História Daddy's Lil Monster - Capítulo 8


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Categorias Arlequina (Harley Quinn), Esquadrão Suicida, Jared Leto, Margot Robbie
Personagens Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Jared Leto, Margot Robbie, Personagens Originais
Tags Arlequina, Coringa, Esquadrão Suicida, Gangster, Harley Quinn And Joker, Romance
Exibições 76
Palavras 1.541
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Ações do destino.


Fanfic / Fanfiction Daddy's Lil Monster - Capítulo 8 - Ações do destino.

Abri os olhos e estava em minha cama, minha cabeça latejava e eu me encontrava completamente perdida. A noite passada parecia um borrão, eu não me lembrava de absolutamente nada, fiquei me esforçando para pelo menos entender como cheguei em meu quarto, mas não obtive sucesso.

Desisti do esforço, fui para sala e sentei no barzinho, estava com uma vontade gigante de beber, mas era beber até apagar novamente. Infelizmente, me lembrei do fato de não poder fazer isso, pois precisava tomar aspirinas. Sentia tanta dor que minha visão estava embaçada.

Resolvi, então, ligar a tevê e preparar algo para comer na cozinha. Deixei no noticiário e fui requentar um pedaço de pizza no microondas. Fiquei observando os segundos faltantes para a comida ficar quente, e no mesmo instante ouço a seguinte frase:

- Manicômio de Arkham é invadido por gangue e o perigoso vilão, Coringa, foge durante toda situação.

Nesse momento eu gelei, só ali comecei a me recordar de algumas coisas, como o fato de ter causado tudo aquilo. Mas não conseguia compreender, o que eu estava fazendo em casa? Não deveria estar ao lado do palhaço? Ou presa? A jornalista continuou a falar e eu voltei a prestar atenção.

- Todos os guardas do estabelecimento foram cruelmente assassinados, junto com alguns pacientes. Lamentavelmente, as imagens das câmeras de segurança foram apagadas, e digitais não foram encontradas.

Caí sentada no chão e comecei a gargalhar, não me importei com as mortes, apenas senti o alívio vindo como uma explosão em cima de mim. Eu não iria ser presa, tudo tinha dado certo, a única coisa necessária era saber onde o Coringa foi parar. Estranhamente, toda vez que recordava dele meu coração apertava, havia algo para ser lembrado, mas eu simplesmente não conseguia. Lembrei, então, da existência do meu celular, fui atrás dele para ver se havia alguma pista, porém, quando o encontrei, todas as mensagens estavam apagadas. 

Não compreendia, o medo dele ter me abandonado começou a me sufocar. Não era possível, eu o ajudei. Comecei a repassar cena por cena da noite passada em minha mente, quando enfim cheguei na final, me desesperei.

Corri para o banheiro, pois queria ter certeza de que meu cérebro estava apenas mentindo para mim, infelizmente, não estava. As duas manchas vermelhas eram bem visíveis em minha cabeça, uma de cada lado. Como ele pôde? Eu fiz tudo que me foi mandado, segui passo por passo, e olha onde acabei. Sozinha e com o emprego em risco.

Entretanto, para minha própria surpresa, não me importava com minha carreira, era óbvio que ao invés de curar um paciente, só piorei sua situação, logo, mais um histórico ruim. Porém não ligava, queria apenas achar o Coringa, mesmo estando com raiva, queria explicações. Além disso, eu estava com tanta, mas tanta vontade de me divertir. Eu merecia isso, fui enganada e usada, além de ter deixado tudo para trás só para encontrar nessa cidade algo que me deixasse melhor, mas só acabei mais destruída.

Decidi, então, não ficar deitada chorando. E sim, ir para uma boate qualquer na cidade, dançar e encher a cara até não aguentar mais. Odiava sair sozinha, mas era melhor que ficar enfurnada em um quarto.

Olhei a hora e ainda eram duas da tarde, fui comer e ouvir meus recados na secretária eletrônica. Um deles foi do meu chefe, avisando que o manicômio ficaria fechado por um mês, e todos os funcionários teriam esse tempo para se recompor, disse também que já havia achado um novo paciente para mim e que eu poderia ficar despreocupada, pois não ficaria desempregada.

Mal sabe ele que eu já não tinha mais vontade alguma de trabalhar, achava a ideia extremamente entediante. Eu queria mais, sentia falta da adrenalina provocada quando eu estava do lado do palhaço, sentia muita falta.

Fiquei deliberando sobre o futuro durante toda tarde, até olhar o relógio, já eram oito horas e eu enfim poderia me arrumar. Saí do sofá e fui para o banheiro, tomei um banho demorado e sai atrás de uma roupa. Não fazia a mínima ideia do que vestir, queria meu vestido mais curto, porém que me deixasse rebolar sem pagar calcinha. Escolhi então um prata de alcinhas e decote gigantesco em V. Era colado no corpo e bem curtinho, tinha as costas abertas em um U e me deixava com uma bunda gigantesca, coisa que eu lamentavelmente não tinha em abundância. Vesti ele com meu par de sandálias de salto agulha, era preta e tinha apenas de enfeite uma tira fina envolvendo meu tornozelo e outra embaixo para segurar, agradeci a Deus por ter feito as unhas dos pés, pois não estava com saco para pintar nada.

Eu tinha engordado um pouco, percebi pelo tamanho de minhas coxas, pelo menos a barriga continuava negativa. Entrei no banheiro e fiz minha maquiagem, o olho ficou apenas com um delineado de gatinho e bastante rímel, já a boca com meu gloss favorito, Maliboo. Sequei o cabelo e depois fiz chapinha, amei vê-lo tão lisinho. Quando olhei no celular já eram dez horas. Retoquei tudo que precisava e peguei meu carro.

Parei em uma boate chamada The One, desci do carro e fui em direção à ela, já sentindo olhares em mim. Que bom, isso também era algo que eu queria naquela noite, entrei e fui direto para o bar, já pretendia ficar bêbada desde ali. Depois de algumas doses, uma garota sentou do meu lado e puxou conversa:

- Você ta sozinha aqui????

- Sim. Cheguei na cidade há pouco tempo e não consegui conhecer alguém que preste. - A bebida já estava começando a fazer um efeito.

Ela soltou uma risada.

- Ih, relaxa. Meus amigos estão doidos para te conhecer, por isso vim aqui, mas agora você ganhou uma parceira. Meu nome é Rachel. - Me simpatizei com ela logo ali, precisava de uma companhia.

- Vamos na pista? Aqui tá chato demais!! - Bufei, e olhei para ela, estava esperando alguma coisa. - Ah é, sou Harleen.

- Vamos logo então. - E começou a puxar meu braço, sem me deixar terminar a bebida.

Comecei a dançar indo no ritmo da música, graças as minhas habilidades como ginasta, sabia me soltar facilmente, modéstia à parte, rebolava bem pra cacete. Eu e Rachel chamávamos a atenção de todo mundo, adorava ver os homens tentando alguma coisa, infelizmente, para eles, eu só queria me divertir ali. Os amigos dela chegaram e começamos a dançar todos juntos, até que um deles, Michael, eu acho, falou:

- Esse lugar tá mó bosta, vamos para Sin House!!

Todo mundo se animou, eu não fazia ideia de que lugar era esse, mas queria acompanhar. 

- Vamos Harley?? Lá ficam os gângsters de verdade, é muuuito melhor.

- Vamos!! Sigo vocês com o carro.

Michael olhou para mim, com expressão de cachorro abandonado, e disse:

- Posso ir de carona com você? 

- Claro.

Entramos no carro e vi Rachel rindo e fazendo coração para nós, ignorei ela e girei a chave. Dirigi na mais alta velocidade que pude, até racha bati com os meninos. Chegamos lá quase cambaleando. Eu ria de tudo, o efeito do álcool já tinha passado, apenas para mim, mas ainda sim me sentia tão feliz! Enfim diversão nessa minha vida.

Quando estava quase entrando, Michael me puxou e disse:

- Não tem problema se eu te beijar agora, né? - O bafo de cerveja estava horroroso, me desviei dele.

- Querido, tem sim. - falei dando um sorriso gigante, não queria deixá-lo irritadinho.

- Qual??!!!

- Eu não quero.

E saí deixando ele reclamar sozinho, entrei na boate e logo avistei Rachel dançando em cima de um balcão, decidi acompanhá-la, peguei uma bebida qualquer e subi para rebolar no que estava do lado, chamando mais uma vez a atenção de todos.

Coringa:

Estava sentado conversando com alguns parceiros na área VIP da boate que frequentávamos, eles iriam me ajudar a recuperar os territórios roubados. Fiquei tão puto por saber que se atreveram a dominar o que estava em meu nome. Perdi muito nesses seis meses afastado, porém estava decido a recuperar. 

Quando enfim terminamos os planos, mandei trazerem bebida, estavam todos olhando para a pista de dança. Até que um comentou:

- Caralho, olha aquela loira ali, tá doido, como não tinha visto isso antes?

Os caras seguiram o olhar dele, e eu também. Olhei e rapidamente reconheci. Era a Harleen, filha da puta, o que estava fazendo naquele lugar? Ela dançava com todo mundo envolta olhando, quase que babando, tive que ouvir mais um comentário:

- Eu vi primeiro, vocês sosseguem aí que a gostosa já é minha.

Meu maxilar endureceu. O que falou se levantou e foi atrás dela. Mas, para minha satisfação, quando chegou perto, minha loira só sorriu e se virou, voltando a rebolar. Fiquei embriagado com aquilo, nunca a tinha visto assim, parece que meu choquezinho serviu para alguma coisa. 

Soltei uma gargalhada e voltei a beber, fiquei apenas admirando o que já era meu brinquedinho, extremamente desejável.

Entretanto, quando a música acabou, a vi conversando com um cara e sorrindo para ele. Que pena, pois agora o desgraçado sairia dali bastante machucado. Peguei minha arma e fui em direção à Harleen.

 

 

 


Notas Finais


Espero que gostem! Rachel é representada pela Vanessa Hudgens.


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