História Daddy // Shawn Mendes - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Jack & Jack, Shawn Mendes
Personagens Shawn Mendes
Tags Daddy Kink
Visualizações 964
Palavras 1.154
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


DEMOREII MAS VOLTEIIIII 💜💜

ESPERO QUE GOSTEMM, OU NÃO Rsrs 💜

Capítulo 8 - Line - II




– A partir de agora, nós teremos uma linha, e não devemos ultrapassá-la, entendeu?

– Tudo bem papai

– Ótimo, tenha uma boa noite 

– Boa noite – Ela sussurrou quase que inaudível..

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Ouvi um barulho irritante ecoar por todo aquele cômodo dificultando minha última chance de tentar dormir mais um pouco. Abri os olhos peguei meu celular e encerrei o alarme.

Olhei ao meu lado e não tinha ninguém, a cama estava completamente vazia, apenas com o cheiro doce da minha pequena.

Com o maior esforço que existia dentro de mim, levantei rapidamente da cama, indo em direção ao banheiro. Tomei um banho, escovei os dentes e saí, vesti meu terno acompanhado por minha calça formal preta e meus coturnos.

Ao estar finalmente pronto, caminhei lentamente até o quarto da Mel, a porta estava semiaberta, coloquei a mão na maçaneta abrindo completamente a porta, não havia nada, nem ninguém lá.

– Mel? – Franzi o cenho ao não ouvir nenhum sequer movimento.

Fechei a porta e desci as escadas, pensando na possibilidade dela estar por lá. Desci porém me arrependi instantaneamente ao vê-la no sofá com um garoto. Ele estava a beijando, e ela correspondendo. Senti meu sangue ferver e um desgosto indesejável espalhar-se dentro de mim.

– Melanie – Eles se afastaram bruscamente. – Que porra é essa?!

– P-papai?! E-eu...

– Então você é o tal Mendes? O tio Cam falou muito sobre você – O corpo do garoto relaxou mais ainda no sofá, lançando-me uma piscadela.

– Espera! Cameron?! – Aproximei-me dos dois e Melanie encolheu-se no sofá assustada.

– Eu mesmo – Cam saiu da cozinha com um sorriso malicioso e com uma maçã em sua mão.

Dei passos rápidos até ele e puxei sua orelha o carregando até a cozinha.

– Aí, Aí!! Bro tá machucando! – O soltei bruscamente quando chegamos na cozinha.

– Me explique que merda era aquela?! – Cruzei os braços.

– Eu só trouxe meu sobrinho para fazer companhia a Mel – Me lançou um sorriso torto mas logo morreu ao ver minha feição furiosa. – Qual é dude, a Mel já tem dezoito anos e nunca beijou na vida 

Isso é o que ele pensa.

Melanie Miller.


– P-papai, a culpa não foi do tio Cam, foi minha eu qu... – Ele me interrompeu.

– Miller, nós precisamos conversar. Cameron, vai pra empresa e leva seu sobrinho

O papai estava me assustando muito, seus braços estão cruzados, maxilar travado e "Miller"? Ele nunca me chamou assim desde que cheguei. Senti um frio em minha espinha, minhas mãos começaram a suar frio e minha respiração ficou descompassada.

Tio Cam estava prestes a sair da cozinha mas antes, sussurrou algo no ouvido do papai, e por estar perto, consegui ouvir.

– Toma cuidado pra não se arrepender depois, Mendes

Aquilo só me fez piorar, não ajudou em nada, tio Cam saiu da cozinha e eu e o papai saímos logo atrás.

– Tchau, Mel 

– Tchau – Eles saíram pela porta e logo a casa ficou um silêncio.

– Venha comigo – Papai puxou meu pulso me levanto até as escadas, e ao entrarmos em um cômodo, logo pude notar que era seu quarto.

Ele sentou-se na ponta da cama, e pelo fato de estar vestido formalmente, me atrevi a fazer tal pergunta:

– Papai v-você não vai trabalhar?

– Ainda tenho um tempinho pra minha filha – Sorriu sem mostrar os dentes, mas esse não foi qualquer sorriso, foi um sorriso maldoso. – Olha Melanie, vou te chamar apenas uma vez – Disse e eu logo entendi o recado e caminhei até ele, ficando à sua frente. – Boa menina

Ele fechou as pernas. A cada movimento que ele fazia, meu coração batia mais rápido ainda. A roupa que ele está usando só faz piorar, o terno o deixa com um ar mais sério.

– Debruça nas minhas pernas – Sua voz ecoou naquele cômodo fazendo meus pelos ficarem eriçados. 

– P-papai o que voc... – Me Interrompeu novamente.

– Debruça, Melanie!

Me aproximei e fiquei de joelhos próximo a suas pernas, logo as usei de apoio, ficando totalmente debruçada nelas.

Senti sua mão direita na minha perna subindo lentamente enquanto sua esquerda estava apoiada em minhas costas. Sua mão direita subiu e adentrou minha saia, entrando em contato com a lateral da minha bunda.

– Papai lembra d-da linha

– Relaxa amor, isso não vai ultrapassar a linha, quer dizer, só um pouco – Minha saia foi erguida deixando minha bunda totalmente exposta e me deixando envergonhada. – Bem, você acha que foi certo beijar um garoto que você nem conhece, e sem o papai saber novamente? – Sua mão estava alisando-me, mas logo ouvi um estalo acompanhado por uma ardência naquela área. – Responde!

– N-não, papai – Fechei os olhos sentindo a primeira lágrima escorrer em minha bochecha.

– Isso já aconteceu uma vez, lembra? Você quase beijou o tio Gilinsky? E eu deixei passar pois ele estava bêbado, mas você não, então, deixei um aviso, que caso acontecesse novamente... – Ele bateu de novo, com mais força, aumentando o barulho de sua mão chocando-se em minha parte inferior. – Continua! – E mais um tapa foi desferido naquele local.

– E-eu iria m-me a-arrepender – Concluí sua frase, as lágrimas rolavam freneticamente em meu rosto. 

– Então, espero que não aconteça novamente – Sua mão chocou-se em minha bunda me fazendo soltar um grunhido, e dessa vez, eu tenho certeza que ele usou toda sua força.

Ele baixou minha saia, colocou suas mãos no meu quadril e me levantou, em seguida ele vez o mesmo. Suas grandes mãos passaram em seu terno na intenção de acabar com os leves amassados que existiam ali, quando ele baixou sua mão, eu pude perceber que estava avermelhada, me fazendo pensar como está em meu corpo, já que eu não consigo dar um passo sequer sem sentir dor e ardência.

– A Meredith vem hoje, então não ficará sozinha – Ele olhou para o seu relógio de pulso. – Agora eu tenho que ir – Beijou minha bochecha, passou o polegar tentando limpar minhas lágrima, e saiu como se nada tivesse acontecido.

Shawn Mendes.


– Shawn... Shawn!! – Enquanto eu caminhava até a saída do estacionamento pude ouvir meu nome.

Virei-me vendo Cameron correndo até mim.

– O que fez com ela? – Perguntou caminhando ao meu lado.

– Com ela quem?

– Com a Melanie – Baixou seu tom de voz ao entrarmos na empresa.

– Não fiz nada, relaxa dude

– Shawn! – Rosnou.

– Só bati nela, mas foi fraco – Ele pegou minha mão a olhando.

– Sua mão está avermelhada

– Cameron, me deixa em paz – Entrei no elevador achando que finalmente iria me livrar, mas só achando mesmo. Bufei e revirei os olhos. – Quando é que você vai parar?!

– Quando você me contar o que realmente aconteceu!

– Por que você está tão preocupado com ela?!

– Porque você ficou bravo quando a viu beijando um garoto?!

Paramos a conversa quando a porta do elevador abriu e três pessoas entraram.

– Senhor Mendes, Senhor Dallas.. – Nos cumprimentaram e acenamos com as cabeças.

Esperamos até que finalmente a caixa de metal abriu no nosso andar. Passamos entre as pessoas e entramos na minha sala, Cameron fechou a porta e veio até mim.

– Shawn, eu vou te fazer uma pergunta, e quero sinceridade na resposta – Bufei novamente, já perdendo a paciência.

– Tá, Dallas

– Por acaso, você e a Mel...


...











Notas Finais


PENA QUE NÃO DEU PRA TERMINAR A PERGUNTA DIWNXIDNSKXNE
O QUE ACHARAMM??

OBRIGADA POR CHEGAREM ATE AQUI 💜💜


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