História Daddy's Lil Monster - Capítulo 2


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Categorias Arlequina (Harley Quinn), Esquadrão Suicida, Jared Leto, Margot Robbie
Personagens Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Jared Leto, Margot Robbie, Personagens Originais
Tags Arlequina, Coringa, Esquadrão Suicida, Gangster, Harley Quinn And Joker, Romance
Exibições 116
Palavras 765
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Primeiras impressões.


Fanfic / Fanfiction Daddy's Lil Monster - Capítulo 2 - Primeiras impressões.

Acordo, e por um segundo esqueço onde estou e o porquê. Agradeço por esse momento, porém me entristeço ao vê-lo passar.

Gotham City não é ruim, mas o motivo que me faz estar aqui é o que desanima. Mais uma vez relembro de meu falecido ex, eu sinceramente estava brava com ele, por que foi tão egoísta? Li em diversos livros sobre as fases de quem lida com um suicídio, são elas: negação, desespero, mágoa, culpa, raiva e por fim, aceitação. Felizmente, logo a fase final chegaria e com ela a "paz".

Tomei um banho demorado na esperança de perder o sono, tive a brilhante ideia de ficar até altas horas lendo sobre meu novo paciente e agora estava sentindo as consequências disso. Pensar nele me deu um certo calafrio, nunca lidei com algo de um nível tão elevado, mas sinceramente? Nunca conseguiram um resultado satisfatório com esse maluco, então ninguém poderá me condenar se eu fracassar no tratamento.

Fiquei deliberando sobre tudo isso até perceber que já tinha perdido a hora, sai do banheiro igual um jato e coloquei a roupa que, felizmente, separei no dia anterior. Um vestido até a altura do joelho não causaria más impressões, isso sem contar que ele é nude e sem decotes, só é colado no corpo, mas façam-me o favor, não virei freira para não ter que me preocupar com motivos assim. Deixei o cabelo solto pois não havia tempo para prendê-lo. Coloquei café em uma garrafinha, entrei no carro, pus os saltos e fui para o manicômio dirigindo, passando maquiagem e penteando o cabelo ao mesmo tempo.

Cheguei e fui logo cumprimentada por uma senhora de baixa estatura e de aparência alegre, ela me levou até meu escritório, tagarelando sobre o lugar. Fiquei impressionada com sua capacidade de falar sorrindo sobre um ambiente como esse, não consegui gravar o nome dela, mas com o tempo lembraria.

Entrei em minha sala e era realmente muito bonita, toda branca e com uma mesa de vidro maravilhosa, deixaram um vaso com flores acompanhado de um cartão de boas vindas em cima dela. Cheguei a me sentir querida ali.

Reli, então, rapidamente a ficha do Coringa, junto com todas as anotações do que eu deveria fazer, faltavam cinco minutos para a primeira sessão e eu estava nervosa, tinha medo das reações dele. Aceitaram me colocar naquele lugar para cuidar exclusivamente de um paciente, o gasto para isso não é nada pequeno, deveriam estar desesperados mesmo.

Chegou enfim o momento. Sai de minha sala e fui na que a ficha me informava, o lugar estava guardado por dois homens muito bem armados, olhei bem as armas e logo identifiquei que eram fuzis FN SCAR-H, nada amedrontador. Lembrei da época em que meu pai estava comigo e sempre falava sobre armas, eram as paixões da vida dele.

Quando entrei, acabei me esquecendo por um momento de tudo que deveria fazer. Ótima hora para ter devaneios em, Harleen. Me sentei na cadeira e só então vi o palhaço, ele estava me observando minuciosamente, pelos relatos sobre sua inteligência e afins, já deveria saber que eu sou uma desligada, menos um ponto para mim. Ah, e quando eu disse palhaço, é literalmente um, o paciente tinha o cabelo verde, a boca bem vermelha e sua pele era branca, igual daquela galera que vai passar pó e parece que foi farinha de arroz. Fiquei rindo comigo mesma dessa última parte e quando vi ele estava rindo também, fiquei vermelha e enfim me apresentei.

- Sou a Dra. Quinzel, porém pode me chamar de Harleen, passaremos um bom tempo juntos então é bom evitar formalidades, não acha?

- Claro, Harleen. Se eu soubesse que a doutora seria desse jeito, teria vestido uma camisa mais bonita. - Disse rindo, mais uma vez. 

Só então percebi que vestia uma camisa de força, agradeci, no meu coração, à Deus por isso.

- Pode me explicar por que está aqui?

- Você tem uma ficha inteira explicando, minha querida.

- Gostaria de ouvir de você, sua versão e suas justificativas, os fatos escritos aqui são muito rasos comparados ao que os engloba e os motiva. 

- Acho muito cedo para algo tão íntimo, não? Não quero ir depressa, estamos no nosso primeiro encontro hoje, ainda nem nos beijamos.

Mais um riso, dessa vez bem estridente e com um tom irônico. Fui avisada sobre isso.

- Gosta do sarcasmo? Sabia que, para muitos, recorrer à esse método é uma forma de defesa? Sente-se intimidado comigo? Estou aqui apenas para ouvi-lo e ajudá-lo.

- Você ainda não conheceu meu "sarcasmo", meu bem.

 

 

 

 


Notas Finais


Espero que gostem!!


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