História Dallys - Capítulo 3


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Palavras 953
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela, Yuri

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Doce café.


-Anne conhece um café por aqui?

-Sim tem o Doce café, é ao lado do consutorio da minha mãe.

-Quer ir comigo?

-quero. Q hrs?

-15:00. Dai eu passo ae pra te pegar de bike.

-Okay. Agr eu vou dormir kakaka.

-Eu tbm vou.

                           Dallys                               

Tem muito tempo desde a última vez que, eu fui no Doce café. Eu costumava ir com meu pai quase todo dia, esperávamos minha mãe sair do trabalho. Eu provei de tudo lá, enquanto meu pai sempre tomava o mesmo café, amargo e sem açúcar, sinto falta do meu pai e pensar que já faz mais de 6 meses que ele não manda nenhuma mensagem pra mim. Ele nem deve lembrar mais da minha existência... Passo a mão no olho esquerdo pra limpar a lágrima, mas tudo bem ele tá bem, vi no Facebook que estava namorando uma chinesa, eu espero que ele seja feliz. 

-Anne!! Tá em casa?-Escuto a voz de tia Ê me gritando da escada.

-To aqui em cima tia Ê.

-Já comeu?

-Sim.

Tia Ê não responde.

Eu estou deitada olhando pro teto branco do meu quarto, com o rádio ligado ao som de Lorde, até sentir minhas pálpebras começarem a ficar cansadas e o sono começa a vir.


Dallys estava pintando um quadro, ela estava núa e cheia de tinta, no cabelo, no rosto e no corpo.
Eu estava sentada na janela, eu também estava núa. Aquele lugar era cheio de janela que facilitava a entrada do sol.
-Não sabia que você pintava. -disse pra ela enquanto fui me aproximando dela.
Ela apenas sorri, e pega um pincel cheio de tinha e vai passando pelo meu corpo depois no meu rosto, até que Ela coloca oportunidade pincel de lado, e me da um beijo, sinto seus lábios nos meus, nossas línguas interlaçadas, suas mãos na minha cintura, eu começo a passar a mão sobre o cabelo dela, e ela vai beijando meu pescoço. Daí vamos para o chão ela está em cima de mim, enquanto me beija.. 

-Anne!! Tem uma menina aqui.- Tia Ê me acorda. Sempre na melhor parte do sonho...

- Já vou!!- Dou um grito pra ela.

Me levanto da cama, calço o tênis e troco de blusa enseguida desço pra lá.

-Oi.- Dallys me fala.

-Oi.-Respondo. 

-Vamos?

-Vamos.

Saímos de casa, e Dallys vai em direção a uma bike.

-Você vai no cano.-Diz ela 

-Okay. Eu não sei andar mesmo.

-Oque não sabe andar de bicicleta?

-Não.

Ela sorri. Ela se equilibra na bike, e eu vou no cano.

-Onde fica mesmo o consultório da sua mãe?

-Na Rua Cardoso 203.

-Vai me dando a direção.

-Vai reto até a rua Santa Teresa, depois vira a direita e você chega na rua Cardoso, não é muito longe.

Sinto o vento no meu rosto e o calor do corpo de Dallys, por um segundo sinto como se estivesse voando com Dallys ao meu lado. Por mim ficava ali o dia todo.

 Dallys chega na Cardoso para a Bike e fala:

-E agora?

-Tá vendo aquele lugar marrom ali na frente? Eu falo pra ela apontando pro Doce café.

Ela começa a rodar a Bike e ir em direção ao Doce café. Ela estaciona num propício pra Bikes.

-Desce moça. -Ela fala.

Eu desço, em seguida ela desce também e nos vamos pro café.

Ficamos numa mesa, que dava pra ver a mesa que eu e meu pai geralmente ficávamos, naquela mesa tinha um senhor com uma menina de mais ou menos 9 anos, que acabou me trazendo lembranças do meu pai.

-Conhece eles? -Dallys pergunta.

-Ah. Não. 

-Vão querer oque? - A moça pergunta.

-Um chocolate quente. - Dallys fala.

-Um cappuccino rosa por favor.-eu peço. 

A moça anota e vai embora. 

-Então como você percebeu que gosava de meninas? -pergunto a ela.

-Como você percebeu que gostava de meninos?

-Mas eu não sei se realmente gosto.

-Mas você já namorou um cara.

-Sim. Mas... sei lá. 

-Você pode ser bi. 

- Bissexual? 

-Sim. 

-Como você percebeu que era lésbica e não bi?

-Bom. Olha aquele cara.-Dallys aponta para um rapaz de mais ou menos 20 anos, social tomando café amargo e fazendo cálculos em um papel, era um rapaz muito bonito por sinal tinha um corpo molhado e dava para ver com a camisa social marcando um pouco.-Viu?

-Vi.

-Então ele é muito bonito, porém só é bonito não rola quimica com homens, não há desejo, não há interesse apenas uma admiração por ser bonito, inteligente, legal e educado. Agora olhe aquela mulher. - Dallys aponta para uma garçonete loira de rosto fino, ela estava com o uniforme marcando, tinha um decote que mostrava um par é peitos redondo, estava limpando a mesa no balcão, ela tinha a cintura bem fininha, estava com uma maquiagem leve, aparentava também ter 20 anos.-Viu?

-Ela é muito bonita não é? Ela me desperta mais doque admiração por ser bonita. Me desperta desejo, quimica, atração, não apenas ver ela como uma mulher bonita. E você oque você acha dos dois?

-Bom no cara, me desperta interesse, desejo e atração, vontade de o conhecer melhor, saber o seus gostos, seus hobbis etc. Na moça me desperta o mesmo e um pouco mais.-Dou uma risada e coloco a cabeça na mesa.

-Licença.- Pede a garçonete com os nossos cafés.- E vai embora.

Eu começo a rir e a rir muito.

-Porque tá rindo?

-Porque eu nunca senti nada por uma garota.

-Nunca sentiu ou nunca quis sentir? 

Fico em silêncio por um minuto. Quando eu vejo meu ex com os amigos dele entrar, ignoro e bebo minha bebida. 

-Oque sua família achou?-eu pergunto pra Dallys.

-Eu prefiro não falar sobre isso.

-Okay.

Começo a olhar a garçonete, que entra numa sala e sai de lá sem o uniforme e vai até a mesa do rapaz com roupa social, eles se beijam e Dão um abraço.

-Ehh.. Héteros..-Dallys fala.

-Podem ser bi.-Eu falo.

-Podem.-ela sorri. O sorriso dela é tão bonito, cada dia que se passa mas eu a sinto em minha mente, perto de mim.








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