História Daddy's Lil Monster - Capítulo 6


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Categorias Arlequina (Harley Quinn), Esquadrão Suicida, Jared Leto, Margot Robbie
Personagens Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Jared Leto, Margot Robbie, Personagens Originais
Tags Arlequina, Coringa, Esquadrão Suicida, Gangster, Harley Quinn And Joker, Romance
Exibições 98
Palavras 1.077
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Meu primeiro crime. (Parte I)


Fanfic / Fanfiction Daddy's Lil Monster - Capítulo 6 - Meu primeiro crime. (Parte I)

Acordei no sofá e em cima do meu notebook, já eram meio dia e eu não tinha um plano em mente para de noite. Até agora só havia pensando em: chegar na antiga biblioteca correndo, pegar a metralhadora, sair correndo, entrar no carro bem desesperada e correr para o manicômio. Mas sinto que os criminosos em geral não fazem assim, logo esse era o jeito errado.

Para minha infelicidade era sábado, não poderia ver o Coringa pois as sessões eram só de segunda à sexta. E eu precisava conversar com ele, queria desesperadamente uma luz sobre o que fazer. Eu não sabia quem estaria me esperando lá, e se fosse uma enrascada? E se fossem inimigos dele que descobriram que eu iria libertá-lo e então iriam me matar? Ou é alguém que escutou nossa conversa e iria estar lá para me pegar no flagra e me prender? Eu estava ficando paranoica, chegava a esquecer quem é o palhaço e o quanto é inteligente, ele não me colocaria em risco dessa forma.

Embora que, parando para pensar, se fosse tão inteligente, não estaria preso...

Me recuso a continuar com minhas bilhões de preocupações, eu iria lá de cara fechada e faria o que tinha de ser feito. Não deixaria ele na mão e muito menos o decepcionaria. Esse foi seu primeiro pedido para mim, e se eu quisesse continuar ao lado dele, deveria aprender a me virar.

Levantei do sofá e fui caçar algo para comer, entretanto não tinha a mínima fome, meu estômago estava embrulhado. Tentei me convencer de que estava decidida, mas no fundo só queria correr para o Coringa, abraçá-lo e fingir que nada disso existia.

Enrolei pela casa até dar cinco e meia, ainda estava cedo, porém não aguentava mais ficar sentada, estava no limite da angústia. Fui tomar banho e, depois, fiz bastante hora enquanto secava o cabelo, no fim ajeitei em um coque para que ficasse enrolado nas pontas. Queria parecer confiante, mesmo estando longe de estar, então coloquei uma calça que realçava minhas curvas, bem colada e preta, pus uma blusa bastante decotada e cinza claro, joguei uma jaqueta de couro por cima e fui para o espelho olhar, soltei o cabelo e as madeixas loiras caíram até bater em minha cintura. Olhei no celular e já eram seis e quarenta e cinco, fingi não ver, para não me desesperar mais. Fui escolher meu sapato e decidi pegar uma bota de salto com cano curto, também preta. 

Ouvi o toque do meu celular e gelei, estava demorando em me arrumar propositalmente, todavia todas as tentativas foram por água a baixo. Desbloqueei para olhar o que era, e soltei um suspiro de alívio. Havia uma mensagem dizendo:

"Não se atrase, minha querida."

Era ele!!! Ele estava me mandando as mensagens, então uma armadilha não poderia ser. A sensação de que daria tudo certo veio. Desci do apartamento e fui pegar meu carro, entrei no Porsche e respirei fundo, pronto, todo desespero voltou. Era incrível como aquele homem conseguia me acalmar, mesmo sendo tão caótico, porém eu sozinha era um desastre.

Segurei no volante tremendo e fui em direção à biblioteca abandonada. Parei meu carro um pouco escondido e atravessei a rua, subi as escadas e, por fim, empurrei a porta daquele lugar. Para minha tristeza, não estava trancada.

Fui entrando de cabeça erguida, mas estava tudo escuro. Peguei meu celular para ligar a lanterna, porém todas as luzes se acenderam nesse mesmo instante.

Fiquei olhando para o local, desesperada para encontrar logo a metralhadora. Quando avistei, tentei ir o mais rápido possível pegar. Porém senti meu braço sendo agarrado e fui abruptamente virada. Olhei para cima - gelada até a ponta do dedo do pé - e um homem me encarava sorrindo. Por que gente louca gosta tanto de sorrir?

- Calma docinho, ainda nem nos apresentamos. - Falou com uma voz brincalhona.

É meio óbvio que eu não conseguia nem mover a língua, então deixei que ele falasse.

- Sou o Macabro, e você deve ser a amiguinha do Coringa, sim?

Ele ainda falava comigo grudada em seu corpo, o que só piorava minha situação. Mas consegui me recompor no momento em que falou do motivo de eu estar lá.

- Sim, ele me mandou aqui. Vim apenas pegar a arma e já vou saindo.

- Ah é, coisinha linda? Então me diga: como pretende entrar com uma metralhadora em um manicômio?

Ele me pegou, eu ainda não havia pensado nessa parte, realmente, sou uma ótima criminosa.

- Ele pediu para que me ajudasse.

- Sim, só estava te assustando mesmo. - E começou a rir da minha tentativa de parecer séria. Era uma risada bem diferente da do Coringa, era simples e sem maldade, como de uma criança quando ri de um desenho.

- Então conseguiu engraçadinho, agora me explique, o que iremos fazer quando chegarmos lá?

- Bom, você trabalha lá, logo tem o cartão de acesso para entrar sem que seja disparado o alarme. Leve a arma em uma bolsa que vou te entregar, deverá se virar para despistar os guardas, não deixe-os desconfiar de nada. Quando chegar na cela do coringa, liberte-o e entregue a arma para ele, logo depois você vai apertar este dispositivo. 

Ele me deu um negócio que parecia controle de carro, tinha apenas um botãozinho vermelho.

- Nós seremos avisados e entraremos em ação, o Coringa os atacará por dentro do local e eu, junto com a gangue, por fora.

- O que acontecerá com os outros pacientes?

- Bom, o chefe disse que queria se divertir com alguns guardas, mas não falou nada sobre esses caras aí. Se essa é sua preocupação, relaxa, a polícia chega rápido e cuida deles.

- Tudo bem, vamos então? Já estamos demorando muito aqui. - Tentei ser confiante ao falar isso, porém tremi ao terminar, e Macabro percebeu.

- Fica na paz, já fizemos fugas assim várias vezes, vai dar tudo certo.

- Eu espero que sim. - Sussurrei.

Ele me abraçou de lado e saímos, reparei que era um cara legal. Além de ser muito bonito, talvez a equipe do Coringa, ou melhor, a gangue, não fosse tão maluca como eu tinha especulado. Se fossem parecidos com este integrante, provavelmente seriam maravilhosos.

Entrei em meu carro e o vi ir em direção ao seu, deixei a arma na bolsa que ele me deu, coloquei no banco de carona, e fui em direção ao manicômio.

.


Notas Finais


Macabro é representado pelo Ian Somerhalder, pouco bonito, né? Haha, espero que gostem!!


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