História Daisuki - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Shoujo
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Palavras 733
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Luta, Magia, Misticismo, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Pansexualidade, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Todos tem algum desejo, seja bom ou ruim as pessoas desejam, pena que a maioria quer coisas que nunca vai ter, e perde as que estão logo á sua frente.

Capítulo 5 - Jessie


Fanfic / Fanfiction Daisuki - Capítulo 5 - Jessie

A cidade é grande, e suas periferias são em sua maioria vazias, bem perigosas para um viajante despreparado.

-Desmond anda pela beirada de uma rodovia, ele não sabe onde deve ir, não sabe porque está indo, ele só sente que deve ir por esse caminho.

Muitas pessoas olham para ele mal intencionadas, avaliando se vale á pena tirar a vida de Desmond pelo que tem em sua mochila, mas ninguem toma iniciativa.

-A primeira construção que ele avista é um posto de gasolina, á uma lanchonete ao fundo, ele segue reto.

-Pouco mais de 30 metros á frente na rodovia Desmond avista uma oficina, ele nunca entrou em uma oficina, por algum motivo o local lhe chama atenção, ele se apróxima e vê alguem debaixo de um carro fazendo algo, ele viveu muito tempo isolado, não sabe como iniciar uma conversa e nesse momento percebe que é tímido.

-Ele fica parado um bom tempo pensando no que vai fazer e o porque de estar fazendo isso.

-A pessoa que estava debaixo do carro desliza para fora e se depara com Desmond olhando para ela. É uma garota.

Ei! O que está fazendo aqui?

-Desmond sai de uma espécie de transe em que havia entrado enquanto pensava no que fazer.

Ah! Oi! Desculpa!

-A garota olha desconfiada para ele.

Responde a pergunta menino!

Por a oficina ficar em um lugar isolado muita gente pensa em atacar o lugar pois a pólicia demora á chegar. E algumas vezes atacam.

-Desmond se assusta com o tom de voz da garota.

Desculpa! Eu vou embora!-Ele se vira e começa á fazer o caminho devolta.

-A garota percebe que ele não é uma ameaça, ela se levanta já correndo até Desmond e segura em seu braço.

Espera ai!

-Desmond se arrepia e em um impulso de defesa puxa sua faca da caça que traça uma linha precisa no braço da garota.

Não toca em mim!

-A garota se afasta.

Você me cortou!

Desmond cai de joelhos no chão e começa á chorar.

Desculpa! Eu não queria! pensei que você fosse me machucar!

O corte não doi, não arde, mas logo vai doer, não foi muito fundo nem pegou nenhuma veia.

-A garota pega um pano que costuma usar para limpar graxa e enrola no braço, por sorte é o começo do dia e ela ainda não havia sujado o pano, o sangramento é estancado.

-Desmond continua á desabar nas lágrimas como se sua vida tivesse acabado.

-A garota mesmo ainda assustada pelo que tinha acontecido fica com pena de Desmond, ela de apróxima devagar e diz.

Ei. Está tudo bem.

-Ela mostra o braço para Desmond.

Eu estou bem. Vai ficar tudo bem. Ta?-Ela sorri.

-Desmond olha para ela e se acalma, eles se levantam e ela o acompanha para dentro da oficina.

É uma oficina velha, uma construção branca sem janelas na frente e nos lados, a pintura desgastada pelo tempo e pela chuva tem muitas manchas enegrecidas, a palavra oficina escrita em caixa alta em cima do portão  está desbotado e mal se vê a cor vermelha, por dentro e por fora á muita tralha enferrujada, coisas que inúteis porém muito pesadas para carregar, ou simplesmente tiveram preguiça de tirar.

Nos fundos á um pequeno quarto com um colchão de casal sustentado por caixas de madeira e um frigobar. Paredes de tijolos e cimento sem nenhum acabamento, uma pequena mesa de canto com uma lúminaria e alguns livros pelo chão de envolta.

-A garota se senta com Desmond na cama.

Ok... pode me dizer quem você é?

Des... Desmond.

-A garota se surpreende.

Uau. Que nome diferente cara. Eu nunca conheci gente com um nome estranho assim.

-A excitação da garota assusta um pouco Desmond.

Ahn... obrigado?

-Desmond está tremendo, sua expressão é de muita dor contida, ele está pálido.

Ei... você está bem? -Ela fala em um tom calmo.

Eu... eu não sei...

-Desmond estava olhando para o chão, ele mal consegue encarar a garota.

-Ela apróxima devagar a mão do rosto de Desmond.

Você está quente...

Des...desculpa

É como se o toque dela o queimasse.

-A garota então vira o rosto dele para ela. Os olhares deles se cruzam.

Olha pra mim. Vai ficar tudo bem. Acredite em mim.

-O corpo de Desmond relaxa e só então ele nota aparência da garota.

Ela usa um boné de caminhoneiro vermelho com um detalhe branco na frente, ela usa um óculos quadrado um pouco maior que o normal, seu cabelo é de um louro escurecido, ela usa uma blusa branca por debaixo de um macacão um pouco sujo e meio gasto.

-Desmond se admira pelos olhos azuis-esverdeados da garota, ele limpa as lágrimas e diz.

Qual o seu nome?

Jessie.


Notas Finais


Algumas pessoas só percerbem o quanto machucam os outros quando estão sozinhas.


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