História Daddy ( Incesto) Jungkook BTS - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Personagens Originais
Visualizações 705
Palavras 1.150
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Incesto, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Obrigada por mais de 150 favoritos e a cada comentário, ele me ajudam muito 😘 😘 😘

Capítulo 13 - Presa


Fanfic / Fanfiction Daddy ( Incesto) Jungkook BTS - Capítulo 13 - Presa

(s/mãe)~

    Acordo com meu despertador, já eram sete da manhã, hoje teria que ir mais cedo no hospital trabalhar. Me levanto, vou para o banheiro fazer minhas higienes e tomar um banho, visto meu uniforme e vou fazer o café da manhã para mim e (s/n). Arrumei a mesa e subi para seu quarto, ao abrir a porta vejo uma cena que nem no pior filme terror eu gostaria de ver, (s/n) e Jeon dormindo juntos!!!

    - Que merda é essa???-grito.

    Os dois se levantam assustados, ambos estavam sem roupa alguma, logo se cobrem com o edredom.

    (s/n): Mãe o que faz aqui?-estava assustada.

    - Eu que pergunto, o que o Jeon faz aqui!!?

   J: (s/m) entenda, nós nos amamos!

    - Vocês só podem estar de brincadeira comigo, Jeon a sua própria filha! Não tem vergonha disso?- gritava.

    J: No começo eu não sabia, mais quando soube já era tarde demais, eu já estava apaixonado por ela.-explicava.

    - Isso não vai ficar assim...- saio do quarto.

    Vou correndo para o meu quarto, vou até a cômoda, abro a gaveta e pego um revólver. Vocês devem estar se perguntando aonde eu consegui isso? É bem simples, quando Jeon me abandonou resolvi fazer aulas de tiro, eu jurei que um dia eu o mataria, mais naquela época eu estava cega de ódio, e por fim acabei esquecendo, mais agora ele voltou, e quer tirar tudo o que eu tenho, (s/n).
    Com a arma em mãos volto ao quarto da minha filha, o mesmo virado de costas vestindo suas roupas, mirei para atirar, ao disparo fechei os olhos, e quando os abri vi minha filha nos braços de Jeon ensanguentada.

    - (s/n)!! -corro até ela.

    J: Saia de perto dela.- ele me empurra, e se levanta com ela nos braços. Vou levá-la para o hospital.

    Meu Deus! O que eu fiz? Me sento no chão e começo a chorar, Jeon poderia me denunciar, com a influência que ele tem passaria o resto da minha vida na cadeia. Me levanto, pego um pano e um vidro de álcool, limpo o chão e a  arma, decido enterrar a mesma no quintal, caso aconteça alguma coisa.
    Fiquei rodando em círculos pela sala, vou ou não vou ver a (s/n)? Vai que ela esteja no mesmo hospital onde trabalho.
    Entro no carro e dirigi até o local, ao chegar vejo Jeon na área de espera, me aproximo.

    - Como ela está?

    J: Ela está no meio de uma cirurgia para remover a bala, ficou alojada na barriga, mais precisamente no estômago.-diz sem ao menos olhar para mim. É arriscado.

    - Droga, agora ela pode morrem por minha causa.-coloco as mãos na cabeça.

    J: Se você a ama, o que eu duvido muito, a deixe ficar comigo.- disse me olhando, com os olhos marejados.

    -Nunca!! Você só pode estar louco.- disse quase gritando.

    J: Eu sou o melhor pra ela, e você sabe! E também não fui eu que atirei na própria filha.- disse com os olhos semicerrados.

    -Shh.. Fala baixo. Mais eu não vou dar a (s/n) pra você assim tão fácil.

    J: É o que vamos ver. -levantou e foi embora.

    Como eu o odeio, ele não vai tira-la de mim, acho que será preciso trancar (s/n) dentro de casa.

    •(s/n) off~

    • Jeon on:

    Saio do hospital e vou direito consultar meu advogado, peço para ele entram com o processo para ganhar a guarda de (s/n). Vou para casa, tomo um banho, visto minhas roupas e vou trabalhar. Em menos de uma hora meu advogado me liga:

    - Alô, deu tudo certo?

    Adv: Senhor Jeon, o processo já está em andamento, dará tudo certo. Só precisamos de uma data para o tribunal.

    - Muito obrigada, mandarei um e-mail confirmando a data, e por favor mande um aviso para a (s/m).

    « Cinco dias depois... »

    Nesses últimos dias, pedi para arrumarem um dos quartos da casa para a (s/n), tudo do gosto dela. A visitava todos os dias no hospital, levava flores e chocolates, ursinhos de pelúcia.

    -Amor, você já está melhor?- passava a mão em seus cabelos.

    (s/n): Com você vindo aqui todos os dias, não tem como não ficar melhor.- sorria.

    - Boba.- a beijei.

    Meu celular toca e atendo.

    •Ligação:

    X: Senhor Jeon, precisamos do senhor aqui em Hong Kong, ainda hoje.

    J: Não tem como ser outro dia?

    X: Não senhor, apenas hoje, houve alguns problemas aqui na filial.

    J: Eu entendo, já estou indo.

    •Fim da ligação•

    Eu realmente não quero ir, hoje é dia que o médico disse que daria alta para a (s/n), e que nos iriamos no tribunal acertar tudo para mim poder ficar com ela.

    - O que aconteceu?-estava preocupada.

    J: Amor, vamos ter que adiar.- respirei fundo.

    - Não, por favor! Me leve com você.-suplicava.

    J: Você acabou de fazer uma cirurgia, eu vou hoje e prometo que amanhã mesmo volto.

    - Eu não quero voltar pra casa Jeon...-chorava.

    J: Amor não chora, isso acaba comigo. -tive vontade de chorar. Creio que não deixariam você ficar em um hotel, precisa ficar em observação em casa.

    - Eu vou ter que ficar na mesma casa daquela louca? Não!

    J: (s/n) é só um dia, aguente, por mim. Eu venho te buscar amanhã. - a beijei, e sai do quarto.

    Saio do hospital sem olhar para os lados, entro no carro e começo a chorar, eu não quero deixar ela voltar pra lá. Dou partida no carro e vou para casa arrumar às malas. Pedi para que um dos meus empregados me ajudar, às arrumo, vou para o aeroporto e compro minha passagem lá mesmo.
    Meu vôo sai daqui uma hora, pego meu celular, aproveito e aviso ao meu advogado que o julgamento deve ser adiado.

    •Jeon off~

    •(s/m) on:

    Logo após Jeon sair do hospital levei (s/n) para casa, no tempo em que ela estava fora pedi para que colocássemos uma grade reforçada em sua janela. A mesma quando entro se assustou ao ver aquilo.

    - Mãe, pra que isso?-me olha assustada.

    - Pra você não fugir!-deixei sua bolsa no chão.

    - Jeon vai vir me buscar amanhã...aii- disse colocando a mão no ferimento.

    - É o que vamos ver...

    Peguei uma corrente que havia  comprado ontem, prendi em uma barra que foi colocada ao lado se sua cama e puxei.

    - Me solta! O que está fazendo.- ela me empurra.

    - Cala a boca. - lhe dou um tapa que a joga no chão e chuto sua barriga, provavelmente alguns pontos dever ser sido rompidos, já que começou a sangrar.

    - Aiii que dor..- gritava.

    -Tem uma caixa de primeiros socorros ali.- apontei para a cômoda ao lado de sua cama.

    Aproveito que a mesma está no chão e coloco a corrente em seu tornozelo. Pronto não tem como ela fugir, a deixo lá no chão e tranco a porta de seu quarto.

    •(s/m) off~

   

   

   


Notas Finais


Até o próximo...


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...