meu. Assim, eu pensei. Era bem assim que eu queria você.
Shannon enterrou a cabeça no meu pescoço e me prendeu com força onde eu estava, metendo mais forte e mais rápido, murmurando safadezas com uma voz ofegante, fazendo-me enlouquecer de desejo.

- como aguentou 5 anos? 5 anos sem sentir meu pau entrando e saindo de você?

Pensei que seria a vez dela, mas Shay ainda   estava   pensando   em   mim, preocupada  comigo,  remexendo  os  quadris  para  levar prazer  ao  meu  ventre  em  ebulição. Soltei  um  breve  e  inevitável  som  de  desejo,  e  sua  boca  logo  chegou  até  mim.  Eu  estava desesperada por ela, minhas unhas se encravaram em seus quadris em movimento, lutando contra a necessidade torturante de sentir as investidas furiosas do seu pau enorme.
Estávamos pingando de suor, com a pele fervendo e coladas uma à outra, ofegantes, lutando para controlar a respiração. Quando um orgasmo se formou como uma tempestade dentro  de  mim,  todo  o  meu  corpo  se  enrijeceu  e  se  contorceu.  Ela  soltou  um  palavrão  e posicionou uma das mãos sob o meu quadril, levantando minha bunda na direção das suas estocadas para fazer com que seu pau entrasse mais fundo e chegasse ao lugar que ansiava por ela.

- goze, DiLaurentins.

Ordenou ela com um tom áspero.

- Agora.

Cheguei  ao  clímax  com  uma  intensidade  que  me  fez  sussurrar  seu  nome,  uma sensação  amplificada  pela  maneira  como  ela  havia  dominado  meu  corpo.  Ela  jogou  a cabeça para trás, estremecendo.

- porra!

Shay me agarrou com tanta força que eu mal conseguia respirar, enquanto seus quadris continuavam seu movimento incessante, fazendo com que ela entrasse e saísse de mim em toda a sua extensão. Não  faço  ideia  de  quanto  tempo  permanecemos  assim, deitadas,  com  nossas  bocas passeando  por  ombros  e  pescoço  até  enfim  nos  acalmarmos.  Meu  corpo  inteiro  tremia  e pulsava.

- nossa!
- Você acaba comigo. Vamos acabar morrendo de tanto trepar
- Ei, eu não fiz nada dessa vez
- Você estava aí deitada, respirando. Isso já basta.

Dei risada e a abracei.
Ela ergueu a cabeça e esfregou o rosto dela no meu.

- vamos comer alguma coisa, e depois começamos tudo de novo.
- nem pensar, acho que nem consigo andar.

O  brilho  do  sorriso  dela  fez  meu  coração  parar  de bater  por  um  instante.

- Ainda bem que não sou a única.




Sasha Pov. Off.:


Notas Finais


E aí, gostaram da surpresa?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...